Edição digital
PUB
Data Center

O património cultural como fator de atração de turistas a uma cidade. O caso da cidade do Porto

“A cidade do Porto configura um excelente exemplo do potencial do turismo como fator de desenvolvimento e mundialização de marca turística e imagem, recordando para mais o facto de dar o nome e servir de entreposto ao mais antigo e mais genuinamente histórico produto e marca de Portugal: o Vinho do Porto”

Rita Gonçalves
Data Center

O património cultural como fator de atração de turistas a uma cidade. O caso da cidade do Porto

“A cidade do Porto configura um excelente exemplo do potencial do turismo como fator de desenvolvimento e mundialização de marca turística e imagem, recordando para mais o facto de dar o nome e servir de entreposto ao mais antigo e mais genuinamente histórico produto e marca de Portugal: o Vinho do Porto”

Rita Gonçalves
Sobre o autor
Rita Gonçalves
Artigos relacionados
Nestlé Portugal lança série dedicada à literacia alimentar
Alimentar
Casa Relvas aumenta o portfólio com três novos monocastas
Bebidas
CONFAGRI diz ser “incompreensível” a redução do apoio à horticultura
Alimentar
Snacking é uma forma de conexão segundo estudo de tendências da Mondelēz
Alimentar
HAVI implementa em Portugal um projeto-piloto de gestão de armazéns
Logística
Jerónimo Martins entre as 100 melhores empresas mundiais em diversidade e inclusão social
Retalho
Essência do Vinho regressa ao Porto com 4.000 vinhos de 400 produtores
Bebidas
Indústria alimentar e das bebidas exportou 8.190 M€ em 2024
Exportação
Festival da Comida Continente de volta em julho
Retalho
Embalagem e logística têm melhorado a eficiência operacional
Logística
PUB

vinho-do-porto-2.jpgPor Vitor Teixeira – Professor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa

Susana Costa e Silva – Professora da Católica Porto Business School e Diretora do Mestrado em Marketing da CPBS

PUB

Sandra Raquel Castro – Aluna de Mestrado em Marketing da Católica Porto Business School

O turismo é uma das atividades económicas com maior dinamismo no mundo atual e com um enorme potencial de desenvolvimento, assente, sobretudo, na diversificação económica e na valorização de recursos endógenos. A cidade do Porto configura, neste âmbito, um excelente exemplo do potencial do turismo como fator de desenvolvimento e mundialização de marca turística e imagem, recordando para mais o facto de dar o nome e servir de entreposto ao mais antigo e mais genuinamente histórico produto e marca de Portugal: o Vinho do Porto.

Mas, como a atualidade mostra de forma clara, essa marca histórica e idiossincrática do velho burgo portuense já não é a única via de desenvolvimento para a cidade, entretanto delapidada do seu pioneiro valor industrial, coração antigamente da mais antiga região industrial portuguesa. Mas não choremos sobre o passado nem lamentemos o presente, pensemos antes em como construir o futuro, que pode ser altamente alavancado, económica e culturalmente, no turismo, com base no potencial histórico, artístico, cultural e inovador do Porto, já também um berço, com matriz pujante, das indústrias criativas, em que se afirma a cada dia.

O património cultural do Porto é, neste sentido, um dos recursos endógenos mais importantes da cidade, englobando, materialmente, as igrejas, conventos e mosteiros, casas e palácios, praças, conjuntos arqueológicos, centro histórico, entre outro (património material, no qual se lança aqui o desafio do património industrial…), mas também bens imateriais como a literatura, a música, a gastronomia, a linguagem e os costumes/ tradições, que são a identidade cultural do povo, para mais numa cidade que é também berço de revoluções e insurreições, ciosa da sua identidade e personalidade coletiva, patenteada numa história plena de dinâmica empreendedora e de consciência de cidadania política e regional. A identidade é um fator fulcral sobre o qual a cidade constrói a sua imagem, as suas raízes e é nela que se encontra um dos principais fatores de atração de turistas.

