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Espanhola Loop New Business quer instalar centro de inteligência em Portugal

Depois de conquistar clientes portugueses como Sonae, Delta ou Sumol+Compal, a consultora estabeleceu no ano passado em Lisboa o primeiro escritório além-fronteiras. O fundador e atual CEO, António Flores, conta em entrevista ao HIPERSUPER que oportunidades vê em Portugal, onde pretende instalar também o ‘Knowledge Center’ internacional

Ana Catarina Monteiro
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Espanhola Loop New Business quer instalar centro de inteligência em Portugal

Depois de conquistar clientes portugueses como Sonae, Delta ou Sumol+Compal, a consultora estabeleceu no ano passado em Lisboa o primeiro escritório além-fronteiras. O fundador e atual CEO, António Flores, conta em entrevista ao HIPERSUPER que oportunidades vê em Portugal, onde pretende instalar também o ‘Knowledge Center’ internacional

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Ana Catarina Monteiro
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floresDepois de conquistar clientes portugueses como Sonae, Delta ou Sumol+Compal, a consultora estabeleceu no ano passado em Lisboa o primeiro escritório além-fronteiras. O fundador e atual CEO (Chief Executive Officer) conta em entrevista ao HIPERSUPER que oportunidades vê em Portugal, onde pretende instalar também o ‘Knowledge Center’ internacional. 

Formado em ‘design’ industrial, António Flores fundou a Loop New Business há 25 anos em Barcelona, Espanha. Desde então, a consultora estratégica especializada em engenharia de produto tem vindo a alargar competências, oferecendo hoje às marcas modelos de negócio.

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Como nasceu a Loop New Business?

Nasceu há 25 anos entre um grupo de colegas da universidade. Tivemos a sorte de encontrar a Hewlett Packard (HP), que foi o nosso primeiro cliente e nos estabeleceu contato desde logo com a costa oeste dos Estados Unidos da América (EUA). Com Silicon Valley basicamente. Éramos uma equipa de ‘designers’ e engenheiros mas trabalhávamos com os processos e métodos de consultoria utilizados nos EUA, onde já se misturava o ‘design’, a engenharia, o marketing e modelos de negócio. Por isso, fomos adquirindo essência de mercado em marketing, em inovação e finalmente em modelos de negócio.

O que a diferencia das restantes consultoras?

A grande diferença entre os nossos serviços e os das outras consultoras de negócios é que centrarmo-nos no produto ou serviço que os clientes desenvolvem. Não tanto em melhorar a empresa e os processos internos mas sim o produto e o serviço, através de um modelo de negócio. Somos uma empresa completa ao fornecer conhecimento. Normalmente, as consultoras ou são muito boas em tecnologia ou muito boas em termos de experiência de negócio mas todas impactam o produto. E para impactar o produto com uma visão holística – esta é a dificuldade de empresas como a nossa – tem que se formar um grupo de profissionais dedicado à estratégica, que trabalhe as várias partes necessárias para construir um modelo de negócio distinto.

No contexto de mercado atual, uma estratégia funcional está equilibrada entre tecnologia e modelos económico e social. Consideramos a consultoria tradicional obsoleta porque melhora os negócios mas não cria novas referências, a principal vantagem competitiva que oferecemos. Somos bons a dar às empresas novas plataformas de desenvolvimento. Criamos e o cliente explora-as.

 

Primeira em Espanha a oferecer ‘rapid prototyping

 

Como evoluíram de um negócio de desenvolvimento de produto até à deteção de novas oportunidades e criação de modelos de negócio? 

A empresa original, agora uma das divisões, chamava-se “Compras e Tipos de Design”, direcionada para a área de desenvolvimento de produto. Esta área há 25 anos era uma grande novidade e a empresa era muito solicitada. Fomos a terceira empresa na Europa com todo o processo de ‘design’ e engenharia digitalizado – desenho, engenharia e protótipos – e a primeira empresa em Espanha a fazer ‘rapid prototyping’.

JU7A1348Inicialmente, a nossa mentalidade passava por trabalhar o ‘design’ de produtos em código digital e apresentar aos clientes para que os desenvolvam. Depois adquirimos uma mentalidade de serviços.

Começamos a pensar em que mais poderíamos ajudar os nossos clientes além do ‘design’ e a adotar inteligência para termos uma perspetiva neste sentido. Isto fez também com que fossemos formatando muitos serviços de inteligência de mercado. Em 1998, começamos a trabalhar em inovação estratégica, área em que somos pioneiros. Há oito anos, em 2007, iniciamos a atividade de modelar oportunidades de negócio, que nos levou a fornecer também modelos de negócio. Esta evolução é pouco habitual na Europa.

