Investimento em imobiliário comercial nacional totaliza €925 milhões na primeira metade de 2015
A atividade de investimento no imobiliário comercial nacional cresceu mais de 500% nos primeiros seis meses do ano, face ao período homólogo. A JLL estima que até final do ano o investimento a nível global aumente 5%

Ana Catarina Monteiro
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Os dados preliminares da JLL relativos ao segundo trimestre de 2014 revelam que os volumes transacionados no segundo trimestre do ano totalizaram os 161 biliões de dólares, na moeda norte-americana, mantendo-se inalterados face a igual período do ano passado.
Os Estados Unidos da América lideraram a atividade de investimento em imobiliário comercial no segundo trimestre de 2014, registando uma subida de 30% nos volumes transacionados, com as estimativas a apontarem para que os níveis transacionados no total do ano atinjam entre os 750 ou 760 biliões de dólares, o que representa um crescimento de 5% face à atividade transacional em 2014.
Em Portugal, o crescimento superou as expectativas mais optimistas. O volume de investimento em imobiliário comercial ascendeu aos 925 milhões de euros na primeira metade de 2015, ultrapassando já o volume total investido em 2014. A atividade de investimento nos primeiros seis meses do ano cresceu mais de 500% face ao período homólogo, uma diferença que se deve também ao facto do grande dinamismo de 2014 ter ocorrido essencialmente no último trimestre do ano. Em linha com 2014, o investimento proveniente do estrangeiro é expressivamente superior ao nacional, com os investidores internacionais a representarem cerca de 77% do volume investido em Portugal nesta primeira metade do ano.
Na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), o volume de transações subiu 11%, calculado em Euros. A Europa do Sul registou um crescimento de 47% nos primeiros seis meses. Já o Reino Unido, a França e a Alemanha ficaram 15% acima do nível de atividade observado no mesmo período, ao passo que o investimento Nórdico foi superior em 38%. Entretanto, a Rússia evidenciou sinais de otimismo renovado, registando o nível de atividade mais forte dos últimos cinco trimestres.
Na Ásia Pacifico, o baixo volume de transacções registado no Japão e na Austrália – os maiores mercados da região – pressionaram o mercado no sentido descendente.
“É de prever que o recente declínio das taxas de juro a nível global vá continuar a suportar a atividade transacional no restante do ano de 2015”, diz David Green-Morgan, diretor de Research para a área de Global Capital Markets da consultora imobiliária JLL.