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Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay

Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay

Não Alimentar

“Para nós é fundamental trabalhar com proximidade”

Depois da apresentação oficial do Estudo, o Hipersuper falou com Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay, que comentou alguns resultados e sublinhou os eixos e os valores que a Cofidis vai continuar a trabalhar e a defender.

Ana Rita Almeida
Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay

Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay

Não Alimentar

“Para nós é fundamental trabalhar com proximidade”

Depois da apresentação oficial do Estudo, o Hipersuper falou com Carla Monteiro, responsável comercial CofidisPay, que comentou alguns resultados e sublinhou os eixos e os valores que a Cofidis vai continuar a trabalhar e a defender.

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Ana Rita Almeida
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Porquê este novo Estudo Europeu sobre os Hábitos de Compra dos consumidores? Sentiram a necessidade de perceber qual é o panorama?
Sim, nós sentimos que conhecer o consumidor é o primeiro caminho para encontrar as melhores soluções e sobretudo trabalharmos numa ótica de responsabilidade para o nosso consumidor.
É algo que caracteriza muito a Cofidis, trabalharmos a questão da ligação com o crédito numa ótica de conhecimento, literacia financeira, consumidor informado. Portanto, para nós é importante, por um lado, conhecer bem o consumidor, por outro lado, trazer esse conhecimento para o consumidor e para o ecossistema que gravita à volta dele.
O estudo nasceu para termos aqui uma visão europeia, uma visão que abranja também os países onde a Cofidis está representada e onde conseguíssemos efetivamente perceber tendências que ajudassem, quer na própria Cofidis, nas suas soluções e na sua relação com o seu cliente, mas também trazer aprendizagens para os comerciantes.

Quando falamos de crédito há sempre medo do endividamento. Essa literacia financeira, a preocupação com um consumidor informado. Está muito presente no vosso trabalho?
Sim, sempre foi um eixo. Este é um dos pontos-chave e por isso trabalhamos muito à volta de programas de literacia financeira e de empoderar os nossos consumidores com conhecimento.
Trabalhar com os nossos consumidores de forma transparente em todo o momento da nossa relação, seja antes de serem nossos clientes, seja depois, é o que nos guia. Quer nos desenvolvimentos que fazemos em produtos financeiros, quer nos desenvolvimentos que fazemos nas plataformas com as quais comunicamos com os nossos clientes.

Até a nível de empresas, também há essa preocupação?
Os nossos valores e os nossos critérios são aqueles que nós passamos também aos comerciantes que connosco trabalham. Aliás, eu diria que esta identificação pelos valores é quase uma condição na relação de parceria que estabelecemos com os nossos comerciantes. Acreditamos que o conhecimento é fundamental e que, quer os comerciantes, quer consumidores informados, acabam-se por se traduzir em vendas, em concretizações de negócio, também muito mais sólidas e muito mais duradouras, porque são feitas em base de confiança e de transparência.
E, portanto, sempre temos trabalhado muito esta questão, porque não estamos num negócio para fazer algo por um dia. Isto não é um sprint, é uma maratona. Estamos no mercado há muito tempo e queremos continuar. E isto só se consegue com a confiança, quer dos comerciantes com os quais nós trabalhamos, quer a confiança dos clientes que recorrem ao crédito ou a outras soluções de pagamento, como, por exemplo, o Cofidis Pay.

Hoje há consumidores mais informados? Quando recorrem a um crédito hoje já têm outra literacia?
Sentimos uma diferença muito grande face aquilo que era há 10 anos. Ou até mesmo há 5 anos, diria. Acho que os consumidores estão mais cientes, procuram mais informação, fazem mais perguntas. E isso é interessante. Antes o consumidor aceitava mais aquilo que lhe era colocado à frente e atualmente questiona, quer perceber opções, compara. E isto é fundamental e é muito saudável no mercado. Portanto, sentimos que os consumidores, efetivamente, estão a mudar.
Não só a forma como se aproximam das financeiras, mas a forma como consomem os produtos de crédito. Há muito mais consciência do que é que é uma taxa de juros, por exemplo. Há uma melhor sensibilidade do que é que são comissões.

