Quinta dos Murças: certificação biológica e nova imagem
A Quinta dos Murças apresentou os vinhos tintos Minas e Margem da colheita 2021

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A Quinta dos Murças apresentou os vinhos tintos Minas e Margem da colheita 2021. “Dois vinhos de intervenção mínima que substanciam o percurso de mais de dez anos: a transição total de vinha para o modo de produção biológico, assinalados com uma nova imagem minimalista e disruptiva”, resume a marca, em comunicado.
Este trabalho começou em 2011, quando a primeira parcela de vinha foi reestruturada e convertida para modo de produção biológico. Caminho reforçado em 2021, com a conversão total das vinhas e “a aposta num caminho menos interventivo, com processos que implicam maior rigor e mais trabalho. Esta transição permitiu a preservação e recuperação dos solos, tornando-os mais vivos e saudáveis, com vinhas mais fortes e resilientes”.
Lourenço Charters, gestor de enologia e viticultura, afirma que este lançamento confirma o percurso da Quinta dos Murças “como produtor de vinhos biológicos e, com isso, o reconhecimento de práticas que conduzem a um maior equilíbrio entre produção e natureza.”
O Quinta dos Murças Minas 2021, assim chamado por as vinhas estarem sobre minas de água, provém de parcelas plantadas entre 1987 e 2011, com exposição sul e altitude entre os 110 e 300 metros. O Quinta dos Murças Margem 2021, nome da vinha vertical situada junto à margem do rio Douro, provém de uma vinha plantada entre 1980 e 1987, em solos xistosos e de baixa altitude, com exposição sul e oeste.
A nova imagem pretende ser o espelho da “simplicidade e autenticidade” da marca. “Quisemos reforçar a identidade da marca e alinhá-la com a nossa visão. Optámos, em parceria com o Studio Eduardo Aires, por seguir um design minimalista, disruptivo, moderno e sóbrio, inspirado nas pessoas de Murças”, afirma António Nascimento, brand & market manager.
“Juntámos parâmetros como a altitude, área de vinha e anos de plantação ao nome dos vinhos para evidenciar o que os distingue – a sua origem. O contra-rótulo ganhou vida com a arte de João Abel Mota, que desenhou a carvão as vinhas correspondentes a cada vinho. A nova imagem surgiu em simultâneo com o lançamento dos nossos primeiros vinhos biológicos que expressam, sem filtros, o lugar de onde vêm. A história, tradição, pessoas e natureza estão, mais que nunca, espelhadas neste rótulo”, acrescenta.