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O retalho segundo a nova geração de profissionais

A visão de um jovem profissional e de um estudante, ambos com 24 anos, sobre o presente e o futuro do retalho nacional

Rita Gonçalves
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O retalho segundo a nova geração de profissionais

A visão de um jovem profissional e de um estudante, ambos com 24 anos, sobre o presente e o futuro do retalho nacional

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Jose Louro_JMD

José Louro, ‘assistent brand manager’ na Jerónimo Martins Distribuição

“Não faço compras online, vou sempre às lojas físicas. E, em 2040, já perto dos 50 anos, prevejo que também não usarei a internet para fazer compras. Aliás, tenho a certeza. Vou querer ir à loja e ser atendido por pessoas”, revela em entrevista ao Hipersuper José Louro, 24 anos, desde julho ‘assistent brand manager’ na Jerónimo Martins Distribuição (JMD), empresa do grupo português que se dedica à distribuição no mercado nacional de marcas internacionais de grande consumo, como a Kelloggs, a Pringles e a Heinz, por exemplo.

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Tem a certeza? “Sim, somos portugueses e, como tal, temos um estilo de vida próprio na forma como lidamos com as pessoas. Penso que não vamos ser atendidos por robots. Quem nos vai dar os bons dias? Tal como eu, em 2040, os meus primos e amigos serão seniores e precisarão de companhia. Nós vemos isso hoje nas aldeias. Quem vive sozinho, encontra companhia apenas quando vai ao café e ao supermercado. Este fenómeno alargar-se-á aos centros de cidade. Além disso, os portugueses gostam de ver e mexer no que compram. E hoje já vemos pouca gente a atender. O que pode assustar um pouco os consumidores por que não temos a quem perguntar onde encontrar determinado produto na loja”, por exemplo. “Embora a tendência seja diminuir o número de pessoas que vão fisicamente às lojas, o ponto de venda manterá o seu valor”, sentencia.

Atualmente, as pequenas mercearias “dependem completamente da relação que têm com os clientes. Também os supermercados, em zonas mais centrais, têm hoje uma ligação ao bairro e é essa conexão que faz com que as lojas se mantenham vivas. Assistimos à tendência para a criação de pequenas mercearias que, apesar de terem uma gestão mais moderna e organizada, acabam muito por ter este espírito de bairro porque as pessoas que as lideram são os donos” que sabem de cor a importância destas relações para um negócio bem-sucedido.

Lojas físicas = Interação humana

As lojas físicas perderão preponderância nas decisões de compra face a novas e, cada vez mais, alternativas, mas o seu papel no futuro “será essencial no que diz respeito à interação humana que proporciona aos consumidores”. Na visão de João Martins de Sousa, aluno de segundo ano do mestrado em Gestão da Universidade Católica Portuguesa, o chamado ‘need-for-touch’ é “fundamental para a grande maioria das pessoas”.
Como serão as lojas daqui a 25 anos? “Não sei, parece-me um período demasiado longínquo para fazer qualquer tipo de previsão. Atualmente, e face ao exponencial da tecnologia e dos mercados, torna-se até difícil fazer previsões a 10 anos. Aquilo que me parece ser mais importante é a capacidade de as empresas, de forma constante, se adaptarem a novos desafios e medirem bem cada investimento que fazem”.

consumoA lente de um estudante

João Sousa pensa que o setor do retalho português está mais saturado comparando com outros países europeus no que diz respeito à oferta e à procura. “Ou seja, existe talvez mais quantidade do que qualidade”, explica.
“É um mercado extremamente competitivo, com pouca quota de mercado a conquistar, quer estejamos a considerar o retalho no setor da alimentação, do vestuário ou da banca. Nesses setores, o mercado encontra-se saturado e para as empresas singrarem parece-me evidente que terão de ser mais competitivas e adquirir quota de mercado a empresas concorrentes”.
Em constante “movimento e adaptação”, o mercado retalhista apresenta também oportunidades, defende o estudante. “Nos setores do entretenimento e eletrónica de consumo, por exemplo, existem novos mercados a explorar, fruto de uma evolução mais rápida das necessidades dos consumidores. É neste ponto que as empresas devem focar-se: na procura daquilo que o cliente precisa ou valoriza, dentro do âmbito do que é mais conveniente, do que é mais rápido e do que permite informação mais completa, entre outros”.