Quais são as grandes conclusões deste estudo em relação a Portugal? Somos muito diferentes dos outros países?
Não diria radicalmente diferentes, mas, efetivamente, sentimos o reflexo da situação económica do próprio país. O uso de facilidades de pagamento, o uso de crédito, soluções de pagamento, acaba por estar ainda muito associado ao orçamento. Se posso ou não posso gastar.
Portanto, a facilidade de pagamento é muito usada porque, naquele momento, eu não tenho como. Enquanto que, se calhar, nos outros países da Europa, é mais usada, efetivamente, por uma questão orçamental. Posso mas não me quero descapitalizar. Posso mas prefiro fracionar.

O ter dinheiro e não pagar a pronto pagamento. Há uma mudança de mentalidade?
Sim, porque antigamente havia muito o ‘não me quero endividar, quero pagar tudo’. Mas, se calhar, hoje, eu até tenho o dinheiro mas se puder pago a três vezes sem juros, por exemplo.
Acho que a mudança de mentalidade tem a ver com isso: há novos produtos no mercado. Antigamente, pagar a prestações significava pagar juros, na sua maioria das vezes. Os consumidores continuam a ser muito avessos e só optam sentindo verdadeiramente a necessidade.
Com a entrada de novas formas de pagamento e estas sem juros e sem encargos, abrem-se outras possibilidades. E, efetivamente, começamos a ver consumidores diferentes que optam por parcelar. Não tendo custos para o cliente, acaba por ser cada vez mais uma escolha óbvia.

Também um bocadinho pelo contexto económico. E, por haver mais receio do futuro, será isso?
Há um maior conservadorismo, sim. As pessoas estão mais calculosas também na forma de consumir. E, depois, sentimos esta mudança muito nas faixas etárias mais jovens, que são gerações muito digitais. Estão também muito a fugir dos métodos mais tradicionais de pagamento, até mesmo dos próprios cartões físicos.
E, portanto, tudo o que seja digital e simples, acaba por ter também uma apetência maior. Às vezes, é quase um modo de vida: não é só uma questão de gestão de orçamento, não é só uma questão de poder, é uma questão de que eu uso apps para tudo, e esta é mais uma que eu tenho para proceder ao pagamento de uma compra, por exemplo.

E o estudo consegue-nos dizer se, em Portugal, temos um comportamento muito diferente?
Ainda somos cautelosos. Quer sejam novos meios de pagamento ou novas formas. O Open Banking é um bom exemplo disso, em que ainda há muito ceticismo.

Mas por desconhecimento ou por medo?
As duas coisas. As coisas em Portugal acontecem sempre um bocadinho mais tarde também, e, portanto, há ainda um desconhecimento.
Para alguns consumidores não funciona, desconfiam, acham estranho! Há um receio também de pirataria relativamente aos dados. E é legítimo. Estamos numa altura onde esta questão dos dados é importante.
Mas acho que as coisas, progressivamente, estão a mudar, vão mudar, e mudam também muito força do contexto. Em Portugal, a pressão dos preços, a inflação e a diminuição do poder de compra, é real, é palpável todos os dias. No entanto, a verdade é que não sentimos o consumidor assim tão predisposto a mudar o seu estilo de vida. E, portanto, procuram outras formas de poderem consumir também, sem, no entanto, entrarem em endividamento. Não deixamos de consumir mas procuramos formas de consumir mais ágeis.

Como é que, a nível de serviços e das vossas soluções, trabalham estas alterações no consumo?
Precisamente através destes estudos ou ouvindo simplesmente os clientes. É algo que nós promovemos com muita frequência. Fazemos questionários aos nossos clientes, no sentido de perceber quais são as suas expectativas, o que é que eles gostariam de ter, o que é que eles necessitam.
O nosso posicionamento é muito, e falando do crédito, ser algo que ajude o nosso cliente, que seja uma forma dele atingir aquilo que pretenda, e não um encargo e um peso ou algo complexo. Para nós é fundamental trabalhar com proximidade com os nossos clientes, para perceber em que é que isto se traduz, de forma tangível, quais são as expectativas do cliente e como é que nós podemos chegar a essas expectativas.
O Cofidis Play é um bom exemplo disto: percebermos que, em 2020, na pandemia precisava-se de algo digital, de algo rápido, de algo simples, e que a expectativa do consumidor era poder consumir, comprar, com o mínimo de contato, com a maior velocidade possível. Portanto, no nosso mindset de inovação e nas nossas sessões de brainstorming, o cliente, quer seja fisicamente, quer seja através de outras formas de recolha de informação, está sempre presente. É o que faz sentido para nós.

