Distribuição

Drones e Robots no retalho: a corrida das multinacionais

A tecnologia está a evoluir a grande velocidade e isso nota-se não tanto em Portugal mas nas grandes cidades mundiais, onde sistemas robóticos se multiplicam em soluções mais rápidas e eficazes para potenciar as operações das empresas de distribuição

Ana Catarina Monteiro
Distribuição

Drones e Robots no retalho: a corrida das multinacionais

A tecnologia está a evoluir a grande velocidade e isso nota-se não tanto em Portugal mas nas grandes cidades mundiais, onde sistemas robóticos se multiplicam em soluções mais rápidas e eficazes para potenciar as operações das empresas de distribuição

Sobre o autor
Ana Catarina Monteiro
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Em entrevista ao programa “60 Minutes” da rede norte-americana CBS, Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon, anunciou que está a testar a utilização de drones, pequenos aviões não tripulados, para a entrega de encomendas.

O serviço chama-se “Amazon Prime Air” e promete uma disrupção na indústria do retalho. A partir de uma morada de GPS, o aparelho voador consegue entregar encomendas até dois quilos, o que representa 86% das encomendas da retalhista. A atractiva proposta sugere entregas em 30 minutos, através do robot, que consegue percorrer até 10 milhas, aproximadamente 15 quilómetros. O veículo comandado à distância consegue entrar inclusive dentro dos edifícios, deixando a encomenda mesmo à porta de casa dos clientes.

Depois de mostrar vários protótipos na entrevista televisiva, o fundador da Amazon pretende continuar a investigar e a desenvolver a solução, com o intuito de entregar mais rapidamente os pedidos registados nas proximidades dos centros de distribuição, poupando nos tradicionais estafetas. Neste sentido, a distribuidora pretende reforçar o compromisso de conveniência com os clientes.

Outras empresas começaram a seguir-lhe os passos, como a DHL, mas ainda não há concorrência à altura. Apesar das investigações, marcas como a gigante Walmart ainda não apresentaram avanços com distinção para competir com a gigante de vendas online, que prevê a utilização da tecnologia já em 2015.

A resposta da Google

A Google divulgou, por sua vez, durante este ano, o “Project Wing”, com uma ideia semelhante, para adoptar drones na realização de entregas de encomendas. Embora com o mesmo objectivo, o conceito da multinacional de software e serviços online, destoa, em alguns aspectos, do projecto da Amazon.

A empresa está a testar o aparelho, há dois anos na Austrália, de forma a que não haja necessidade de se fixar no solo, contrariamente aos protótipos da retalhista online. O veículo liberta a encomenda que, através de um fio extenso, é colocada à porta do consumidor. A monitorização dos drones é feita por satélite, e a Google encontra-se preparada para actuar, caso ocorra alguma situação imprevista, como divulgou o Jornal I.

Além de drones, a multinacional americana está a desenvolver um projecto a longo prazo, para o qual adquiriu sete pequenas empresas, na área da inteligência artificial e da robótica, tanto nos EUA, como no Japão, país que revela elevados índices de desenvolvimento nesta área, segundo um artigo no jornal The New York Times. Neste âmbito, o criador do Android, que foi comprado pela Google, Andy Rubin, está neste momento a liderar as empresas envolvidas no desenvolvimento de robots, segundo o Público.

Uma das empresas chama-se Schaft, criada a partir da Universidade de Tóquio, e está a desenvolver um robot em forma humana, de grandes dimensões. Já a americana “Industrial Perception”, está a desenvolver braços robóticos para cargas e descargas que funcionam com visão tridimensional. Rubin explicou ao jornal de Nova Iorque que espera ter resultados “apenas daqui a dez anos”.

Resumidamente, a Google pretende criar máquinas destinadas a trabalhar em áreas como linhas de montagens de aparelhos electrónicos, reduzindo a elevada carga de trabalho manual. Pretende também disponibilizar as tecnologias a retalhistas, para serem utilizadas nos armazéns e linhas de distribuição.

Tendo em curso, também, uma pequena experiência com um serviço de entrega de bens ao domicílio, em algumas zonas de São Francisco, aquele que dá nome ao mais conhecido motor de busca, na internet, tem vindo a apostar no sector automóvel, nomeadamente, em tecnologia “self-driving” ou condução automática de veículos, para a entrega autónoma de produtos ao domícilio. A empresa já desenvolveu um carro capaz de andar sozinho pelas ruas de uma cidade e pretende continuar a aperfeiçoar a tecnologia, com a qual qualquer veículo pode ser conduzido por meios tecnológicos, praticamente sem acção do homem. Esta é uma tendência que a indústria automóvel está também a explorar, sendo que várias marcas já apresentarem protótipos.

A opinião dos trabalhadores

O estudo ‘The Tech Evolved Workplace’, produzido pela ‘Coleman Parkes Research’ para a Ricoh, lançado em 2014, dá conta que a maioria dos profissionais acredita que o local de trabalho será muito diferente em 2036, na Europa, comparado com os dias de hoje. Pelo menos 80% dos colaboradores de empresas, estão convencidos de que a inovação tecnológica vai invadir os processos que usam actualmente para trabalhar, de forma a terem, no futuro, um local de trabalho com ferramentas tecnológicas, ainda não inventadas.

Os rápidos avanços da tecnologia, registados nos locais de trabalho, fazem com que os inquiridos estimem que bastarão dez anos para se notarem grandes diferenças. Sendo os funcionários públicos os que temem uma adesão mais lenta às novas tecnologias, nos próximos cinco a dez anos, espera-se que as inovações, como realidade aumentada, robots de secretária, drones e nano equipamentos, se tornem algo comum no ambiente de trabalho do sector público, até 2034.