Experiência como fornecedor e retalhistapromocoes

José Louro entrou no grupo Jerónimo Martins, como estagiário, há cerca de dois anos. Passou pelos supermercados Pingo Doce, pelo operador grossista Recheio e é desde há quatro meses assistente de gestor de marca na JMD. “Penso atualmente este mercado através de duas perspetivas. Por um lado, como já estive do lado do retalho percebo a importância de transmitir valor para o consumidor final, trabalho hoje feito através das promoções. Mas, por outro, agora que estou do lado do fornecedor, consigo perceber o impacto que o tipo de promoção utilizado tem nas marcas. No limite, o nosso foco deve estar no consumidor final e tanto as marcas como os retalhistas trabalham para entregar esse valor ao consumidor. Há marcas fortes que estão a ser levadas ao limite, mas é a única maneira que encontraram de reagir no mercado português”.
O retalho em Portugal é dominado por dois grandes ‘players’, “a concorrência entre os dois é fortíssima”. Os dois “conseguem definir a estratégia do mercado em geral e nesta competição acabam por ditar as regras. E tem sido uma guerra cada vez mais forte e intensa, nomeadamente ao nível do preço e das ações promocionais”.
Falar de retalho hoje é falar de promoções, considera. Enquanto os retalhistas em Espanha “estão a conseguir ultrapassar este frenesim promocional”, em Portugal, “se abrimos um folheto, vemos que metade dos produtos estão com 50% de desconto”.

logistica.jpgA influência da tecnologia

O retalho nacional não se resume, no entanto, a promoções e descontos. Há três fatores essenciais na compra: deve ser rápida, o atendimento feito de forma simpática e atenciosa, com alguma personalização, e ter à disposição os produtos que se pretende comprar. O mercado português consegue “rapidamente dar resposta” aos três “com facilidade”. No que diz respeito à rapidez, a tecnologia será “certamente o maior influenciador”.
“Hoje já é possível ao consumidor ter a experiência de passar os artigos na caixa, mesmo que leve mais algum tempo a pessoa não se sente incomodada com ela própria. Já tive a experiência de estar na caixa. Estar a mexer em dinheiro e ter uma fila de cinco pessoas a olhar para nós, com pressa…é uma pressão inacreditável”.
Além da rapidez, uma vez que o “circuito de compra em loja está hoje bem organizado”, é preciso agora “criar mecanismos e inovação que permitam ao consumidor visualizar rapidamente o que quer e ter capacidade para colocar de imediato o produto no carrinho, comprar e pagar”, sublinha o ‘assistant brand manager’.
As ruturas de stock são mais um fator crítico. A tecnologia terá certamente também um papel muito importante na reposição dos produtos nas prateleiras. “Em 2040, provavelmente haverá um mecanismo automático que permitirá ir ao armazém buscar o produto e repô-lo no linear”. Difícil será gerir a maneira como a palete sai do armazém central. “Se a palete é montada com a mesma sequência da loja, quando chega à placa de venda basta arrastar e colocar os produtos no sítio certo. Isto não é feito hoje. Se um programa de robot, por exemplo, conseguir identificar os artigos e a sequência que devem ter para uma reposição eficaz” é provável que assim seja feita a reposição no futuro. “Mas é preciso já hoje garantir que o produto está sempre disponível para o cliente, o que às vezes não acontece”, defende José Louro.

Acrescentar valor ao onlinetelemovel loja- Fotolia.com
Apesar de as pessoas serem fundamentais no atendimento, “no futuro pode fazer sentido que existam máquinas no ponto de venda que indiquem a localização dos produtos, as suas propriedades ou a informação nutricional, por exemplo. A grande dúvida é quem terá de fazer esse investimento, as marcas ou os retalhistas?”, questiona o assistente de gestor de marca na JMD, sem, no entanto, dar resposta à pergunta.
Apesar de não fazer hoje compras online nem se ver a fazê-lo futuro, José Louro reconhece o valor do comércio eletrónico. Uma pessoa que “não tenha disponibilidade para se deslocar à loja, deve ter a possibilidade de fazer uma compra rápida online, em minutos”. As pessoas têm e querem perder cada vez menos tempo nas compras. “Mas tem de haver uma forma de acrescentar valor a este processo. Na loja somos bombardeados com folhetos e campanhas promocionais. Luz, som e imagem que nos chamam a atenção. No online é preciso captar os consumidores que vão diretos à lista habitual de compras. Este trabalho deve ser feito pelas marcas presentes para dar a conhecer a inovação. Não é tarefa fácil, pode ser através da oferta de amostras e produtos”, por exemplo.
Neste contexto, só vão “sobreviver os retalhistas que conseguirem realmente antecipar as necessidades dos consumidores e reunir o máximo de serviços próximo ou dentro dos espaços comerciais, como a banca dos jornais ou os restaurantes, para trazer pessoas à loja”.