Em relação a estas soluções digitais: há uma diferença na procura a nível de faixa etária? Como é que equilibram essa solução e essa proximidade com o cliente?
Há, efetivamente, uma maior apetência nas faixas etárias mais jovens. As faixas etárias mais velhas, muitas vezes, precisam, se calhar, aqui, de um apoio adicional. Por isso, apesar de desenvolvermos produtos digitais, não desenvolvemos produtos desumanizados. Continua a existir uma linha de telefone para apoiar o consumidor. Continua a existir um endereço de e-mail que ele nos pode contactar. Portanto, os produtos são desenvolvidos para corresponder às necessidades ou à procura do mercado, mas nunca esquecendo um contacto humano por trás.
Nunca deixando o consumidor desamparado. Até porque sabemos que, efetivamente, existem essas diferenças, digamos assim, e que a nossa app, por exemplo, poderá ser muito facilmente usada quase de forma orgânica por alguém, se calhar, que tem 20 anos, e se calhar, alguém que tem 65, poderá ter um bocadinho mais de dificuldade. Se tiver, há uma linha e há alguém que vai acompanhar, que vai ajudar, que vai explicar.

A tendência passa pelo digital mas uma das conclusões deste estudo é que as pessoas não rejeitam os pagamentos tradicionais, não é?
A conclusão é que, na vontade, ou seja, quando nós perguntamos, há uma espécie de proteção.
A resposta é ‘gostava de voltar ao que era’. Se isso vai efetivamente refletir na prática, só o futuro dirá. Normalmente, quando mudamos, e se essa mudança já tem alguma duração, a tendência é manter. Mas o futuro é digital. Aliás, o presente é digital. Já o é.
E é um caminho que dificilmente vamos fazer para trás. A Cofidis acredita sim que este digital nunca pode ser desumanizado. E a nossa assinatura de pessoas para pessoas continua a ser de pessoas para pessoas.

Esta entrevista foi publicada na edição 424 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Vinhos Verdes, Vinhos do Douro e ASAE reforçam cooperação para esta vindima

Dora Simões, Presidente da CVRVV, Gilberto Igrejas, Presidente do IVDP, IP e Luís Lourenço, Inspetor-Geral da ASAE, na Casa dos Vinhos Verdes, para troca de informações e partilha de conhecimentos no âmbito das suas atribuições e competências, no que se refere aos planos operacionais de controlo para as DO Vinho Verde e DO Douro e Porto.

Hipersuper

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, IP) e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) promoveram, esta quinta-feira, uma sessão conjunta de Coordenação Técnica de Controlo da Vindima 2024, no seguimento dos compromissos assumidos pelas entidades na garantia da rastreabilidade das uvas dos respetivos produtores, assegurando o cumprimento da Lei em matérias relacionadas com a defesa das Denominações de Origem (DO) e Indicação Geográfica (IG).

A continuidade da cooperação institucional e a adequada articulação entre estas entidades nos domínios de ação que visam o controlo da qualidade dos produtos de origem vitivinícola, é garante de um maior rigor e acompanhamento, condições essenciais para a promoção e defesa do setor vitivinícola nacional para reforçar o controlo da origem dos Vinhos Verdes e dos Vinhos do Douro e do Porto.

Sobre o autorHipersuper

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Retalho

Auchan organiza prova de vinhos na loja da Maia

A ‘Prova d’Emoções Auchan’ realiza-se na sexta-feira, 6 de setembro, e vai dar a provar vinhos de 32 produtores de várias regiões.

A Auchan organiza esta sexta-feira, 6 de setembro, entre as 21h e as 24h, a ‘Prova d’Emoções Auchan’, uma prova de vinhos de diferentes regiões “que pretendem dar a conhecer o melhor que se faz em Portugal”, destaca a insígnia.

