Estudo: Portugal entre países europeus mais atrasados na gestão de TI
A Claranet, empresa europeia prestadora de ‘managed services’, nas áreas de Hosting, Networks, e Gestão de Aplicações conclui no seu estudo anual sobre tecnologias de informação, que as empresas portuguesas apresentam resistência à mudança nas práticas de TI (Tecnologias de Informação)
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Ana Catarina Monteiro
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A Claranet, empresa europeia prestadora de ‘managed services’, nas áreas de ‘hosting’, ‘networks’, e gestão de aplicações, conclui no seu estudo anual sobre tecnologias de informação que as empresas portuguesas apresentam resistência à mudança nas práticas de TI (Tecnologias de Informação).
O estudo “Inovação nas TI Europeias” contou com a participação de 900 decisores de TI de médias empresas no Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Portugal e Benelux, analisando a forma como os negócios gerem e alojam as suas aplicações.
Os CIO (Chief Information Officers) inquiridos reportaram “disparidades claras na utilização da ‘cloud’, DevOps e frequência na atualização de aplicações” entre os vários países, sendo que Portugal, Alemanha e o Reino Unido são os que se situam mais “atrás na forma de gerir as Tecnologias de Informação”. “França, Espanha e Benelux lideram a mudança progressiva”, afirma a empresa.
Apenas 34% das aplicações portuguesas e 40% das do Reino Unido são atualizadas todas as semanas. O valor torna-se baixo comparando com os países da região do Benelux (61%) e Espanha (56%). Enquanto 72% das aplicações no Benelux e 64% em França estão alojadas na ‘cloud’, apenas metade das ‘apps’ no Reino Unido, Alemanha e Portugal (50%, 55% e 47%, respetivamente) se encontram na nuvem. Por sua vez, as taxas de adoção de DevOps (Desenvolvedor e Operações, para criação de software) no Reino Unidos (26 %), Alemanha (28%) e Portugal (28%) estão abaixo das reportadas no Benelux e França (44% e 38%, respetivamente).
“Este distanciamento entre países da Europa Ocidental poderá dever‑se a considerações práticas, tais como restrições regulatórias ou orçamentais que deixam os lideres de TI de mãos atadas, ou mesmo questões culturais. Independentemente de quais sejam as razões, se querem ser bem-sucedidos, seja a nível nacional como internacional, as organizações do Reino Unido, Alemanha e Portugal devem olhar para os melhores desempenhos da Europa e encontrar novas formas de incorporar as práticas de TI mais inovadoras”, sublinha Charles Nasser, fundador e CEO (Chief Executive Officer) da dona do estudo.
Nova área de negócio em Portugal
A Claranet Portugal criou a área de negócio de Consulting, que“surge da necessidade dos CIO obterem um acompanhamento na transformação digital do seu negócio, com vista à otimização das suas tecnologias de informação. O foco assenta no aconselhamento estratégico das melhores soluções de ‘cloud’, IT assessment, digital workplace, digital security e service management”, explica a empresa.