Natal no Passeio dos Clérigos (5)Potencialidade do património cultural do Porto

As caraterísticas distintivas do Porto, as que lhe conferem identidade própria, estão associadas ao Centro Histórico, um dos berços da cidade, e às suas gentes, para além das suas labirínticas ruas estreitas e velhos edifícios em torno da Sé (Morro da Sé ou da Penaventosa, a cividade antiga), ao Rio Douro (a cidade burguesa, comercial, moderna, internacional…) e, na outra margem (Entreposto, as chamadas Caves), também, ao Vinho do Porto.
Desde cedo, a cidade assumiu uma trajetória virada para o mundo com grande enfoque nas relações comerciais internacionais (assim como nacionais, com o ‘hinterland’ nortenho e o Douro Vinhateiro), relações essas materializadas e plasmadas na sua arquitetura emblemática, expressão de gosto, riqueza e mundividência. A este propósito, de referir que se celebrarão este ano (a 5 de dezembro) vinte anos sobre a elevação do Centro Histórico do Porto na Lista de Bens e Sítios classificados como Património Cultural da Humanidade da UNESCO.
O Centro Histórico do Porto conserva pois, na diacronia, de forma artisticamente valorizável, os testemunhos de épocas e periodizações artísticas e estilísticas sucessivas. Podemos a este respeito elencar a época Romana e a SuevoVisigótica, nas mais remotas, mas principalmente os estilos Românico, Gótico, Renascimento e Maneirismo Barroco e Neoclássico, Moderno e Contemporâneo, além da Arte Nova e do Património Industrial. A arquitetura no Porto é, sem dúvida, um dos pontos fortes em termos culturais, quer o núcleo fundamental do edificado no centro histórico, quer a arquitetura do século XX e XXI não apenas no Centro como por toda a cidade, pautada por nomes mundialmente conhecidos (Fernando Távora, Siza Vieira ou Souto de Moura) que em muito contribuíram para o prestígio da denominada Escola de Arquitetura do Porto, em boa parte oriunda da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. O edifício do Museu de Arte Contemporânea de Serralves veio reforçar ainda no final do século XX este poder atrativo da arquitetura do Porto e, já no século XXI, este poder viu-se enriquecido com o edifício da Casa da Música, obra de Rem Koolhaas, arquiteto holandês. Este projeto surgiu na renovação arquitetónica e urbanística de certas áreas da cidade no âmbito do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura, certame de grande dimensão que ajudou ainda mais a catapultar a tradição inovadora e criativa, bem como o património material e imaterial da cidade e das suas gentes.
Tendo por base todas as motivações atrás elencadas e outras que certamente existirão, num plano mais imaterial ou não tão evidente em termos patrimoniais, o potencial turístico da cidade foi recentemente comprovado, com a distinção de melhor destino europeu de 2012 pela European Consumers Choice. No website da organização é possível confirmar esta atribuição: “Com a variedade de recursos disponíveis, o Porto conquista todos os seus visitantes, desde aqueles que o procurem pela história e autenticidade àqueles que o busquem para explorar uma nova cidade, mais cosmopolita e contemporânea”. De referir ainda que, em 2014, o Porto constou na lista dos 20 melhores destinos. No que diz respeito à confirmação do estatuto que a cidade do Porto tem vindo a granjear, de referir que, de acordo com as conclusões do estudo “O Perfil do Turista que visita o Porto e o Norte de Portugal”, os visitantes têm vindo a realizar mais compras, a gastar mais, recomendado o destino e manifestando a intenção de regressar. Este facto é por si só fundamental para alicerçar nestas constatações a base para uma reorientação estratégica que se espera que a cidade concretize do ponto de vista dos negócios que ali se acolhem. De facto, e com base no mesmo estudo, podemos constatar que os visitantes da cidade do Porto ficaram bastante satisfeitos com a visita à cidade, já que numa escala de 1 a 7 pontos, foi obtida uma média global de 6,29 pontos, o que não deixa de ser um valor admirável.
Verificou-se ainda que o alojamento, a hospitalidade, o “value for money”, a limpeza, a gastronomia, os parques naturais e o comércio, foram os atributos em que os turistas revelaram maiores índices de satisfação. O estudo revela ainda que são os franceses, espanhóis, alemães e ingleses com idades maioritariamente entre os 19 e 40 anos que mais visitam a invicta. 16,1 % dos inquiridos elegem o “património” como uma das principais razões para visitarem a cidade, ficando ainda no top das preferências a “beleza natural” e o “preço” com 31,1 % e 25,9% das preferências, respetivamente.

Iniciativas de conservação e divulgaçãoPorto

O serviço municipal tem a seu cargo a proteção do património cultural da cidade, tendo essencialmente responsabilidades de conservação e divulgação. Estas desdobram-se em múltiplas atividades, entre as quais se destacam: proteção e classificação de imóveis, aconselhamento sobre intervenções, visitas guiadas, pesquisa e estudo, apoio ao licenciamento de obras e arqueologia. Pode dar-se como exemplo de reabilitação recente a restituição da imponência do edifício situado em plena Praça da Liberdade que já foi convento (dos Lóios, ou Cónegos Azuis de S. João Evangelista, ou de S. Elói, por estar junto à antiga porta homónima, na muralha gótica, dita Fernandina), depois palácio, mais tarde banco e que, agora, abre portas como um hotel de cinco estrelas que vem aumentar e promover as potencialidades turísticas da cidade. Apesar de todas estas funcionalidades, o espaço continua carimbado com o nome que traz desde o século XIX: Palácio das Cardosas.
A tarefa de divulgação da cidade é também levada a cabo pela Associação de Turismo do Porto (ATP) que é a responsável pela promoção externa do destino Porto e Norte de Portugal. Esta associação lançou um portal online, “Porto and the North: the essence of Portugal”, 2013.
“O novo portal responde ao aumento da procura de informação turística através dos canais online e integra ferramentas capazes de potenciar diretamente as vendas do destino. Será, seguramente, um importante aliado para os objetivos de crescimento de turismo internacional para o Porto e Norte de Portugal nos próximos anos, como refere Vladimiro Feliz, presidente da ATP. Com esta nova ferramenta de trabalho, a ATP2 propõe o incremento do número de dormidas no ano de 2015, para 2,6 milhões, assim como o reforço nos mercados em crescimento e de procura sazonal.
Concomitantemente, o site “Porto Turismo – Oportunity to discover” encontra-se a funcionar como um verdadeiro guia onde o turista pode apoiar-se para programar a sua viagem e descobrir o que a cidade tem de mais belo. O website está dentro da linha seguida pela marca “PORTOCULTURA”, que tem como estratégia construir uma missão cultural para a cidade, introduzindo a contemporaneidade, mas tendo por base o que a cidade tem de mais genuíno – a sua identidade.
O património da cidade do Porto deve ser, pois, encarado como um domínio estratégico, uma vez que nele reside um precioso fator de atração turística. Os benefícios do aumento do número de visitantes são evidentes, tanto a nível económico como social. O turismo, como se sabe, contribui positivamente para a balança comercial portuguesa e impulsiona a economia, gerando emprego e dinamismo na região. Além disso, o intercâmbio cultural é também enriquecedor tanto para os que recebem como para os que visitam a cidade.

