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Portugal precisa de reciclar mais vidro para cumprir as metas de embalagens

Os portugueses estão a reciclar menos vidro. Este é o aviso do Electrão que, segundo o seu Relatório Executivo de 2023, sublinha que em 2023, foram recuperadas, a nível nacional, […]

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Portugal precisa de reciclar mais vidro para cumprir as metas de embalagens

Os portugueses estão a reciclar menos vidro. Este é o aviso do Electrão que, segundo o seu Relatório Executivo de 2023, sublinha que em 2023, foram recuperadas, a nível nacional, […]

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Os portugueses estão a reciclar menos vidro. Este é o aviso do Electrão que, segundo o seu Relatório Executivo de 2023, sublinha que em 2023, foram recuperadas, a nível nacional, 217.514 toneladas de embalagens de vidro, o equivalente a 21 kg por pessoa, o que representa um decréscimo de 3% em relação a 2022. O total nacional diz respeito não só ao material depositado no ecoponto, mas também ao que foi resgatado do lixo indiferenciado.

Para a entidade gestora de resíduos, estes valores são insuficientes para Portugal cumprir a taxa de recolha de embalagens de vidro imposta pela União Europeia, que é atualmente de 56% e que passará, já no próximo ano, para 70%.

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As embalagens usadas de plástico, papel/ cartão e metal que foram recolhidas permitem cumprir, pelo menos por enquanto, as metas estabelecidas para cada um destes materiais, mas as diretrizes de Bruxelas impõem que até final de 2025 devem ser reciclados, globalmente, pelo menos 65%, em peso, de todos os resíduos de embalagens, o que coloca uma pressão adicional sobre o sistema de gestão e reciclagem de embalagens em Portugal, alerta.

Isto significa que sem alavancar significativamente a recolha e reciclagem de embalagens, em particular de embalagens de vidro, Portugal não conseguirá atingir a meta global de reciclagem de embalagens, deixa claro.

Estes e outros números constam do Relatório Executivo de 2023 do Electrão, referente às suas três áreas de atuação: embalagens, pilhas e baterias e equipamentos elétricos usados, que está disponível online.

Pelo quarto ano consecutivo o Electrão investe neste exercício de transparência que destaca os resultados do Electrão com recurso a infografias, imagens e vídeos para comunicar os resultados de forma mais simples e apelativa.

O Relatório faz também referência aos temas mais críticos e que são determinantes para um melhor desempenho ambiental de Portugal, como é o caso da recolha e reciclagem de vidro, e aponta estratégias para aumentar a recolha, através de projetos a desenvolver em colaboração com o canal HORECA, que inclui os hotéis e restaurantes, mas também as cafetarias e serviços de caterings e que constitui um setor de forte concentração de produção de vidro de embalagem. Outras estratégias passam pela articulação com ações de limpeza urbana e pela aposta na recuperação de materiais a partir dos resíduos indiferenciados.

“Se Portugal ambiciona cumprir as metas que foram estabelecidas para a gestão dos resíduos urbanos tem, necessariamente, que trabalhar os dois fluxos – o seletivo e o indiferenciado – e a partir daqui promover a recolha multimaterial e a separação de diferentes famílias de materiais para potenciar a reciclagem”, sublinha o CEO do Electrão, Pedro Nazareth.

Com a recolha seletiva de biorresíduos “os materiais que erradamente continuam a ser depositados no contentor indiferenciado – não obstante o enorme esforço de sensibilização dos últimos 20 anos – ficarão livres de contaminantes e será mais fácil recuperá-los para reutilização”, sublinha Pedro Nazareth.

O Electrão é também membro fundador da Plataforma Vidro +, uma iniciativa colaborativa que envolve vários agentes da cadeia de valor do vidro de embalagem, comprometidos em desenvolver ações para tornar Portugal um país de referência na recolha e reciclagem das embalagens de vidro e na incorporação de vidro reciclado na produção de novas embalagens na transição para uma economia mais circular.
Os trabalhos desenvolvidos têm vindo a demonstrar que existe um potencial de crescimento significativo da recolha e reciclagem de vidro pelo que urge procurar soluções múltiplas que permitam aumentar as taxas alcançadas.

