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Como será depois de 5 de Junho?

A poucos dias das eleições legislativas, fomos ao mercado e perguntar aos mais diversos profissionais o que esperar do próximo Executivo. Conheça as respostas!

Victor Jorge
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1 – Qual deveria ser a primeira medida a tomar pelo Governo após as eleições legislativas?
2 – Relativamente ao seu sector, em particular, qual deveria ser a medida prioritária do novo Executivo?
3 – Uma ideia para o desenvolvimento do País?

Miguel Osório, Administrador de Marketing da SonaeMC
1 – A necessidade de transparência parece-me fundamental nos dias que correm, tanto ao nível do estado do País como na definição de objectivos claros que permitam aos portugueses saber para onde estão a caminhar.
2 – A Inovação é cada vez mais um factor de diferenciação e o percurso do Continente é, indiscutivelmente, indissociável de uma permanente aposta nesta área, procurando um contínuo aperfeiçoamento dos processos, produtos e serviços para melhor responder às necessidades nos nossos clientes. Neste sentido, acredito que deveria existir uma maior aposta na inovação e mais incentivos às empresas que nela investem, em especial, no sector da distribuição que tanto peso tem na economia nacional.
3 – É necessário apoiar, à semelhança do que temos feito através do Clube de Produtores, a produção nacional e os nossos produtores, contribuindo para promoção de produtos nacionais de elevada qualidade. Numa altura em que o País enfrenta grandes desafios é importante desenvolver soluções que garantam a competitividade da nossa agricultura e pescas, promovendo as melhores práticas ao nível da produção e comercialização para fazer chegar a todos os portugueses o que de melhor se produz neste sector, para equilibrar a balança de pagamentos do País e reduzir as importações.

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Luís P. Santos – Global Marketing & Portugal Sales Director da Sovena
1 – Não sei se consigo responder assim tão pragmaticamente. O que sei é que antes do que quer que seja o governo tem de estabilizar as contas públicas. A forma de o fazer também não é indiferente e as metas de redução do défice devem ser cumpridas à risca para que reganhemos credibilidade nos mercados internacionais e também para que os consumidores portugueses não continuem ad eternum a reajustar o seu estilo de vida e sem confiança para apostar no seu futuro e no dos seus filhos. Creio que estaríamos todos dispostos a apertar o cinto mais uma vez e até bastante se soubéssemos que era a última.
2 – Apesar do motor do desenvolvimento em que acredito ser baseado na dinâmica das exportações e na internacionalização das empresas nacionais, julgo que o Governo tem que, antes de mais, garantir que o perfeito funcionamento do mercado interno. Para tal é absolutamente vital a monitorização próxima e eliminação eficaz das práticas de “venda com prejuízo” existentes no mercado. Estas práticas, mantidas nos termos em que existem hoje em dia acabarão por pôr em causa o tecido industrial nacional e consequentemente afectar o PIB e aumentar o desemprego. Tudo isto a bem de um, demagogicamente correcto, mas insustentável, nível de deflacção.
3 – Apostar na educação, mas de uma forma séria. Sem novas nem velhas oportunidades mas uma aposta séria, com professores sérios, seriamente avaliados, programas de formação, estabilidade curricular, apoio ao desenvolvimento dos alunos e envolvimento dos pais. Tudo feito com uma lógica de longo prazo mas começando já. Se há área governamental onde tem de haver um pacto de regime é esta … Ah e a justiça mas nessa área precisaria certamente de mais do que os 500 caracteres. Fica para a próxima legislatura!

Jorge Henriques, Director-geral da Mineraqua Portugal
1 – Não há propriamente uma só medida. Nas circunstâncias em que o país se encontra, só um conjunto de medidas combinadas poderá afastar Portugal do precipício para onde a incompetência e o oportunismo nos lançaram. Em todo o caso, direi que o futuro governo tem de ter a capacidade de dar um impulso às verdadeiras competências e coragem do povo português, mobilizar a sociedade e “ decretar”, de uma vez por todas, que a verdade triunfará sobre a mentira. Mostrar, com clareza, aos mais jovens que há verdadeiras “novas oportunidades” no horizonte.
2 – Apoiar, claramente, o sector exportador. Portugal pode exportar muito mais na área do agro-alimentar. É imperioso apoiar os projectos de fileira, premiando os que produzem com qualidade e inovação, dando condições às empresas que, mesmo em circunstâncias penalizadoras para o tecido produtivo, mantêm uma visão de longo prazo sem se resignarem. Mas, também, sinalizar o tecido empresarial com medidas que possam relançar definitivamente este sector. Não são necessárias mais leis … O que precisamos é de saber aplicar as que existem.
3 – Acreditar, sem hesitações, que Portugal não pode viver, exclusivamente, de sol e serviços. É imperioso que todos, principalmente, os decisores, reconheçam que o país necessita de uma agricultura sustentável, moderna e capaz de responder às necessidades alimentares dos portugueses. É uma questão de soberania alimentar. Necessitamos, em simultâneo, de um tecido industrial mais forte, capaz de se impor no mercado doméstico, mas voltado para o exterior, com capacidade de contribuir para o reequilíbrio da nossa balança comercial. Um país que importa mais de 70% daquilo que come, tem, urgentemente, de inverter a situação. E não vale a pena continuar a chorar sobre leite derramado. Só há um caminho: meter mãos à obra…

João Dotti, CEO da Nutricafés
1 – Dar um sinal claro e objectivo que apoia as empresas e quem trabalha com 2 ou 3 medidas eficazes e rápidas de aproveitar.
2 – Manter o IVA nos 13 %. Continuar a fomentar o turismo (não deixa de ser uma forma de exportar!!) para aumentar o consumo no sector Horeca.
3 – Apostar claramente nas exportações com medidas muito objectivas de apoio a quem exporta ou queira exportar. Tentar acordos bilaterais com países amigos (Brasil, Angola, Venezuela, etc.) para isentar ou reduzir as taxas sobre importações de Portugal.

