Filipa Pinto Coelho, presidente da VilacomVida
Distribuição

“Queremos ser Harvard da área da restauração para pessoas com dificuldade intelectual”

A VilacomVida contrata pessoas com incapacidade, sobretudo intelectual, para formar, mas a sua missão vai além da empregabilidade. A presidente da associação acredita que é preciso consciencializar a sociedade para normalizar a diferença através da mudança de mentalidades. Filipa Pinto Coelho está convicta que setor do retalho pode ter um papel preponderante nesta alteração de paradigma, para que um dia possamos falar de “não exclusão em vez de inclusão”.

Rita Gonçalves
Filipa Pinto Coelho, presidente da VilacomVida
Distribuição

“Queremos ser Harvard da área da restauração para pessoas com dificuldade intelectual”

A VilacomVida contrata pessoas com incapacidade, sobretudo intelectual, para formar, mas a sua missão vai além da empregabilidade. A presidente da associação acredita que é preciso consciencializar a sociedade para normalizar a diferença através da mudança de mentalidades. Filipa Pinto Coelho está convicta que setor do retalho pode ter um papel preponderante nesta alteração de paradigma, para que um dia possamos falar de “não exclusão em vez de inclusão”.

Rita Gonçalves
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A VilacomVida contrata pessoas com incapacidade, sobretudo intelectual, para formar, mas a sua missão vai além da empregabilidade. A presidente da associação acredita que é preciso consciencializar a sociedade para normalizar a diferença através da mudança de mentalidades. Filipa Pinto Coelho está convicta que setor do retalho pode ter um papel preponderante nesta alteração de paradigma, para que um dia possamos falar de “não exclusão em vez de inclusão”

A associação VilacomVida nasce em Portugal com o projeto dos cafés Joyeux?
A associação nasce através da iniciativa de um grupo de pais de crianças e jovens com dificuldade intelectual e de desenvolvimento, como a trissomia 21 ou o autismo, em dezembro de 2016, com o objetivo de criar um projeto de vida autónoma para estas pessoas na transição da escola para a vida ativa.
É aqui que se concentra muito a angústia das famílias, porque não existem respostas na comunidade compatíveis com o desenvolvimento do potencial dos seus filhos, acabando por ser realocados em contextos ocupacionais ou ficando em casa dos pais. Este é o problema social que nos fez juntar como famílias.
Tenho um filho com trissomia 21, o Manel, e, quando fui confrontada com o diagnóstico, tive medo, muito pelo desconhecimento desta realidade e, nesse sentido, propus à direção a criação de um projeto de comunicação, de marketing de proximidade, capaz de mostrar as capacidades e os talentos que estas pessoas têm e convidando a sociedade a fazer parte. A ideia era não criar mais um projeto dependente da assistência da segurança social ou da angariação de fundos.

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Um projeto empresarial?
Exatamente. Um projeto que criasse uma necessidade. No caso das empresas, perceberem que existem pessoas que podem ajudar a resolver problemas nas suas empresas sem ser numa perspetiva de solidariedade. E, ao mesmo tempo, que nos permitisse cumprir esta missão: fazer com que um dia a diferença já não se veja. Esta é a nossa visão: um dia a diferença vai fazer parte de nós.
Quando a associação nasce, já aposta neste tom de comunicação positiva sobre os talentos e as capacidades destas pessoas, partilhando histórias de sucesso e fazendo disto uma realidade desmistificada para todos os pais que enfrentam esta realidade e para todos nós, enquanto cidadãos.
É, neste contexto, que entretanto nos cruzamos com o projeto do café Joyeux que tinha aberto o primeiro café em França, em dezembro de 2018.

Como aconteceu?
Entrámos em contacto com o projeto porque corporizava o que estávamos em vias de fazer: íamos lançar em Portugal os Cafés Convida, um conceito de café-restaurante inclusivo e solidário que permitisse integrar estas pessoas, sendo a associação o seu empregador.
Fomos ao encontro do fundador do projeto, Yann Bucaille, a Paris, e juntou-se aqui uma dupla perspectiva. Do nosso lado, eu representar as famílias e uma associação que queria fazer mais pela vida autónoma, com um projeto complementar, ajudando também outras associações, através da proximidade e da comunicação positiva, que queiram integrar no mercado de trabalho pessoas que estão ao seu cuidado. Trabalhar em rede é muito a postura deste projeto. Juntos somos mais fortes. Ajudando também estas entidades que fazem um trabalho incrível há muitos e anos e não beneficiaram como nós de uma mentalidade que se está a abrir para esta realidade, com a lei das quotas, por exemplo.

Quando é que sente que as mentalidades se começam a abrir?
A lei das quotas abriu os olhos das empresas para esta realidade. Por outro lado, as empresas que têm muito o foco da sustentabilidade e que já têm estratégias de responsabilidade social, acabaram por ver também, nesta comunicação e nesta visibilidade da diferença, uma forma de comprovarem que, de facto, estas pessoas podem ter a sua profissão e serem úteis nas empresas. Terem o seu lugar, um salário, não estarem ali por favor, sendo produtivas dentro das tarefas que desempenham que, também, podem ser simples, repetitivas e rotineiras, como estas pessoas o pedem.
As redes sociais ajudaram a ganhar visibilidade, percebemos que havia feedback muito positivo das pessoas em relação ao nosso projeto e, daí, seguimos para o piloto “Café com Vida”, que durou 18 meses e fechou com a pandemia. Este piloto abriu caminho para passarmos a representar a marca Joyeux em Portugal e para ganhar o apoio do programa das parcerias para o impacto, do Portugal Inovação Social, integrado no pacote Portugal 2020.