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Too Good To Go e APED promovem 1.ª jornada para a redução do desperdício alimentar

Portugal ocupa o 4.º lugar na União Europeia em desperdício alimentar, com mais de 1,9 milhões de toneladas de alimentos desperdiçadas anualmente, sendo 227 mil toneladas provenientes do comércio e distribuição alimentar (INE, 2022). A Too Good To Go e a APED estão unidos na promoção da redução do desperdício alimentar.

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Portugal desperdiça anualmente mais de 1,9 milhões de toneladas de alimentos, ocupando a quarta posição na União Europeia em volume de desperdício. Deste total, 227 mil toneladas são geradas pelo setor do comércio e distribuição alimentar, segundo dados do INE (2022). É neste contexto que a Too Good To Go, plataforma de combate ao desperdício alimentar, e a APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição – organizaram a 1.ª Jornada para a Promoção da Redução do Desperdício Alimentar, reunindo especialistas, retalhistas, entidades públicas e representantes da restauração para um debate sobre estratégias colaborativas para mitigar esta problemática.

O evento contou com a participação da Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar (CNCDA), organismo responsável por promover a redução do desperdício alimentar através de uma abordagem integrada e multidisciplinar.

Além da CNCDA, marcaram presença diversas empresas e entidades de referência, como Auchan Retail Portugal, MC Sonae, Pingo Doce, ALDI Portugal, Lidl Portugal, Minor Hotels, VILA GALÉ HOTÉIS, Altis Hotels, Plateform, Gleba, Aqui é Fresco, Cateringpor, Pans & Company, Cáritas Portuguesa, Banco Alimentar Contra a Fome, Aliança Contra a Fome e a Má Nutrição, AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, entre outras.

Colaboração como eixo estratégico

Na sessão de abertura, Cristina Câmara, diretora de Sustentabilidade da APED, sublinhou a importância da cooperação entre os diferentes elos da cadeia de valor: “O desperdício alimentar é um desafio coletivo que exige uma ação conjunta e coordenada.”

Maria Tolentino, Country Manager da Too Good To Go, reforçou a urgência de enfrentar o problema com responsabilidade ambiental, social e económica.

Maria Tolentino, Country Manager da Too Good To Go em Portugal

“O desperdício de alimentos é uma perda de recursos naturais, é uma realidade que afeta diretamente as comunidades e a economia. Em Portugal, desperdiçam-se milhares de toneladas de alimentos todos os anos, o que se traduz numa perda para cada português de cerca de 350 euros por ano com comida que nunca chega a ser consumida.  Cada um de nós tem um papel fundamental a desempenhar para mudar essa realidade”, afirmou.

“Em 2024, conseguimos salvar mais de 1.5 milhões de Surprise Bags, o que se traduziu em uma poupança significativa de recursos, como 1.275 milhões de litros de água e 4,2 milhões de kg de CO2e. Desde o lançamento da nossa app em Portugal, há cinco anos, já conseguimos salvar mais de 5 milhões de Surprise Bags, evitando o equivalente a 14 milhões de kg de CO2e, o que corresponde a mais de 2.500 voos à volta do mundo.”, acrescentou.

Inovação tecnológica e simplificação de processos

A mesa-redonda do evento evidenciou o papel da inovação na gestão do desperdício. Soluções digitais baseadas em Inteligência Artificial, como a plataforma da Too Good To Go para retalhistas, permitem rastrear prazos de validade e otimizar a redistribuição de produtos.

A nova solução apresentada há um ano pela Too Good To Go, um software impulsionado por IA que ajuda hipermercados, supermercados e lojas de conveniência a rastrear e detectar quando seus produtos estão prestes a atingir a data de consumo, é apontada como uma opção para reduzir o desperdício.