Paixão pelo marketing e vendasJMD_Jose Louro
José Louro tirou uma licenciatura e mestrado em gestão, na Universidade Nova de Lisboa, com uma especialização em negócios marítimos. “Na especialização acabei por fazer uma tese muito ligada ao marketing”, através do desenvolvimento de uma marca para os produtos da ria de Aveiro. “Criámos um logotipo para identificar os produtos pertencentes à região ou ligados à ria ou ao mar e desenvolvemos o posicionamento da marca”. Começa aqui a sua paixão pelo marketing e pela área comercial.
Terminado o mestrado, o jovem profissional participou durante seis meses num projeto de voluntariado em África, ligado ao empreendedorismo, gestão e desenvolvimento de negócios. Quando regressou ao País, há cerca de dois anos, entrou no Grupo Jerónimo Martins (JM), como estagiário na área do marketing, na insígnia de distribuição grossista Recheio. Uma vez na empresa, tomou conhecimento do programa de ‘trainee’ e candidatou-se. Ao abrigo deste programa, todos os anos, entram 15 jovens para o grupo e estão ao longo de 12 meses a percorrer as diversas áreas de negócio. “Passei pelo Pingo Doce, pelas várias lojas e departamentos, pelo Recheio, onde experimentei todas as secções, desde a peixaria aos produtos frescos. No fundo, esta experiência serve para percebermos o grupo como um todo e identificar quais as nossas potencialidades na empresa mais a longo do que a curto prazo. Conseguimos ter a visão completa: desde as operações, passando pelo marketing e logística e terminado nas finanças. Neste momento, estou na minha primeira função na área do marketing”.
Nesta primeira função é ‘assistent brand manager’ de cinco marcas de duas categorias: chocolate (Lindt, Merci e caramelos Werther’s Original) e bebidas (sumo Sunquick e água Evian). “Apesar de ser assistente de gestor de produto, tenho uma marca, dita mais pequena, para desenvolver a capacidade de trabalho em gestão de marca. Tenho alguma autonomia e sou já o contato direto com a marca”, explica.

Novas e velhas gerações

O que faz na prática no dia a dia? “Sou o intermediário entre as empresas que representamos, localizadas em Espanha e na Dinamarca, e a JMD. Não tenho ligação com os canais de distribuição alimentar. Mostrar à equipa de vendas o que existe de produto, inovação e ‘pricing’ é uma das tarefas. Depois, as vendas dão o passo final para chegar ao operador de retalho ou grossista. Além disso, tenho a responsabilidade de gerir a relação com as vendas, a logística, o serviço de apoio ao cliente e o departamento financeiro. Lidamos com a gestão da marca diariamente, nomeadamente no controlo do orçamento da marca, na definição dos planos anuais e na estratégia de marketing”.
Para um jovem que começou a estagiar há cerca dois anos no mercado da distribuição alimentar e que atualmente gere de marcas de grande consumo, quais são as principais diferenças geracionais na forma de trabalhar? “Entrei para um grupo antigo onde a maior parte dos colaboradores já estão na empresa há algum tempo. Logo no início fomos treinados para falar com todos os colaboradores, identificando as suas funções. Tive a oportunidade de fazer uma apresentação aos CEO do Pingo Doce, Recheio e JMD. O que isto implicou? Uma preparação sobre cada uma das áreas dessas empresas e depois uma apresentação formal com algumas novidade e ideias para o grupo”. Sendo “novo” no negócio, os ‘inputs’ são “bem-vindos”. Mesmo que seja algo que já ouviram, “é sempre uma perspetiva nova de alguém que está a entrar de fresco”. Embora também haja casos em que prevaleceu a liderança do mais velho porque não queria mudar. “A resistência à mudança é normal num negócio com muitos anos e com pessoas com muita experiência”.
Em matéria de novas tecnologias, as pessoas mais velhas manifestam muito interesse em ouvir os jovens. Então “se, através de gráficos e imagens, formos capazes de mostrar as vantagens e impactos reais para a empresa”, rapidamente as ideias se fazem valer, remata José Louro.

jm_pingo_doceOs desafios de hoje e amanhã

Questões como a inconveniência da deslocação à loja, as condições de atendimento e o conhecimento dos colaboradores no ponto de venda, no caso das lojas físicas, e a privacidade e a consistência do serviço, como as características fidedignas dos produtos e a consistência de preço, no canal online, são fundamentais já nos dias de hoje, resume João Sousa.
A capacidade de adaptação das empresas a novos desafios de forma constante, desde logo medindo bem os investimentos que fazem, é um dos principais desafios do setor do retalho, considera o estudante da Católica. “Todo o investimento em novos processos deve possuir um plano de saída/desinvestimento bem delineado à partida, seja em matéria de recursos humanos, marketing, distribuição de produtos, entre muitos outros”, vaticina. 