Nuno Saraiva Ponte, Director-geral da in-Store Media
1 – Mais do que medidas bandeira isoladas, que perante a situação extremamente complexa e difícil da economia portuguesa poucos frutos darão, será mais útil indicar claramente o objectivo que o Governo pretende atingir e o caminho para lá chegar. Mas isso consta já, em parte, do programa e do discurso dos partidos. Resta que os portugueses escolham o caminho, ainda que difícil, para o melhor objectivo: aquele que nos tornará mais competitivos, mais ricos e por conseguinte mais soberanos. Neste sentido, tem de se transmitir que a melhoria das variáveis económicas só se darão pelo lado da iniciativa privada, e não pelo lado das grandes obras públicas, das prestações sociais que favorecem a inactividade, ou do sobredimensionamento dos organismos públicos.
2 – Para estimular o consumo, medida da saúde da economia, e que é o que o sector da distribuição precisa, o Estado deverá rever a sua política fiscal. No IVA, todo e qualquer agravamento deve ser muito bem ponderado, sob pena de reduzirmos ainda mais o gasto dos portugueses e de criarmos economias paralelas. Pelo IRS, também não devemos penalizar a classe média que paga impostos. De referir ainda que as famílias com maior número de filhos ou com pessoas idosas a cargo deveriam ser mais beneficiadas, por uma questão de justiça social e por uma questão de eficácia económica. É que são maioritariamente estas famílias as que produzem e consomem em Portugal. Pelos impostos às empresas, concordo com a redução da TSU, exigida pelo FMI e pela UE, como forma de aumentarmos a nossa competitividade e, desta forma, criarmos emprego.
3 – Apostar na agricultura, sobretudo nos produtos que podemos exportar com mais valias e que nos possam garantir um nível mínimo de subsistência, que está longe de assegurado, dada a subida sustentada do custo das matérias-primas e dos transportes de mercadorias, que se continuarão a verificar nas próximas décadas. Da distribuição esperar-se-á também alguma abertura a este novo paradigma e uma forte contribuição.

Beatriz Capaz, Sócia-gerente das lojas ten-to-ten
1 – Reduzir em 50% o montante pago pelo Estado a título de subsídio de desemprego, bem como o respectivo prazo de atribuição.
2 – Reduzir a Taxa Social Única dos empregadores, tendo como contrapartida, o aumento do nº de postos de trabalho.
3 – Apostar em empresas exportadoras e todas aquelas que criem valor, nomeadamente, em sectores de elevada incorporação de tecnologia e know-how.

Luis Vasconcellos e Souza, Presidente da ANPROMIS
1 – É fundamental que Governo reconheça que só pela via do aumento da produção de riqueza nacional poderá melhorar as condições de vida dos Portugueses. Para tal, deve ser criado um quadro legislativo que reconheça essa capacidade de produção e crescimento e contribua definitivamente para a mudança de atitude e mentalidade dos Portugueses.
2 – O maior desafio com que a fileira do milho se depara em Portugal, é o aumento do nosso grau de auto-abastecimento em cereais, aproveitando para isso as novas áreas de regadio que vão surgindo, entre as quais se destacam as abrangidas por Alqueva cujo perímetro de rega vai disponibilizar, no final de 2013, cerca de 110.000 hectares de novas áreas.
3 – Numa altura em que o mercado mundial de matérias-primas alimentares vive uma acentuada volatilidade de preços, importa cada país apoiar de forma decidida a sua agricultura mais competitiva. Em Portugal, a agricultura que é competitiva é, e será sempre, a de regadio. É prioritário que sejam criadas condições para aumentar a produção interna e reduzir a dependência de mercados externos. Cabe ao Estado aproveitar os fundos comunitários colocados ao serviço da nossa agricultura e concertar com os produtores nacionais estratégias que permitam o desenvolvimento desta cultura de modo aumentar o grau de auto-abastecimento em cereais e contribuir para o acréscimo do nosso Produto Agrícola Bruto.

Augusto Mateus, Economista e sócio da Augusto Mateus & Associados
1 – A confirmação do total compromisso em cumprir as metas fixadas pelo memorando acordado com o FMI, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu mas num quadro de pleno aproveitamento da margem de manobra existente para apoiar as empresas a investir na renovação dos seus modelos competitivos oferecendo segurança e confiança no papel da classe empresarial.
2 – Apoiar activamente com incentivos fiscais e boas regras de regulação as famílias e empresas que contribuam para um consumo mais racional e sustentável, dinamizando a diversidade de formatos e modelos de negócio e reconhecendo o papel determinante da revitalização do comércio na regeneração urbana.
3 – Um plano de estímulo à poupança e ao desendividamento das famílias e um plano de incentivos fiscais às empresas com bons investimentos, isto é, sustentáveis, geradores de emprego qualificado e de aumentos de produtividade.