Outras medidas debatidas incluíram a venda a granel e em porções reduzidas, a adequação da oferta à procura com base em dados e campanhas de sensibilização como “Observar, Cheirar, Provar”. A necessidade de desburocratizar processos e políticas públicas foi também amplamente abordada.

Ana Rita Cruz, Diretora de Sustentabilidade & Bem-Estar da Auchan, Constança Correia, Circularity Area Coordinator da MC (Sonae), e Diana Manita, do Departamento de Qualidade e Inovação da AHRESP, foram as oradoras participantes.

Políticas públicas em revisão

Na intervenção final, Susana Gaspar, do Gabinete de Planeamento e Políticas, destacou as metas do Plano de Ação Nacional para a Redução do Desperdício Alimentar, nomeadamente a criação de um sistema de monitorização e a promoção de acordos voluntários com o setor do retalho. Sublinhou ainda a revisão em curso da Diretiva Quadro dos Resíduos, que poderá vir a definir metas vinculativas para a redução do desperdício alimentar na UE.

“Em Portugal tem sido privilegiada uma abordagem voluntária em detrimento da imposição de obrigações, privilegiando o estabelecimento de parcerias, de acordos voluntários e compromissos. Ainda assim, é importante olhar para a evolução da legislação em outros países, como Espanha e França, tendo presente que estes países partiram de contextos e realidades diferentes de Portugal. Neste contexto, importa referir que se encontra em discussão a revisão da Diretiva Quadro Resíduos, cuja proposta determina metas vinculativas de redução do desperdício alimentar.”, afirmou Susana Gaspar, representante da entidade coordenadora da Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar.

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OpEX Portugal Summit vai debater a excelência operacional nas empresas

O OpEX Porugal Summit vai dar palco à apresentações de casos de sucesso e a temas como a gestão de talento, a inclusão, a responsabilidade social e a liderança.

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O auditório do Taguspark, em Oeiras, recebe na sexta-feira, 28 de março, a primeira edição do OpEX Portugal Summit, o primeiro evento em Portugal dedicado unicamente à excelência operacional nas empresas e marcado pelo tema da inclusão.

Com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e o patrocínio do Oeiras Valley, o evento decorre entre as 09h e as 18h30 e inclui apresentação de casos reais de sucesso empresarial, um painel sobre ‘Gestão de talento e melhoria contínua’, um exemplo prático de responsabilidade social, dois workshops sobre liderança e ainda possibilidade de networking para todos os participantes.

O certame terá a moderação do jornalista João Moleira e o contributo de diversos oradores, como Ricardo Costa, Chairman do Grupo Bernardo da Costa, Filipa Garcia, CEO da Garcias, Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças, e Alexandra Andrade, Country Manager da Adecco Portugal.

“A Excelência Operacional é crucial, pois permite que as empresas atinjam os seus objetivos de forma eficaz. Isto porque esta estratégia garante mais: eficiência nos processos, redução de custos, qualidade de produtos e serviços e segurança e saúde dos funcionários. E é no debate destes tópicos que o OpEx se vai focar, integrando testemunhos de vários players do tecido empresarial nacional”, explica Pedro Pereira, gestor e um dos organizadores do evento.

O painel de ‘Gestão de talento e melhoria contínua’ terá a participação de Susana Rosa, Diretora de RH da Padaria Portuguesa, Luís Setúbal, CEO da Integer Consulting) e Pedro Branco, headhunter, executive search e mentoring da Pedro Branco & Associados. Os oradores vão abordar a importância de políticas de RH focadas em integração, bem-estar e felicidade dos colaboradores.

A ‘Inclusão no Trabalho’ será outro tópico a abordar neste summit, com a presença de um intérprete de língua gestual em todos os momentos e com diversas iniciativas em torno da temática. A Ilunion, parceira do OpEX na área de responsabilidade social, vai destacar as mais-valias de maioritariamente recrutar pessoas com deficiência, numa apresentação de Ana María López Alves, diretora de Ética, Sustentabilidade e Alianças, e Tânia Santos, diretora de Gestão de Operações.