Nesse dia, vão estar presentes na loja 32 produtores, entre os quais Quinta da Pacheca, Herdade do Esporão, Ramos Pinto entre outros, que pretendem “oferecer uma jornada sensorial única, onde cada taça de vinho é a porta de entrada para um mundo de experiências e memórias”, convida a Auchan.

Cada participante vai receber um copo que lhe permite provar vinhos de regiões como o Douro, Dão, Bairrada, Setúbal e Alentejo, bem como interagir com os produtores e ficar a saber mais sobre o processo de produção dos vinhos.

A inscrição no, que pode ser feita no site da ticketline, é obrigatória e tem o custo de cinco euros, informa a Auchan.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Retalho

Mercadona abre novo supermercado em Coimbra

A nova loja criou 90 novos postos de trabalho contribuindo para a criação de emprego local.

Hipersuper

A Mercadona abriu esta quinta-feira em Coimbra, na Av. Elísio de Moura, nº 85, uma nova loja que reflete a aposta no seu plano de expansão em Portugal, onde, ao final de cinco anos, conta com um total de 52 espaços abertos, dos quais dois se situam no distrito de Coimbra (depois ter aberto no ano passado na Figueira da Foz).

Com uma área de vendas de 1.900 m2, à semelhança de outros supermercados da cadeia, conta com as secções de talho, peixaria, charcutaria, pastelaria e padaria, perfumaria, cuidado do lar e animais de estimação, frutas e legumes, garrafeira e pronto a comer com self-service e várias opções de pratos preparados para levar ou comer na loja, numa zona exclusiva para o efeito. Esta zona, que nesta loja em particular será ampliada para proporcionar um espaço de convívio, terá à disposição dos clientes uma máquina de café e encontra-se inserida numa galeria de 400 m2 com luz natural.

Além disso, os “Chefes” (clientes) podem também contar com um mural de sushi, onde se pode encontrar ainda uma grande variedade de pratos asiáticos prontos a consumir, presunto cortado à faca e embalado no momento, uma máquina de sumo de laranja espremido na hora, carrinhos de compras leves, ergonómicos e sem moeda.

Dispõe de 105 lugares de estacionamento e mais dois destinados ao carregamento de veículos elétricos, reforçando o compromisso da empresa para com a mobilidade elétrica.

No âmbito da Política de Responsabilidade Social da empresa, e sendo também uma das principais medidas para a prevenção do desperdício alimentar na Mercadona, este supermercado doará diariamente, e desde o primeiro dia, bens de primeira necessidade à Associação das Cozinhas Económicas Rainha Santa Isabel, uma instituição local de solidariedade social com a qual a Mercadona assinou um protocolo de colaboração.

José Manuel Silva, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, destacou que “já era tempo de a Mercadona, uma fortíssima e relevante marca ibérica, chegar a Coimbra, e logo abrindo duas lojas num curto espaço de tempo. Aumenta, assim, o leque de escolha e a concorrência na área dos supermercados, para benefício dos consumidores, contribuindo simultaneamente para a nova dinâmica económica, social e comercial do concelho, e, em particular, para a criação de emprego sólido e de qualidade. Este é mais um relevante passo para o crescimento e atratividade de Coimbra. Apraz-nos registar o cuidado que a Mercadona colocou no diálogo com o espaço invulgar que agora vai ocupar”

Segundo Carla Cunha, diretora de relações Externas da zona Centro-Norte de Portugal “chegar ao município de Coimbra representa um grande marco para a Mercadona já que nos permite estar mais perto dos coimbrenses. Com esta abertura vamos criar 90 empregos, estáveis e de qualidade e trabalharemos diariamente para dar o melhor serviço e o melhor sortido aos nossos “Chefes” (clientes) e fazer da Mercadona o supermercado de eleição dos coimbrenses.”.

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Alimentar

Alberto Martín Aristín é o novo diretor do Marine Stewardship Council em Portugal e Espanha

O Marine Stewardship Council, MSC, organização global de pesca sustentável, criada em 1998 para combater a sobrepesca no mundo, nomeou Alberto Carlos Martín Aristín como novo diretor para a região Ibérica.