porto.jpgDesafios

O mercado turístico do Porto encontra-se em constante evolução, pelo que previsões e projeções constituem um desafio a que o tecido empresarial da região não pode ficar indiferente. Há a constante necessidade de definir parâmetros essenciais, como as tendências da procura, a ação da concorrência (outros destinos turísticos e outras propostas de valor dentro da cidade) e o desempenho dos mediadores de mercado (companhias aéreas, cruzeiros, Internet, redes sociais). É ainda importante desenvolver atividades promocionais, infraestruturas, e acima de tudo, apostar na formação, qualidade e certificação dos agentes que desenvolvem funções turísticas na cidade, desde os funcionários dos hotéis até aos guias turísticos. Sugere-se que todos os agentes económicos dos sectores da Economia e do Turismo, numa sinergia potenciadora de novos negócios e fortalecimento de um mercado com grande potencial de desenvolvimento, falem a uma só voz, de modo a proporcionar uma experiência única aos turistas. É com base nestas experiências singulares que se podem catapultar os negócios existentes e alavancar o próprio mercado, ali alicerçando novas propostas de valor mais consentâneas com o atual panorama de negócios na cidade do Porto.
No horizonte da promoção turística e desenvolvimento deste sector como importante atividade económica no Porto e seu ‘hinterland’, impõe-se uma aposta na qualidade e na inovação, na diferença, nomeadamente no que diz respeito à oferta de novos produtos turísticos ou renovação dos que já existem. Tudo isto deve ser alicerçado no potencial paisagístico e humano, monumental e patrimonial, em novos roteiros, ou redefinição dos já existentes. Uma especial ênfase deve ser dada ao património enológico e comercial, a começar no Vinho do Porto ou outros produtos vínicos, como o Vinho Verde e as bebidas espirituosas, em franco crescimento a nível de exportações e impacto económico.
Podemos, pois. exponenciar o Porto como cidade da arquitetura e da engenharia civil, antiga e contemporânea, de experimentalismos nesse campo, de inovação e arrojo, de sucesso nas suas escolas de arquitetura, design, de moda e artes cénicas, por exemplo.
Pontes em ferro, em betão, pontes na memória (a das Barcas), o Porto é uma cidade de rio e de cruzar o mesmo. É também uma cidade de tradições e lendas, estribos da sua história e da de Portugal. Cidade de revoluções, de coragem indómita, de luta e de gentes aguerridas, o Porto plasma a sua história milenar nos seus monumentos, que atravessam a diacronia da história da arte, nos seus estilos e gramáticas artísticas, como também nos seus museus e coleções, espólios artísticos, públicos ou privados, nos seus espaços de cultura. E é ainda uma cidade de sociabilidade, de que são exemplo os cafés históricos, que juntam património material e imaterial, história e histórias de vidas.
Recordaríamos aqui os Judeus que se refugiram na Cidade desde os anos 30, fugindo à voragem da Guerra. E por cá ficariam, solicitando aos proprietários de cafés que abrissem esplanadas, como nas suas cidades do Centro da Europa. Nesta cidade granítica e brumosa, pluviosa, esse povo em diáspora acabou por trazer um ‘elan’ novo a uma cidade que se fazia na modorra intacta da ‘pátine’ intemporal… Cafés com literatura, arte, tertúlia, focos de lutas e “diatribes” literárias e culturais, o Porto é um marco nesse aspeto cultural, como nas suas livrarias e polos culturais. Quantos novos roteiros ou renovações dos antigos se poderiam criar nesta “tessitura” histórica e cultural desta singular cidade, potenciando-se como fatores de atração e dinamização turística.