Em que áreas atuam? Quem são os vossos clientes?

Trabalhamos em cinco categorias. No grande consumo – em Portugal, trabalhamos, por exemplo, com a Sumol+Compal, Delta e Unicer e temos também a Coca Cola e a Danone como clientes. No retalho, quer B2B (business to business) quer B2C (business to consumer). Neste setor o nosso grande cliente é a Sonae, para a qual fornecemos modelos de negócio para a Zippy, Worten, Continente, por exemplo. Fomos responsáveis pelo modelo de retalho da marca Imaginarium com as portas para crianças e adultos nas lojas.

Desenvolvemos projetos para a área dos serviços também. Trabalhamos com empresas de energia, como a portuguesa EDP, de utilidades, de telecomunicações, como a espanhola Movistar, entre outras.

A nível de tecnologia, o nosso maior cliente em Espanha é a Mondragon [grupo de cooperativas e empresas do País Basco], uma associação de corporações muito grande. Por último, operamos na área de produto de negócio, que engloba todo o tipo de bens, uma vez que os nossos clientes desenvolvem desde brinquedos até impressoras eletrónicas.

Estes são os nossos cinco pontos verticais. Dependendo da categoria do cliente desenvolvemos o modelo de negócio.

Como evoluiu o volume de negócios global da empresa no último ano?

Vamos fechar o exercício a 31 de março. O volume de faturação ronda os cinco milhões de euros. Crescemos cerca de 28%.

 

Fornece estratégia a Portugal há sete anos

 

Já trabalhavam o mercado português a partir de Espanha?

Quando entramos na área de modelos de negócio nas nossas instalações em Espanha, já estávamos a trabalhar para o mercado português e, quando alcançamos um volume de negócios relevante, expandimos os escritórios para aqui. Nesta evolução, quando estávamos focados no ‘design’ do produto e engenharia, comprávamos moldes de plástico para os nossos clientes à indústria portuguesa, em Leiria e Marinha Grande, por exemplo.

Já tínhamos muito conhecimento do mercado português mas não trabalhávamos estratégia no País. Só há cerca de sete anos é que começamos a fornecer estratégia para o mercado português. Primeiro, a partir de Barcelona e agora a partir do nosso escritório em Lisboa.

Porque escolheram Lisboa para se estabelecerem em Portugal?

antonioEstamos a crescer de forma distinta, sendo que a expansão internacional é feita por cidades – Lisboa, Madrid, Paris – não tanto por países. Abrimos em julho de 2015 um escritório em Lisboa com vários objetivos: operar com a fiscalidade local, ter uma base para quando os nossos consultores vierem trabalhar a Portugal e fomentar a relação de proximidade com os clientes. Também porque fazemos muitos eventos de conhecimento, para os quais convidamos pessoas que não são nossos clientes e consideramos que a capital de um país, mesmo estando longe da indústria, é a melhor opção para alcançarmos estes objetivos. Queríamos estar numa localização central e este espaço perto do Marquês de Pombal é conveniente. Queremos sentir a cidade.

Qual foi o investimento?

Não procuramos instalações muito grandes porque não vamos ter consultores. São escritórios de 200 metros quadrados, num edifício emblemático da cidade, que representa um investimento de cerca de 600 mil euros.

Mas há um investimento maior, relacionado com o conhecimento de mercado feito antes. Durante cerca de dois anos estudamos os potenciais clientes, os que são adequados para o nosso negócio. Estabelecemos e desenvolvemos relações, operando intensamente a partir de Barcelona, antes de abrir os escritórios. “Intensamente” quer dizer com pessoas todas as semanas em Portugal.

 

‘Knowledge Center’ em Lisboa

 

Que planos têm para Portugal?

Abrimos em Portugal para trabalhar o marketing do País, para entender melhor o cliente português. Também porque estamos a pensar instalar o nosso ‘Knowledge Center’ em Lisboa para trabalhar a inteligência dos clientes – se tivermos, por exemplo, um cliente que se dedica ao negócio do café, todo o conhecimento sobre café se vai desenvolver a partir deste centro. É um exercício transversal a toda a nossa atividade. Estamos a trabalhar neste projeto, à procura das pessoas certas.

Quanto estimam faturar no final deste ano?

A ambição para Portugal é atingir os dois milhões de euros. Estamos já em um milhão e pouco.

Como vai prosseguir a expansão da empresa?