Para que projeto?
Com o projeto piloto do Café com Vida conseguimos provar impacto e ganhámos o projeto de gerações autónomas, que era um projeto de formação em contexto de trabalho, para potenciar empregabilidade e a proximidade à comunidade.

Onde abriu o café piloto?
Em Santos, na Fundação Portuguesa das Comunicações. Naquele café, que apoia uma causa, as pessoas puderam contactar com a diferença, perceberam a funcionalidade, foram bem servidas, voltaram e passaram a palavra de um projeto de qualidade. Com este projeto, comprovamos este conceito. Eu era a gerente, tinha uma pessoa a trabalhar comigo e contratámos a nossa primeira técnica, para medir o seu impacto, com especialização em integração de pessoas com dificuldade intelectual no mercado de trabalho. Quando este projeto piloto fecha, na pandemia, percebemos que o modelo funciona, é atrativo e tem qualidade.

Quantas pessoas constituíam a equipa?
Entre a cozinha e copa, era uma equipa de seis, três dos quais jovens, que estavam com estágio profissional e já tinham planos de integração. O gerente e o supervisor, ou dois supervisores quando o negócio começou a crescer – hoje o modelo dos cafés Joyeux- foram recrutados por terem jeito e alma para a formação e terem experiência de restauração, tinham como função ensinar estes jovens a saber ser, a saber estar, as competências e as técnicas. A ideia passou por criar uma equipa totalmente inclusiva, que também se sentisse enriquecida por estar a ter um papel na vida destas pessoas. Então, começámos a perceber que o projeto estava a contribuir para algo que na restauração é muito complicado de gerir, a elevada rotação de pessoas e a taxa de absentismo.

Fidelizava?
Sim, a pessoa sente que faz pare do projeto e não vai mudar para o restaurante ao lado por uma questão financeira. O elemento emocional na gestão daquela equipa começou também a contribuir para a estabilidade e para o crescimento do projeto.
Entretanto, introduzimos caterings para empresas, por uma questão de sustentabilidade e também a pedido da própria fundação. A resposta a um serviço que se começa a profissionalizar, permitindo-nos empregar mais pessoas que estavam na comunidade, na escola ou em casa. Através do nosso trabalho, em rede com outras associações, conseguimos recrutar pessoas para fazerem parte dessas equipas contratadas temporariamente para servir os caterings.
Descobrimos que a área da restauração estava por desbravar, por ser a área ideal para pessoas com dificuldade intelectual. Porque a ficha técnica da receita é sempre igual, a salada tem que ser lavada todos os dias.

Tem rotina, é isso?
Sim, e a rotina dá muita confiança a estas pessoas, porque se tornam especialistas naquela mesma tarefa. Percebemos que podemos ter um papel ativo na indústria da hotelaria gerando empregabilidade e contribuindo para a mão de obra neste setor.

Como funciona a formação?
A formação é sempre feita em contexto de trabalho. Estou perfeitamente confiante que, hoje, com a escola de formação que temos no Joyeux, e com quatro cafés, que temos um projeto que está a formar colaboradores polivalentes no setor da restauração, que, ao fim de dois anos, podem continuar connosco, porque têm um contrato sem termo, mas que têm capacidade para suprir muitas necessidades de outros parceiros na área da hotelaria e restauração, não por uma componente de solidariedade, mas porque eles vão ser polivalentes, e na indústria da restauração falta um bocadinho esta perspectiva da polivalência. Formam para a cozinha, para o bar ou para empregado de mesa. Nos cafés Joyeux ensinamos a competência técnica para trabalhar na cozinha, na caixa, no serviço de mesa e na sala. Passam seis meses em cada uma destas áreas.
Atualmente, temos dois processos de empregabilidade em curso com a Associação de Hotéis de Portugal, com quem assinámos um protocolo dia 14 de fevereiro de 2023, que tem como objetivo fazer um caminho de inclusão com as equipas dos seus associados.

A formação é muito completa.
Com as escolas Joyeux, a qualidade formativa para pessoas com dificuldade intelectual, e hoje com a parceria da Zara Home, outro tipo de incapacidades também, sem querer parecer presunçosa, queremos ser a Harvard da área da restauração para pessoas com dificuldade intelectual, a quem os parceiros vêm buscar pessoas para integrar nas suas equipas. Porque o modelo de formação é transformador, muito completo, que permite o saber ser, o saber estar, a pontualidade, a imagem, o cuidado, o trabalhar em equipa que depois desbloqueia aquilo que normalmente está na origem de casos de insucesso nessa tentativa de ir para o mercado de trabalho. Este modelo prepara-os para o mercado de trabalho, acima de tudo, porque lhes dá autoestima. Permite-lhes descobrir superpoderes, por isso é lhes chamamos de super-heróis, que eles nem sabiam que tinham. Esta autoestima está um bocadinho escondida, por força de um contexto de crescimento que não é fácil, a nível escolar, a nível social.

Qual é o principal ponto diferenciador deste projeto?
A grande transformação deste projeto não é tanto empregar pessoas com dificuldade intelectual, porque já existem muitas entidades que o fazem e projetos que deviam ter mais visibilidade, mas, acima de tudo, proporcionar a abertura de um novo mundo com um projeto diferenciador e uma equipa preparada para fazer as pessoas crescerem, dar essa autoestima e criar um equilíbrio ao nível social, competências de vivência em comunidade, necessárias em qualquer situação.