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Capwatt desenvolve o primeiro projeto de produção de biometano em Portugal

A Capwatt está a desenvolver o primeiro projeto de produção de biometano em Portugal, que vai valorizar subprodutos da fileira do azeite.

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Com um investimento total aproximado de 20 milhões de euros, a unidade da Capwatt vai valorizar 160 mil m3 de subprodutos da fileira do azeite por ano e possibilitar a geração de 57 GWh/ano de gás natural de origem renovável, informa a empresa. O primeiro projeto em Portugal de produção de biometano a partir de subprodutos agroindustriais “contribui para descarbonização do setor energético e promove a economia circular”, acrescenta.

O empresarial multinacional de referência em soluções energéticas sustentáveis, está a construir o projeto pioneiro de produção de biometano em Aljustrel. A unidade vai permitir que os subprodutos da AZPO – Azeites de Portugal sejam sujeitos a um processo de valorização energética, minimizando o seu impacto ambiental. O projeto gerará um ganho ambiental positivo ao contribuir para os objetivos climáticos europeus, estimando-se uma redução de 23 mil toneladas de emissões de CO₂ equivalente por ano.

A nova unidade “vai também fomentar o desenvolvimento local com a criação de novos postos de trabalho diretos e indiretos na região de Aljustrel” e prevê impulsionar parcerias com agricultores e indústrias locais, “que contribuirão para um ecossistema sustentável e reforçarão o impacto positivo da iniciativa não só a nível ambiental, mas também social e económico”.

Cristiano Amaro, head of Biomethane da Capwatt, destaca a importância do projeto, referindo que o biometano “pode substituir o gás natural na indústria e nos transportes, tirando partido das infraestruturas existentes”. “Além disso, permite uma gestão sustentável de resíduos orgânicos, contribuindo para uma economia mais limpa e eficiente”, acrescenta.

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Sociedade Ponto Verde reforça compromisso com a reciclagem de embalagens de vidro

A Sociedade Ponto Verde (SPV) reforça o seu apoio aos Sistemas Integrados de Gestão de Resíduos (SGRU), Municípios e Empresas Municipais através do Juntos a reciclar ++. Este ano, o programa disponibiliza 600.000€ para financiar ações que sensibilizem para a reciclagem de embalagens de vidro. 

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Nesta edição, o investimento total aumenta para 600.000€, um reforço face aos 500.000€ de 2024. Além disso, há um novo funcionamento para as candidaturas, que decorrerão em duas fases distintas: a 1.ª fase, de 21 de março a 9 de maio, com 400.000€ disponíveis e a 2.ª fase, de 10 de maio a 30 de junho, com 200.000€ disponíveis.

A SPV sublinha ainda que, ao contrário das edições anteriores, a avaliação das candidaturas será feita no final de cada fase, no entanto a atribuição do financiamento continua a seguir a ordem de submissão. Caso o montante total da 1.ª fase seja esgotado, os projetos aprovados nesta fase serão integrados numa waiting list para a 2.ª fase.

A edição de 2025 reforça ainda mais a aposta no canal HORECA, refletindo essa prioridade nos critérios de avaliação que, este ano, valorizam projetos com impacto nos setores de Hotelaria, Restauração e Cafetaria, um dos principais canais de consumo de embalagens de vidro. Além disso, esta edição dará preferência a ações multimeios, que garantam maior alcance e eficácia na sensibilização.

Através do Juntos a reciclar ++, a SPV reafirma o seu compromisso no apoio aos SGRU, Municípios e Empresas Municipais para o desenvolvimento de iniciativas que promovam uma reciclagem de embalagens de vidro mais eficiente. Estas iniciativas procuram envolver ativamente os cidadãos e os diferentes agentes da cadeia de valor, reforçar a ligação da SPV aos seus parceiros e destacar a importância da colaboração para alcançar as metas de reciclagem de embalagens.