O estudo foi concretizado com base no testemunho de 2 200 colaboradores de empresas dos sectores da indústria, retalho, educação, justiça, saúde, utilidade pública, serviços financeiros e Administração Pública. A lista de inquiridos inclui chefias superiores, intermédias e inferiores, além de assistentes e executivos.

Num recente inquérito da Regus, entre os portugueses, pelo menos 82% dos trabalhadores dizem que a disponibilização de tecnologias rápidas e eficazes são uma característica obrigatória para o conceito de “escritório ideal”, sendo que a velocidade e a facilidade de utilização das novas tecnologias são cruciais para o desempenho das profissões. A fraca adesão tecnológica é apontada pelos inquiridos, incluindo os portugueses, como sendo o pior inimigo da produtividade das empresas.

Os robots “Kiva”

Um repórter da BBC, que conseguiu emprego no armazém da Amazon, no Reino Unido, registou, durante a investigação feita, que os funcionários têm de percorrer quilómetros, todos os dias, recolhendo encomendas a cada 33 segundos. Porém, a retalhista já encontrou uma solução e conta agora com os robots “Kiva”, que correm pelos corredores dos armazéns e movem-se em torno das prateleiras, para fazer chegar os itens aos trabalhadores, os quais poupam tempo em deslocações até aos produtos.

A tecnologia foi apresentada na cidade de Tracy, na Califórnia, onde a empresa detém um centro com mais de 111 mil metros quadrados. O espaço de armazenamento conta com mais de três mil robots “Kiva” em acção.

A apresentação da sua mais recente geração de robots, foi feita no dia anterior à “Cyber Monday”, dia dedicado a descontos nas vendas online. Neste dia, que aconteceu a 1 de Dezembro, em 2014, a frota de máquinas, instalada dentro de dez dos armazéns da Amazon, nos estados da Califórnia, Texas, Nova Jersey, Washington e Flórida, permitiram entregar milhões de itens. Em 2013, foram mais de 36,8 milhões de artigos encomendados, a nível mundial, nesta ocasião, ou 426 itens por segundo, de acordo com a retalhista, segundo o ‘O Globo’. A tendência é para que o número continue a crescer com o sucesso dos dispositivos móveis e o aumento das vendas online.

Com a obsessão dos consumidores pela procura das melhores ofertas no canal online e por entregas mais convenientes, a robótica pode ser a resposta para as empresas darem conta da forte procura. A Amazon situa-se na linha da frente, neste sentido, com a aquisição do “Kiva”, capaz de levantar até 340 quilos. Originalmente fabricados por uma outra empresa, entretanto comprada pela gigante online, por 775 milhões de dólares, em Maio de 2012, a cadeia já conta com um total de 15 000 unidades destes robots, no mercado norte-americano, e tenciona trazer a tecnologia para a Europa em 2016.

A polémica “Drone Store”

A febre dos robots ainda agora começou e o capital dos grandes accionistas faz com que as empresas inovem constantemente, apresentando novas soluções para resolver os problemas do dia-a-dia. Os drones são uma realidade com várias funcionalidades e, ao passo que estão a ser desenvolvidos para as indústrias, estão também a ganhar a atenção do público em geral.

A Amazon lançou, durante este ano, a “Drone Store”, uma secção da loja online, exclusivamente dedicada à venda dos aparelhos de controlo remoto, que está a massificar-se nos EUA. Apesar de conter um departamento ligado ao site, denominado “Fly responsability”, a Amazon foi criticada por Mike Fortin, CEO da CineDrones, que considera este “acto irresponsável”, uma vez que faz com que qualquer pessoa, sem educação prévia, possa utilizar diferentes versões da máquina, que ainda não regista termos concretos de segurança.

Os robots que voam, podendo ser programados para se deslocarem até uma determinada localização, sem qualquer acção do homem, não reúnem, ainda, as condições necessárias para serem distribuídos com segurança. O motivo pelo qual Jeff Bezos ainda não dispõe do serviço automático, nas operações da sua empresa, reflecte-se na preocupação de uma eventual queda do aparelho, durante o trajecto.

Com a tecnologia a avançar rapidamente, os consumidores do outro lado do Atlântico também querem desfrutar dos avanços tecnológicos. No entanto, a Europa está atenta aos riscos que implica vender o equipamento, e não quer que o produto seja distribuído, sem que haja, em primeiro lugar, segurança.

A Comunidade do Atlântico é o grupo online criado em 2007, liderado por Johannes Bohnen e Jan-Friedrich Kallmorgen, e sediado em Berlim, para a reflexão sobre a politica externa, em questões que afectem as relações transatlânticas. Os membros do grupo, que incentiva ao diálogo aberto e democrático sobre os desafios enfrentados em conjunto, pela Europa e pela América do Norte, chegaram ao consenso de que, devido à generalização da utilização de drones nos Estados Unidos, é urgente a regulamentação e criação de regras em relação ao uso dos objectos, tanto para uso doméstico como por parte das empresas, uma vez que ainda não existe qualquer legislação em relação ao assunto.