Quando abre, então, o primeiro café?
O contrato de franchising de representação desta marca foi assinado em abril de 2021. E, em novembro, abrimos o primeiro café em São Bento, em frente à Assembleia da República. Contratámos as primeiras nove pessoas e pusemos em prática o modelo de formação da escola Joyeux, que importámos, acompanhados por supervisores que têm a competência e orientação para a formação, que dão a técnica e a confiança que estes jovens precisam para brilhar. E é por isso que este projeto é diferenciador.

Na prática, empregam para formar?
Fazemos duas coisas diferentes do que já se faz. Sim, empregamos para formar. Assinamos contratos de trabalho sem termo com pessoas que em 99% dos casos não têm experiência profissional. Arriscamos contratá-las porque sabemos que esse formato de contrato lhes vai dar autoconfiança, que é oposta àquela que ele não deverão sentir quando passam a vida a correr os estágios de três ou seis meses.
O contrato de trabalho é um pilar desta estratégia que devia ser uma referência para todas as pessoas que empregam pessoas com vulnerabilidade. Porque o que acontece hoje é que a pessoa vai para uma empresa fazer um estágio, há um programa de formação [Emprego apoiado em mercado aberto] financiado, mas, depois, se a empresa decide recrutar essa pessoa, a medida leva uns meses a ser aprovada. As empresas querem contratar mas têm de esperar pela medida. Este jovem vai para casa, desaprende tudo o que aprendeu, porque há uma necessidade permanente de reforço, caso contrário na dificuldade intelectual há retrocesso quase em dobro, e quando vem a medida do emprego apoiado muito provavelmente já não é rebuscado porque seguiu outro caminho, se desinteressou, desaprendeu. E o dinheiro investido na formação perdeu-se.

Fazem ao contrário.
Sim, a pessoa é contratada, não perde direito à formação e a esse apoio tão importante para as empresas fazerem este caminho com produtividade durante dois anos. São apoiadas para empregar e para formar. É o contrato emprego – formação que existe no Café Joyeux, em Paris, e que infelizmente não temos em Portugal.

Qual é a segunda coisa que fazem diferente?
A segunda vem do contacto com a sociedade e da sua transformação. O professor que não sabe se aquele jovem terá capacidade para ter uma ocupação profissional. Se esse professor tiver contacto como cidadão na base social com esta realidade, vai saber que pode dar este passo sem medo.

E acreditar.
Sim. A mudança que queremos veicular, em conjunto com os nossos parceiros, é uma mudança de paradigma. Não podemos continuar a falar só sobre a perspetiva da empregabilidade, mas também pela perspectiva da transformação social. O que vai fazer com que um dia passemos a falar de não exclusão, em vez de falar de inclusão. A diferença virar paisagem. Normalizando a diferença, para que quando a empresa esteja a fazer um processo de recrutamento não faça diferença entre as pessoas nas entrevistas. Neste contexto, o setor do retalho pode ter um papel transformador da sociedade.
Estamos a desenvolver projetos com alguns parceiros, nomeadamente com a Casa do Impacto, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, projeto que vencemos no ano passado com o Café Escola Cascais. Uma das componentes do pagamento do prémio é o KPI (indicador-chave de desempenho) com base na transformação social dos clientes. Estamos a medir este impacto nos cafés. A perspetiva da pessoa que visitou o espaço mudou para a positiva, negativa ou ficou igual? Para medir o impacto na sociedade. Essa é a segunda grande inovação deste projeto. Passar a falar da transformação social e do papel da inclusão nessa transformação. E não só da empregabilidade porque estamos a dar emprego a pessoas que de outro modo não teriam essa oportunidade. Ainda não tenho números para partilhar.

Como é que funciona em termos de progressão na carreira?
Estamos a perceber junto dos primeiros jovens que vão agora terminar o curso de dois anos se podem dar o passo adicional em responsabilidade criando novas categorias em termos de perspetiva de carreira. Estamos na fase de perceber o que pode ser o próximo passo em termos de promoção que passará por exemplo pela criação da categoria intermédia, de assistente de supervisor. Amanhã, se calhar, de supervisor e, quem sabe, um dia gerente.

E de remuneração?
Recebem o salário mínimo nacional equivalente às horas de trabalho.

Hoje, têm quatro cafés?
Sim, o segundo abriu no edifício da Ageas Seguros no Parque das Nações. Servimos 1200 colaboradores diariamente. É um modelo insight (empresa), partilhamos o espaço com a associação Crescer, que gere o restaurante e nós gerimos um quiosque onde servimos também pratos quentes. O terceiro café abriu em Cascais e o quarto na Cofidis em Telheiras. Quando iniciámos, identificámos como projeto de crescimento abrir seis cafés até 2026 e em 2023 já tínhamos quatro. Este ano, vai ser de consolidação das equipas, da operação, da eficiência dos custos e da uniformização do processo de compras. Porque a rentabilidade que tivermos nessa gestão vai permitir criar mais postos de trabalho amanhã. Como contratamos sem termo, temos de abrir mais cafés para criar mais postos de trabalho.

Estima cumprir esse plano de crescimento até 2025?
Sim, vamos cumprir.

A quantas pessoas já deram oportunidade de trabalho e formação?
Penso que para cima de 40.

Os cafés são autossustentáveis?
Ainda não são porque há a componente da prestação interna dos serviços partilhados que ainda não conseguem remunerar. Pagam a operação, os salários, a renda, na componente operacional já são autossustentáveis, à exceção do de Cascais que acabou de abrir. Falta assegurar que faturem o suficiente para pagar os serviços centrais que alimentam esta rede.