JU7A1350Instalamo-nos em Portugal pela proximidade – não só geográfica como de mentalidade, pela matéria-prima que nos oferece e, porque numa primeira fase da expansão, queremos ter uma equipa em cada país para o qual fornecemos serviço. Trabalhamos para Portugal, França, Suíça e Itália. Por enquanto temos apenas espaços físicos em Espanha, Portugal e estamos agora a abrir na capital de França. Além de estarem próximos, estes países têm uma base mental latina, com a exceção da Suíça, e na nossa atividade é importante entender a mentalidade das pessoas.

O problema é que para desenvolvermos modelos de negócio necessitamos de um ecossistema de pessoas muito completo e é muito difícil ter equipas deslocadas com a mesma qualidade. Todos os consultores da empresa estão em Barcelona, porque a cidade apresenta uma elevada atração para se viver e capta muito talento de fora.

Antes de nos transportamos para outros países, construímos primeiro um espaço piloto em Madrid com o conceito estratégico de ‘data center’, que é moldável e nos permite montar uma equipa de trabalho para amanhã, se for preciso. O mercado seguinte foi Portugal porque tivemos um grande desenvolvimento económico, atingimos o volume de contratação que pretendíamos.

 

“Mercado português é muito polarizado”

 

Que vantagens estratégicas veem no mercado português?

Portugal é um mercado muito polarizado. Em quase todos os setores há dois principais operadores. Por exemplo, no mercado de cerveja há duas marcas principais – a Sagres e a Super Bock. É um País onde há poucos ‘players’ mas com empresas muito interessantes e amplas. As empresas espanholas estão estruturadas por indústria e em Portugal há empresas estão estruturadas por negócios muito distintos. Estas companhias estão num momento de expansão internacional e dos seus modelos de negócio e nós podemos ajudar. Portugal é um País com poucos clientes, que não competem entre si. Procuramos clientes que tenham o objetivo de alcançar mercados internacionais.

Que principais diferenças encontram na forma de trabalhar o mercado português, em comparação com o espanhol por exemplo?

Muitas. Boas e menos boas. O mercado interno português é mais pequeno que o espanhol. A parte boa é que as empresas que queiram crescer têm que o fazer fora de Portugal. A menos boa é que têm uma base mais pequena.

JU7A1313Portugal entende muito bem o valor do conhecimento, melhor que Espanha. As empresas portuguesas com que trabalharmos valorizam ter uma fonte de conhecimento, valorizam trabalhar com consultoria. Em Espanha, esta conceção é mais especuladora.

As empresas com que trabalhamos em Portugal entendem muito bem o conceito de inovação e diversificação estratégica. Encontramos grupos industriais que têm uma posição nos serviços, na alimentação, na indústria. Em Espanha, as empresas são mais verticais – se trabalham em alimentação, desenvolvem-se apenas nesse setor – enquanto cá podemos encontrar um grupo que opera ao mesmo tempo em infraestruturas, em hospitais, na indústria e na química.

Além disso, Portugal tem uma característica muito interessante: tem mercados externos “naturais”, muito diversos e em maior número que Espanha. Por exemplo, o mercado brasileiro e sul-americano, assim como os mercados das ex-colónias africanas, são naturais para Portugal. Macau é uma porta natural para a Ásia.

Com a crise, as empresas deram conta desta posição, que está a permitir uma atividade de exportação muito interessante. Em Espanha, também se tem passado algo semelhante mas Portugal mostra-se melhor preparado para este tipo de atividade. Além de dominar melhor os idiomas estrangeiros, tem uma saída natural para outros países, que representam muitas oportunidades. Em alguns casos, falta apenas um pouco mais de confiança. As empresas portuguesas necessitam de se convencer que podem apresentar um nível europeu ou mundial.

Leia Também: Três perguntas a… António Flores, CEO Loop New Business

*Alteração às 15h09 do dia 24 de março de 2015 – António Flores é fundador e CEO, diretor executivo, da Loop New Business.

 

 

Sobre o autorAna Catarina Monteiro

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Logística

Tetra Pak e Schoeller Allibert desenvolvem embalagens logísticas feitas a partir de embalagens de cartão para bebidas recicladas

Num passo significativo rumo à economia circular, a Tetra Pak e a Schoeller Allibert juntam-se para lançar uma nova linha de embalagens logísticas produzidas a partir de PolyAl reciclado, resultante da reciclagem de embalagens de cartão para bebidas. A inovação está a ser apresentada em Amesterdão, durante a feira Plastics Recycling Show.

A colaboração entre a multinacional de soluções de embalagem alimentar e a líder em embalagens reutilizáveis para transporte resultou no desenvolvimento de caixas de armazém e outras soluções logísticas reutilizáveis, compostas até 50% por PolyAl reciclado e materiais provenientes de outros fluxos de reciclagem, sem recurso a plástico virgem. As novas embalagens prometem uma alternativa mais sustentável e económica às soluções convencionais, cumprindo exigentes padrões de durabilidade e desempenho.

