Como arriscar na introdução de tecnologia em loja?
A introdução de tecnologia em loja necessita, para João Cabecinhas, diretor PT Empresas, de “um elemento fundamental que é a consistência.
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Ana Catarina Monteiro
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A introdução de tecnologia em loja necessita, para João Cabecinhas, diretor PT Empresas, de “um elemento fundamental que é a consistência.
“O conhecimento cruzado, que tem que existir por parte dos retalhistas e das marcas, de todo o percurso que o consumidor faz é o principal desafio. Temos diferentes segmentos. Há segmentos que querem desenvolver determinadas etapas do processo de compra no canal online e depois chegam a uma loja física para concluir. Se o retalhista responder com consistência a esta necessidade, consegue fazer introduzir os canais digitais com muito mais sucesso do que como se fazia há uns anos, quando se dizia ‘eu tenho um cliente online, outro de loja, e outro que compra por telefone’. Falava-se dos clientes como se não fossem multicanal”, sublinha o responsável por ocasião de um dos debates organizados pelo Hipersuper para debater as tendências sobre as práticas mais tecnologicamente avançadas para agilizar as operações no retalho.
“Este é um aspeto importante, compreender diferentes perfis – mais jovens, com vidas mais intensas, séniores, entre outros – e todos têm de ter um tratamento distinto. O desafio para os fornecedores de tecnologia e as empresas de retalho é saber criar esta experiência e saber guiar os clientes pela utilização mais adequada de acordo com o seu perfil de vida e as suas expectativas, criar esta experiência de utilização dos diferentes canais”, remata.