Portugueses pedem mais variedade de serviços online e em loja
Os portugueses são dos consumidores europeus que mais valorizam a abertura das lojas ao domingo com 35% (média europeia é de 29%). 34% dos portugueses gostaria que as lojas estivessem abertas à noite e 13% desejariam que abrissem mais cedo durante a semana

Ana Catarina Monteiro
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Os portugueses são dos consumidores europeus que mais valorizam a abertura das lojas ao domingo com 35% (média europeia é de 29%). 34% dos portugueses gostaria que as lojas estivessem abertas à noite e 13% desejariam que abrissem mais cedo durante a semana.
O Observador Cetelem questionou os europeus sobre quais as três propostas que mais facilitariam as suas compras e concluiu que mais do que o alargamento dos dias de abertura das lojas, os portugueses valorizam o atendimento personalizado (40%) e pedem uma maior variedade de serviços oferecidos pelos sites de internet (38%).
De uma forma geral, no que toca às lojas, metade dos consumidores europeus declara ser a favor de um horário de funcionamento alargado – abertura ao domingo, à noite ou de manhã mais cedo. A acessibilidade, a ergonomia e o atendimento personalizado nas lojas teriam, por sua vez, um efeito potenciador para cerca de 36% dos consumidores. Relativamente à Internet, um em cada três europeus veria as suas compras facilitadas pela disponibilização de mais serviços online, como a assistência pós-venda e entregas ao domicílio.
Por terreno luso, 31% dos portugueses propõe a circulação otimizada nas lojas ou na internet e 23% valoriza um acesso simplificado às lojas através da oferta de custos de estacionamento, acesso aos transportes públicos e parque de estacionamento. Já a procura de mais informações digitais (QR codes, likes, entre outras) é apenas de 9%.
Para as análises e previsões deste estudo foram inquiridos 8 719 europeus (pelo menos 500 indivíduos por país, com idade superior a 18 anos) através da internet, em 12 países: Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia e Roménia. Os inquéritos foram realizados entre quatro de novembro e dois de dezembro de 2014 pelo Observador Cetelem em parceria com a sociedade de estudos e consultoria BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido pela TNS Sofres.