“A reciclagem de embalagens de vidro continua a ser uma das nossas grandes prioridades. Com este programa, queremos continuar a trabalhar de forma colaborativa com os nossos parceiros – SGRU, Câmaras e Empresas Municipais –, garantindo que as mensagens chegam de forma eficaz às comunidades locais. A aposta no canal HORECA e o reforço do financiamento são passos essenciais para acelerarmos a reciclagem de embalagens de vidro e atingirmos as metas ambiciosas que temos pela frente”, destaca a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais.

Atualmente, as embalagens são o único fluxo urbano em que as metas de reciclagem estão a ser cumpridas. No entanto, o vidro tem sido um material que apresenta algumas preocupações, dado o contexto atual do setor e os desafios associados ao cumprimento das metas de reciclagem estabelecidas. Para o efeito, a Sociedade Ponto Verde tem investido de forma contínua e estratégica para garantir que o vidro se mantenha no caminho certo, com o objetivo de alcançar a meta de 65% de reciclagem de embalagens colocadas no mercado até 2025 e 70% até 2030.

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Foto: Site Quartel Electrão
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Quartel Electrão atribuiu mais de 316 mil euros às associações aderentes

A 9ª edição, que decorreu em 2024, aumentou o número de associações aderentes, recolheu mais resíduos e distribuiu mais prémios aos bombeiros.

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A edição de 2024 do Quartel Electrão registou um número recorde de humanitárias de bombeiros voluntários aderentes: foram  217, de todo o país. A 9ª edição da campanha permitiu a recolha de 2.725 toneladas de equipamentos elétricos usados, 29 toneladas de pilhas e baterias e 19 toneladas de lâmpadas, um valor acima das 2.300 reunidas na edição anterior.

O valor global dos prémios a atribuir às associações aderentes ascende a mais de 316 mil euros. “É, também, o valor mais elevado concedido no âmbito da campanha”, que no ano anterior já tinha distribuído “270 mil euros em prémios”, indica a Associação de Gestão de Resíduos, num comunicado.

O primeiro prémio, uma viatura de combate a incêndios, vai ser entregue aos Bombeiros do Fundão. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Fundão, no distrito de Castelo Branco, reuniu a maior quantidade de equipamentos a nível nacional, em peso, e ganha, assim, um veículo ligeiro de combate a incêndios no valor de 70 mil euros. Ao longo do ano passado, esta associação recolheu mais de 118 toneladas de equipamentos elétricos usados, 100 quilos de lâmpadas e 82 quilos de pilhas e baterias.

Desde o arranque da campanha, há 14 anos, e numa parceria com a Liga dos Bombeiros Portugueses, o Quartel Electrão já permitiu a recolha e envio para reciclagem de cerca de 17 mil toneladas de pilhas e baterias, lâmpadas e equipamentos elétricos usados.  No total, foram atribuídos aos bombeiros cerca de 1,8 milhões de euros em prémios e entregues nove viaturas: quatro ambulâncias de transporte de doentes e cinco viaturas ligeiras de combate a incêndios, informa a organização.

“O contributo desta iniciativa tem um peso muito relevante nos resultados globais da atividade e no último ano representou 10% da recolha da rede própria do Electrão Isto demonstra a capacidade destas associações em mobilizar a população e as empresas para adoção de boas-práticas ambientais”, salienta o diretor-geral de Elétricos e Pilhas do Electrão, Ricardo Furtado.

No site www.ondereciclar.pt é possível localizar o quartel aderente mais próximo para entregar pilhas, baterias, lâmpadas e outros equipamentos elétricos usados.

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Café Joyeux desafia portugueses a vestir a diferença

Para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down, que se assinala no dia 21 de março, o Café Joyeux lança um convite especial a todos os portugueses: celebrar a inclusão e a diversidade através de um gesto simbólico – usar meias desemparelhadas.