Têm dois modelos de negócio?
A VilacomVida é uma IPSS com dois modelos de negócios sociais, embora com a mesma missão. Os cafés Joyeux, hoje quatro espaços, que prestam serviço de catering, vendem uma marca própria de café em grão e cápsulas, torrefaccionado localmente, para consumidor em casa e nas empresas, além de um blend da Nespresso, através de uma parceria de co-branding com esta marca. O modelo de negócio funciona de duas maneiras: angariamos fundos para abrir loja de rua ou as empresas que querem ter um café dentro das suas instalações avançam com o Capex para abrir o café, como acontece na Cofidis, por exemplo, e pagam a diferença do desconto que querem dar aos seus colaboradores num encontro de contas mensal e ainda garantem um resultado positivo que nos permita crescer. Se o EBITDA for superior ao estimado, dividimos a diferença com a empresa. No modelo de rua, angariamos fundos e desenvolvemos um plano de negócio. É um modelo mais difícil de se tornar sustentável porque pagamos rendas em linha com os valores de mercado.

O outro projeto é mais recente.
Sim, resulta de uma parceria com Zara Home. O grupo Inditex criou o conceito inclusivo For&From e queria expandir o conceito para Portugal. Chegaram até nós através dos cafés Joyeux porque procuram parceiros com visão empresarial, orientada para o resultado positivo, sem medo, porque o lucro numa instituição sem fins lucrativos faz crescer. Visitámos alguns espaços em Espanha, percebemos o modelo de formação, e ganhámos a gestão da primeira Zara Home For&From em Portugal. A Inditex encontrou o espaço e fez-nos um donativo para pagar os custos das obras. Funciona da seguinte forma: compramos o produto à casa mãe por um preço mais acessível porque é de uma coleção anterior.

*Entrevista publicada na edição 420

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

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Sobre o autorAna Rita Almeida

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431: Nova imagem com o mesmo compromisso

A edição de fevereiro do Hipersuper já está disponível em formato digital. Com uma nova imagem mas o compromisso de sempre: informação rigorosa e notícias que fazem a diferença.

Estes são alguns destaques do número 431 do Hipersuper que tem uma nova imagem. O compromisso é, no entanto, o mesmo: ser uma fonte de informação de referência, acompanhando as mudanças e trazendo-lhe as notícias que fazem a diferença.

“A ausência de decisões atrasa o desenvolvimento económico do país”
Joel Vasconcelos, diretor-geral da Lusomorango – Organização de Produtores de Frutos Secos, sublinha em entrevista ao Hipersuper que é preciso investir em infraestruturas para garantir a sustentabilidade e a competitividade do setor: “Por cada dia que passa, sem as obras que são necessárias, o país está a perder milhões de euros”.

“Esta é uma empresa que anda sempre à procura de ultrapassar os limites”
100% portuguesa, a petMaxi dá cartas a nível nacional e internacional, na produção de rações para animais de companhia. Fomos conversar com Luís Guilherme, administrador da petMaxi, empresa reconhecida pela inovação, de que é exemplo o uso pioneiro de ovo fresco.

Café: preço não afeta o aumento de consumidores
O café deverá ser um dos produtos com maior aumento de preços, depois de ter registado uma redução na produção. Em 2025, a tendência é de subida de preço mas este cenário não impede as empresas de antecipar tendências.

Mais de 5,5 milhões de portugueses compram online
O crescimento sustentado do e-commerce reflete uma evolução natural dos hábitos de compra. Fernando Félix, CEO da Webcomum, comenta os dados do último estudo da Marktest sobre e-commerce.

Em crescimento, setor da panificação aposta em inovação e formatos sustentáveis
Fomos ouvir Alejandro Lacorte, diretor geral do Grupo Bimbo Portugal, Sofia Miguel, diretora de marketing e comunicação do Grupo Celeste, Deborah Barbosa, CEO da Panificadora Costa e Ferreira, Ivan Mellado, general manager da Puratos e Tiago Lameiro, diretor de marketing e vendas da Rialto, que partilham a sua visão sobre a evolução do mercado e as tendências que vão marcar 2025.

GS1 debateu o impacto da sustentabilidade nas empresas e a aplicação do DRES
Esta nova diretiva foi um dos temas centrais do Congresso internacional de Sustentabilidade da GS1 Portugal. O Hipersuper esteve a acompanhar os trabalhos e falou com o diretor-executivo João de Castro Guimarães.

Na Cas’Amaro o vinho caminha a par com o enoturismo
Vinhos Verdes, Douro, Dão, Lisboa e Alentejo são as regiões onde tem produção vínica mas na base deste projeto está o investimento em enoturismo. Fomos conhecer este projeto que quer continuar a crescer.

Takeaway ganha espaço nas lojas
O segmento de takeaway tem registado um crescimento expressivo. Auchan, Pingo Doce e Continente reforçam as suas apostas, diferenciando-se através da inovação, da produção própria e do compromisso com a sustentabilidade.

“Ser líder implica inovar não só em produtos, mas também na forma como nos ligamos ao consumidor”
Mimo nunca é demais. Em entrevista ao Hipersuper, Beatriz Andrade Ferreira, gestora da Mimosa, explica como a marca quer sensibilizar pais, educadores e a sociedade em geral para a importância do mimo.

