Consumidores querem ‘apps’ com informação sobre os produtos
A maioria dos consumidores europeus (75%) tem preferência por aplicações digitais que permitam aceder a informações mais detalhadas sobre os produtos

Rita Gonçalves
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A maioria dos consumidores europeus (75%) tem preferência por aplicações digitais que permitam aceder a informações mais detalhadas sobre os produtos.
Esta é uma das conclusões de um recente estudo do Observador Cetelem, que constatou que no top dos serviços esperados em tablets e terminais interactivos estão aplicações que, antes de mais, respondam às necessidades básicas do consumidor, tanto em termos de informações de preços e de produtos, como em termos de conforto e ganho de tempo.
Muitos consumidores (71%) esperam também encomendar na loja um produto que já não está em stock e ver modelos ou variantes de um modelo que não estão presentes na loja. Cerca de 66% dos europeus consideram os terminais direccionais muito úteis para geolocalizar na loja os produtos que lhe interessam. Personalizar um modelo com várias variantes para ver o que dá, também seduz os consumidores (64%), revela a mesma fonte.
“Se os consumidores têm preferência por serviços que respondam às suas necessidades mais práticas, a verdade é que estes procuram cada vez mais aplicações que multipliquem as possibilidades de compra. Assim, a digitalização das lojas deve permitir ao consumidor encontrar a sensação de escolha ilimitada que lhe é oferecida em paralelo pela Internet. Os terminais interactivos e os tablets disponibilizados constituem uma boa forma de alargar a escolha proposta à clientela na loja física”, aconselha o estudo.
Ficha técnica
Para as análises e previsões deste estudo foram inquiridas cerca de 8.000 pessoas (pelo menos 500 indivíduos por país, com idade superior a 18 anos) através da Internet, em 12 países europeus: Alemanha, Bélgica, Eslováquia, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa e Roménia. Os inquéritos foram realizados em entre 17 de outubro e 5 de novembro de 2013 pelo Observador Cetelem, em parceria com o gabinete de estudos e de aconselhamento BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido por TNS Sofres.