Atualmente em fase de testes rigorosos, estas embalagens estão destinadas a substituir mais de 50 mil unidades utilizadas no centro global de distribuição de peças da Tetra Pak, localizado em Lund, na Suécia. Esta iniciativa integra-se na estratégia da empresa de incorporar materiais reciclados e sustentáveis nas suas operações.

Britta Wyss Bisang, vice-presidente de Sustentabilidade e Comunicação Estratégica da Schoeller Allibert, destaca o papel da inovação nos materiais para a construção de cadeias de abastecimento mais sustentáveis e eficientes: “Para os nossos clientes, tornar as suas cadeias de abastecimento mais sustentáveis é uma prioridade e a inovação nos materiais é um dos principais fatores para o conseguir. Por isso, estamos a investir fortemente em novas formas de reduzir a utilização de plásticos virgens e a apostar em materiais reciclados como o PolyAl. Este projeto demonstra como soluções avançadas de reciclagem podem transformar resíduos em embalagens duradouras e reutilizáveis que promovem a logística circular e, consequentemente, a transição para uma economia circular.”.

“As embalagens assépticas são fundamentais para garantir o acesso a alimentos seguros e nutritivos. Na Tetra Pak, compreendemos a importância de considerar também o fim da vida útil das embalagens, mantendo os materiais valiosos em uso. Ao longo dos anos, temos vindo a explorar aplicações viáveis para o PolyAl reciclado e estamos satisfeitos por ver que a nossa colaboração com a Schoeller Allibert resultou num produto industrial robusto e competitivo. Continuaremos a trabalhar com recicladores de todo o mundo para desenvolver produtos comercialmente viáveis e expandir o seu mercado, ajudando assim a reduzir a utilização de plástico virgem e a avançar rumo a uma economia circular.”, explica Kinga Sieradzon, vice-presidente de Operações de Sustentabilidade da Tetra Pak.

Marie Sandin, diretora-geral da Tetra Pak Suécia, conclui: “Na fábrica da Tetra Pak em Lund, na Suécia, temos vindo a trabalhar há mais de um ano, de forma muito intensa, para incorporar materiais reciclados e sustentáveis em tudo o que fazemos. Por exemplo, já temos mobiliário interior e exterior feito de material PolyAl para os nossos funcionários. Com esta iniciativa, realizada em parceria com a Schoeller Allibert, o nosso objetivo era desenvolver uma caixa sustentável e económica, que proporcionasse um elevado desempenho. Os resultados são muito promissores para as nossas operações diárias: cada caixa é feita de aproximadamente 200 embalagens de cartão para bebidas recicladas”.

A Tetra Pak e a Schoeller Allibert estarão presentes no stand da Food & Beverage Carton Alliance na feira Plastics Recycling Show.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Desperdício de plástico no retalho de moda online vai agravar-se até 2030

Estudo da DS Smith revela que, até 2030, serão utilizados quase 22 mil milhões de sacos de plástico nas entregas online de artigos de moda em seis grandes economias europeias, o equivalente a mais de 400 000 sacos de plástico entregues por hora. As medidas para limitar a utilização de sacos de plástico reduziram significativamente a sua presença no comércio tradicional, mas o aumento das compras online fez aumentar a sua utilização no e-commerce.

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Apesar dos avanços no retalho físico na redução do uso de plásticos, o comércio eletrónico de moda está a gerar volumes alarmantes de resíduos plásticos. De acordo com uma análise da Development Economics, encomendada pela empresa de packaging sustentável DS Smith, uma empresa da International Paper, só em 2024, os seis principais mercados europeus (Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália e Polónia) receberam 2,9 mil milhões de sacos de plástico “secundários” — utilizados para transporte — nas suas compras online, o equivalente a 7,8 milhões de unidades por dia.

Ao contrário do que se verifica no retalho tradicional, onde medidas como a cobrança obrigatória dos sacos reduziram significativamente o seu uso, o crescimento das vendas online tem impulsionado o consumo de embalagens plásticas. A tendência é preocupante: estima-se que, até 2030, o número de sacos secundários aumente 47%, atingindo os 4,2 mil milhões anuais, o que poderá resultar num total acumulado de 21,8 mil milhões de sacos nos próximos cinco anos.

O estudo revela também que apenas 7% destes sacos são atualmente reciclados ou reutilizados. Os restantes 93% — cerca de 2,6 mil milhões em 2024 — acabam em aterros ou incinerados. Mantendo-se o atual ritmo de crescimento do e-commerce e das baixas taxas de reciclagem, este número poderá ultrapassar os 3,8 mil milhões por ano até ao final da década.