Sobre o autorRita Gonçalves

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Quinta da Vacaria investe na produção de azeite biológico

A quinta, situada no Peso da Régua, assegura a produção de azeites Premium, Olival do Feytor e Olival da Cobiça, inteiramente destinados ao mercado nacional. No futuro, a estratégia passa por entrar no mercado internacional.

Além da produção dos vinhos e da recente aposta no enoturismo, a Quinta da Vacaria, uma das mais antigas do vale do Douro, datada de 1616, investe, também, na produção de azeite biológico, dispondo no seu portefólio de três tipos de azeites de “alta qualidade”, que expressam toda a pureza do terroir do Douro.

Por todo o olival, de bordadura, isto é, de oliveiras que existem na delimitação das vinhas, predominam as variedades de azeitona Cobrançosa, Madural e Negrinha do Freixo que dão origem aos azeites Premium, Olival do Feytor e Olival da Cobiça. O total das vendas deste produto está, para já, alocado ao mercado nacional, mas a propriedade espera, em breve, poder entrar no mercado internacional.

O processo de colheita da azeitona é realizado de forma artesanal, através do varejamento, um método ancestral de colheita, sem intervenção de maquinaria. Esta técnica atesta o compromisso assumido pela Quinta da Vacaria com a sustentabilidade, refletida, também, em todo o Olival, cultivado em “regime biológico, sem recorrer a produtos fitofármacos ou adubos de síntese”, explica Duarte Nabais, diretor geral.

O terroir, a exposição solar e a idade secular das oliveiras contribuem para a qualidade e diversidade dos azeites produzidos no alto Douro Vinhateiro, extraídos “mecanicamente, a baixas temperaturas, o que preserva as nuances frutadas e a subtileza das azeitonas maduras”. Após um processo “cuidadoso de decantação”, por um período de dois a três meses, alcançam-se resultados de excelência, com azeites que revelam um “final de boca longo, intenso e ligeiramente picante”.
Atualmente, estes azeites estão apenas disponíveis no mercado nacional. Na Quinta da Vacaria, são, maioritariamente, utilizados para realização de provas de azeites e parings com os principais pratos servidos no Hotel, sendo que, num futuro próximo, farão, também, parings com as iguarias servidas no restaurante da Adega, revela a produtora.

Os azeites estão disponíveis no site oficial da Quinta da Vacaria e em parceiros como Vinha.pt, Garrafeira Nacional.

Sobre o autorHipersuper

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Logística

Grupo Rotom reforça presença no Reino Unido com aquisição da Kingsbury Pallets

O Grupo Rotom reforçou ainda mais a sua posição no mercado do Reino Unido com a aquisição da Kingsbury Pallets. “É com grande entusiasmo que damos as boas-vindas à equipa altamente qualificada da Kingsbury Pallets. Esta aquisição reforça a nossa presença no importante mercado de paletes de madeira do Reino Unido, com o qual podemos servir melhor os clientes com um âmbito internacional.”, afirma Arjan Kuiper, diretor executivo do Grupo Rotom.

Esta última operação acrescenta ao grupo 76 funcionários qualificados e duas grandes instalações no Reino Unido, totalizando 34.000 m².

Nos últimos dois anos, a Rotom efectuou uma série de aquisições estratégicas em toda a Europa, incluindo a All Pallets Ltd – goplasticpallets.com, Lievaart-Slaghuis (Países Baixos), Englmeier (Alemanha) e, atualmente, a Kingsbury Pallets.

Fundada por Jon Towers em 1995, a Kingsbury Pallets processa 40.000 paletes de madeira e artigos de embalagem semanalmente em duas instalações – a sua sede em Tamworth e uma segunda em Lichfield. A empresa fornece paletes de madeira novas e recondicionadas, ao mesmo tempo que oferece serviços de recuperação e reciclagem de paletes. No total, a Kingsbury Pallets recicla e reutiliza 15 000 toneladas de embalagens de madeira por ano.

O compromisso da Kingsbury Pallets para com as práticas sustentáveis está estreitamente alinhado com os objetivos ambientais da Rotom, sublinha a empresa em comunicado. As instalações de Tamworth incorporam uma sofisticada instalação solar de 100 kW, que alimenta um triturador elétrico Untha XR e uma linha de reciclagem, reduzindo as emissões de carbono em 22,3 toneladas por ano. A empresa também detém várias acreditações, incluindo da Forestry Commission, Environment Agency, e Wood Recyclers Association, sublinhando o seu compromisso com operações responsáveis. A Rotom possui a certificação de prata Ecovadis.

“Nos últimos 30 anos, trabalhámos arduamente para transformar a Kingsbury Pallets num dos fornecedores de paletes de madeira mais sustentáveis do Reino Unido. Agora, ao juntarmo-nos à Rotom, temos a oportunidade de expandir ainda mais a nossa missão, apoiados pelos recursos e pela visão de um líder em soluções sustentáveis com a mesma mentalidade.”, sublinha Jon Towers.