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A nomeação substitui Laura Rodríguez Zugasti, a primeira diretora do MSC em Espanha e Portugal, cargo que ocupava desde 2011, e que passará a integrar a equipa global da organização. Martín Aristín é licenciado em Ciências Marinhas pela Universidade de Vigo e mestre em Proteção Ambiental Marinha pela Universidade de Bangor (País de Gales, Reino Unido).

No mercado português, Martín Aristín pretende “continuar a consolidação do programa em Portugal, promovendo as frotas e pescadores que trabalham em prol da sustentabilidade, que sejam recompensadas com um maior reconhecimento nos mercados. É necessário reconhecer este trabalho por parte do setor primário em Portugal”, afirma. Além disso, tem como objetivo dar “continuidade ao grande trabalho que o MSC tem vindo a realizar nos últimos anos, reforçando os laços com outras organizações, governos nacionais e regionais, acrescentando impactos positivos e alinhando estratégias. A pesca é essencial para Portugal e está demonstrado”.

Martín Aristín tem mais de 20 anos de experiência no setor da pesca e da aquicultura, bem como em projetos de cooperação internacional (principalmente em África), em Espanha e noutras organizações internacionais, como Biomar, Fundação CETMAR, em Cabo Verde, onde promoveu e desenvolveu a pesca artesanal no país, e trabalhou ainda para o Environmental Justice Foundation (EJF), com uma carreira firmemente consolidada na sustentabilidade da pesca e na conservação dos recursos marinhos, fontes indispensáveis de riqueza e segurança alimentar tanto para as populações costeiras como para as indústrias associadas.

Em 2017, juntou-se ao MSC como responsável pelas pescarias de Espanha e Portugal, coordenando posteriormente os trabalhos com pescarias na zona do Sul da Europa, África, Médio Oriente e Sul da Ásia. Além disso, é representante do MSC na International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas (ICCAT) e no Long Distance Advisory Council (LDAC). Estes anos em que foi responsável pelas pescarias serviram para consolidar, em conjunto com a equipa, a posição da organização, passando de pouco mais de 25 000 toneladas de pesca certificada para as atuais mais de 440 000 toneladas, posicionando o programa MSC como referência nacional no reconhecimento de boas práticas de pesca.

“Nos próximos cinco anos, o objetivo da nossa organização é consolidar o nosso progresso rumo a uma pesca mais sustentável em Espanha e Portugal. Com a sua vasta experiência, visão e conhecimento do setor, não há dúvida de que o Alberto é a pessoa ideal para liderar o mercado ibérico. A equipa MSC passará pela próxima fase desta jornada juntamente com todas as nossas partes interessadas.”, afirma Edouard Le Bart, diretor regional do MSC para o Sul da Europa, África, Médio Oriente e Sul da Ásia.

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Bebidas

Sabe bem neste verão: a sugestão de Inês Alves, responsável de marketing da Adega do Cartaxo

Inês Alves, responsável de marketing da Adega do Cartaxo, garante: esta é, por excelência, a altura de maior consumo do espumante Plexus.

Hipersuper

Inês Alves, responsável de marketing da Adega do Cartaxo, sublinha que no verão há um aumento de consumo de vinhos brancos e rosés, quer na categoria de tranquilos, quer de espumantes.

E avança: “Esta é, por excelência, a época de vendas do nosso espumante Plexus – para beber a solo ou em cocktails e sangrias”.

E é por isso que a Adega do Cartaxo tem apostado na ativação da marca Plexus e este espumante, durante estes meses, tem sido estrela em eventos de contato direto com o consumidor final.

 

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garland

Logística

Garland cria nova parceria na Suíça para fortalecer os serviços de transporte terrestre

O Grupo Garland estabeleceu uma parceria com a empresa suíça Streck, que “permitirá a criação de sinergias valiosas entre a Garland Transport Solutions (GTS) em Portugal e Espanha”, destaca a empresa.

Hipersuper

O Grupo Garland estabeleceu uma nova parceria que envolve a Garland Transport Solutions, empresa de transportes do Grupo, e a Streck, empresa suíça com 75 anos de experiência no setor. Esta colaboração permitirá à empresa nacional do setor da logística, transportes e navegação, fortalecer os seus serviços de transporte terrestre de e para a Suíça, ampliando a sua presença no mercado europeu.