“Em parceria com algumas das maiores marcas do mundo, estimamos que, nos últimos quatro anos, substituímos mais de mil milhões de elementos de plástico, mas precisamos de fazer mais”, refere Luis Serrano, sales, marketing & innovation Diretor da DS Smith Ibéria. “Embora as compras online tenham crescido, os retalhistas de e-commerce estão atrasados em relação às grandes superfícies no que diz respeito à substituição dos sacos de plástico”, acrescenta.

“As empresas podem sentir-se tentadas a focar-se apenas no preço, mas manter o plástico tem um custo: os consumidores não o querem e as marcas arriscam a sua reputação se o ignorarem. Acreditamos que a legislação pode e deve ser mais exigente para todos nós, eliminando gradualmente determinados plásticos para ajudar a criar um contexto de mercado que incentive a inovação e o investimento e gere uma concorrência saudável para os substituir”, sublinha ainda.

Algumas marcas já iniciaram a transição. A Zalando, por exemplo, substituiu desde 2020 os sacos de plástico por alternativas em papel com certificação FSC e conteúdo reciclado. A mudança teve impacto direto na perceção do consumidor: a satisfação com o packaging aumentou 16 pontos percentuais após a introdução da nova solução.

“A substituição dos sacos de plástico por sacos de papel mudou as regras do jogo. Após a introdução dos nossos primeiros sacos de papel nas entregas, a satisfação dos clientes com o nosso novo packaging registou um aumento de 16 pontos percentuais em relação ao ano anterior. A elevada taxa de aceitação deixa-nos confiantes de que estamos no caminho certo com sacos de papel que são fáceis de reciclar na maior parte da Europa.”, afirma David Fischer, director logistics sustainability & packaging da Zalando.

Contudo, e como sublinha a DS Smith em comunicado, persistem desafios. A escalabilidade das alternativas sustentáveis e o cumprimento dos requisitos logísticos continuam a limitar uma adoção mais abrangente. Ainda assim, o inquérito conduzido pela DS Smith revela que 74% dos consumidores apoiam a eliminação progressiva dos sacos de plástico, sempre que existam alternativas viáveis. E 68% preferem embalagens em papel ou cartão.

Além disso, metade dos inquiridos afirma sentir-se culpada pela quantidade de plástico recebida com as suas encomendas, e 55% mostra-se mais propensa a comprar a retalhistas que utilizem embalagens recicláveis.

A análise conduzida pela Development Economics avaliou o potencial de crescimento do mercado de embalagens secundárias – aquelas utilizadas para o transporte de produtos – no setor do e-commerce de moda em seis dos maiores mercados europeus. O estudo baseou-se em dados sobre o volume e valor do comércio eletrónico de moda, a utilização de embalagens plásticas, a proporção de embalagens de transporte, bem como nas taxas de reciclagem, reutilização e destino final dos resíduos plásticos, como a deposição em aterro ou a incineração.

Para sustentar as projeções até 2030, foram analisados dados publicados e não publicados, recolhidos através de uma pesquisa bibliográfica extensa, incluindo estatísticas do Eurostat e documentação política da União Europeia e do Governo do Reino Unido. O objetivo foi modelar cenários de evolução do setor em condições de mercado estáveis e em contextos de políticas mais ambiciosas. Complementarmente, foi realizada uma sondagem junto de 12.000 consumidores nos seis países abrangidos — Espanha, França, Itália, Alemanha, Polónia e Reino Unido — entre 19 e 24 de fevereiro de 2025, seguindo os princípios de rigor metodológico estabelecidos pelas normas da ESOMAR e da Market Research Society.

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Logística

Conferência da APLOG debate os desafios de uma logística urbana mais eficiente

“As cidades deverão dar cada vez mais atenção a este tema da logística urbana. Existem medidas que têm sido tomadas e projetos em curso, mas existe um longo caminho a percorrer”, defende Afonso Almeida, presidente da APLOG.

Apresentar, e discutir, os desafios e destacar as soluções para uma logística urbana mais eficiente, inovadora e sustentável é o objetivo da 6ª edição da conferência Cidades & Logística, que a APLOG (Associação Portuguesa de Logística) realiza esta quarta-feira, 2 de abril.

A logística urbana continua a ser um grande desafio para os players do setor. O aumento exponencial das entregas de artigos do compras on-line que veio influenciar a mobilidade na entrega de mercadorias, as infraestruturas, os meios de transporte, o aumento da frequência da entrega com consequências no aumento do tráfego e no congestionamento das cidades, são alguns desses desafios, aos quais as empresas estão a responder, mas que têm que ser trabalhados em parceria com autarquias.