Bibliografia:

António, Magalhães, Duarte, Pereira, Joaquim (2010), “City Marketing- My place in XXI- Gestão estratégica e Marketing de cidades”, 1ª edição, Vida Económica-Editoria

Celeste, Pedro (2010), “Que marketing para o turismo em Portugal?”, Jornal Expresso, 9 de julho 2010

IPDT- Instituto do Turismo (2º trimestre 2013), “O Perfil do Turista que visita o Porto e Norte de Portugal”

Nunes, Rui, Ferreira, Inês, Maia, Olga e Alves, Sofia (maio 2013), “Plano Municipal de Cultura do Porto”
Netgrafia:
http://www.portoenorte.pt/client/files/0000000001/2194.pdf, 21 de outubro 2014

http://www.europeanconsumerschoice.org/travel/european-best-destination-2012/, 21 outubro 2014

http://www.portoturismo.pt/Visitar/Paginas/default.aspx, 2 novembro 2014.

http://www.visitportoandnorth.travel/, 14 de novembro 2014

http://www.patrimonio.pt/feira/index.php/apresentacao/a-feira, 14 de novembro 2014.

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Artigos relacionados
Nestlé Portugal lança série dedicada à literacia alimentar
Alimentar
Casa Relvas aumenta o portfólio com três novos monocastas
Bebidas
CONFAGRI diz ser “incompreensível” a redução do apoio à horticultura
Alimentar
Snacking é uma forma de conexão segundo estudo de tendências da Mondelēz
Alimentar
HAVI implementa em Portugal um projeto-piloto de gestão de armazéns
Logística
Jerónimo Martins entre as 100 melhores empresas mundiais em diversidade e inclusão social
Retalho
Essência do Vinho regressa ao Porto com 4.000 vinhos de 400 produtores
Bebidas
Indústria alimentar e das bebidas exportou 8.190 M€ em 2024
Exportação
Festival da Comida Continente de volta em julho
Retalho
Embalagem e logística têm melhorado a eficiência operacional
Logística

Young parents and their small kids talking while having breakfast in dining room.

Alimentar

Nestlé Portugal lança série dedicada à literacia alimentar

A iniciativa ‘Alimentologia’ visa “contribuir para a literacia alimentar, saúde e bem-estar dos portugueses”, desmistificando mitos associados a alimentos e respetivos hábitos alimentares.

Sob o mote ‘Alimentologia: A ciência por detrás dos mitos’, os conteúdos desta iniciativa da Nestlé Portugal foram desenvolvidos por especialistas em nutrição, que explicam, de forma clara e acessível, os princípios científicos que sustentam ou refutam crenças alimentares comuns.

Segundo a Nestlé Portugal, os conteúdos abordam temas essenciais para uma alimentação equilibrada e sustentável, esclarecendo dúvidas, como o papel do açúcar num padrão alimentar saudável, o impacto do consumo de café na saúde, a inclusão dos hidratos de carbono e outros aspetos fundamentais da nutrição, como a leitura e compreensão dos rótulos dos alimentos, ajudando os portugueses a fazer escolhas informadas.

“Dados recentes do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção Geral da Saúde revelam que os hábitos alimentares inadequados são o segundo fator de risco para a mortalidade precoce em Portugal. Dessa forma, a Nestlé pretende ser um agente promotor de impacto positivo e a nossa missão é tornar a informação baseada na ciência acessível aos consumidores, permitindo-lhes tomar decisões alimentares mais conscientes e saudáveis. Com o projeto Alimentologia, pretendemos aumentar o conhecimento sobre alimentação, contribuir para escolhas mais informadas, identificar mitos e clarificar conceitos, e, assim, promover a saúde das gerações atuais e futuras, e do nosso planeta.”, destaca Ana Leonor Perdigão, responsável de Nutrition, Health & Wellness da Nestlé Portugal

A iniciativa já se encontra disponível na plataforma digital Alimentologia, onde os consumidores podem aceder a conteúdos educativos e esclarecedores sobre nutrição.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bebidas

Casa Relvas aumenta o portfólio com três novos monocastas

Casa Relvas – Vinha do Vale Chardonnay 2024, Casa Relvas – Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024 e Casa Relvas – Vinha de São Miguel Trincadeira 2023, são as novidades do produtor.

Os novos Casa Relvas Chardonnay, Syrah Sem Cor e Trincadeira reforçam a oferta de vinhos monocastas, “destacando a diversidade e qualidade das vinhas da região, assim como a busca e novos terroirs”, apresenta a Casa Relvas. A gama de monovarietais do produtor alentejano passa a contar com 11 referências. Das colheitas de 2023 no vinho tinto, e 2024 nos brancos, estes novos vinhos vieram juntar-se às referências de monocastas apresentadas em 2022. Para além da própria casta, os rótulos destes vinhos têm também a indicação da vinha de onde são provenientes as uvas, bem como a sua localização.

“Nos últimos anos temos vindo a adquirir e plantar novas vinhas em diferentes terroirs que se têm vindo a provar de exceção, e por isso decidimos ir aumentando a nossa gama de monocastas com uvas provenientes de outros lugares, que achamos que têm resultados em vinhos muito interessantes”, explica Alexandre Relvas, CEO da Casa Relvas. “A produção de monovarietais é sempre um grande desafio, porque cada casta tem as suas especificidades, o seu tempo de maturação e diferentes níveis de adaptação aos solos, o que também é um estímulo para a equipa da Casa Relvas”, acrescenta.