“Na nossa quinta apenas praticamos o Modo de Produção Biológica”
Fomos conversar com Paulo Mota, responsável pela Quinta da Caramuja.

Sara Monte e Freitas, Gisela Pires, Cristina Marinhas, Gonçalo Santos Andrade, Ricardo Reis, Chester Wisniewski, David Lacasa assinam os artigos de opinião. Nesta edição ainda a habitual análise da Kantar.

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Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Edição 431: Entrevista Lusomorango + Entrevista petMaxi + E-commerce + Mimosa + Café + Panificação + GS1 + Takeaway

A edição de fevereiro do Hipersuper chega com uma nova imagem mas o compromisso de sempre: informação rigorosa e notícias que fazem a diferença.

Estes são alguns destaques do número 431 do Hipersuper que tem uma nova imagem. O compromisso é, no entanto, o mesmo: ser uma fonte de informação de referência, acompanhando as mudanças e trazendo-lhe as notícias que fazem a diferença.

“A ausência de decisões atrasa o desenvolvimento económico do país”
Joel Vasconcelos, diretor-geral da Lusomorango – Organização de Produtores de Frutos Secos, sublinha em entrevista ao Hipersuper que é preciso investir em infraestruturas para garantir a sustentabilidade e a competitividade do setor: “Por cada dia que passa, sem as obras que são necessárias, o país está a perder milhões de euros”.

“Esta é uma empresa que anda sempre à procura de ultrapassar os limites”
100% portuguesa, a petMaxi dá cartas a nível nacional e internacional, na produção de rações para animais de companhia. Fomos conversar com Luís Guilherme, administrador da petMaxi, empresa reconhecida pela inovação, de que é exemplo o uso pioneiro de ovo fresco.

Café: preço não afeta o aumento de consumidores
O café deverá ser um dos produtos com maior aumento de preços, depois de ter registado uma redução na produção. Em 2025, a tendência é de subida de preço mas este cenário não impede as empresas de antecipar tendências.

Mais de 5,5 milhões de portugueses compram online
O crescimento sustentado do e-commerce reflete uma evolução natural dos hábitos de compra. Fernando Félix, CEO da Webcomum, comenta os dados do último estudo da Marktest sobre e-commerce.

Em crescimento, setor da panificação aposta em inovação e formatos sustentáveis
Fomos ouvir Alejandro Lacorte, diretor geral do Grupo Bimbo Portugal, Sofia Miguel, diretora de marketing e comunicação do Grupo Celeste, Deborah Barbosa, CEO da Panificadora Costa e Ferreira, Ivan Mellado, general manager da Puratos e Tiago Lameiro, diretor de marketing e vendas da Rialto, que partilham a sua visão sobre a evolução do mercado e as tendências que vão marcar 2025.

GS1 debateu o impacto da sustentabilidade nas empresas e a aplicação do DRES
Esta nova diretiva foi um dos temas centrais do Congresso internacional de Sustentabilidade da GS1 Portugal. O Hipersuper esteve a acompanhar os trabalhos e falou com o diretor-executivo João de Castro Guimarães.

Na Cas’Amaro o vinho caminha a par com o enoturismo
Vinhos Verdes, Douro, Dão, Lisboa e Alentejo são as regiões onde tem produção vínica mas na base deste projeto está o investimento em enoturismo. Fomos conhecer este projeto que quer continuar a crescer.

Takeaway ganha espaço nas lojas
O segmento de takeaway tem registado um crescimento expressivo. Auchan, Pingo Doce e Continente reforçam as suas apostas, diferenciando-se através da inovação, da produção própria e do compromisso com a sustentabilidade.

“Ser líder implica inovar não só em produtos, mas também na forma como nos ligamos ao consumidor”
Mimo nunca é demais. Em entrevista ao Hipersuper, Beatriz Andrade Ferreira, gestora da Mimosa, explica como a marca quer sensibilizar pais, educadores e a sociedade em geral para a importância do mimo.

“Na nossa quinta apenas praticamos o Modo de Produção Biológica”
Fomos conversar com Paulo Mota, responsável pela Quinta da Caramuja.

Sara Monte e Freitas, Gisela Pires, Cristina Marinhas, Gonçalo Santos Andrade, Ricardo Reis, Chester Wisniewski, David Lacasa assinam os artigos de opinião. Nesta edição ainda a habitual análise da Kantar.

Boa leitura!

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Edição 430: Entrevista Central de Frutas do Painho + Aquacultura + Olitrem + IA + Retalho

A primeira edição de 2025 do Hipersuper tem como destaque uma entrevista a Carlos Miguel Henriques, administrador da Central de Frutas do Painho, que celebra 30 anos a levar Pera Rocha e Maçã de Alcobaça aos mercados nacionais e internacionais, com uma política de produção sustentável. “Cerca de 60% da nossa fruta é destinada aos clientes mais exigentes”, garante ao nosso jornal.

Nesta edição, analisamos ainda o crescimento da aquacultura em Portugal, setor que, em 2022, gerou 160 milhões de euros e que aposta em inovação sustentável, como o projeto pioneiro da SEAentia.

Outro destaque vai para o novo investimento da Olitrem, que abrirá dois laboratórios em 2025 para duplicar a velocidade de inovação. Exploramos também como a inteligência artificial está a transformar o setor do retalho e como os consumidores estão a mudar os seus hábitos, focando-se em alimentos frescos e saudáveis.

Estivemos na inauguração da maior loja inteligente do mundo e conversámos com Marlos Silva, responsável de inovação da MC, que afirma que o projeto é “uma etapa histórica na inovação ao serviço do cliente”.