“As cidades deverão dar cada vez mais atenção a este tema da logística urbana. Existem medidas que têm sido tomadas e projetos em curso, mas existe um longo caminho a percorrer. É um tema que nunca está terminado e deve ser importante envolver todas as partes interessada, no sentido de conseguir arranjar as melhores soluções para a cidade”, defendia o presidente da APLOG, Afonso Almeida, ao Hipersuper no seguimento da conferência Cidades & Logística de 2024.

A edição deste ano da conferência Cidades & Logística tem lugar no Templo da Poesia, Parque dos Poetas, em Oeiras, com início às 11h. Vai receber os profissionais e decisores “que querem estar na vanguarda da mobilidade urbana, logística sustentável e inovação nas cidades”, para um programa que ao longo do dia vai debater a logística urbana sustentável, a descarbonização na última milha, o estacionamento, o armazenamento urbano, as entregas silenciosas. Vai ainda apresentar a visão de quem abastece, as novas abordagens à última milha e ainda divulgar o projeto Standtrack.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Chocolate do Dubai chega esta quarta-feira às lojas Galp

O Chocolate do Dubai, a barra de chocolate de leite recheada de pistácio e Kadaif, que se tornou viral é a mais recente novidade na oferta de conveniência da Galp.

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A liderança da equipa de Enologia passa agora para Francisco Antunes
Bebidas

Grupo Bacalhôa reforça equipa de Enologia e cria nova Direção de Relações Institucionais

O Grupo Bacalhôa anunciou uma reorganização estratégica na sua estrutura de Enologia, com o objetivo de reforçar a competitividade no mercado nacional e internacional.

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A medida, liderada por Luís Ferreira, CEO do grupo desde dezembro de 2024, integra a criação de uma nova direção e uma renovação significativa na equipa técnica, refletindo o compromisso da empresa com a inovação, a qualidade e a excelência enológica.

Nova Direção de Relações Institucionais sob liderança de Vasco Penha Garcia

Vasco Penha Garcia

Como parte desta reorganização, o grupo criou a Direção de Relações Institucionais, confiada a Vasco Penha Garcia, que durante décadas liderou a área de Enologia da Bacalhôa. A nova função terá como foco o fortalecimento dos laços com parceiros estratégicos e entidades do setor, num esforço de aproximação institucional que visa sustentar a presença da empresa junto dos principais atores do mercado.

Francisco Antunes lidera renovação geracional da Enologia

A liderança da equipa de Enologia passa agora para Francisco Antunes, um dos nomes mais reconhecidos da enologia portuguesa. Com mais de 35 anos de experiência, o enólogo – distinguido com os prémios de Melhor Enólogo em 2006 (Essência do Vinho) e Enólogo do Ano em 2023 (revista Grandes Escolhas) – assume a missão de elevar a qualidade dos vinhos Bacalhôa. A sua carreira inclui a direção enológica da Aliança Vinhos de Portugal, abrangendo múltiplas regiões vitivinícolas, e é marcada por um profundo conhecimento técnico e uma abordagem versátil à vinificação.

Continuidade e reforço nas adegas do grupo

A nova estrutura mantém figuras históricas como Filipa Tomaz da Costa, que, após 42 vindimas, cede a direção enológica da Adega de Azeitão, mantendo-se como Enóloga Consultora. João Ramos, com formação internacional em viticultura e enologia, assume agora a responsabilidade pelos vinhos produzidos em Azeitão.

Na Aliança Vinhos de Portugal, Magda Costa, Enóloga Assistente desde 2022, sucede a Francisco Antunes na liderança dos vinhos, espumantes e aguardentes das regiões do Douro, Beira Interior, Dão e Bairrada. No Alentejo, Rui Vieira manterá a direção enológica da adega de Estremoz, assegurando a continuidade da certificação PSVA e o compromisso com a sustentabilidade.

Compromisso com a modernização e o legado

Luís Ferreira, CEO do Grupo Bacalhôa

Para Luís Ferreira, CEO do Grupo Bacalhôa, estas mudanças estratégicas reforçam o compromisso “com a inovação, a qualidade e a sustentabilidade e com o reforço desta nova geração de Enólogos na equipa de Enologia, estamos preparados para enfrentar os desafios de um mercado cada vez mais competitivo, mantendo o legado das gerações anteriores, quer na tradição de excelência na produção de vinhos, quer no compromisso de crescimento e transformação. Sendo a inovação um dos maiores desafios do nosso setor, estamos certos de que esta equipa dará continuidade à missão de posicionar a Bacalhôa na vanguarda do vinho português, reforçando a nossa modernidade e capacidade de marcar a agenda do setor.”.

