Greve nos portos “é insustentável”, diz ministro
As exportações nacionais estão a crescer mais de 30% ao ano para fora da zona euro. Este crescimento “é vital reatar o investimento”, sublinha o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira

Rita Gonçalves
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A greve dos trabalhadores portuários tem um impacto “muito significativo” para as empresas exportadoras, disse à Lusa o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, salientando que a actual situação é “insustentável”.
“Estas greves têm um impacto significativo para muitas das nossas empresas exportadoras, numa altura em que o País tem como desígnio nacional exportar mais. Temos que fazer tudo o que está ao nosso alcance para diminuir os nossos custos de contexto e, num espírito de diálogo social, conseguir desbloquear esta situação”.
Sobre a prestação de serviços mínimos, que deveria ser hoje fixada numa reunião entre os representantes das empresas e os estivadores, o ministro não se quis pronunciar na altura em que foi questionado, por estar ainda a decorrer.
Os serviços mínimos estavam até agora fixados por um acordo de 2004 contra o qual se manifestaram os operadores, alegando que a importância da utilização dos portos – sobretudo para o sector exportador – alterou-se desde essa altura. Os estivadores discordam desta posição e acusam os operadores de quererem cortar o direito à greve, por quererem incluir “tudo” nos serviços mínimos.
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz vão estar em greve parcial até 7 de Novembro, o que significa que trabalham um turno diário das 17:00 às 24:00.
Álvaro Santos Pereira, que falava numa sessão de apresentação dos novos concursos do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), salientou que as exportações nacionais estão a crescer mais de 30% ao ano para fora da zona euro e que com este crescimento “é vital reatar o investimento”.