“É com grande entusiasmo que damos as boas-vindas à equipa altamente qualificada da Kingsbury Pallets. Esta aquisição reforça a nossa presença no importante mercado de paletes de madeira do Reino Unido, com o qual podemos servir melhor os clientes com um âmbito internacional. Mas também reúne uma valiosa experiência em práticas sustentáveis. Os valores da Kingsbury Pallets alinham-se perfeitamente com os nossos e, juntos, estamos entusiasmados por promover um futuro centrado na inovação, no crescimento e na sustentabilidade. Estamos ansiosos por trabalhar em estreita colaboração com a nova equipa para impulsionar o sucesso partilhado.”, afirma Arjan Kuiper, diretor executivo do Grupo Rotom.

Sobre o autorHipersuper

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Bebidas

Diogo Costa: “Estamos sempre atentos às necessidades e preferências dos nossos consumidores”

A marca Activia continua a inovar para responder ao crescimento do mercado de bebidas funcionais, especialmente no segmento da saúde digestiva. Diogo Costa, diretor de marketing da Danone, sublinha que a Activia mantém a sua relevância com base em três pilares estratégicos: a escuta ativa dos consumidores, a inovação no portefólio e uma comunicação eficaz.

A crescente procura por alimentos funcionais tem impulsionado o dinamismo do segmento de leites fermentados com probióticos. Para Diogo Costa, o sucesso da Activia reside, em grande parte, na capacidade de ouvir o consumidor e adaptar-se às suas necessidades. “Estamos sempre atentos às necessidades e preferências dos nossos consumidores em Portugal, e é a partir dessa conexão direta que conseguimos adaptar a nossa oferta”, afirma.

Esse foco no consumidor traduziu-se, por exemplo, no lançamento da gama Activia Triplo Zero em 2023, uma resposta direta a dois grandes insights do mercado: a crescente preocupação com a redução do consumo de açúcar e a maior procura por produtos sem lactose. “Esta gama tem trazido excelentes resultados com crescimento a dois dígitos em volume, valor e penetração”, explica Diogo Costa, salientando a importância da inovação no portfólio para acompanhar as mudanças no mercado.

Além da gama Triplo Zero, a Activia tem também apostado na expansão da sua linha de kefir, que já conta com cinco referências e continua a crescer, refletindo as tendências de consumo mais recentes. “Pretendemos continuar a expandi-la, acompanhando as novas tendências de consumo”, refere.

Outro ponto crucial para o sucesso de Activia tem sido a constante validação de insights junto dos consumidores, ajustando as suas campanhas de comunicação para garantir que estas sejam eficazes. “Temos investido fortemente na validação de insights junto dos consumidores, testando constantemente para identificar quais os elementos que geram maior relevância e conversão”, explica Diogo Costa. Esta estratégia permite à marca manter-se presente e relevante na vida dos consumidores, ajustando continuamente as mensagens e campanhas.

O papel dos especialistas em saúde e nutrição

Os especialistas em nutrição e saúde desempenham um papel fundamental na promoção dos benefícios das bebidas probióticas da Activia, reforçando o seu posicionamento como uma marca funcional de referência. Diogo Costa destaca que, para além da investigação e desenvolvimento rigorosos, a colaboração com estes profissionais é essencial para validar a proposta de valor dos produtos. “Chegamos mesmo a sentar-nos com especialistas para encontrar mais insights e reforçar a nossa proposta de valor”, afirma.

Esta colaboração resulta numa promoção orgânica e natural dos produtos da Activia por parte dos especialistas durante as suas consultas, reconhecendo a relevância das bebidas probióticas como parte da alimentação diária dos seus pacientes. “Eles reconhecem o benefício e relevância dos nossos produtos enquanto parte diária da alimentação dos seus pacientes”, salienta Diogo Costa.

A Activia aposta numa oferta diversificada e adaptada a diferentes perfis de consumidores, sempre com uma base científica sólida. A linha de kefir, por exemplo, é uma das inovações que tem sido bem recebida, combinando os tradicionais fermentos da marca com grãos de kefir, que proporcionam uma fermentação com 16 microrganismos específicos distintos. “Este é o tipo de inovação e superioridade que trazemos, sempre assente em evidência científica comprovada”, reforça Diogo Costa.

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

ESG

Staples une-se à EDP e dá passo importante na descarbonização de toda a sua cadeia de valor

A Staples é o primeiro cliente da EDP em Portugal a escolher, em simultâneo, soluções de energia elétrica, comunidades de energia solar e mobilidade sustentável. A retalhista sublinha que esta parceria permite, por exemplo, produzir localmente metade da energia que necessita diariamente e partilhar a energia restante com vizinhos.