 

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Vinhos de Portugal 2025 reúne 1300 referências na disputa pelo título de melhor do ano

Organizado pela ViniPortugal, este concurso anual distingue a qualidade e diversidade da produção vitivinícola nacional

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A 12ª edição do Concurso Vinhos de Portugal vai reunir perto de 1300 vinhos nacionais na disputa pelos títulos mais prestigiados do setor. Os Melhores do Ano serão revelados no jantar e cerimónia de entrega de prémios, que irá decorrer a 9 de maio, em Viseu.

Organizado pela ViniPortugal, este concurso anual distingue a qualidade e diversidade da produção vitivinícola nacional, contando com um painel de especialistas para avaliar os candidatos. A competição decorre em duas fases. A primeira terá lugar a 5, 6 e 7 de maio, no CNEMA, em Santarém, com um painel de 72 especialistas nacionais e internacionais, incluindo enólogos, sommeliers, jornalistas e wine educators, a avaliaram os vinhos candidatos em sessões técnicas de prova.

A decisiva 2ª fase decorrerá nos dias 8 e 9 de maio, em Viseu, onde o Grande Júri irá eleger os Grandes Ouros e os Melhores do Ano, que serão revelados na cerimónia de entrega de prémios.
“Mais do que um galardão, o Concurso Vinhos de Portugal é um selo de qualidade e uma plataforma de promoção internacional. Os vinhos distinguidos com as Medalhas Grande Ouro e Ouro garantem presença em prestigiados eventos internacionais, reforçando a visibilidade e credibilidade do vinho português nos mercados externos”, destaca a ViniPortugal.
Mais informações sobre o Concurso Vinhos de Portugal e a lista completa de jurados, aqui

A ViniPortugal é a Associação Interprofissional do Vinho. Tem como missão promover a imagem de Portugal enquanto produtor de vinhos por excelência, valorizando a marca ‘Vinhos de Portugal/Wines of Portugal’, contribuindo para um crescimento sustentado do volume e do preço médio dos vinhos portugueses.

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Clube de Ténis do Porto recebe Torneio CTP Torrié Coffee 2025

O Clube de Ténis do Porto recebe, entre os dias 2 e 6 de abril, o Torneio CTP Torrié Coffee 2025, uma iniciativa que alia a energia competitiva do ténis à experiência sensorial proporcionada pela marca de café portuguesa. 

Hipersuper

Com um prize money total de 7.500 euros, distribuído pelos escalões de +35, +45, +55 e +65 anos, esta edição assume particular relevância no panorama nacional. Trata-se do maior valor alguma vez atribuído pelo Clube de Ténis do Porto nesta categoria e o segundo mais elevado em Portugal, refletindo o reforço do compromisso da Torrié com o desporto sénior e com os valores de superação e qualidade.

Mais do que um torneio, o CTP Torrié Coffee 2025 é apresentado como  uma experiência imersiva, onde atletas, adeptos e apreciadores de café poderão descobrir diferentes variedades da marca, selecionadas para intensificar os momentos de pausa e de partilha.

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Centromarca manifesta preocupação com tarifas e lembra: “Força e integridade do mercado único da UE nunca foram tão essenciais”

Centromarca manifesta preocupação com tarifas e pede medidas para proteger o mercado único. “Muitos dos setores potencialmente atingidos pelas tarifas são representativos de marcas acarinhadas por consumidores portugueses, europeus e globais”, sublinha Nuno Fernandes Thomaz, Presidente da Centromarca.

Hipersuper

A Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca manifesta a sua “profunda preocupação” perante o anúncio do Governo dos Estados Unidos da América de uma tarifa generalizada de 20% sobre todos os bens exportados da União Europeia para o território norte-americano. Em linha com a posição já assumida pela AIM – Associação Europeia de Marcas, a associação portuguesa alerta para as graves consequências económicas desta medida unilateral.

Em comunicado, a Centromarca considera que a decisão dos EUA “corre o risco de agravar as já frágeis relações comerciais a nível mundial” e sublinha que “não trará qualquer benefício para os consumidores de ambos os lados do Atlântico”. O setor dos bens de consumo representa um dos principais pilares da economia europeia, sendo que 39% da produção – avaliada em 175 mil milhões de euros – é destinada à exportação para fora da UE.

A associação chama ainda a atenção para o impacto que esta tarifa poderá ter na competitividade da indústria europeia, num contexto já marcado pela volatilidade nas cadeias de abastecimento. “As marcas representadas pela Centromarca e pela AIM enfrentam agora mais incerteza e perturbações”, refere a nota.

Com base nos dados mais recentes do Barómetro de Bens de Consumo da AIM, as empresas do setor estão a operar num ambiente de instabilidade crescente, agora agravado pela ameaça de uma guerra comercial internacional em 2025. Para a Centromarca, este cenário reforça a urgência de proteger e fortalecer o mercado único europeu, responsável pela circulação anual de 276 mil milhões de euros em mercadorias. A eliminação de obstáculos internos e a criação de um ambiente comercial justo são apontadas como prioridades críticas.

