Vendas da Pernod Ricard sobem 10% para 12.140 milhões de euros
O distribuidor internacional de bebidas espirituosas e vinho reportou, em comunicado, lucros líquidos de 2.262 milhões de euros, mais 13% em relação ao ano fiscal de 2022, um “forte aumento”, considera, para o qual contribuiu o “crescimento do lucro das operações recorrentes”

Rita Gonçalves
Vinhos de Portugal 2025 reúne 1300 referências na disputa pelo título de melhor do ano
Clube de Ténis do Porto recebe Torneio CTP Torrié Coffee 2025
Centromarca manifesta preocupação com tarifas e lembra: “Força e integridade do mercado único da UE nunca foram tão essenciais”
Expocosmética regressa este mês à Exponor
Inovação portuguesa cria o primeiro arroz 100% nacional
Sport Zone reinaugura segunda maior loja do país no CascaiShopping
Salutem volta a apoiar a Corrida Sempre Mulher
Entregas não domiciliárias da InPost premiadas como ‘Melhor Serviço do Ano’
Quatro portugueses são finalistas dos World Food Photography Awards
Loja Continente GaiaShopping transformada para uma experiência de compra “cada vez mais positiva e inclusiva”
A Pernod Ricard encerrou o ano fiscal de 2023 com um crescimento orgânico de 10% nas vendas líquidas para 12.137 milhões de euros. O distribuidor internacional de bebidas espirituosas e vinho reportou, em comunicado, lucros líquidos de 2.262 milhões de euros, mais 13% em relação ao ano fiscal de 2022, um “forte aumento”, considera, para o qual contribuiu o “crescimento do lucro das operações recorrentes”.
“A Pernod Ricard apresentou um desempenho muito forte durante o ano inteiro, alcançando um crescimento de dois dígitos nas vendas e nos lucros, apesar do ambiente volátil. A relevância da nossa estratégia de crescimento, a conveniência das nossas marcas e o empenho inabalável e a agilidade das nossas equipas permitiram-nos ganhar quota na maioria dos mercados e reforçar os preços”, sublinhou Alexandre Ricard, presidente e diretor executivo para justificar os resultados.
O fluxo de caixa livre recorrente da distribuidora das marcas Jameson e Absolut, entre outras, atingiu 1.653 milhões de euros e a dívida líquida aumentou para 10.273 milhões de euros.
A empresa propôs o pagamento de um dividendo de 4,70 euros, um aumento de 14% em relação ao ano fiscal de 2022, e um programa de recompra de ações de 500 milhões de euros a 800 milhões de euros no ano fiscal de 2024.
Sobre o futuro, Alexandre Ricard afirma estar confiante na capacidade de cumprir objetivos a médio prazo, apesar da conjuntura desafiadora que paira sobre o ano fiscal de 2024. A empresa espera um “crescimento alargado e diversificado das vendas líquidas” para conjunto do ano, uma “adaptação ao abrandamento das pressões inflacionistas” e o “foco contínuo na gestão do crescimento das receitas e na eficiência operacional”.