Sobre o autorAna Catarina Monteiro

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Diogo Barbot: “A inovação é uma prática contínua que nos diferencia no mercado”

A Barbot nasce no Porto em 1920. Cerca de dois anos após o fim da I Guerra Mundial, Diogo Barbot abriu uma fábrica em Santo Ildefonso, no Porto. Cento e cinco anos depois, a pequena empresa de cariz familiar deu lugar a um grupo internacional com mais de 350 colaboradores a nível mundial, que investe mais de 2M€ por ano e detém uma faturação global de mais de 60M€. “Nos mais de 100 anos de história, de onde passamos de ser um ator local para um player multinacional, procuramos sempre uma abordagem local, pensando global”, sublinha ao Hipersuper, Diogo Barbot, strategy director no Grupo Barbot.

Com uma dimensão global, o grupo empresarial português tem oito fábricas dispersas por cinco países em dois continentes – Portugal, Espanha, Angola, Moçambique e Cabo Verde – e comercializa para mais de 26 países. O investimento em I&D e as práticas de inovação estão patentes num catálogo de 30 mil cores, “o maior catálogo de cores em Portugal”, assegura Diogo Barbot ao Hipersuper, e nas mais de quatro mil fórmulas criadas. “Não há limite para a nossa imaginação e ambição”, assegura Diogo Barbot.

A Barbot é uma empresa centenária, de cariz familiar, implantada no Grande Porto, que cresceu e levou os seus produtos a diversas geografias e continentes, mas mantém-se na sua região. Esta ligação é também parte do seu percurso de sucesso?
Nos mais de 100 anos de história, de onde passamos de ser um ator local para um player multinacional, procuramos sempre uma abordagem local, pensando global. Existimos para oferecer produtos e serviços de revestimento para o nosso consumidor que o façam viver novas emoções. Só o conseguimos fazer se procurarmos constantemente entender as necessidades dos nossos clientes, com uma escuta ativa e um espírito empreendedor em querer inovar. É por isso que apesar de estarmos em processo de expansão e internacionalização, atuando já em mais de 26 países, iremos sempre garantir que nos mercados onde atuamos, a nossa presença é de relação muito próxima com os nossos parceiros, fomentando a partilha de conhecimento e adequação às necessidades locais. Cimentar onde estamos, procurando crescer para onde queremos ir. O foco em crescimento é também essencial para os mercados onde já estamos presentes pois métodos de trabalho, produtos e serviços de outras regiões, podem sempre servir de aprendizagem para mercados maduros. Apesar de existir cada vez mais uma globalização da oferta, ainda que com as ameaças recentes ao multilateralismo, o setor da construção é o setor com menor digitalização, pelo que a adoção de novas práticas é morosa. Na Barbot, temos claro que o nosso foco é simplificar a vida dos nossos clientes no mundo dos revestimentos, atuando com o digital no centro do processo.

Laboratório

2020, o ano em que a empresa comemorou o seu centenário, foi marcado por uma pandemia. Nesse ano lançaram a loja online, comunicando que nunca fez tanto sentido ‘mudar de casa sem sair de casa’. Foi o mote para a nova abordagem de proximidade ao cliente?
Como referido, estarmos em contato com o cliente e termos a digitalização no centro dos nossos processos são dois vetores definidores da nossa forma de atuação. Por isso, quando confrontados, em pleno confinamento, com toda a população fechada em casa, apercebemo-nos desde cedo que existia uma grande predisposição do mercado em intervencionar a sua habitação. Este facto culminou com a visão que temos na marca Barbot há mais de 20 anos – que a tinta tem a capacidade de mudar de casa sem sair de casa, mas onde havia uma grande resistência no mercado, quer por falta de disponibilidade de tempo como financeira. Para nós sempre foi muito natural entender a importância da tinta para a população em Portugal.

Depois da pandemia, surgiram os conflitos externos, como a guerra na Ucrânia, o conflito israelo-palestiniano e ainda os ataques no Mar Vermelho. Como estão a enfrentar e ultrapassar a questão do fornecimento?
Em cada desafio procuramos a oportunidade, e o repensar nos nossos fluxos de abastecimento, privilegiando fornecedores mais próximos é uma dessas situações. Ao invés de procurarmos alternativas diretas para a mesma matéria-prima, rescrevemos o problema apresentado, procurando adereçar a sustentabilidade do nosso setor, desenvolvendo produtos com as mesmas prestações, mas com matérias-primas distintas, mais sustentáveis, e de parceiros situados em países com uma situação político-social mais estável.
Adicionalmente, ao escolhermos parceiros mais próximos, estamos a diminuir a pegada ecológica da produção do produto devido ao transporte. Transformamos uma barreira numa oportunidade, que exige um foco de inovação que se traduza em benefício para o consumidor final.
Com isto, não queremos dizer que colocamos de parte fornecedores, mas certos contextos tornam a viabilidade de compra mais difícil. Dou o exemplo do dióxido de titânio, um dos principais componentes duma formulação de tinta. Mais de 60% da produção mundial deste componente é feita na China. Sem qualquer aviso prévio, em 2024 a UE decretou uma taxa aduaneira de anti-dumping em x%, fazendo escalar o preço de custo dos produtos de toda a indústria de tintas. Queremos trabalhar com todos os fornecedores que nos permitam desenvolver o melhor produto que responde às necessidades dos consumidores, mas há um limite de custo que conseguimos absorver sem impactar a cadeia de valor.