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Para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down, que se assinala no dia 21 de março, o Café Joyeux lança um convite especial a todos os portugueses: celebrar a inclusão e a diversidade através de um gesto simbólico – usar meias desemparelhadas.

Durante este dia, quem aceitar o desafio e visitar um dos cinco Cafés Joyeux em Lisboa, Cascais ou Carcavelos, com as meias desemparelhadas, receberá um café de oferta, torrado em Portugal e servido com o coração.

“É fundamental desconstruir os estigmas associados às pessoas com dificuldade intelectual e do desenvolvimento. Acreditamos que a melhor forma de o fazer é demonstrar que a inclusão da diferença no nosso dia-a-dia é natural e enriquecedora. Queremos convidar todos os portugueses a visitar um Café Joyeux neste dia especial e a testemunhar a realidade desta diferença e a sua compatibilidade com as nossas vidas e rotinas. Ao verem o que estes jovens são capazes de fazer, não haverá como negar o valor que trazem à comunidade”, afirma Filipa Pinto Coelho, presidente da Associação VilacomVida e CEO do Joyeux em Portugal.

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Foto: Docapesca
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Docapesca conclui a certificação ambiental do primeiro porto de pesca no país

Porto de Pesca de Peniche torna-se o primeiro em Portugal a obter certificação ISO 14001.

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“Esta certificação reflete a prioridade da Docapesca na responsabilidade ambiental, consolidando os procedimentos associados à gestão sustentável dos portos de pesca sob sua gestão”, destaca, num comunicado, a empresa do setor empresarial do Estado.

A Docapesca – Portos e Lotas  refere-se à conclusão com sucesso da certificação do Sistema de Gestão Ambiental do Porto de Pesca de Peniche, de acordo com a norma ISO 14001, o que vem de encontro o seu plano estratégico e ao compromisso com a sustentabilidade. A certificação atesta “o empenho da empresa na redução do impacto ambiental das suas atividades, no cumprimento rigoroso da legislação aplicável e na melhoria contínua das práticas ambientais”.

A Docapesca prepara agora a implementação do Sistema de Gestão Ambiental no Porto de Pesca da Nazaré, ampliando o alcance desta iniciativa e reforçando a sustentabilidade do setor da pesca.

Empresa do Setor Empresarial do Estado tutelada pelo Ministério da Agricultura e Pescas e pelo Ministério das Finanças, a Docapesca tem a seu cargo, em Portugal continental, a gestão dos portos de pesca e a organização do serviço público de primeira venda de pescado, assim como atribuições de autoridade portuária nas áreas sob sua jurisdição.

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Taxa de Reciclagem de Embalagens de Vidro nos The Editory Collection Hotels atinge os 80% com projeto Projeto-piloto da AIVE

Com um ano de implementação nos The Editory Collection Hotels, a iniciativa permitiu que a cadeia hoteleira atingisse uma taxa média de reciclagem de embalagens de vidro de 80% nas suas 9 unidades.

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tagsAIVE

A AIVE (Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem) acaba de revelar os resultados finais do seu projeto piloto A Tip For Nature. Com um ano de implementação nos The Editory Collection Hotels, a iniciativa permitiu que a cadeia hoteleira atingisse uma taxa média de reciclagem de embalagens de vidro de 80% nas suas 9 unidades. O projeto foi financiado pela FEVE (European Container Glass Federation) e contou com o apoio institucional da Plataforma Vidro+ e da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal).

A iniciativa demonstrou que é possível promover mudanças de comportamento no canal HORECA, onde existe maior potencial de aumentar os níveis de recolha de embalagens de vidro usadas, através de ações de comunicação digital interna e externa, bem como formação.

O impacto da campanha resultou no aumento significativo de 12% na taxa média de reciclagem de embalagens de vidro na cadeia de hóteis, comparativamente a 2023, atingindo os 80% no final da campanha.

A liderar o pódio está o The Editory by Sea Tróia/Aqualuz Tróia Mar & Rio by The Editory com uns surpreendentes 89%, vencedor do projeto que irá receber uma estrela adicional em vidro, seguido doThe Editory Boulevard Aliados com 88% e o Aqualuz Lagos by The Editory também com 88%.