Falamos ainda sobre o papel dos insetos na alimentação do futuro. Este setor está a crescer em Portugal, apontado como uma solução sustentável para os desafios da escassez nutricional e dos desperdícios alimentares. Apesar dos avanços, há ainda obstáculos a superar, como a regulamentação e a investigação.

Nesta edição, dedicamos um especial ao equilíbrio entre os pontos de venda físicos e o online, mostrando como empresas como Intermarché, Worten e Science4you estão a criar estratégias que integram o melhor dos dois mundos. Num mercado cada vez mais digital, os espaços físicos continuam a desempenhar um papel essencial na experiência de compra, agora complementados por soluções tecnológicas que oferecem conveniência e personalização aos consumidores.

Também fomos conversar com Marina Calheiros, gestora coordenadora da Lisbon Food Affair, sobre a terceira edição da feira, que dará especial destaque à produção nacional, às startups e ao mercado espanhol.

Outro tema de relevo é a segurança no retalho. Conversámos com Rui Vasconcelos, da Securitas Portugal, e Sérgio Gonçalves, da Logista, que partilham como o setor está a enfrentar os desafios crescentes, desde os ataques cibernéticos às ameaças físicas, e as soluções para garantir ambientes mais seguros para colaboradores e consumidores.

Destaque também para a 13.ª edição do Pet Festival, o maior evento dedicado aos animais de companhia em Portugal, que se realizará entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro. Em entrevista, Bruno Ferreira, gestor do evento, partilha as novidades deste ano e a ambição de continuar a crescer, reforçando a ligação entre famílias e os seus animais de estimação.

Entre outros temas, trazemos ainda tendências do setor agroalimentar para 2025 e algumas estratégias para fortalecer o e-commerce no setor vitivinícola com uma entrevista a Fernando Félix, CEO da Webcomum. Estes são apenas alguns dos destaques desta edição, que inclui ainda entrevistas, reportagens e várias análises e tendências para 2025. Sem esquecer os artigos de opinião que este mês são assinados por Sara Monte e Freitas, Mafalda Franco Frazão, Katya Ivanova Santos, José Simões, Hélder Cunha e Andrew Brandt.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Salários dos trabalhadores do comércio e distribuição alimentar com aumento médio de 5%

O presente acordo entre a Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares (ADIPA) e o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE) estabelece um aumento médio de 5% face a 2024.

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A Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares (ADIPA) e o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), chegaram a acordo quanto à revisão da tabela salarial e demais cláusulas de expressão pecuniária dos Contratos Coletivos de Trabalho para os setores do Comércio e Distribuição Alimentar Grossista e Retalhista.

“O aumento agora negociado, à semelhança do que já tinha sido verificado em 2024, contempla um vencimento base de entrada na carreira profissional, superior ao valor estabelecido para o Salário Mínimo Nacional”, aponta a ADIPA, fundada em 1975 e que agrega empresas grossistas e retalhistas do comércio alimentar independente, em comunicado.

O presente acordo estabelece um aumento médio de 5% face a 2024.

“A ADIPA continua empenhada no diálogo social estabelecido com as respetivas organizações sindicais, na procura das melhores soluções que garantam as condições retributivas adequadas aos colaboradores e que não ponham em causa a sustentabilidade das empresas de um setor maioritariamente constituído por micros, pequenas e médias empresas, independentes”, garante.

Recorde-se que as convenções coletivas abrangem cerca de 300 empresas e mais de 12 mil trabalhadores.

Sobre o autorHipersuper

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Edição 429: 35 anos, 35 temas

O inevitável balanço na última edição do ano. E porque festejamos 35 anos, decidimos nesta data escolher 35 temas para celebrar esta data especial. Podiam ser ser muitos mais (a escolha não foi fácil), mas cada página desta retrospectiva reflete tendências, estratégias, inovações. Falamos de sustentabilidade, novas formas de consumo, negócio e de pessoas que, com a sua visão e trabalho, fazem a diferença.

O inevitável balanço na última edição do ano. E porque festejamos 35 anos, decidimos nesta data escolher 35 temas para celebrar esta data especial. Podiam ser ser muitos mais (a escolha não foi fácil), mas cada página desta retrospectiva reflete tendências, estratégias, inovações. Falamos de sustentabilidade, novas formas de consumo, negócio e de pessoas que, com a sua visão e trabalho, fazem a diferença.

Ao longo de 35 anos, o Hipersuper tem sido ‘voz’ de muitos profissionais de setores dinâmicos, desafiadores e em constante transformação. Celebrar esta data simbólica não é apenas uma oportunidade para recordar, mas também para reafirmar o nosso compromisso com os profissionais que todos os dias fazem o seu trabalho e mostram que falamos de setores que dão cartas na economia portuguesa.

2024 ficará marcado como um ano de resiliência. Numa conjuntura global e nacional de desafios económicos, geopolíticos e sociais, as empresas e os seus profissionais demonstraram, mais uma vez, a sua capacidade de adaptação e inovação. Enfrentaram pressões nos custos, mudanças nas preferências dos consumidores e a aceleração da transformação digital. Muitas tiveram que se reinventar.

E porque estamos na última edição do ano, é inevitável o balanço. Decidimos juntar aos 35 anos, 35 temas para celebrar esta data especial e um 2024 desafiante. Sabemos que poderiam ser muitos mais os temas, porque estes setores estão longe de se esgotar, mas cada página desta retrospetiva reflete uma história, uma tendência, um desafio. Falamos de inovação, sustentabilidade, novas formas de consumoestratégias e de pessoas que com visão e trabalho, fazem a diferença.