As políticas sustentáveis são transversais às várias áreas da empresa? Como têm adaptado a Barbot a uma produção e comercialização mais sustentável? A Barbot Nature é disso exemplo?
A sustentabilidade é um dos nossos seis valores no Grupo Barbot que vai para além da sustentabilidade ambiental. Por sermos uma empresa de capital 100% familiar e português, não sofremos a pressão de ter de entregar resultados em muito curto prazo que coloquem o nosso futuro em causa, pelo que procuramos ser céleres na ação, garantindo a sustentabilidade económica da empresa para os próximos 100 anos. Para além do pilar de sustentabilidade económica, preocupamo-nos com os outros dois pilares da sustentabilidade: social e ambiental.
Dum ponto de vista social, orgulhamo-nos de ter uma oferta variada de marcas que procuram responder aos desafios técnicos de diversos clientes, sempre tendo em consideração a sua capacidade financeira. A marca Barbot é um bom exemplo disso: é a única marca em Portugal, disponível em todos os canais de venda – revenda, lojas, mass market e online – e que oferece desde produtos acessíveis até os mais tecnologicamente avançados. Orgulhamo-nos de dizer que não deixamos nenhum cidadão do mundo de fora: todos têm possibilidade de comprar produtos com o nome, marca e selo de garantia Barbot. Afinal de contas, são mais de 1,7 milhões de portugueses que vivem em pobreza habitacional. Também eles merecem poder ter uma marca reconhecida nas suas paredes para que se sintam em casa.
Por fim, a sustentabilidade ambiental é transversal à nossa forma de atuar, quer dum ponto de vista de produto, tal como no lançamento da primeira tinta à base de produtos de biomassa, o Barbot Nature, mas também no processo produtivo onde procuramos soluções de reutilização dos derivados de produção.

Em que investimentos e/ou produtos de cariz sustentável estão a trabalhar? A colaboração com a Hygienic Pigging Systems vem neste sentido?
A fonte principal de investimento no caminho da sustentabilidade está relacionada com todos os esforços que colocamos na investigação e desenvolvimento de produtos e processos mais sustentáveis, como foco principal na circularidade de materiais e durabilidade dos nossos produtos, de modo a diminuirmos o consumo. Por vezes, ao desenvolvermos soluções mais inócuas para o ambienta, vemo-nos confrontados com a necessidade de alterar o nosso processo produtivo. A instalação da Hygienic Pigging System vem precisamente nesse sentido. Trata-se de um sistema de limpeza com ar comprimido e água da tubagem de circulação de matéria-prima e produto acabado em todo o circuito, que garante a higienização total do nosso sistema produtivo. Esta aposta vem no seguimento da utilização de biocidas mais amigos das pessoas e do ambiente, o que faz com que tenhamos de garantir um circuito esterilizado.

Pode dizer-se que a inovação é parte integrante do ADN da empresa? E pressupõe um grande investimento em I&D…
Sem dúvida, a inovação não é apenas um pilar da Barbot, mas uma prática contínua que nos diferencia no mercado. Um exemplo claro disso foi a nossa decisão de sermos os primeiros em Portugal a apostar nas tintas de base aquosa, num momento em que o setor ainda operava maioritariamente com tintas solventes.
Esta mudança de paradigma não foi fácil. Enfrentámos sozinhos uma curva de aprendizagem técnica muito exigente, investindo fortemente em I&D para desenvolver produtos que garantissem a mesma qualidade, resistência e acabamento das tintas tradicionais, mas com um impacto ambiental significativamente reduzido. Fizemo-lo porque tínhamos a convicção de que era o caminho certo, não só em termos de sustentabilidade, mas também de segurança e conforto para os nossos clientes e aplicadores.
Ao liderarmos esta transformação, abrimos caminho para o setor e servimos de referência para outros operadores do mercado, reforçando o nosso compromisso com a inovação responsável. Este é apenas um dos muitos exemplos que demonstram como a Barbot não só acompanha as tendências, mas muitas vezes as antecipa, procurando sempre desenvolver soluções que conciliam performance, sustentabilidade e inovação.

Na Concreta de 2024 apresentaram uma nova ferramenta de Inteligência Artificial. O que representa para a empresa?
A apresentação da nossa nova ferramenta de Inteligência Artificial na Concreta 2024 representa um marco na evolução da Barbot e reforça o nosso compromisso contínuo com a inovação. Esta solução tecnológica foi desenvolvida para apoiar clientes e profissionais na escolha das melhores soluções de pintura e revestimento, simplificando a sua experiência e capacitando-os com o nosso conhecimento.
A IA permite-nos ir além da oferta tradicional de tintas, proporcionando recomendações inteligentes com base nas condições específicas do espaço, preferências estéticas e até mesmo na previsão de consumos e orçamentos. Desta forma, conseguimos tornar o processo mais intuitivo, acessível e informado, permitindo que os nossos clientes façam escolhas com maior confiança e precisão.
Mais do que um avanço tecnológico, esta inovação reforça o posicionamento da Barbot como uma marca que alia tradição e modernidade, antecipando as necessidades do mercado e elevando os padrões de qualidade e serviço no setor. É mais um passo no caminho da digitalização e personalização, garantindo que cada cliente tenha acesso às melhores soluções de forma simples e eficaz.

A Barbot é a única empresa no mundo a disponibilizar decoradores de inteligência artificial? Como surgiu este projeto e de que forma a IA está a moldar os produtos da Barbot?
A Barbot encara a Inteligência Artificial como um instrumento estratégico para criar valor real e não apenas como uma tendência tecnológica. O nosso decorador de IA é um exemplo disso – uma ferramenta com uma arquitetura inovadora, desenvolvida para dar respostas concretas às necessidades dos nossos clientes, e não apenas para marcar presença no mundo digital.
Mas este é apenas o começo. Temos em pipeline um conjunto vasto de ferramentas desenvolvidas pela nossa oficina técnica, que iremos gradualmente introduzir no mercado. Estas soluções irão complementar a experiência dos nossos clientes, ajudando-os não só na escolha de cores e produtos, mas também na otimização dos processos de pintura e revestimento. A IA continuará a desempenhar um papel central na inovação da Barbot, permitindo-nos personalizar ainda mais as nossas soluções, prever tendências de consumo e melhorar a eficiência dos nossos produtos e serviços. O nosso compromisso é claro: desenvolver tecnologia que faça realmente a diferença na vida dos nossos clientes e profissionais do setor.