“Em linha com o que tem sido defendido pela AIM, a Centromarca insta o Governo e a Comissão Europeia a considerar as implicações profundas que o estabelecimento de tarifas retaliatórias possa ter no valor da indústria dos bens de consumo. Muitos dos setores potencialmente atingidos pelas tarifas são representativos de marcas acarinhadas por consumidores portugueses, europeus e globais. Espera-se que o nosso Governo e a Comissão Europeia possam dar prioridade à diplomacia e encontrem soluções benéficas que previnam danos maiores para os consumidores, as marcas e a competitividade do setor”, afirma Nuno Fernandes Thomaz, Presidente da Centromarca.

“Acima de tudo, os fabricantes de marcas europeias reafirmam o seu compromisso inabalável para com os consumidores europeus. Desde a pandemia de COVID-19 até à guerra na Ucrânia e ao aumento da inflação, a nossa indústria tem estado sempre ao lado dos consumidores durante as adversidades. Voltaremos a fazê-lo. Trabalhando de forma colaborativa em todas as nossas cadeias de valor, pretendemos minimizar as perturbações e manter o acesso a marcas apreciadas e de confiança,” refere Michelle Gibbons, diretora-geral da AIM.

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Expocosmética regressa este mês à Exponor

‘It´s just beauty’ é o tema deste ano da Expocosmética, um certame representativo de um setor que representa milhões de euros na atividade económica nacional.

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A 28ª edição da Expocosmética realiza-se na Exponor-Feira Internacional do Porto, de 5 a 7 de abril, e vai apresentar as novidades sobre beleza, dos novos produtos às novas técnicas de inteligência artificial. ‘It´s just beauty’ é o tema deste ano do fórum de beleza ibérico e pretende desafiar expositores e visitantes “a optarem por uma visão inclusiva e acessível do conceito de beleza, com os olhos postos na sustentabilidade económica e ambiental, esse caminho sem retorno em qualquer atividade económica”, refere a organização.

Materiais, coleções, técnicas inovadoras, nomes maiores da arte de cabeleireiro ou de blading estarão no recinto da feira, que este ano também dará uma atenção especial ao uso da inteligência artificial no mundo da beleza. Numa organização conjunta entre a Expocosmética e a Associação Nacional de Esteticismo Profissional (ANEP) terá lugar um congresso, no dia 7, para debater como a IA pode ser uma aliada do setor, melhorando a experiência do cliente, sem substituir o profissional.

As atividades do programa paralelo, incluem o International Hair Show com a apresentação da coleção Provoke, o Guilty Masters by Expocosmética, uma formação de maquilhagem profissional com cinco masterclasses e vários workshops, entre os quais um centrado nas técnicas de microblading adaptadas a pacientes oncológicos e com alopecia.

“Esta é uma das feiras profissionais de maior sucesso realizadas na Exponor e que toda a fileira identifica como o momento maior para as marcas mostrarem o que estão a fazer de novo, sendo uma montra facilitadora para negócios e parcerias que trazem proveitos para todos os stakeholders”, considera Diogo Barbosa, diretor-geral da Exponor – Feira Internacional do Porto.

As informações sobre a feira e a aquisição de bilhetes podem ser consultadasno site do certame. A Expocosmética está aberta das 10h às 20 (dia 5 de abril) e das 10h às 19h (dias 6 e 7).

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Inovação portuguesa cria o primeiro arroz 100% nacional

É a primeira variedade de Carolino 100% nacional. Todas as fases deste novo arroz, desde o desenvolvimento da semente, à produção, à industrialização e à comercialização decorrem em Portugal.

“Esta é uma parceria 100% portuguesa da qual nos orgulhamos muito e que assume particular importância uma vez que representa a nossa aposta na investigação e na sustentabilidade da produção nacional”, diz Ondina Afonso, presidente do Clube de Produtores Continente, em declarações ao Hipersuper. No âmbito da aposta na inovação e sustentabilidade da produção nacional, o Clube de Produtores Continente associou-se à produção do arroz Carolino Caravela, numa parceria com a Lusosem, detentora da patente da semente, e a Novarroz, responsável pela componente industrial e de processamento. A primeira variedade 100% portuguesa foi lançada no início deste ano em exclusivo nas lojas Continente.

Um “marco histórico”

Desenvolvida pelo INIAV (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária) e pelo COTArroz – Centro Operativo e Tecnológico do Arroz, no âmbito do Programa Nacional de Melhoramento Genético do Arroz, a variedade Carolino portuguesa foi obtida através do cruzamento de variedades da coleção portuguesa guardada no Banco Português de Germoplasma Vegetal em Braga, e passou por um processo de seleção e avaliação que durou cerca de 15 anos.

“Este longo e complexo processo envolveu várias etapas de seleção em campo e avaliação da qualidade e produção. A investigação conjunta do INIAV e COTArroz foi crucial para o desenvolvimento do arroz Carolino Caravela”, sublinha Filipa Setas, diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem, que participou neste processo desde a etapa do Programa Nacional de Melhoramento Genético.

O Caravela caracteriza-se pela sua produtividade, resistência a doenças e adaptação às condições do solo e climáticas portuguesas. Esta variedade de Carolino nasce do melhoramento genético nacional e, por isso, tem “uma elevada adaptação às nossas condições edafo-climáticas, excelente produtividade e resistência à piricularia, principal doença que afeta a cultura em Portugal”, explica a responsável que não tem dúvidas acerca da importância da sua criação: “O desenvolvimento da primeira variedade de arroz Carolino 100% nacional – o Caravela – é um marco histórico para o setor agroalimentar português”.