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Alimentar

Vitacress e Flama unem-se num passatempo que premeia criatividade dos portugueses

A Vitacress aliou-se à Flama para lançar um passatempo dirigido ao consumidor final, com o objetivo de promover a conveniência e versatilidade das Batatas Vitacress.

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A iniciativa decorre ao longo do mês de abril e inclui prémios diários e um prémio final: um Micro-ondas Air Fryer & Forno 3 em 1 da FLAMA.

Segundo Nuno Crispim, diretor de marketing da Vitacress, esta ação procura valorizar a utilização das batatas em diferentes momentos de consumo: “Na Páscoa, a batata assume um protagonismo especial à mesa. Por isso, criámos um passatempo que destaca toda a versatilidade das Batatas Vitacress: podem ir diretamente ao micro-ondas, ficam especialmente estaladiças na air fryer e são ideais para os tradicionais assados no forno, pela sua textura e sabor únicos. Para celebrar esta tripla versatilidade, estabelecemos uma parceria com a FLAMA, cujo inovador eletrodoméstico 3 em 1 permite aos consumidores desfrutar plenamente das Batatas Vitacress em qualquer ocasião.”.

Para participar, basta adquirir uma embalagem de Batata Branca Vitacress (Mini 400g ou Média 500g), submeter o talão de compra e responder de forma criativa à pergunta: “Quais são as três razões que tornam as Batatas Vitacress práticas no seu dia a dia?”. A resposta mais original será premiada no final da campanha, com o vencedor anunciado a 9 de maio.

Durante os 31 dias da campanha, será atribuído diariamente um cabaz de produtos Vitacress ao participante que interagir com a marca no momento do passatempo. O prémio final – o eletrodoméstico 3 em 1 da FLAMA – pretende sublinhar a praticidade na preparação de refeições, reunindo três funções num único equipamento.

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Retalho

Portugália de Alvalade reabre com nova imagem e conceito

Este momento marca o início da comunicação oficial da celebração dos 100 anos da Portugália.

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Reabriu restaurante da Portugália de Alvalade, agora renovado e adaptado ao novo conceito e imagem da marca.

“A reabertura do restaurante de Alvalade é mais um importante momento na estratégia de transformação da marca Portugália. Mais uma vez demonstra que a marca se consegue modernizar e transportar para os dias de hoje sem perder aquilo que faz da Portugália uma marca única. Representa a harmonia entre a tradição e a modernidade, preservando o legado gastronómico que há mais de um século define a marca. Este momento também assinala o início das comemorações do centenário da Portugália, que será celebrado este ano.”, sublinha José Maria Carvalho Martins, diretor-geral da Portugália.

A arte continua a desempenhar um papel central nos espaços da Portugália. No restaurante de Alvalade, mantém-se o emblemático painel de azulejos de Júlio Pomar, uma obra que ocupa uma das paredes do interior do restaurante. Este painel foi idealizado pelo artista antes do seu falecimento, em maio de 2018, e concretizado pela Fábrica Viúva Lamego, reforçando a ligação da marca à cultura e ao património artístico.

O restaurante está aberto todos os dias das 12 às 23 horas e sextas, sábados e domingos das 12h00 às 00h00.

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Bebidas

Adega de Borba celebra 70 anos com visitas e provas gratuitas

No âmbito da celebração dos seus 70 anos, a Adega de Borba promove, entre abril e setembro, visitas gratuitas às suas instalações.

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Para assinalar sete décadas de fundação, a Adega de Borba vai realizar visitas gratuitas e provas de vinhos, que decorrem no primeiro sábado de cada mês, de abril a setembro.

As visitas dão a conhecer ao público a história e os bastidores da produção vitivinícola alentejana e incluem uma prova de vinhos e azeite, mediante reserva prévia. “Com esta ação, a Adega de Borba convida o público a conhecer de perto a sua história, os processos de produção e a qualidade dos seus produtos, numa verdadeira viagem ao coração da enologia alentejana”, convida.

O percurso inicia-se no edifício original da Adega, onde os visitantes poderão explorar espaços como a garrafeira histórica e a cave de estágio em garrafa. Segue-se o edifício mais recente, que integra o centro de vinificação com diferentes tecnologias de fermentação e um imponente espaço dedicado ao envelhecimento em barricas de carvalho francês, americano e português.

A experiência inclui uma prova de três vinhos: Adega de Borba Reserva Branco, Montes Claros Reserva Tinto e Senses (à escolha entre as diferentes monocastas disponíveis). A degustação decorre na sala de provas da Adega de Borba, com vista para a sala de barricas e para o centro de vinificação, e além da prova de um vinho branco e de dois tintos, contempla também o azeite virgem extra da marca, servido com pão regional. A visita termina na loja da Adega, onde os participantes poderão adquirir os produtos degustados e outras referências da Adega de Borba.