Como está a ser trabalhada a expansão física da Barbot em Portugal, tanto em lojas como em unidades de produção?
A expansão física da Barbot em Portugal tem sido feita de forma estratégica e sustentada, tanto no reforço da rede de lojas como na modernização da capacidade produtiva. O nosso objetivo é aproximar-nos dos clientes, proporcionando-lhes um serviço cada vez mais especializado e experiências diferenciadoras.
Um exemplo claro desta abordagem é a nova loja em Loulé, inaugurada no final de 2024, que traz um conceito inovador. Mais do que um ponto de venda, esta loja representa um verdadeiro espaço de experiência e experimentação, onde os clientes podem explorar cores, texturas e soluções de revestimento com o apoio de especialistas. Destacamos ainda a zona de teste de produto, que permite aos profissionais e particulares experimentarem diretamente as nossas tintas e revestimentos antes da aplicação.

A nível internacional, que números representa a exportação e em quantos mercados já estão? No plano de internacionalização há novos mercados em vista ou o foco é crescer onde estão?
Relativamente ao volume de exportações, 2024 registou um volume 4,5M de euros. A Barbot tem vindo a consolidar a sua presença internacional, estando atualmente presente em diversos mercados europeus e africanos. A nossa estratégia de internacionalização levou-nos a estabelecer operações em países como Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Guiné, Angola, Cabo Verde e Moçambique e temos diversos parceiros em outros países africanos.
No que concerne ao nosso plano de internacionalização, a Barbot mantém uma postura dinâmica e atenta às oportunidades de crescimento. Estamos empenhados em fortalecer a nossa posição nos mercados onde já operamos, garantindo a oferta de produtos de qualidade e serviços diferenciados. Simultaneamente, avaliamos continuamente novos mercados que, de forma sinérgica, se alinhem com a nossa estratégia de crescimento sustentável.

Até onde podem levar a inovação e as tendências em 2025 e nos próximos anos? Em que estão a trabalhar?
A inovação na Barbot sempre se baseou na ideia de que as tintas têm de incorporar mais valor e desempenhar funções que vão além da simples pintura. O futuro das tintas passa por incorporação de materiais que possam gerar energia a partir da luz solar, ou tintas regenerativas, que podem reparar pequenas fissuras por si mesmas. Não há limite para a nossa imaginação e ambição.

A empresa completou o seu primeiro século no mercado. Como estão a trabalhá-la e à nova geração, para que contribuam para a sua existência no próximo século?
A Barbot completou o seu primeiro século no mercado graças a uma cultura de inovação, resiliência e compromisso com a qualidade. Mas a nossa visão não é apenas celebrar o passado, é garantir que continuamos a crescer e a evoluir para os próximos 100 anos. Como? Inovação contínua. A inovação sempre foi um pilar fundamental da Barbot e continuará a ser como já detalhamos.
Sustentabilidade e responsabilidade ambiental: A Barbot do futuro será mais sustentável. Estamos a trabalhar para reduzir a pegada ecológica dos nossos produtos e processos produtivos, com tintas de base aquosa, formulações com menor impacto ambiental e embalagens mais ecológicas. A sustentabilidade não é uma tendência, é uma responsabilidade que assumimos para as próximas gerações.
Formação e envolvimento da nova geração: o futuro da Barbot passa pelas pessoas. Estamos a apostar na formação contínua da nossa equipa, renovando e preparando uma nova geração para liderar a empresa com o mesmo espírito inovador que nos trouxe até aqui. Valorizamos o conhecimento interno e incentivamos a partilha de experiências entre gerações.
Transformação digital e proximidade com o cliente: Estamos a construir uma empresa cada vez mais digital, interativa e conectada com os clientes. Ferramentas como a Inteligência Artificial aplicada à escolha de tintas e a personalização da experiência do consumidor são apenas o início de uma nova era. Queremos estar onde os nossos clientes estão e dar-lhes mais autonomia e conhecimento na sua jornada com a Barbot.
Expansão e internacionalização estratégica: O crescimento sustentável passa por reforçar a nossa presença nos mercados onde já operamos e explorar novas oportunidades. A Barbot continuará a apostar na proximidade com os clientes, tanto a nível nacional como internacional, através de novas lojas e soluções inovadoras.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Fruit Attraction 2025 reforça crescimento e liderança com nova organização de setores e pavilhões

A Fruit Attraction 2025, considerada a principal feira internacional dedicada à comercialização de frutas e legumes frescos, regressa a Madrid entre 30 de setembro e 2 de outubro.

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Na sua 17.ª edição, o certame organizado pela IFEMA MADRID e pela FEPEX reforça a sua liderança global com uma expansão estratégica e uma nova organização setorial, que pretende otimizar a experiência dos expositores e visitantes.

O evento, que este ano ocupará dez pavilhões do recinto da IFEMA – nomeadamente os pavilhões 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 12 e 14 – verá a sua área expositiva crescer para mais de 70 mil metros quadrados, resultado da incorporação dos pavilhões 12 e 14. Esta ampliação permitirá uma distribuição mais eficiente dos expositores por regiões geográficas, facilitando a identificação de produtores e fornecedores por país e promovendo novas oportunidades de negócio.