Carolina Pereira, diretora de I&D da Novarroz, recorda que o arroz Carolino teve sempre um papel importante na gastronomia portuguesa, nomeadamente em “pratos tradicionais e especialmente caldosos”, destacando-se “pela elevada qualidade e pela crescente notoriedade que vem construindo no setor”. E revela que a aposta da Novarroz numa semente 100% nacional permitiu à empresa “reforçar a independência do setor e garantir um arroz com uma identidade própria, adaptado às condições do nosso solo e clima”. E que oferece, por isso, vantagens tanto aos produtores como aos consumidores. Também Filipa Setas defende que a existência de uma variedade de arroz nacional estável, produtiva, com qualidade e autenticidade, “oferece vantagens competitivas versus as variedades estrangeiras presentes no mercado nacional”, tanto a produtores como a consumidores.

O arroz Carolino ‘Caravela’ é o resultado da primeira variedade de Carolino 100% nacional

Para a chegada ao mercado de consumidores, foi importante o apoio do Clube de Produtores Continente, ao assumir o compromisso de comercializar esta variedade em todas as lojas Continente. “O Clube de Produtores Continente permitiu implementar um projeto de fileira, de dimensão relevante, tendo como base a investigação aplicada”, refere Ondina Afonso, que acredita que esta nova variedade é um importante passo na valorização da agricultura nacional. “A nova variedade representa um passo significativo na valorização do arroz Carolino. Através desta colaboração, o Continente é o primeiro retalhista a comercializar um arroz 100% português e que está assente no modelo que o Clube de Produtores Continente promove há mais de 25 anos, isto é, na colaboração entre todos os elos da cadeia de valor. Estamos a aliar a tradição às tendências atuais de consumo, valorizando um ingrediente tradicional da culinária portuguesa e que simultaneamente responde às necessidades de muitos consumidores, enquanto fonte de proteína vegetal e sem glúten”, sublinha.

Ensaio feito em três zonas arrozeiras

A Lusosem, que atua no desenvolvimento de sementes certificadas, fitofarmacêuticos ou agroquímicos e nutrição vegetal, iniciou a multiplicação do arroz Carolino Caravela em 2022, tendo confirmado a adaptabilidade desta variedade nacional às condições das principais zonas de produção nacionais. Os campos de multiplicação e /ou ensaios, como explica Filipa Setas, foram cultivados nas zonas arrozeiras do Mondego, Tejo e Sado e, iniciada a fase de multiplicação de semente em 2022 e 2023, “foi possível confirmar a grande adaptabilidade desta variedade às condições das principais zonas de produção nacionais”, recorda.

Em 2023 foram plantados 20 hectares de Caravela para produção de semente, que deram origem a 200 toneladas de semente, das quais 150 toneladas destinadas para a produção de arroz em 2024, acrescenta a diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem. Em 2024, primeiro ano de produção, o Caravela ocupou cerca de 700 hectares para a produção do arroz que chegou este ano aos consumidores através do Continente.

A Lusosem tem acompanhado todo o processo no terreno e está envolvida em todas as etapas, desde a produção de sementes certificadas até a implementação de novas práticas e tecnologias para a sustentabilidade. Filipa Setas conta que, apesar da comercialização da variedade Caravela para os orizicultores portugueses ter-se em 2024, “desde 2022 a Lusosem produz e comercializa o arroz Carolino Caravela, destacando a importância de uma semente 100% portuguesa e o compromisso com a agricultura nacional”.

Mário Coelho, CEO da Novarroz (esq), Ondina Afonso, presidente do Clube de Produtores Continente e António Sevinate Pinto, administrador da Novarroz

Estreita colaboração com os produtores

Também a Novarroz participou no processo de criação da variedade portuguesa de Carolino, desde os primeiros testes até à sua introdução no mercado. “A Novarroz teve um papel fundamental no desenvolvimento do arroz Carolino Caravela”, assinala Carolina Pereira, diretora de I&D da empresa. Durante toda a produção agrícola, a Novarroz trabalhou “em estreita colaboração com os produtores e parceiros do projeto” para garantir que esta variedade “reunisse os mais elevados padrões de qualidade e rendimento agrícola”.

O envolvimento da empresa passou pela avaliação da viabilidade da semente, pelo apoio na definição das melhores práticas agrícolas e pela otimização dos processos industriais, “para garantir que o grão pudesse chegar ao consumidor com as características ideais”, explica. A Novarroz está a produzir o Carolino Caravela no Baixo Mondego, no Vale do Tejo e Sado em parceria com agricultores locais, com a primeira colheita (2024) a acontecer “após um longo período de ensaios e validação da adaptação da variedade às condições agrícolas nacionais pelo Cotarroz”, recorda a diretora de I&D da empresa.

Carolina Pereira destaca a importância, em todo o processo, da parceria com a Lusosem e o Clube de Produtores Continente. A responsável afirma que a já longa parceria com a Lusosem foi “essencial para o sucesso deste projeto em específico”, dado o papel da sua equipa no apoio aos agricultores e no incentivo ao desenvolvimento do projeto de variedades nacionais. Quanto à colaboração com o Clube de Produtores Continente, a diretora de I&D da Novarroz diz que “garantiu uma estrutura adicional de apoio aos agricultores, bem como um canal privilegiado de comercialização, permitindo que o arroz Carolino Caravela seja entregue diretamente aos consumidores portugueses através das lojas Continente”.