“Com esta nova parceria, a Garland Transport Solutions oferece saídas semanais de Lisboa e Porto para Basel, garantindo um serviço de recolhas e entregas em todo o território suíço. O tempo de trânsito estimado é de quatro a cinco dias úteis, proporcionando uma solução eficiente e competitiva para mercadorias como grupagem, cargas gerais, mercadorias perigosas (ADR) e cargas com temperatura controlada”, assegura a Garland.

A Garland já opera na Suíça há mais de 20 anos, com saídas regulares de duas vezes por semana para Basel. Com a Streck, o serviço passa a cobrir todo o país helvético, com operações otimizadas a partir do terminal de Basel, incluindo descargas/cargas diretas para Less Than Truckload (LTL) e Full Truckload (FTL) em todo o território suíço, revela ainda a empresa

“Esta parceria visa precisamente atender a esta dinâmica comercial, proporcionando um serviço logístico robusto que facilita o fluxo de mercadorias entre os dois países”, explica Giles Dawson, CEO da Garland Transport Solutions, empresa de transportes do Grupo Garland.

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I&D

IA generativa nas empresas quadruplicou em um ano

80% das empresas aumentou os seus investimentos em IA generativa desde 2023, e consideram que este ramo da inteligência artificial contribui para gerar mais receitas e impulsionar a inovação.

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É o que revela o ‘Harnessing the value of generative AI: Use cases across sectors’ (‘Aproveitando o valor da IA generativa: casos de uso em todos os setores’), realizado pelo Resarch Institute da Capgemini.

Entre outras conclusões, adianta que as empresas estão a adotar a IA generativa incentivadas pelo aumento dos investimentos e pelo valor que esta tecnologia transformadora lhes proporciona. Todas as empresas inquiridas no âmbito do estudo, independentemente do seu setor de atividade, reportaram um aumento dos use cases desta tecnologia, com quase um quarto a revelar que atualmente já têm IA generativa integrada nalguma das suas instalações ou/e funções – um aumento de 6% em relação a 2023.

O estudo revela igualmente que, as empresas pioneiras na adoção de tecnologias de IA generativa já começaram a colher benefícios, que vão desde a melhoria dos rácios de eficiência operacional até à experiência do cliente e ao aumento das vendas.

“A IA generativa está a começar a transformar os negócios das empresas, que já estão a testemunhar um crescimento tangível nas suas receitas e na inovação. Este aspeto é também muito relevante, porque indica que as empresas, em vez de se concentrarem apenas na otimização de custos, estão a explorar ativamente novos caminhos para aproveitarem a IA Generativa e para criarem mais-valias mensuráveis,” refere Pascal Brier, diretor de Inovação da Capgemini e membro do comité executivo do grupo.

IA generativa permite mais e novas receitas

Outra conclusão do estudo indica que quase três quartos das empresas (74%) asseguram que a IA generativa contribui para as ajudar a gerarem mais e novas receitas e para inovarem. 

O estudo aponta para níveis elevados de confiança na utilização de agentes de IA em tarefas específicas, como escrever e-mails profissionais ou codificar e analisar dados. No entanto, também revela que os líderes empresariais estão conscientes da necessidade de manter esta confiança e a transparência ética tando a nível do desenvolvimento, como da implementação.

A aceleração da adoção da IA generativa nos últimos 12 meses não se limita às empresas, uma vez que os recentes desenvolvimentos tecnológicos também tornaram mais acessíveis as ferramentas públicas aos não especialistas.

Como resultado, e embora a sua adoção tenha aumentado, apenas 3% das empresas proibiram o uso de ferramentas públicas de IA generativa no local de trabalho. Quase todas as empresas (97%) permitem que os seus colaboradores usem a IA generativa de alguma forma, e mais de metade das organizações define regras de utilização específicas para as suas equipas.

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Retalho

Lidl e Cáritas fazem regressar a campanha de angariação de material escolar

A Cáritas e o Lidl Portugal realizam, pelo segundo ano consecutivo, uma campanha de recolha de material escolar nas lojas da insígnia. Decorre a 7 e 8 de setembro.