Hipersuper

A Staples escolheu a EDP Comercial como fornecedora de uma solução integrada para a descarbonização do consumo elétrico da empresa, combinando fornecimento de energia, produção local de energia solar para consumo próprio e partilha com vizinhos e mobilidade elétrica conectada à rede pública MOBI.E.

Esta parceira inclui a instalação de comunidades de energia em mais de 20 lojas por todo o país: os Bairros Solares EDP terão uma capacidade combinada de cerca de 2,5 MWp e uma produção anual estimada de aproximadamente 3,5 GWh. Esta energia limpa vai permitir evitar a emissão de cerca de 1.800 toneladas de CO2 por ano, que seria emitido para produzir a mesma eletricidade a partir de fontes poluentes.

A instalação destas centrais solares vai permitir à Staples uma independência da rede elétrica de aproximadamente 50%  e partilhar estes benefícios com cerca de dois mil vizinhos. Podem aderir famílias ou empresas que se encontrem num raio de dois quilómetros das lojas Staples aderentes, ao inscreverem-se no site da EDP Comercial (edp.pt/bairro-solar).

Para além de promover o uso de eletricidade renovável nas comunidades em que está inserida, esta parceria permite à Staples alcançar poupanças de mais de 60% no custo mensal com eletricidade e reduzir significativamente a sua pegada ambiental. Já os vizinhos que fizerem parte deste projeto terão uma poupança de até 35% em parte da eletricidade que consomem, para além de contribuírem para a transição energética do seu bairro, pode ler-se no comunicado enviado.

A EDP vai também instalar 60 pontos de carregamento de veículos elétricos em quase 90% das lojas Staples de norte a sul do país, que estarão ligados à rede pública MOBI.E, que podem ser utilizados por qualquer condutor de veículos elétricos, independentemente do seu Comercializador de Energia de Mobilidade Elétrica (CEME).

Além destas soluções de mobilidade elétrica e da implementação das comunidades de energia, a EDP vai ainda fornecer energia elétrica a todas as localizações Staples em Portugal durante sete anos. Ao escolher um contrato de fornecimento de energia a longo prazo, a Staples deverá reduzir em cerca de 30% os seus custos com eletricidade, avança em comunicado.

Com este projeto, a Staples reforça o seu empenho na descarbonização de toda a sua cadeia de valor, um passo importante na redução significativa das emissões de CO2, enquanto envolve as comunidades onde está inserida na transição energética, sublinha ainda.

Sobre o autorHipersuper

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Logística

CTT prepara peak season com reforço da capacidade da operação

Em Portugal, a área de tratamento de encomendas terá capacidade para processar cerca de 500 mil encomendas por dia, sendo o pico da atividade esperado para a semana da Black Friday, que arranca a 25 de novembro.

Hipersuper

Os CTT – Correios de Portugal vão reforçar a operação de tratamento e distribuição de encomendas para fazer face à procura da peak season, período entre a Black Friday e o Dia de Reis. A nível ibérico a expectativa é que sejam feitas mais de um milhão de entregas de encomendas pelos CTT em dias de pico, avança a empresa em comunicado.

Em Portugal, a área de tratamento de encomendas terá capacidade para processar cerca de 500 mil encomendas por dia, sendo o pico da atividade esperado para a semana da Black Friday, que arranca a 25 de novembro.

Já na distribuição em Portugal, existirá um reforço de recursos humanos e de rotas de distribuição, com a contratação de mais de 800 pessoas para esta época, elevando para cerca de 7800 os trabalhadores das operações de correio e expresso dedicados à peak season, com mais veículos para o transporte de encomendas e mais 850 rotas suplementares.

Será ainda implementado o trabalho suplementar aos feriados, sábado e domingos e, sempre que possível, serão antecipadas as recolhas junto dos clientes empresariais, refere ainda os CTT que terão equipas de manutenção em permanência nos centros da CTT Expresso (MARL, em Lisboa, e Perafita, no Porto) e uma equipa de Sistemas de Informação reforçada.

Também no apoio ao cliente existirá um reforço de 25% a 30% da equipa de atendimento, sendo que o chatbot Helena, solução de Inteligência Artificial dos CTT, estará também com uma robustez reforçada para dar resposta aos clientes dos CTT. A nova assistente virtual dos CTT disponibiliza uma assistência em tempo real, conjugando as componentes informativa e transacional, sendo possível, por exemplo, saber o estado de uma encomenda.

Os CTT lembram que é importante estar atento contra eventuais esquemas de phishing, devendo os clientes seguir todos procedimentos para assegurar a segurança dos seus dados pessoais e bancários.