Quanto à possível expansão da atual área de produção, estará sempre dependente da adesão dos produtores ao projeto e da aceitação dos consumidores. “Este primeiro ano de produção permitiu uma avaliação das condições de desenvolvimento da cultura, em larga escala nas diversas regiões, o que tornará possível implementar estratégias, junto dos produtores que assegurem uma produção sustentável e de maior qualidade no futuro”, refere. O objetivo é o de garantir uma maior disponibilidade deste arroz Carolino 100% nacional, “fortalecendo o setor e consolidando o papel desta variedade como uma referência na alimentação portuguesa”, assegura Carolina Pereira.

Para Filipa Setas é também importante que o Carolino Caravela “tenha uma aceitação por parte do consumidor nacional”, sabendo que este é um produto de agricultura portuguesa “com qualidade, rastreabilidade, identidade, diferenciador e sustentável”. “Que promova um incremento do consumo do nosso arroz versus os diferentes tipos de arroz que se encontram no nosso mercado, muitos de outras origens diversas, nomeadamente fora do espaço europeu. E que o reforço da sua aceitação pelo consumidor nacional permita a criação de valor na fileira e até uma valorização do arroz português também no exterior”, defende a diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem.

Ondina Afonso toca também neste ponto importante. “Todos os consumidores que comprarem o que é nacional, como é exemplo o arroz Carolino Caravela, estão a contribuir para ajudar os produtores portugueses e a nossa economia”.



Ondina Afonso, Clube de Produtores Continente
Esta aliança entre a investigação e produção, a indústria e a distribuição, via Clube de Produtores Continente, terá continuidade na criação de sementes de outras variedades nacionais?
O Clube de Produtores Continente assume-se como um acelerador de incorporação de conhecimento junto da produção nacional, através das parcerias que faz com entidades do sistema científico e tecnológico nacional e internacional.
Muitas têm sido as iniciativas desenvolvidas que abrangem várias áreas, tais como a aposta em programas de agricultura regenerativa e agroecologia, respondendo ao compromisso da MC Sonae com a sustentabilidade. Nesse sentido, o Clube de Produtores Continente continuará a ser fiel ao modelo de parceria conhecimento – produção agrícola – indústria – retalho para continuar a promover um sistema agrícola e agroindustrial mais inovador, sustentável e competitivo.

 

Filipa Setas, Lusosem
Que importância tem a parceria com o Clube de Produtores Continente e a Novarroz?
Esta parceria é crucial quanto a nós para o sucesso do projeto da primeira variedade de arroz carolino 100% nacional junto do consumidor final. Este projeto, com base na investigação e produção nacional, deverá ser a bandeira da promoção do Arroz Carolino Nacional.
Só com esta parceria é que teremos o sucesso e a dimensão necessária para implementar este projeto de Fileira com objetivos comuns e com parceiros de excelência nas suas diferentes áreas. Com a Lusosem a assegurar a parte da autenticidade, qualidade, identidade e sustentabilidade, económica e ambiental, da produção.
O Clube de Produtores Continente, como plataforma de valorização da produção agrícola nacional ligando e aproximando agricultores ao consumidor, com a missão de valorizar a produção nacional, a sustentabilidade, rastreabilidade e a segurança alimentar. E também, colocando as suas competências, recursos e dinâmica na promoção e divulgação do nosso arroz junto do consumidor final.
A componente industrial e de processamento, fundamental na garantia e na produção do arroz Caravela, será assegurada pela Novarroz, empresa com forte trabalho desenvolvido.

 

Carolina Pereira, Novarroz
Esta nova variedade é um passo importante na valorização da agricultura nacional. Em termos económicos, que mais valias trará à empresa?
Ao apostar num arroz 100% português, desde a semente até ao produto final, o projeto Caravela reforça a identidade do setor, aumenta a rastreabilidade e a sustentabilidade da produção, reduzindo a dependência de sementes de origem externa e promovendo a autonomia dos agricultores nacionais.
Além disso, este projeto gera um impacto económico positivo em toda a cadeia produtiva. Para os produtores, oferece maior previsibilidade e estabilidade, graças ao modelo de parceria a longo prazo, ao suporte técnico especializado por parte dos parceiros e à implementação de boas práticas agrícolas, que assegurem tanto a produtividade quanto a rentabilidade.
Para a Novarroz, esta aposta reforça o nosso compromisso com a qualidade e inovação, garantindo um produto diferenciado que atende às exigências do consumidor moderno. O Carolino Caravela não só fortalece a nossa posição no mercado nacional como projeta a identidade do arroz português além-fronteiras, aumentando a competitividade do setor.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Sport Zone reinaugura segunda maior loja do país no CascaiShopping

A Sport Zone reforça a sua aposta na inovação e experiência do cliente com a remodelação total da sua loja no CascaiShopping.

Hipersuper

Com uma área de 1.760 m², a Sport Zone reabre a sua loja no CascaiShopping, a segunda maior loja da marca em Portugal, com um novo conceito: sob o mote “Sport For Life”, o espaço foi desenhado para ultrapassar a tradicional lógica de venda de artigos desportivos, afirmando-se como um verdadeiro aliado dos clientes na prática e no estilo de vida ativo.