As visitas guiadas realizam-se às 11h e às 15h, com capacidade limitada a 50 pessoas por grupo. As reservas devem ser feitas através do email enoturismo@adegaborba.pt ou do telefone 268 891 660.

Fundada em 1955, a Adega de Borba tem 230 viticultores associados que cultivam cerca de 2.200 hectares de vinha distribuídos por 75% de castas tintas e 25% de castas brancas. A par da produção vinícola, a diversificação do negócio sob a sua marca estende-se a produtos como o azeite e vinagre e ao enoturismo.

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Receitas da Decathlon atingem 16,2 mil M€ em 2024

As vendas digitais representam agora 20% das receitas totais, incluindo e-commerce, marketplace e pedidos realizados em loja.

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O Grupo Decathlon fechou 2024 com um aumento de 5,2% face a 2023, tendo registado um volume de receitas de 16,2 mil milhões de euros, refere num comunicado onde revela ainda que as vendas digitais representam agora 20% das receitas totais, “incluindo e-commerce, marketplace e pedidos realizados em loja”.

“Medidas rigorosas de controlo de custos mitigaram o impacto da inflação, permitindo que a Decathlon mantivesse o seu dinamismo comercial, ao mesmo tempo que assegurava preços acessíveis para os clientes. A otimização das despesas operacionais continua a ser uma prioridade para 2025, com o objetivo de apoiar o crescimento a longo prazo”, define ainda no comunicado.

Presente em 79 territórios, a Decathlon mantém o foco na expansão internacional. Na Índia, a empresa anunciou um investimento significativo de 100 milhões de euros nos próximos cinco anos para aumentar o número de lojas e melhorar a capacidade de produção. Na Alemanha, planeia investir até 100 milhões de euros até 2027, tanto na abertura de novas lojas como na modernização das já existente. Também a Fundação Decathlon ampliou a sua área de atuação, tendo apoiado, em 2024, “96 novos projetos em 21 países, beneficiando mais de 395 mil pessoas”, destaca a multinacional.

O Grupo, que tem mais de 101.000 colaboradores e 1.750 lojas em todo o mundo, destaca ainda o investimento em sustentabilidade no centro das operações, através, entre outras medidas, do aumento da colaboração com parceiros industriais para descarbonizar processos produtivos e expandir modelos de negócios circulares. “Prolongar a vida útil dos produtos continua a ser uma prioridade, tornando mais fácil para os clientes reutilizarem, repararem e reciclarem o seu equipamento”, assegura.

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Action chega a Ovar, Évora e Sintra em abril

A Action vai abrir em Abril a 13ª, 14ª e 15ª lojas em Portugal, localizadas, respetivamente, em Ovar, Évora e Sintra.

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A Action, discount store de produtos não alimentares, abre a nova loja de Ovar no próximo dia 3 de abril, enquanto as de Évora e Sintra serão inauguradas a 24 de abril. Com estes novos espaços, a insígnia alarga a presença em Portugal.

A marca chega a estas três cidades com a mesma fórmula aplicada nas lojas já abertas: um protfólio de seis mil produtos em 14 categorias – como brinquedos e produtos para a casa, produtos de jardinagem, DIY (‘do it yourself’), alimentação – com o compromisso de preços mais baixos. “A Action oferece uma seleção de 150 novos produtos todas as semanas” e assume que “o preço médio de todos os produtos é inferior a 2 euros”, destaca.

“Estamos muito satisfeitos por abrir as primeiras lojas em Ovar, Évora e Sintra, apenas um ano depois de termos apresentado a nossa primeira loja em Portugal. Os clientes receberam-nos calorosamente e estamos felizes por podermos trazer a fórmula Action para mais perto deles. O nosso sucesso assenta na nossa fórmula forte e no empenho e compromisso das nossas equipas, de que muito nos orgulhamos. Quero agradecer a todos os que contribuíram para esta conquista: os nossos clientes, os nossos colegas, os nossos fornecedores e todos os que nos apoiaram,” afirma Sofia Mendoça, diretora-geral da Action em Portugal.

A nova loja de Ovar (Next Retail Park) tem 1088 metros quadrados, a de Évora terá 1125 metros quadrados e a de Sintra 1147 metros quadrados. A Action contratou uma equipa de 20 colaboradores para gerir a loja de Ovar, 24 para Évora (R. Armando Antunes da Silva) e 28 para a loja de Sintra ( Rua Do Urano, Rio de Mouro). As lojas estão abertas das 09h às 21hs, de segunda a domingo.

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