O Casa Relvas – Vinha do Vale Chardonnay 2024 é produzido com uvas da Vinha do Vale, na Aldeia da Serra, num vale do sopé Sul da Serra d’Ossa. A Vinha do Vale está plantada em solos argilo-xistosos pouco profundos, que obrigam as plantas a lançarem as raízes na profundidade do xisto, o que origina vinhos com muita mineralidade e grande frescura. O Vinha do Vale Chardonnay 2024, com produção de dez mil garrafas, estagiou quatro meses em barricas de carvalho francês. “É um vinho amarelo citrino, de aroma fresco e vibrante, a maçã verde, melão, pêssego e aromas cítricos, em equilíbrio com notas de baunilha, muito discretas. Apresenta bom volume de boca e acidez muito equilibrada, a terminar num fim de boca longo”, apresenta o produtor.

Com uvas da Vinha do Ribeiro, plantada em 2015 em Orada, na região de Borba, o Casa Relvas – Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024 é um Blanc de Noirs, um vinho branco feito exclusivamente a partir de uvas tintas, neste caso da casta Syrah. “O principal objetivo de se produzir um Blanc de Noirs vai muito para além do aspeto comercial, pois é através desta técnica que se conseguem obter vinhos brancos com mais estrutura e complexidade”, explica o produtor. Depois de um estágio de quatro meses ‘sur lies’ (manter o vinho em contato com as borras finas, ou seja, as leveduras) o resultado é um vinho de cor amarela, com laivos dourados. Com aroma complexo de pêssego, damasco, maçã verde, pera e frutas cítricas, é possível também identificar algumas notas de flores brancas, como jasmim e flor de laranjeira. Foram produzidas 40 mil garrafas deste Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024.

Por último, o Casa Relvas – Vinha de São Miguel Trincadeira 2023 é feito com uvas da Herdade de São Miguel, Redondo, onde começou a a história da Casa e Família Relvas. A Vinha de São Miguel foi plantada em 2003, junto à barragem da Herdade de São Miguel, numa encosta virada a norte. Com uma estágio de 12 meses em tonel, “este é um vinho de cor rubi com reflexos violeta, que apresenta um aroma intrigante e sofisticado com delicadas notas de flores brancas, que lhe conferem um toque de leveza e frescura. “Revela também nuances de floresta molhada e, por fim, os aromas evoluem para subtis notas de tabaco, adicionando profundidade e elegância. Na boca sentem-se taninos sedosos e ligeiros com excelente persistência e mineralidade”, apresenta a Casa Relvas, que produziu 12.500 garrafas deste monovarietal.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Alimentar

CONFAGRI diz ser “incompreensível” a redução do apoio à horticultura

A Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal considera “incompreensível” a exclusão das culturas em regime de sequeiro, dos apoios dados à horticultura.

A CONFAGRI afirma ser “incompreensível” que, só após os agricultores assumirem os custos de produção das sementeiras realizadas, “o grupo de pagamento ‘Horticultura’ deixe de conter, através de uma Orientação Técnica, as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro”. Essa alteração que incluí, agora, apenas apoios para as culturas de regadio, “irá traduzir-se numa impactante redução de apoio aos agricultores nacionais e deve, por isso, ser alvo de alteração por parte da tutela”, defende a Confederação.

“De facto, a alteração do grupo de pagamento para as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro indicada no ponto 2.2.4 da OT AG PEPACC N.º 16/2025, traduzir-se-ia numa redução do apoio em cerca de seis vezes, no caso da intervenção C.1.1.8 – ‘Agricultura biológica (reconversão e manutenção)’, e em cerca de 12 vezes no caso da intervenção C.1.1.7 – ‘Produção integrada (PRODI) – Culturas agrícolas'”, sublinha a CONFAGRI.
Para a Confederação, esta alteração carece de discussão e justificação técnica, “devendo ser objeto de decisão em sede de reprogramação do PEPAC e não apenas apresentada aos agricultores após estes terem assumido os custos de produção das sementeiras já realizadas”.

“Medidas como esta não trazem a previsibilidade desejada e prometida aos agricultores”, alerta Nuno Serra. O secretário-geral da CONFAGRI defende ser “urgente” que o Ministério da Agricultura e Pescas altere a Orientação Técnica em causa, “repondo os apoios previstos para as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro conforme disposto na Portaria n.º 360/2024/1, de 30 de dezembro”.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Alimentar

Snacking é uma forma de conexão segundo estudo de tendências da Mondelēz

O estudo ‘State of Snacking’, da Mondelēz International conclui que os consumidores veem este produto “como uma forma de conexão e partilha”.