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No âmbito da sua estratégia de responsabilidade social e corporativa ‘Mais Lidl’, o Lidl Portugal volta a juntar-se à Caritas numa campanha de recolha de material escolar em mais de 70 lojas da insígnia, nos dias 7 e 8 de setembro.

“A campanha tem como objetivo apoiar as famílias mais carenciadas, suprindo as dificuldades que muitos agregados atravessam na gestão diária dos seus gastos no início do ano letivo, privilegiando a educação como pilar essencial”, destaca o Lidl Portugal.

Os clientes que quiserem participar poderão adquirir artigos de material escolar, disponíveis nas lojas Lidl, e entregá-los aos voluntários da Cáritas, presentes na antecâmara de loja, que estarão a receber as contribuições dos clientes nas lojas dos distritos de Vila Real, Aveiro, Viseu, Castelo Branco, Guarda, Coimbra, Leiria e Lisboa.

Em 2023 a campanha decorreu em 35 lojas nos distritos de Lisboa e Leiria e beneficiou mais de 1.500 crianças no seu regresso às aulas. A iniciativa decorre no âmbito da parceira do Lidl com a Cáritas que, desde 2017, realiza um peditório monetário anual nas lojas Lidl de norte a sul do país.

Há 29 anos em Portugal, o Lidl tem cerca de 9000 colaboradores, distribuídos por mais de 275 lojas, de norte a sul do país.

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Retalho

Bricomarché assinala 26 anos em Portugal com campanha de preços

A campanha decorre de 7 de setembro a 6 de outubro em todas as lojas da marca.

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O Bricomarché assinala o seu 26º aniversário em Portugal com o lançamento da campanha ‘É Festa Para Toda a Obra’.

A campanha lançada pela insígnia do Grupo os Mosqueteiros, referência em bricolage, construção, casa e jardim, decorre de 7 de setembro a 6 de outubro e oferece descontos em todas as lojas.

Para assinalar os 26 anos em Portugal, a marca preparou uma ação exclusiva para o primeiro dia da campanha, 7 de setembro, na qual os clientes poderão beneficiar de 20% de desconto em cartão em toda a loja. Esta promoção é válida em todos os pontos de venda da insígnia.

Há mais de duas décadas em Portugal, o Bricomarché conta com 59 lojas no total.

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Exportação

Melom inicia agora a expansão por toda a Espanha

A empresa portuguesa, que está presente em Madrid desde janeiro de 2021, acaba de assinar um acordo de extensão da marca para toda a Espanha.

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Depois de três anos a operar exclusivamente em Madrid, a empresa, que atua no setor das obras residenciais, inicia agora o seu plano de expansão para a cobertura integral no país vizinho, “com o objetivo de criar a maior rede espanhola de profissionais do setor de obras domésticas, à semelhança do trabalho feito em Portugal”, assume num comunicado.

Nos últimos três anos, a empresa consolidou o negócio de remodelação e reabilitação de imóveis no setor das obras residenciais na comunidade de Madrid com 32 franchisados, “com mais de 200 obras adjudicadas e uma escola de formação para profissionais do setor”, e prepara agora a sua transformação para Melom Espanha.

“Existem inúmeras oportunidades no mercado vizinho, um mercado estimado de mais de 60 mil milhões de euros, onde à semelhança de Portugal não existe qualquer referência; em Espanha mais de 70% das habitações tem 30 ou mais anos e quatro em cada cinco edifícios não são eficientes. O mercado gigantesco, aliado ao fato das empresas que operam neste setor terem carências nas áreas de tecnologia, marketing e desenvolvimento dos seus negócios criaram a oportunidade perfeita para o crescimento da Melom que depois de testar o conceito amplia assim a sua operação para toda a Espanha”, destaca João Carvalho, co-fundador da Melom.

O responsável revela que o plano de expansão representa um investimento de um milhão de euros e criará 10 postos de trabalho diretos na estrutura central, “a que se somarão os postos indiretos na rede de franquias”. “Os objetivos estabelecidos para Espanha para os próximos três anos são atingir uma rede com 240 franchisados e alcançar uma faturação de 50 milhões de euros”, reforça João Carvalho.

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