A nova setorização prevê uma divisão clara entre mercados e segmentos. Os pavilhões ímpares acolherão as novidades das empresas nacionais, com destaque para o espaço Innova&Tech no pavilhão 5. Já os pavilhões pares reúnem empresas europeias (4, 6 e 8), operadores globais (8 e 10), companhias das Américas (12), e players oriundos de África e da Ásia (14). O setor da logística alimentar fresca ficará concentrado no pavilhão 4. A maioria dos pavilhões integrará também uma zona dedicada à Indústria Auxiliar, garantindo a presença de toda a cadeia de valor.

A organização espera mais de 2.200 empresas participantes, que irão apresentar novos produtos, soluções logísticas, variedades, formatos, tendências e inovações, reforçando o papel da Fruit Attraction como plataforma de referência para o setor hortofrutícola mundial.

O evento decorrerá das 9:30 às 19 horas, nos dias 30 de setembro e 1 de outubro, e até às 16 horas no dia 2 de outubro.

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Retalho

IKEA lança em Portugal plataforma de compra e venda em segunda mão

Depois de projetos-piloto, que o IKEA sublinha serem bem-sucedidos, na Noruega e em Espanha, é agora a vez de Portugal integrar esta iniciativa inovadora.

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A IKEA acaba de lançar em Portugal a IKEA preowned, o seu primeiro marketplace dedicado à compra e venda de produtos da marca em segunda mão. Esta nova plataforma, disponível de forma gratuita para membros IKEA Family, visa responder a uma tendência crescente no setor do mobiliário e reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a acessibilidade.

Depois de projetos-piloto bem-sucedidos na Noruega e em Espanha, é agora a vez de Portugal integrar esta iniciativa inovadora. De acordo com o estudo Second Hand Furnishing Market Size (Statista+), cerca de 10% do mercado global de mobiliário já é transacionado em segunda mão e 52% dos consumidores admitem comprar este tipo de artigos com frequência, quer para poupar, quer para prolongar a vida útil dos produtos.

“Os números em Portugal são claros, mais de 10% do mobiliário vendido e comprado em segunda mão em Portugal já é IKEA. Com a IKEA preowned, estamos a proporcionar aos nossos clientes uma plataforma ágil, intuitiva e segura, que Inter IKEA Systems B.V. 2023 permite não só aceder aos nossos produtos a um preço ainda mais acessível, como prolongar o seu ciclo de vida” comenta Maria João Franco, Digital Portfolio & Deployment Leader da IKEA Portugal, e uma das líderes do processo de implementação da plataforma no país.

“Fizemos um lançamento interno com os nossos colaboradores, e desafiámo-los a colocarem os seus próprios produtos para venda na plataforma, de forma a testarmos todas as funcionalidades e todos os processos. O feedback foi muito positivo, e estamos muito entusiasmados para perceber nas próximas semanas como vai responder o resto do país”, concluiu.

Para a IKEA, a aposta neste novo serviço representa também uma adaptação à evolução do comportamento dos consumidores, que procuram soluções mais económicas, práticas e sustentáveis.

Mercedes Gutierrez, New Business & Innovation Area Manager da IKEA a nível global, destaca que “o crescente interesse por mobiliário em segunda mão e a crescente procura por soluções de habitação acessíveis refletem uma mudança significativa na forma como as pessoas mobilam as suas casas. Na IKEA, vemos isto como uma oportunidade. Entramos em Portugal com muito otimismo, e pretendemos tornar as compras de segunda mão mais acessíveis, fluídas e integradas na nossa experiência do cliente. Embora já existam players fortes neste setor, a IKEA traz uma vantagem única através dos seus pontos de contacto globais, do seu profundo conhecimento de produto e do seu compromisso de longa data com a acessibilidade e a durabilidade do design.”.

A IKEA preowned inclui funcionalidades pensadas para facilitar a experiência do utilizador, como recomendações automáticas de preço (que podem ser ajustadas pelo vendedor), fotografias profissionais, medidas exatas, guias de montagem e instruções de manutenção.

Adicionalmente, os utilizadores que optarem por receber o pagamento em cartão reembolso IKEA beneficiam de um bónus de 15% adicional sobre o valor da venda, incentivando a reutilização dentro do ecossistema da marca.

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Arena Shopping cria um jardim da Páscoa com várias atividades

O objetivo é criar momentos de entretenimento com várias atividades para o público infantil.

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Entre os dias 5 e 20 de abril, o Arena Shopping, em Torres Vedras, vai transformar o piso 2 num Jardim da Páscoa, com a promessa de “um cenário encantador dedicado à efeméride, onde coelhos, ovos e entretenimento se juntam para proporcionar momentos inesquecíveis aos mais pequenos”.

O espaço recriará uma casinha e um jardim com um pequeno lago e, até ao dia 20, vão ser dinamizados desafios e jogos. As atividades incluem um jogo de bowling com cenouras no lugar dos pinos e uma bola em forma de ovo, um jogo da pesca com canas magnéticas para apanhar ovos coloridos num lago decorativo e o tradicional jogo das argolas, com o objetivo de acertar nas cenouras. Existirá também um cantinho artístico onde cada criança poderá decorar um ovo de esferovite com marcadores, brilhantes e outros materiais, e levá-lo para casa como recordação.