A nova loja mantém a diversidade de oferta para Mulher, Homem e Criança, com propostas para modalidades como Running, Outdoor, Fitness, Futebol, Natação e Desportos de Raquete (com destaque para ténis e padel). A oferta estende-se ainda ao ciclismo e às máquinas de ginásio, mantendo o ADN multidesportivo que caracteriza a insígnia.

Com um design moderno e intuitivo, o espaço aposta numa experiência de compra mais interativa e personalizada. Entre as principais inovações, avançadas em comunicado, destacam-se as projeções no solo para orientação dos clientes, uma zona de personalização de t-shirts de futebol, o serviço Click & Collect e várias experiências exclusivas. Neste campo, sobressaem iniciativas como o saltómetro – que mede a altura do salto dos participantes – e o pull-up challenge, que desafia os clientes a testar a sua resistência física. Ambas as atividades oferecem prémios e vantagens em loja.

A renovação da loja implicou também um reforço da equipa com 28 novas contratações .

“A reinauguração da nossa loja no CascaiShopping representa um passo estratégico na nossa missão de estar cada vez mais próximos dos clientes e proporcionar-lhes experiências inovadoras e envolventes. Queremos ser mais do que um ponto de venda de artigos desportivos; queremos ser um verdadeiro friendly coach para todos os que vivem o desporto. Esta nova loja traduz esse compromisso, combinando tecnologia, conveniência e um atendimento especializado para oferecer uma experiência diferenciadora a quem nos visita”, afirma Rosa Catalão, Communications Specialist da Sport Zone.

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Alimentar

Salutem volta a apoiar a Corrida Sempre Mulher

A corrida, que decorre a 6 de abril, promove o bem-estar e apoia a luta contra o cancro da mama. Enquanto patrocinadora oficial, a Salutem marcará presença na Corrida Sempre Mulher de diversas formas.

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A Salutem, marca com foco na alimentação equilibrada e num estilo de vida saudável, volta a apoiar a Corrida Sempre Mulher como patrocinadora oficial. “Esta parceria reforça o compromisso contínuo da marca com o bem-estar e a qualidade de vida, unindo-se a um evento solidário que apoia a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama”, destaca um comunicado da marca.

Enquanto patrocinadora oficial, a Salutem marcará presença na Corrida Sempre Mulher de diversas formas. Para além de oferecer produtos que vão estar disponíveis nos kits da corrida, durante o evento a marca terá ainda um stand interativo onde os participantes vão poder girar uma roda de prémios e todos vão sair vencedores ao receber amostras Salutem. Com esta dinâmica, a marca vai promover a experimentação de produtos como granolas, barritas e bolas energéticas.

 

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Equipa InPost (esq. para dir) - Fátima Espinar, Chain Acquisition manager,Vasilis Valaris, Iberia Corporate Chain manager, Mariana Costan, Brand Image specialist e Javier Gallego, International Account manager
Logística

Entregas não domiciliárias da InPost premiadas como ‘Melhor Serviço do Ano’

A escolha foi feita pelos consumidores espanhóis, através do voto num amplo inquérito, que distinguiram os pontos pack e os lockers da empresa.

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A InPost, empresa de tecnologia e logística especializada em entregas não domiciliárias, recebeu a distinção de ‘Melhor Serviço do Ano’ na categoria de correio e encomendas pelos consumidores espanhóis, num amplo inquérito que avalia todos os anos empresas, marcas e retalhistas.

“É uma honra e um orgulho receber o prémio de Melhor Serviço do Ano, porque resulta do voto direto dos consumidores e dos utilizadores, pelo que se trata de uma escolha consciente, livre e voluntária, que premeia o nosso trabalho no setor da logística”, afirmou Marc Vicente, CEO em Espanha e Portugal do Grupo InPost.

Todos os anos a organização Comercio del Año organiza um inquérito aos consumidores baseado no método Consumer Voice Ecosystem, de forma a elegerem as melhores empresas em três categorias: melhor retalhista do ano, melhor retalhista online do ano e melhor serviço do ano. O objetivo é premiar a excelência e reafirmar a confiança dos consumidores nas suas marcas e retalhistas preferidos, atribuindo um selo que representa a opinião de quem interage diariamente com estas empresas.

O prémio de ‘Melhor Serviço do Ano’, entregue a 2 de abril e cujo selo estará presente no site e nos materiais de comunicação da InPost, “servirá para reforçar a aposta da empresa no seu próprio crescimento”, destaca a empresa. A InPost possui uma rede de quase 10 mil pontos pack e lockers em Espanha. Até ao início de março deste ano, a InPost contabilizava 141 lockers ativos em Portugal Continental, num total de 7.414 compartimentos disponíveis ao público, de Norte a Sul do país.

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Andre Boto - 'Montanha-de Farinha' - Selecionado na categoria MPBAward for Innovation World Food Photography Awards
Alimentar

Quatro portugueses são finalistas dos World Food Photography Awards

A organização dos World Food Photography Awards anunciou a shortlist da edição de 2025, que tem a marca Bimi como principal patrocinador.

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Maria João Gala, André Boto, Ana Misskind e Jerónimo Heitor Coelho são os fotógrafos portugueses selecionados para a short list dos World Food Photography Awards 2025.