Com este olhar abrangente sobre o presente e o futuro, queremos continuar a ser, em 2025, a bússola informativa dos nossos leitores. Vamos continuar a chegar a si, em papel e no digital, com o mesmo rigor e proximidade que nos tornaram uma referência.

Falamos de setores onde a mudança é a única constante, mas há valores que não mudam: a confiança, a resiliência e a vontade de fazer mais e melhor. São esses os princípios que partilhamos com os nossos leitores e que nos guiam há 35 anos.

Obrigada aos nossos leitores, assinantes e clientes que nos acompanham e nos acrescentam valor. Em 2025, continuaremos aqui, ao seu lado, com o mesmo rigor e compromisso. Porque só assim faz sentido.

Bom natal e um 2025 com saúde e muitos negócios.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Edição 428: Entrevista Manuel Tarré + Água Monchique + José Maria da Fonseca + Pingo Doce + Zippy + Natal

A penúltima edição de 2024 do Hipersuper tem como destaque uma entrevista com Manuel Tarré, presidente da Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares, que defende a uniformidade da taxa de IVA para os produtos alimentares, pede que seja concretizada a prometida descida do IRC às empresas e alerta para a classificação das pequenas e médias empresas, inalterada desde 2005. “Ficaria muito satisfeito se conseguíssemos reduzir o IVA”, afirma.

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“Ficaria muito satisfeito se conseguíssemos reduzir o IVA”, afirma Manuel Tarré na entrevista.

“Com a cultura de empresa que temos, não conseguimos ficar parados”, afirma o CEO da Sociedade da Água de Monchique, em entrevista ao Hipersuper. Vítor Hugo Gonçalves fala do presente e do futuro de uma empresa fundada há 32 anos e que tem agitado o mercado das águas, fruto de um constante investimento em inovação e em soluções sustentáveis, sempre com foco no consumidor. Uma entrevista que vale a pena ler.

Também fomos conversar com António Maria e Francisco Soares Franco, co-CEO’s da José Maria da Fonseca, uma empresa que faz 190 anos e que tem marcado a fileira dos vinhos. Fazem parte da sétima geração à frente da gestão da empresa, e não esquecem a responsabilidade e o contínuo compromisso para com a vinha, as marcas, os colaboradores e os clientes, e as gerações vindouras.

Este mês, fomos visitar o Laboratório de Biologia Molecular do Pingo Doce que certifica o que chega à mesa do consumidor. É aqui que o ADN dos ingredientes dos produtos marca própria do universo Jerónimo Martins é posto à prova e confirmado. Inaugurado em 2021, é o único em Portugal detido por uma empresa do retalho alimentar.

Também em entrevista ao nosso jornal, Pedro Lira, head of e-commerce, IT & transformation da Zippy, destaca os avanços tecnológicos e estratégicos por detrás do novo site da marca, concebido para integrar de forma eficaz os canais físicos e digitais. E as novidades não se ficam por aqui: “para início de 2025 queremos lançar a App da Zippy”, afirma.

E porque a época natalícia está aí e o bacalhau é rei na mesa de Natal, fomos perceber quais as tendências que moldam o consumo de bacalhau e como é que as marcas se preparam para responder à crescente procura nesta época festiva. Fomos também saber como as empresas do setor da panificação estão a intensificar as suas estratégias para destacar produtos e conquistar consumidores.

setor do retalho em Portugal atravessa uma fase de forte dinamismo e reinvenção, marcada pela consolidação de formatos tradicionais e pela ascensão de novos conceitos. O momento para ouvir,  João Esteves, partner e líder do departamento de retalho da Cushman & Wakefield, que analisa as principais tendências do mercado e antecipa os desafios e oportunidades que moldarão o futuro do setor.

Fomos conhecer a Pobeira, uma cerveja com alma do Norte e um objetivo de internacionalização. O nome não deixa dúvidas: ser uma homenagem às raízes Poveiras dos seus criadores e ao sotaque típico nortenho. Mas em pouco mais de um ano no mercado, Edgar Gonçalves e Artur Giesteira levaram a sua cerveja artesanal para lá da Póvoa de Varzim e implantaram-na no Norte. A Pobeira deu-se a conhecer em eventos pelo país, conquistou prémios e iniciou a exportação e uma estratégia de consolidação no mercado nacional. Vale a pena conhecer a história.

Também nesta edição, analisamos os dados da Associação Industrial e Comercial do Café (AICC) e da European Coffee Federation que avançam que 80% dos portugueses consomem café diariamente. Este é um setor que está em crescimento desde 2021, depois da contração verificada em 2020, devido à pandemia. Ouvimos responsáveis de três empresas sobre 2024, mas também sobre um dos próximos desafios do setor: o Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

Mudar para embalagens reutilizáveis está a impor exigências a produtores, distribuidores, retalhistas e consumidores. “Mas vai trazer inúmeras vantagens ambientais, sociais e, se os verdadeiros impactos de cada operação e produto fossem justamente contabilizados, também vantagens económicas”, defende a Agência Portuguesa do Ambiente. Tanto no setor do papel, como do vidro e do plástico, as empresas estão a usar a inovação tecnológica para reduzir o impacto das embalagens de uso único. São disso exemplo os players que falaram com o Hipersuper para o Especial Embalagens, que faz parte desta edição.