Este jardim temático poderá ser visitado por todos gratuitamente e as atividades decorrerão das 14h30 às 18h30, durante a semana, e das 11h às 13h e das 14h30 às 19h30, aos fins de semana e no feriado.

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Bebidas

Nestlé Lindahls Protein lança “Good Move” para inspirar estilo de vida mais ativo

No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, que se celebra a 6 de abril, a Nestlé Lindahls Protein apresenta o seu novo posicionamento de marca: “Good Move”.

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Mais do que uma campanha, esta é uma promessa da marca de inspirar e apoiar os portugueses na adoção de um estilo de vida mais ativo, equilibrado e saboroso.

Através da assinatura “Good Move”, a Nestlé Lindahls Protein pretende destacar a importância das pequenas escolhas diárias que, ao serem repetidas com consistência, contribuem para uma melhoria significativa da saúde e bem-estar. A marca sublinha que todos podem superar os seus desafios pessoais, independentemente do ponto de partida, bastando para isso dar o primeiro passo.

Entre os exemplos de “moves” sugeridos estão ações simples como usar as escadas em vez do elevador, fazer caminhadas ao ar livre, substituir lanches processados por opções nutritivas ou trocar horas no sofá por atividade física regular.

“Numa altura em que o ritmo do dia a dia nos impõe decisões imediatas e, por vezes, pouco pensadas, a Nestlé Lindahls Protein acredita ter um papel fundamental em relembrar os portugueses sobre a importância de fazer escolhas que promovam o bem-estar”, menciona Mariana Frazão, Group Brand Manager. “O nosso convite é simples: que todos possam optar por um “Good Move”, sendo este uma celebração das conquistas diárias dos portugueses e a prova de que uma boa decisão nunca vem só. E, sem dúvida, que, como marca que se posiciona no segmento de um estilo de vida equilibrada, temos um papel fundamental em alertar para a importância de pensar em nós”, conclui.

A Nestlé Lindahls Protein assume-se como um parceiro nesta jornada, colocando à disposição dos consumidores uma gama de produtos com alto teor de proteína, 0% de gordura e sem açúcares adicionados, reforçando que é possível fazer escolhas saudáveis sem abdicar do sabor.

Com esta nova abordagem, a marca reforça o seu compromisso com a promoção de hábitos mais saudáveis, incentivando uma atitude positiva e proativa, onde cada pequena decisão conta para alcançar um estilo de vida mais ativo e equilibrado.

A Nestlé Lindahls Protein deixa o convite para que os consumidores se movimentem, através de uma campanha disponível em diversos suportes, como televisão, Youtube, muppies e redes sociais, com imagens e um spot que revelam a energia e a paixão que impulsionaram a criação de “Good Move”.

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Foto: Facebook Cerveja Sagres
Bebidas

Cerveja Sagres reforça presença em eventos de música em Portugal

A Sagres é a cerveja oficial dos Prémios Play, Sol da Caparica, Festival F e Mar me Quer.

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A Cerveja Sagres reforça a aposta no território da música e marca presença em diversos eventos nacionais, como os Prémios Play, o Sol da Caparica (Costa da Caparica), Festival F (Faro) e Mar me Quer (Portimão). Catarina Ferraz, responsável de marketing da Cerveja Sagres, afirma que “o apoio à cultura portuguesa é uma prioridade para a Cerveja Sagres”. “Acreditamos que os eventos de música são uma celebração do que de melhor se faz em Portugal e sinónimo de convívio e união, valores que nos definem enquanto marca.”´, complementa.

Ainda em parceria com os Prémios Play, a marca volta a promover a ativação ‘Segredo bem guardado’. A primeira edição decorreu no ano passado e revelou o talento do artista Sérgio Onze e a Cerveja Sagres regressa este ano para dar a conhecer novos artistas emergentes. “Ana Moura, Iolanda e Buba Espinho, intérpretes nomeados aos Prémos Play 2025, foram desafiados a contar um ‘segredo’ e a partilhar com o público o nome de um artista que admirem e considerem merecedor de outro destaque no universo musical”, informa a marca.

Os ‘Segredos bem guardados’, que irão a votos no dia 10 de Abril, serão conhecidos através de vídeos e reels publicados no Instagram da Cerveja Sagres. Após 24 horas de votações, será anunciado o vencedor, premiado com uma subida a palco no Festival Sol da Caparica.
“É com orgulho que voltamos a marcar presença nos Prémios Play, entrando em palco e brindando ao talento e à carreira dos artistas portugueses e lusófonos”, destaca Catarina Ferraz.

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Bebidas

CVRTM dá a provar vinhos de Trás-os-Montes em Vilamoura

Este sábado, dia 5, há mais de 100 vinhos de 17 produtores da região de Trás-os-Montes, para provar em Vilamoura

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Vilamoura foi o palco escolhido pela Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM) para a estreia do Trás-os-Montes em Prova no Algarve. Neste sábado, dia 5, 17 produtores transmontanos dão a conhecer e a provar mais de 100 referências de vinho, no hotel Tivoli Marina Vilamoura, das 15h às 20h. Os bilhetes são vendidos exclusivamente no local do evento e custam 10 euros.

O evento, aberto a profissionais e ao público em geral, visa promover os vinhos de Trás-os-Montes no sul do país, “um mercado ainda pouco explorado, até à data, e que tanto os produtores como a Comissão acreditam ter um enorme potencial”, destaca a organização.