Na edição deste ano foram submetidas milhares de candidaturas de mais de 70 países, naquela que é considerada a maior celebração mundial de fotografia gastronómica. Desde o cultivo, produção e colheita até à confeção, consumo, celebração e sobrevivência, “as imagens oferecem uma perspetiva única sobre a vida das pessoas em todo o mundo, através da comida”, destaca a organização.

Maria Joao Gala – ‘Acores, onde as vacas circulam livremente’ – Selecionada na categoria Food in the Field / World Food Photography Awards

Os quatro fotógrafos portugueses vão competir pelo prémio principal. Os vencedores serão revelados na terça-feira, 20 de maio, em Londres, durante a cerimónia Champagne Taittinger Awards Evening, apresentada pelo chef, empresário e escritor gastronómico Yotam Ottolenghi. O grande vencedor do concurso levará para casa um prémio de cinco mil libras.
O painel global de jurados deste ano, presidido pelo conceitudo fotógrafo gastronómico David Loftus inclui  Henrique Sá Pessoa, chef Michelin, Claire Reichenbach, CEO da James Beard Foundation, Tom Athron, CEO da Fortnum & Mason, e Rein Skullerud, fotógrafo sénior e editor de fotografia do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas.

Jeronimo Heitor Coelho – ‘Barris em Chamas’ -Selecionado na categoria Errazuriz Wine Photographer of the Year People / World Food Photography Awards

Uma exposição com todas as imagens terá a sua estreia nas Mall Galleries, em Londres, de quarta-feira, 21 de maio, a domingo, 25 de maio (entrada gratuita). Uma seleção de imagens será também exibida na Fortnum & Mason a partir de 2 de junho, assim como no Museum of the Home, em Londres de 3 de junho a 7 de setembro. Veja aqui a galeria com todas as imagens da shortlist.

Ana Misskind – ‘Happy Hour’ – Selecionada na categoria Production Paradise Previously Published / World Food Photography Awards

Marca do grupo Sakata, o Bimi é o pricipal patrocinador desta edição dos World Food Photography Awards. Os brócolos Bimi são uma variedade única de brócolos de caule longo.  Outros patrocinadores e parceiros são Action Against Hunger, Aho & Soldan Foundation, Bite Back 2030, Champagne Taittinger, Errazuriz Wines, Fortnum & Mason, Hotel Art Group, International Salon Culinaire, Marks & Spencer, MPB.com, Production Paradise, Tiptree, The Oxford Cultural Collective, The Royal Photographic Society, unearthed eWorld Food Programme das Nações Unidas. Os World Food Photography Awards são propriedade da The Food Awards Company.

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Retalho

Loja Continente GaiaShopping transformada para uma experiência de compra “cada vez mais positiva e inclusiva”

Projeto tem como referência o Continente Modelo de Leça do Balio, a primeira loja da insígnia adaptada para clientes com necessidades especiais, inaugurada há um ano como piloto da estratégia da MC.

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A loja Continente localizada no GaiaShopping, em Vila Nova de Gaia, assinalou o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo com a implementação de um conjunto de medidas que visam transformar o espaço comercial num ambiente inclusivo, especialmente preparado para acolher pessoas com incapacidade ou deficiência, nomeadamente no espectro do autismo.

Entre os novos serviços disponibilizados, destacam-se uma sala de bem-estar para clientes e colaboradores, uma planta sensorial à entrada da loja — que assinala zonas com maior probabilidade de sobrecarga sensorial —, abafadores de som para adultos e crianças, carrinhos de compras adaptados e apoio personalizado durante as compras. Estas medidas visam proporcionar uma experiência mais tranquila, autónoma e ajustada às necessidades específicas de cada cliente.

Os colaboradores da loja receberam formação especializada para melhor compreenderem a neurodiversidade e os desafios associados ao autismo, tendo também sido sensibilizados para práticas inclusivas e iniciados na aprendizagem da Língua Gestual Portuguesa. Esta formação contou com a colaboração da Federação Portuguesa das Associações de Surdos e insere-se na estratégia de Diversidade, Equidade e Inclusão da MC, sob o programa “Poder Ser”.

Este projeto tem como referência o Continente Modelo de Leça do Balio, a primeira loja da insígnia adaptada para clientes com necessidades especiais, inaugurada há um ano como piloto da estratégia da MC.

“Acreditamos que o retalho deve ser um espaço de inclusão, onde todos, independentemente das suas capacidades, possam realizar as suas compras com conforto e dignidade”, sublinha a marca em comunicado.

Para além das medidas inclusivas, a loja apresenta ainda um conjunto de renovações ao nível da experiência de compra, com destaque para o novo conceito de padaria “A Padaria de Toda a Gente”, que inclui casulos de self-service, uma nova zona de leitão na Cozinha Continente e áreas de beleza e cuidado animal reconfiguradas. Os apreciadores de vinho podem ainda explorar uma nova área dedicada, com uma seleção cuidada de vinhos nacionais e internacionais.

“Estamos comprometidos em promover uma cultura inclusiva, oferecendo espaços adaptados às necessidades sensoriais e cognitivas de todas as pessoas. Através deste projeto, garantimos a autonomia, o conforto e uma experiência de compra cada vez mais positiva e inclusiva. Temos como objetivo alargar o projeto a mais lojas, em estreita colaboração com as associações do setor que apoiam pessoas com deficiência, nomeadamente no espectro autista e as suas famílias”, sublinha Carlos Silva, diretor de insígnia Continente, em comunicado.
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