Todos os hóteis do grupo atingiram taxas de reciclagem acima dos 70%, reciclando mais de 17 toneladas de embalagens de vidro, o que representa um aumento total de 30% quando comparado com 2023.

Paralelamente, também os hábitos e conhecimentos sobre as vantagens da reciclagem das embalagens de vidro melhoraram. O número de colaboradores que sabe que o vidro é infinitamente reciclável aumentou de 50%, em 2023, para 60% em 2024,  demonstrando um maior entendimento sobre as vantagens ambientais da reciclagem destas embalagens. Por outro lado, o número de colaboradores que afirma reciclar sempre as embalagens de vidro usadas aumentou de 61% para 79%, o que sugere uma adesão crescente às práticas ambientais recomendadas.Já os equívocos sobre as regras de separação para reciclagem, diminuíram de 41% para 25%.

Em relação à perceção sobre o projeto, 97% dos inquiridos consideraram-no muito útil, o que demonstra uma recetividade extremamente positiva à iniciativa.

Estas conclusões revelam que a campanha digital interna e externa promovida pela AIVE, não só conseguiu sensibilizar os funcionários para a importância da reciclagem de vidro, como também fomentou mudanças reais de comportamento, ajudando os The Editory Collection Hotels a dar um passo importante na sustentabilidade ambiental.

O objetivo é que o projeto possa ser replicado e escalado a todos os estabelecimentos do canal HORECA, aumentando a consciencialização sobre os benefícios e as vantagens da correta separação de embalagens de vidro depois de usadas.

“O projeto A Tip for Nature comprovou que o canal HORECA tem um enorme potencial para aumentar os níveis de recolha de embalagens de vidro usadas, em Portugal. Atingir um crescimento de 12% na taxa média de reciclagem, neste grupo hoteleiro, em apenas um ano é um resultado  expressivo que comprova  a eficácia deste tipo de campanhas para os estabelecimentos HORECA”, afirma Tiago Moreira da Silva, presidente da AIVE.

Miguel Evangelista, Diretor Geral de Operações da The Editory Collection Hotels, reforça: “Estamos muito orgulhosos por ter contribuído para o sucesso do projeto. A adesão dos nossos colaboradores foi extraordinária e mostra que com dedicação e formação, é possível adotar práticas mais sustentáveis. Esperamos que a nossa experiência inspire outros a fazerem o mesmo.”

O projeto reafirma o compromisso da AIVE, dos seus associados e parceiros com a economia circular, na promoção do aumento da taxa de reciclagem das embalagens de vidro e contribuindo para um futuro mais sustentável.

A AIVE representa um setor com um peso importante na economia portuguesa: 3 empresas (BA Glass, Vidrala e Verallia Portugal), 6 unidades fabris (Avintes, Figueira da Foz, Marinha Grande e Venda Nova), cerca de 3.500 trabalhadores e mais de 50% da produção  vendida diretamente para mercados externos. Anualmente, saem dos fornos de fusão de vidro, em Portugal, mais de 6 mil milhões de embalagens para a indústria alimentar.

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Foto: Facebook Electrão
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Recolha de eletrodomésticos porta a porta do Eletrão chega a Sintra

O município de Sintra criou uma parceria com o Electrão que permite aos munícipes usufruírem da recolha porta a porta de grandes equipamentos elétricos usados.

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O serviço gratuito de recolha porta a porta e encaminhamento de grandes equipamentos elétricos usados para reciclagem, chega a Sintra, no âmbito de uma parceria entre o município, através dos SMAS de Sintra, e o Electrão.

O serviço abrange as 11 freguesias e uniões de freguesia do município – Agualva e Mira Sintra, Algueirão-Mem Martins, Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar, Cacém e São Marcos, Casal de Cambra, Colares, Massamá e Monte Abraão, Queluz e Belas, Rio de Mouro, São João das Lampas e Terrugem e Sintra – chegando, assim, a 385 mil habitantes.