A multinacional alimentar divulgou as informações sobre o amor, a conexão e os snacks no seu sexto relatório anual ‘State of Snacking’, um estudo global de tendências de consumo que analisa como os consumidores tomam decisões em relação ao snacking. “Os resultados do estudo indicam que 71% dos consumidores a nível global concordam que partilhar um snack com outras pessoas é uma ‘love language’, uma forma de expressar amor”, avança a Mondelēz International. Este valor é ainda mais alto entre os inquiridos da geração Millennial e da geração Z.

Desenvolvido em parceria com The Harris Poll, o estudo de 2024 acompanha as atitudes e comportamentos em relação aos snacks entre milhares de consumidores em 12 países e conclui que os consumidores estão cada vez mais a usar as pausas para snacks “como uma forma de expressar amor pelos outros, bem como por si próprios”.
A pausa para um snack é também uma forma de conexão, refere o estudo, acrescentando que os consumidores estão cada vez mais focados na conexão que os snacks proporcionam, com 64% a praticar o snacking regularmente para se conectar com os outros e 93% concordam que conseguem sempre encontrar um snack adequado para partilhar.

“A comida tem o poder de reunir as pessoas e fomentar uma sensação de conexão”, refere Melissa Davies, Senior Manager, Global Insights & Trendspotting da Mondelēz International. “À medida que os consumidores dão prioridade ao tempo para uma pequena indulgência, também fazem questão de partilhar essa experiência de prazer com os outros”, diz ainda

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Logística

HAVI implementa em Portugal um projeto-piloto de gestão de armazéns

Portugal foi o país escolhido pelo Grupo Havi para receber este projeto-piloto, pela dimensão adequada e qualificação das suas equipas

A Havi, empresa global de soluções de cadeia de abastecimento para o setor da restauração, está a implementar o primeiro sistema de gestão de armazéns (WMS) da Infor, no seu centro de distribuição do Porto. “Este projeto-piloto implementado em Portugal representa um marco significativo na estratégia de transformação digital global da empresa”, destaca a multinacional, que refere ser este “um sistema avançado que ajuda na standadização”. “Utiliza ferramentas para melhorar a precisão do inventário, maximizar a utilização do espaço disponível, aumentar a eficiência do trabalho e melhorar a qualidade do serviço ao cliente. Para além disso, acompanha e controla o fluxo físico de mercadorias e o fluxo de informações à medida que os produtos circulam pelo armazém”, explica.

As características do centro de distribuição do Porto levaram a que fosse escolhido como instalação pioneira para testar este sistema, já que tem capacidade de servir como modelo para futuras implementações. Para a empresa, a implementação deste sistema no centro de distribuição do Porto “é um marco fundamental na jornada de transformação da Havi, e resulta da colaboração excecional, dedicação e trabalho árduo de todas as equipas envolvidas”, sublinha Luís Ferreira, Managing Director da Havi Portugal. “Este é um passo estratégico para reforçar a segurança das TI, simplificar operações e continuar a definir os padrões de referência do setor. Para além disso, com esta solução colocamos Portugal na vanguarda da mudança e tornamo-nos um exemplo a seguir por outros países”, conclui.

Fundada em 1974, a empresa serve mais de 300 clientes em mais de 100 países, com soluções na aquisição, no armazenamento ou na entrega de produtos.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Jerónimo Martins entre as 100 melhores empresas mundiais em diversidade e inclusão social

O Grupo Jerónimo Martins foi integrado no FTSE Diversity & Inclusion Index – Top 100, um índice de referência que lista as empresas cotadas em bolsa com melhor desempenho na promoção de locais de trabalho diversos e inclusivos.

O FTSE Diversity & Inclusion Index analisa mais de 15.500 empresas cotadas em bolsa em todo o mundo e que integram índices como S&P 500, ASX300, MSCI World, MSCI Emerging Markets, FTSE100 ou Bovespa. A Jerónimo Martins ocupa a 46ª posição a nível mundial, sendo a única empresa portuguesa, bem como a única da indústria ‘supermercados e lojas de conveniência’, a figurar neste índice, informa o Grupo num comunicado.

A metodologia utilizada tem por base a recolha de 24 indicadores de entre os pilares Diversidade, Inclusão, Desenvolvimento de Pessoas e Controvérsias, recorrendo a informação pública e a uma equipa de mais de 700 analistas. “As 100 empresas mais bem classificadas são selecionadas para o índice, sendo organizadas de acordo com a pontuação global de Diversidade e Inclusão, numa escala de 0 a 100 pontos. O Grupo Jerónimo Martins conquistou uma avaliação de 74,25 pontos”, informa ainda.

A existência de serviços de apoio aos filhos dos colaboradores, como creches em Portugal, a existência de políticas que contribuem para o equilíbrio da vida pessoal e profissional, a percentagem de mulheres em cargos de gestão e a percentagem de colaboradores com deficiência e/ou incapacidade são alguns dos indicadores analisados.