Já em Espanha a CTT Express está preparada para gerir entre 500 a 600 mil envios por dia nos dias de maior movimento e reforçará a contratação para esta época com cerca de 200 pessoas para o tratamento e cerca de 600 fornecedores de distribuição.

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ESG

Já são conhecidos os três projetos vencedores do Prémio TransforMAR

Os projetos LIFE SeaBIL, OCEAN4FUEL e MESMERISING, focados na proteção dos oceanos e dos ecossistemas aquáticos, foram os três projetos vencedores do Prémio TransforMAR, lançado este ano para tornar a iniciativa ainda mais abrangente.  

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Um dos três projetos vencedores, o LIFE SeaBIL, liderado pela SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, tem o objetivo de reduzir o impacto direto e indireto do lixo marinho nas aves que dependem dos ecossistemas costeiros e marinhos, além de promover a consciencialização e incentivar práticas mais ecológicas. A sua principal prioridade será continuar a recolher dados mensais nas Berlengas, monitorizar as aves arrojadas, reunir cientistas, autoridades e entidades reguladoras em prol da identificação das melhores soluções.

O OCEAN4FUEL, um projeto submetido pela Universidade de Aveiro – Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, foi outro dos vencedores. A sua missão consiste em transformar plásticos marinhos, que poluem os oceanos e afetam os ecossistemas, em combustível líquido. Para isso, utiliza um processo denominado pirólise, que permite produzir um combustível compatível com a gasolina e gasóleo, oferecendo uma solução sustentável para enfrentar dois grandes desafios globais: a poluição marinha e a crise energética e ambiental associada aos combustíveis fósseis.

Apresentado pelo Instituto de Telecomunicações, o projeto MESMERISING, o terceiro vencedor, concentra-se no desenvolvimento de tecnologias para a monitorização em tempo-real de microplásticos em meios aquáticos. Isso permitirá identificar e caracterizar os diminutos microplásticos, recorrendo a canais microscópicos para conduzir a água por sensores eletromagnéticos, cujos dados serão recolhidos e processados por sistemas eletrónicos avançados.

As inscrições para o Prémio TransforMAR decorreram durante os meses de junho a setembro deste ano. As 38 candidaturas recebidas foram avaliadas segundo critérios estratégicos: alinhamento com o objetivo de proteção do oceano e dos ecossistemas aquáticos; robustez e/ou capacidade de implementação; inovação e criatividade; e qualidade do pitch. Podiam candidatar-se projetos nas áreas de redução de plástico nos oceanos; limpeza dos mares e orla costeira; transformação e/ou reciclagem de resíduos marinhos; proteção das espécies marinhas e sensibilização e/ou educação ambiental.

A par do Prémio TransforMAR em 2024, o Lidl Portugal levou a sua forte estratégia de sustentabilidade a 10 praias de norte a sul do país, durante o mês de agosto, com a dinamização de atividades de sensibilização para toda a família. Além disso, entre junho e julho, foram realizadas atividades para colónias de férias em 18 praias, aproximando-nos da comunidade escolar, promovendo ações lúdico-pedagógicas para crianças. Em parceria com a ONG Brigada do Mar, o Lidl Portugal promoveu 11 ações de limpeza na costa portuguesa, tanto em praias como nos rios, contribuindo para a descontaminação e proteção destas zonas, bem como dos ecossistemas aquáticos.

O programa TransforMAR surge de uma iniciativa pioneira do Lidl Portugal, juntamente com o Electrão, em parceria com a Marinha Portuguesa e a Brigada do Mar, contando com o apoio da  Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAAE), Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e Quercus. Desde 2018, o TransforMAR recolheu mais de 253 toneladas de resíduos plásticos e metal das praias, mares e rios portugueses, transformando-os em benefício da comunidade.

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Retalho

Campolide recebe a terceira loja My Auchan Saúde e Bem-Estar

Com esta nova abertura, a Auchan Retail Portugal reforça a sua estratégia de expansão no mercado da saúde e bem-estar.

Hipersuper

A Auchan Retail Portugal reforça a aposta no segmento de ultra proximidade com a inauguração da terceira loja My Auchan Saúde e Bem-Estar.

Num espaço de 204 metros quadrados, a My Auchan Saúde e Bem-Estar de Campolide, localizado na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Campolide, abre  portas esta sexta-feira.

“Sabemos que a Saúde é hoje extremamente relevante na sua componente de prevenção e na lógica de “viver mais e melhor”. A nossa missão é proporcionar o acesso a soluções integradas que vão ao encontro das necessidades do consumidor, numa experiência de compra completa, com uma oferta diversificada de marcas nacionais e internacionais, que alia qualidade e acessibilidade. A nova loja de Campolide reflete esse compromisso”, explica Inês Matos, diretora de nutrição, saúde e bem-estar na Auchan Retail Portugal.