Casa do Joa, Casa José Pedro, Encostas de Sonim, Flandório, Ninho da Pita, Palmeirim D’Inglaterra, Parapente, Quinta das Corriças, Quinta de Arcossó e Quinta do Salvante, Quinta Recomeço, Quinta Serra d’Oura, Quinta Vale dos Montes, Terras de Mogadouro, Villela Seca, Vinho dos Mortos e Vinhos Mont’alegre, são os produtores presentes.

“O grande objetivo do Trás-os-Montes em Prova no Algarve é levar até esta região do país os melhores vinhos produzidos nas terras transmontadas, certos de que vão surpreender muitos dos visitantes, pela qualidade e personalidade que os vinhos de Trás-os-Montes apresentam. Aqui fica o convite para que todos os algarvios apareçam, para saberem um pouco mais sobre esta região que tem tanto para revelar.”, afirma Ana Alves, presidente da CVRTM.

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Logística

Parceria Spring GDS e MailAmericas visa e-commerce entre Europa e América Latina

A aliança visa facilitar o acesso das empresas europeias de e-commerce à América Latina, com soluções logísticas otimizadas.

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A Spring GDS, fornecedor de logística de última milha especializado em e-commerce, e a MailAmericas, emrpesa de serviços postais e de e-commerce na América Latina, assinaram um acordo estratégico para otimizar o comércio eletrónico entre a Europa e a América Latina.

A MailAmericas, que atualmente entrega entre 4 e 5 milhões de encomendas por mês nas regiões LATAM e África, identificou uma grande oportunidade na América Latina, onde os serviços postais tradicionais são acessíveis, mas apresentam desafios de rastreabilidade e controlo. “Estamos muito contentes por anunciar esta colaboração com a MailAmericas, líder no mercado latino-americano, e que nos vai ajudar a oferecer aos nossos clientes europeus uma solução de e-commerce robusta e eficiente para ganharem acesso aos mercados daquela região,” comentou Emiliano Vidal, Managing director Southern Europe (Portugal, Espanha, França) da Spring GDS.

A Spring GDS é um fornecedor de soluções logísticas especializado no transporte marítimo internacional de e-commerce, possuindo 20 centros de operações em três continentes. Colabora com mais de 230 parceiros logísticos internacionais, proporcionando entregas em 190 destinos em todo o mundo. A parceria vai permitir á empresa o acesso a mercados-chave como Brasil, Argentina e México, que são alguns dos destinos com maior volume de envios na região, destaca.

A MailAmericas conta com armazéns próprios na Argentina, México, Colômbia, Peru, Chile e República Dominicana, entre outras localizações, e está presente em todos os países da região LATAM. “A experiência e liderança da MailAmericas na transformação dos serviços postais e comerciais vai permitir-nos oferecer um serviço logístico mais robusto e eficiente a todos os clientes europeus que desejem expandir-se para a América Latina,” remata Guillermo López, diretor de Operações da Spring GDS.

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Bebidas

Hipersuper promove debate sobre inovação no packaging do vinho na Empack e Logistics & Automation Porto

O debate decorre às 16 horas, na Sala Panattoni, e integra a programação oficial da feira. A Empack e Logistics & Automation Porto arranca dia 9 e é ponto de encontro de embalagem e logística em Portugal.

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O Hipersuper vai promover, no próximo dia 9 de abril, uma mesa redonda dedicada ao tema “Tendências e inovação no packaging do vinho: sustentabilidade, design e funcionalidade”, no âmbito da Empack e Logistics & Automation Porto. A sessão decorre às 16 horas, na Sala Panattoni, e integra a programação oficial da feira.

Sob o mote “Jornada do Vinho”, o debate reúne profissionais do setor vitivinícola para discutir os desafios e oportunidades na evolução das embalagens de vinho. Sustentabilidade, design e funcionalidade serão os principais eixos da conversa, numa altura em que as marcas procuram diferenciar-se e responder a consumidores mais conscientes e exigentes.

A mesa redonda contará com a participação de Ana Sampaio, diretora de marketing da Aveleda, Joana Santiago, produtora de vinhos na Quinta de Santiago e presidente da Associação de Produtores de Monção e Melgaço e Fernando Félix, CEO da Webcomum, sendo moderada por Ana Rita Almeida, jornalista e diretora editorial do Hipersuper.

A iniciativa pretende lançar um olhar técnico e estratégico sobre as soluções de packaging que estão a transformar o posicionamento das marcas e o comportamento dos consumidores, num setor altamente competitivo e em constante inovação.

A participação é gratuita, mediante inscrição.

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Retalho

UBBO Shopping Resort dinamiza atividades de Páscoa

Até ao dia 20 de abril, o UBBO está a dinamizar atividades alusivas á Páscoa, para quem visitar aquele centro comercial. O fim de semana de 5 e 6 de […]

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Até ao dia 20 de abril, o UBBO está a dinamizar atividades alusivas á Páscoa, para quem visitar aquele centro comercial.

O fim de semana de 5 e 6 de abril , comemora o início desta época festiva com uma parada no dia 5, às 15h, na Praça Central, num evento com música, animação, pinturas faciais e ovos de chocolate para dar as boas vindas ao coelho da Páscoa.

Já o labirinto da Páscoa regressa ao átrio do piso 0, até 20 de Abril, “onde os mais novos vão poder brincar e gastar toda a energia das férias”, informa a administração do UBBO. A 6, 11, 12, 13, 18 e 19, no mesmo local, haverá caças aos ovos, destinadas a crianças dos 3 aos 12 anos, com prémios garantidos pelos lojistas parceiros do evento.
As atividades são gratuitas, sendo apenas necessário inscrição na app UBBO para as caças aos ovos.

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