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Preço do cabaz alimentar desce 3 euros
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste recuou 3,06 euros na última semana de janeiro, para 238,79 euros.
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste recuou 3,06 euros na última semana de janeiro, para 238,79 euros.
Segundo um estudo da Wallapop, 79% dos consumidores acreditam que ferramentas de Inteligência Artificial e realidade aumentada podem ser fundamentais para possibilitar escolhas de consumo mais informadas e responsáveis. E 9 em cada 10 inquiridos utilizariam estas ferramentas para calcular os ganhos potenciais de uma venda de um produto em plataformas de produtos reutilizados.
Segundo um estudo do Observador Cetelem, 45% dos portugueses afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a afirmarem que diminuiu significativamente. De referir que é nas faixas etárias entre os 35 e os 54 anos que há um maior sentimento da perda do poder de compra, assim como entre as mulheres e os com menor rendimento.
Os dados são avançados por um estudo da Salesforce que analisa os números de consumo e do retalho a nível global. O primeiro trimestre deste ano demonstra uma evolução lenta das vendas devido à inflação, indicando que os consumidores estão a guardar os seus orçamentos para momentos de compras no segundo semestre.
Esta é uma das conclusões do estudo ao consumidor realizado pela Levelsource, que apresenta o fator quantidade (95%) como o segundo mais importante, superando a marca (89%) e a qualidade (88%).
É o que conclui um estudo da Escolha do Consumidor: as preocupações sociais e ambientais estão cada vez mais presentes no comportamento dos consumidores, uma realidade que o sistema de […]
66% dos consumidores questionados afirmaram que a despesa alimentar aumentou, 30% tiveram de limitar ou mesmo renunciar às despesas com produtos alimentares devido à falta de meios financeiros. Já 44% afirmam também ter abdicado de certos produtos, como carne ou peixe, e 46% disseram comprar menos produtos “amigos do ambiente”, como produtos biológicos. E 29% revelam mesmo terem passado a comer menos.
O Barómetro Europeu realizado pelo Cetelem mostra que 81% dos inquiridos referem que os preços subiram “significativamente” e que isso teve um impacto no orçamento, sentido principalmente na alimentação (66%), nos gastos com a energia (53%), nas despesas com a habitação (50%) e nos transportes (48%).
Nos primeiros meses do ano, os portugueses foram mais vezes às compras (a frequência de compra cresceu 2,4%), mas encheram menos os carrinhos (volume por ato de compra diminuiu 6,0%), segundo dados do Painel de Lares da Kantar
Após um ano de crescimento substancial e sem grande margem para subidas de preços em 2024, o regresso ao crescimento em volume vai ser crítico para o setor do retalho.