Bruxelas facilita comércio de novos alimentos
Três projectos legislativos proibem a clonagem de animais para fins de exploração agro-alimentar e facilitam a autorização de novos alimentos

Rita Gonçalves
Nestlé Lindahls Protein lança “Good Move” para inspirar estilo de vida mais ativo
Cerveja Sagres reforça presença em eventos de música em Portugal
CVRTM dá a provar vinhos de Trás-os-Montes em Vilamoura
Parceria Spring GDS e MailAmericas visa e-commerce entre Europa e América Latina
Hipersuper promove debate sobre inovação no packaging do vinho na Empack e Logistics & Automation Porto
UBBO Shopping Resort dinamiza atividades de Páscoa
Vinhos de Portugal 2025 reúne 1300 referências na disputa pelo título de melhor do ano
Clube de Ténis do Porto recebe Torneio CTP Torrié Coffee 2025
Centromarca manifesta preocupação com tarifas e lembra: “Força e integridade do mercado único da UE nunca foram tão essenciais”
Expocosmética regressa este mês à Exponor
A Comissão Europeia anunciou três projectos legislativos para proibir a clonagem de animais para fins de exploração agro-alimentar e facilitar os procedimentos de autorização de novos alimentos e a sua a entrada no mercado.
Segundo Bruxelas, duas das propostas proíbem a utilização da técnica da clonagem na União Europeia aplicável aos animais de exploração (de espécie bovina, suína, caprina, equina e ovina) e as importações dos animais clonados, tal como a comercialização de alimentos provenientes de clones animais.
Estas alterações legislativas revêm ainda o actual regulamento relativo a novos alimentos, “com vista a melhorar o acesso de produtos alimentares novos e inovadores ao mercado da União Europeia”.
A Comissão Europeia considera como “novos” os alimentos que não eram consumidos no espaço europeu numa medida significativa antes de Maio de 1997, ou seja, antes da entrada em vigor do actual regulamento.
O comissário da Saúde, Tonio Borg, afirmou que estas iniciativas “respondem às preocupações em matéria de bem-estar animal, bem como à percepção dos consumidores em matéria de alimentos provenientes de clones animais de uma maneira realista e viável”.
“As alterações sobre os novos alimentos criarão um sistema mais eficaz, proporcionarão aos consumidores o benefício de uma ampla escolha de géneros alimentícios e um ambiente favorável para a indústria alimentar europeia”, acrescentou o responsável europeu.
O Parlamento Europeu e o Conselho irão agora discutir os projectos da Comissão e apresentar as suas posições, estimando-se que a nova legislação entrará em vigor em 2016, “na melhor das hipóteses”.
Com Lusa