As políticas de inclusão do Grupo Jerónimo Martins têm merecido distinções nacionais e internacionais de referência. Desde 2021 que a holding tem a distinção ‘Marca Entidade Empregadora Inclusiva’ atribuída pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), tendo subido ao nível de Excelência em 2023. Também o Recheio Cash & Carry é ‘Marca Entidade Empregadora Inclusiva’ desde 2021 e o Pingo Doce tem esta distinção desde 2023.

O Grupo viu também o seu Programa Incluir ser premiado na primeira edição dos European Commerce Awards, do EuroCommerce, como a melhor prática na categoria ‘Qualificação e Inclusão’. Mais recentemente, foi o Fórum Económico Mundial também a distinguir o Programa Incluir como um de oito case-studies em destaque no ‘Diversity, Equity and Inclusion Lighthouses 2025 Insight Report’, que revela iniciativas empresariais de grande impacto social desenvolvidas em todo o mundo.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Photography by Fabrice Demoulin

Bebidas

Essência do Vinho regressa ao Porto com 4.000 vinhos de 400 produtores

De 20 a 23 de fevereiro, no Palácio da Bolsa, a Essência do Vinho – Porto vai ainda acolher um concurso e várias provas comentadas.

De acordo com a organização, durante os quatro dias, vão ser dados a provar cerca de 4.000 vinhos de 400 produtores representados. Do programa, destaca-se a ‘Revista de Vinhos – TOP 10 Vinhos Portugueses by Cork Supply’, prova com júri internacional que agrega um grupo de provadores formado por jornalistas, críticos, sommeliers e elegerá a dezena de vinhos mais entusiasmantes do país, tendo por base uma pré-seleção realizada pela publicação ao longo do último ano.

A 20 de fevereiro, o palco das provas comentadas terá referências nacionais e internacionais. ‘A nova Borgonha, para lá dos clássicos’, ‘Susana Esteban: Vertical Sidecar’, ‘Gaja, sonhar em Itália’ ou ‘A Sogrape também é ímpar’ são algumas das provas do dia.

Já no segundo dia de evento, as salas do Palácio da Bolsa vão dos Açores ao Douro, passando ainda pelos Vinhos Verdes e pelos vinhos do Brasil com as provas ‘Czar: o vinho do Pico que parece impossível’, ‘Os terroirs da Quinta do Vale Meão’, ‘Alvarinhos, de A a S: estilos de vinificações, tempos de estágio e diversidade de perfis’, ‘Symington: The Library Release Porto Vintage Collection’ e ‘Vinhos de Minas Gerais’.

O terceiro e penúltimo dia da Essência do Vinho – Porto, ‘Paulo Nunes: 20 anos de vindimas’, ‘Mosel, Alemanha: Weingut Max Ferd. Richet’, ‘Cachaça de Minas Gerais’, ‘Quinta de Lemos: 20 anos’ e ‘Tapada de Coelheiros Garrafeira’ são algumas das provas que a acontecer paralelamente às provas abertas que, ao longo dos  quatro dias, vão congregar 4.000 vinhos dos 400 produtores representados no Palácio da Bolsa, ao longo dos quatro dias de evento.

‘Dão revelado: o desafio dos sentidos’, ‘Brancos de guarda da região dos Vinhos Verdes’, ‘Maison Boizel: o pináculo do champanhe artesanal’, ‘Biondi-Santi: de Brunello di Montalcino, um Sangiovese singular’ são as provas agendadas para domingo, dia 23 de fevereiro.

A par da programação e das provas livres, destaque de novo para o ‘RV Room Experience’, um espaço exclusivo que apresenta grandes famílias do vinho.  Paralelamente, o projeto ‘Gosto do Porto / Taste of Porto’ volta a incidir sobre mais de 80 restaurantes, lojas, garrafeiras e wine bares da cidade, para um roteiro de experiências complementares.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Exportação

Indústria alimentar e das bebidas exportou 8.190 M€ em 2024

O mercado espanhol continua a ser o mais relevante para as exportações portuguesas da indústria alimentar e das bebidas, representando quase 39%. Os países que mais contribuíram para o aumento foram Itália, Espanha, Países Baixos e Polónia.

Hipersuper

“Ao ultrapassar a barreira dos 8 mil milhões de euros, a indústria alimentar e das bebidas não só alcançou o objetivo previsto para 2024, como praticamente duplicou as exportações em valor na última década”, destaca o presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), em comunicado. Jorge Tomás Henriques afirma-se otimista para os resultados em 2025, apesar da situação na economia global em função das guerras comerciais e pacotes tarifários de alguns países e blocos económicos.

A União Europeia representou 5.593M€ nas exportações da indústria alimentar e das bebidas nacional, com os dados do Instituto Nacional de Estatística a indicarem que nos 12 meses de 2024, e por comparação a igual período de 2023, houve uma variação de 12,6% ao nível das exportações para os 27 Estados-membros.

O mercado espanhol continua a ser o mais relevante para as exportações portuguesas da indústria alimentar e das bebidas nacional, representando quase 39%. Os países que mais contribuíram para o aumento foram Itália, Espanha, Países Baixos e Polónia.