Para usufruir deste serviço, o cidadão deverá fazer o pedido diretamente à Junta de Freguesia/União de Freguesias ou SMAS de Sintra na respetiva área de território, conforme pode ser consultado em https://www.smas-sintra.pt/residuos/rede-derecolha-de-residuos-urbanos/eletrodomesticos-volumosos/
Para solicitar esta recolha ao domicílio é necessário ter um eletrodoméstico volumoso para entrega, como um frigorífico, uma arca congeladora ou uma máquina de lavar ou secar. Adicionalmente, no momento da recolha a equipa poderá levar pilhas, baterias usadas e pequenos equipamentos elétricos avariados ou fora de uso, normalmente esquecidos nas gavetas, como telemóveis ou lâmpadas.

“Agora também disponível em Sintra, este serviço gratuito permite ao cidadão, de forma simples e cómoda, solicitar a recolha de grandes eletrodomésticos em fim de vida. Todos os equipamentos elétricos recolhidos são encaminhados para unidades especializadas em reciclagem, garantindo a sua descontaminação e contribuindo para a proteção da saúde pública e do ambiente”, destaca o Diretor-Geral de Elétricos e Pilhas do Electrão, Ricardo Furtado.

Desde que o Electrão iniciou o projeto de recolha de eletrodomésticos porta a porta, em 2021, já foram reencaminhadas para reciclagem, no total, mais de 780 toneladas de equipamentos elétricos avariados ou fora de uso na Grande Lisboa, informa a associação de gestão de resíduos.

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Ervideira oferece sobreiros no mês em que se assinala o Dia da Árvore

O sobreiro é uma árvore que se adapta a quase todo o país e a cortiça é uma matéria extremamente importante para o negócio do vinho, destaca a empresa vitivinícola.

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Em março, mês em que se assinala o Dia da Árvore, a Ervideira reflete acerca das suas políticas de responsabilidade ambiental e assinala esta efeméride com uma dinâmica: tem 2.000 sobreiros para oferecer aos visitantes e compromete-se a plantar uma árvore por cada árvore oferecida. “O sobreiro é uma árvore que se adapta a quase todo o país, sendo Portugal o maior produtor de cortiça do mundo e esta uma matéria extremamente importante para o negócio do vinho”, refere a empresa vitivinícola do Alentejo.

No dia-a-dia, a Ervideira efetiva os seus compromissos com o meio ambiente através, entre outras medidas, da normal aplicação de muita matéria orgânica nos solos, por forma a torná-los mais férteis; da cobertura das vinhas com ‘ervas’, para evitar a erosão pela chuva e mineralização pelo sol; da aplicação de fitofármacos inteligentes, com painéis recuperadores de calda, para reduzir matéria ativa perdida; em adega, das garrafas com vidro reciclado, que acontece também com os cartões das caixas; da forte utilização de energia solar para a adega ou para a rega.

Relativamente às políticas de responsabilidade ambiental da Ervideira, Duarte Leal da Costa salienta que “desde sempre, a Ervideira tem-se dedicado a uma cultura de responsabilidade social e ambiental, e disso não restam dúvidas, pois a família tem como lema interno deixar mais e melhor solo às gerações vindouras”. “No estudo de Balanço de Carbono efetuado em 2024, a Ervideira apresenta um saldo positivo para o ambiente, com créditos positivos, sinal de uma empresa em linha com a eficiência ambiental”, acrescenta o Diretor Executivo da empresa.

Empresas vitivinícola secular, a Ervideira produz vinho desde 1880. Atualmente possui 110 hectares de vinha, distribuídos pelas sub-regiões da Vidigueira e Reguengos. Entre os seus vinhos, estão marcas como Conde D’Ervideira, Invisível, Vinha D’Ervideira, Terras D’Ervideira e Lusitano e ainda o Flor de Sal produzido já pela quinta geração da família.

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