“Temos um plano de expansão forte para os centros urbanos e pretendemos levar estes espaços, adaptados às necessidades específicas de cada bairro, a vários pontos do país nos próximos anos, reforçando a proximidade com os nossos clientes”, acrescenta.

Aberta todos os dias das 9 às 21 horas, a loja oferece ainda vantagens exclusivas para membros do Clube Auchan.

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Alimentar

Montiqueijo renova Selo da Igualdade Salarial

“O primeiro passo para o sucesso de uma empresa é valorizar as suas pessoas e a renovação desta distinção é precisamente um reflexo desse facto e das nossas boas práticas. Estamos comprometidos com a mudança para um mundo mais igualitário e justo”, afirma Dina Duarte, diretora geral da Montiqueijo.

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Pelo segundo ano consecutivo, no âmbito do Dia Mundial para a Igualdade Salarial – assinalado a 14 de novembro – a Montiqueijo foi distinguida com o Selo da Igualdade Salarial, atribuído anualmente pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), reforçando, assim, o seu compromisso com a equidade no local de trabalho.

O Selo da Igualdade Salarial procura reconhecer as boas práticas das empresas na promoção da Igualdade Remuneratória entre Mulheres e Homens. Este certificado Salarial sublinha o empenho da Montiqueijo em garantir que todos os seus colaboradores recebem remunerações justas e que vão ao encontro das suas competências e desempenho, independentemente do género.

“O primeiro passo para o sucesso de uma empresa é valorizar as suas pessoas e a renovação desta distinção é precisamente um reflexo desse facto e das nossas boas práticas. Estamos comprometidos com a mudança para um mundo mais igualitário e justo”, afirma Dina Duarte, Diretora Geral da produtora.

Sendo a responsabilidade social um pilar fulcral para a empresa, este selo reafirma a importância da adoção de práticas laborais justas e transparentes, bem como da criação de um ambiente de trabalho equitativo e inclusivo, procurando promover não só igualdade e respeito como também a motivação dos colaboradores, sublinha a Montiqueijo em comunicado.

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Sensodyne com novidades nos seus dentífricos mais populares

A Sensodyne ouviu os consumidores e apresenta várias novidades nas seis pastas dentífricas da gama base da marca. 

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“Sensodyne tem como missão melhorar a qualidade de vida dos que sofrem de sensibilidade dentária. Ao renovar a sua gama essencial, pretende incentivar mais pessoas a usar um produto adequado à sua condição. Estamos a investir na gama essencial para mostrar aos consumidores que Sensodyne tem todos os atributos de uma pasta regular, com o benefício acrescido de também proteger contra a sensibilidade dentária.” explica Cristina Rosa, Sensodyne Brand Manager – Haleon Portugal.

Depois de ouvir os consumidores, a marca concluiu que 36% dos portugueses que sofrem de sensibilidade dentária não usam dentífrico específico. Segundo a marca, a justificação está relacionada com dois fatores. Por um lado, há quem pense que um dentífrico específico só deve ser usado perante um quadro de dor relacionada com a sensibilidade dentária; por outro lado, há quem acredite que essas mesmas pastas não têm os benefícios de uma pasta regular, como proteção contra as cáries e limpeza profunda.(*IPSOS U&A Study 2018).

Para combater esta condição, Sensodyne introduziu novidades nos seus dentífricos mais populares (Proteção diária, Multicare, Gengivas, Extra Fresh, Branqueadora, Limpeza e Frescura): uma nova fórmula com tripla ação de limpeza, que elimina a placa bacteriana e que contém flúor para proteger contra as cáries, e uma imagem renovada.

 

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Salutem lança Mini Tortitas com dois novos sabores

Mini Tortitas de Lentilhas com sabor a Queijo e Trufa e a Queijo Azul são as novidades “para quem procura snacks equilibrados e cheios de sabor”.

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A Salutem traz duas novidades para quem procura snacks equilibrados e cheios de sabor: as Mini Tortitas de Lentilhas com sabor a Queijo e Trufa e a Queijo Azul.

Prontas a comer, as novas Mini Tortitas de Lentilhas com sabor a Queijo e Trufa e com sabor a Queijo Azul “surgem como uma escolha ideal para quem quer elevar a experiência de receber a família e os amigos em casa. Com uma textura crocante e um toque sofisticado, são perfeitas para compor tábuas de queijos, acompanhar um vinho ou serem servidas simplesmente como um aperitivo em ocasiões especiais”, refere a Salutem em comunicado.

Estes novos sabores refletem o compromisso da marca em criar opções que respeitam o ritmo natural de cada pessoa, unindo o sabor ao bem-estar, sublinha ainda.

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