Já para fora do bloco comunitário as exportações alimentares e de bebidas alcançaram 2.596M€, o que representou um crescimento de 1,21% face a 2023. Brasil e Estados Unidos da América, com 13,9% e 4,2%, respetivamente, foram os países que mais contribuíram.

Ainda por comparação a 2023, o défice da balança comercial da indústria alimentar e das bebidas decresceu e situa-se agora em 5,44%.

“Os dados oficiais permitem perceber que a indústria alimentar e das bebidas tem sabido adaptar-se, antecipar-se e responder às exigências do consumidor, ao mesmo tempo que se afirma em mercados cada vez mais exigentes e contribuiu para mudar o perfil da economia portuguesa”, destaca a FIPA num comunicado.

A indústria alimentar e das bebidas é responsável por mais de 113 mil postos de trabalho diretos e cerca de 500 mil indiretos e “assume, simultaneamente, uma grande importância no desenvolvimento do tecido empresarial, nomeadamente nas zonas do interior, onde o setor situa as suas unidades industriais, e na afirmação do potencial de evolução da autossuficiência alimentar do país”, sublinha a Federação.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Festival da Comida Continente de volta em julho

No ano em que celebra 40 anos, a festa será ainda maior, o Continente oferece dois dias repletos de concertos, receitas preparadas por chefs de renome, experiências gastronómicas e
provas de vinhos.

Hipersuper

O Festival da Comida Continente está de volta ao Parque da Cidade do Porto, nos dias 12 e 13 de julho de 2025, com o melhor da gastronomia e o objetivo de democratizar o acesso à cultura e ao entretenimento, proporcionando momentos de partilha e diversão para toda a gente.

O maior evento gratuito em Portugal ‘Dá Palco todos os Gostos ‘ e junta grandes nomes da música portuguesa e internacional às mais recentes tendências da gastronomia. No ano em que celebra 40 anos, a festa será ainda maior, o Continente oferece dois dias repletos de concertos, receitas preparadas por chefs de renome, experiências gastronómicas e
provas de vinhos.

O Festival da Comida Continente, premiado pelos BEA Word Awards tem entrada livre e é pet Friendly.

Reconhecido pela Sociedade Ponto Verde com a certificação 3R6, é um evento comprometido com a Sustentabilidade. O recinto tem cerca de 250 mil m 2 e estará aberto das 10h30 à 01h00 no sábado, dia 12 de julho, e das 10h30 às 23h00 no domingo, dia 13 de julho.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Logística

Embalagem e logística têm melhorado a eficiência operacional

A organização da Empack e Logistics & Automation Porto defende que o crescimento do comércio eletrónico em Portugal tem ajudado a implementar soluções logísticas mais ágeis e flexíveis. 

Hipersuper

As embalagem e logística portuguesas têm melhorado a eficiência operacional, garantem os especialistas da cimeira nacional que representa toda a cadeia de valor do setor. A Empack e Logistics & Automation Porto 2025 vai realizar-se na Exponor, de 9 a 10 de abril.

Andrea Iorio, um dos maiores palestrantes internacionais sobre transformação digital, inteligência artificial e inovação, é keynote speaker do programa de conferências que decorre em paralelo. Defende que o setor logístico português “está a passar por uma transformação muito significativa, marcada pela digitalização e automação dos processos”. Uma evolução em que “é notória a adoção de tecnologias avançadas”, como sistemas de gestão de armazéns automatizados e soluções de rastreamento em tempo real, que, por sua vez, “têm melhorado a eficiência operacional global, bem como a imagem que os operadores internacionais possuem do mercado luso”.

“O setor de embalagem em Portugal tem mostrado um crescimento notável”, afirma Oscar Barranco

Um quadro geral para o qual tem “sido determinante” o crescimento do comércio eletrónico no país, que fomentou a adoção de “soluções logísticas mais ágeis e flexíveis para atender às expectativas dos consumidores”, assegura, por sua vez, Oscar Barranco, Managing Director da Easyfairs Iberia e um dos responsáveis pela Empack e Logistics & Automation Porto 2025. Com a 9.ª edição em marcha, a análise de Oscar Barranco reflete a perspetiva de vários especialistas que têm colaborado com a organização do certame. “O setor de embalagem em Portugal tem mostrado um crescimento notável, impulsionado pela procura de soluções mais sustentáveis e eficientes. As empresas estão a investir em materiais ecológicos e em designs que facilitam a reciclagem e a reutilização, alinhando-se com as tendências globais de sustentabilidade”, sublinhou.

Para a edição deste ano, ainda com as inscrições a decorrer, a equipa de trabalho organizativa já assegurou a participação de 82 operadores do setor, “o que, a dois meses da cimeira, significa um crescimento de 17% relativamente à última edição”. O certame receberá a visita de líderes da indústria, CEO, diretores de logística e embalagem e gestores. Da agenda de atividades complementares da Empack e Logistics & Automation Porto 2025 fazem ainda parte pequenas visitas guiadas, que permitirão aos visitantes conhecer as principais inovações dos expositores presentes.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 Hipersuper. Todos os direitos reservados.