Ainda neste número, e porque Portugal é o segundo maior produtor de Bimi na União Europeiaouvimos Alberto Alapont, Bimi brand manager para Portugal, Espanha e Itália, explica os motivos do investimento no nosso país.

Também fomos conversar com Vanessa Silva, diretora de marketing do Recheio, empresa que patrocina o concurso Jovem Talento da Gastronomia 2024 (JTG), direcionado a jovens estudantes de restauração e hotelaria de todo o país e que sublinha “que a inovação e a paixão são os ingredientes-chave para o futuro da gastronomia em Portugal”.

Também falamos de vinho e de quais são os desafios e as oportunidades para o setor. Avizinha-se uma crise vitivinícola sem precedentes? Foi o que que foi discutido numa conferência realizada na Universidade Portucalense, organizada pela ANCEVE (Associação Nacional dos Comerciantes e Exportadores de Vinhos e Bebidas Espirituosas) que reuniu várias personalidades, representativas do setor a vários níveis e da academia. Estivemos lá e contamos tudo nesta edição.

Estes são alguns dos destaques da edição 428 do Hipersuper, que conta também com as opiniões de Sara Monte e Freitas, David Lacasa da Lantern, Fábio Pires da agap2, José Duarte da CAMB, Ana Trigo Morais da Sociedade Ponto Verde, Luís Castanho da Weborama Portugal e de Ana Marques da Esti Portugal.

Sobre o autorHipersuper

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Leia a edição 427

Estes são alguns dos destaques da edição 427 do Hipersuper: entrevista com Ângela Sarmento, diretora de marketing e comunicação do Grupo Apolónia, que enaltece a aposta numa oferta diversificada, que combina produtos premium e básicos, e sublinha que esta tem sido essencial para o crescimento sustentado da marca. Em entrevista ao nosso jornal não tem dúvidas: a inovação e a satisfação do cliente continuam a ser pilares fundamentais para o sucesso do Apolónia.

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Estes são alguns dos destaques da edição 427 do Hipersuper:

  • Entrevista com Ângela Sarmento, diretora de marketing e comunicação do Grupo Apolónia, que enaltece a aposta numa oferta diversificada, que combina produtos premium e básicos, e sublinha que esta tem sido essencial para o crescimento sustentado da marca. Em entrevista ao nosso jornal não tem dúvidas: a inovação e a satisfação do cliente continuam a ser pilares fundamentais para o sucesso do Apolónia.
  • Entrevista com António Silvestre Ferreira, administrador da Vale da Rosa,  que é um homem apaixonado por Ferreira do Alentejo. Quando regressou do Brasil, foi na sua terra que decidiu implantar o projeto de produção de uvas sem grainha que desenvolve há mais de 20 anos na Herdade Vale da Rosa. A marca internacionalizou-se já há vários anos, mas é na sua Ferreira do Alentejo que continua a investir.
  • Mafalda Franco Frazão, head of sales da Google Portugal, antecipa em conversa com o Hipersuper a peak season e sublinha a importância estratégica do e-commerce para o crescimento do retalho em Portugal.
  • José Frazão, CEO da Exposalão, que dinamiza a Expoalimenta,  fala sobre esta feira profissional dedicada a todas as empresas que fornecem e suportam o setor alimentar, que abrange um vasto leque de áreas,  desde máquinas, equipamentos e acessórios para preparar, acondicionar, embalar e processar até aos alimentos e bebidas, e que regressa à Exponor de 24 a 26 de outubro.
  • Fomos saber mais sobre O Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa, a marca por trás da Comur – Fábrica de Conservas da Murtosa. Desta fábrica, uma das poucas em Portugal a manter métodos de produção artesanais, saem conservas que brilham nas 20 lojas em Portugal e na loja na Times Square, Nova Iorque.
  • Está a IA a revolucionar a forma como as empresas encontram e selecionam talentos? Fomos saber junto de alguns dos principais players do setor.
  • ‘Crescimento e Sustentabilidade’ foi o lema do 9º Congresso da Indústria Agro-alimentar, que se realizou em Lisboa numa organização da FIPA. Um evento a pensar na dimensão desta indústria, “que é não só o pilar fundamental da nossa economia, mas também um agente incontornável na concretização de muitos dos desafios da sociedade”, como afirmou o presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, Jorge Tomás Henriques.
  • Pedro Queiroz, diretor-geral da FIPA, assegura em entrevista ao nosso jornal que a indústria agro-alimentar está determinada “em posicionar-se na vanguarda da transição para a sustentabilidade”. Mas defende que é preciso uma atenção às necessidades de certos setores e empresas, em particular as PME, “que podem ter dificuldades com algumas das medidas/políticas que decorrerão do processo e da transição”.
  • Jaime Piçarra, secretário-geral da IACA e recentemente nomeado perito junto da NATO para a área da segurança alimentar, reflete sobre a importância de capacitar a indústria alimentar para o crescimento e sustentabilidade. Um artigo de opinião a ler nesta edição.
  • Tendo como tema central ‘Logística: Desafios e Inovação para o Futuro’, o 26º congresso anual da Associação Portuguesa de Logística reuniu, em Lisboa, especialistas, empresas e profissionais do setor para debater os desafios que o setor da logística e transportes enfrenta. Fazemos um resumo do que se passou neste que já um congresso obrigatório para os profissionais deste setor.
  • Em entrevista ao Hipersuper, Afonso Almeida, presidente da Associação Portuguesa de Logística, sublinhou que as empresas do setor da logística e transportes precisam que avance o TGV entre Lisboa e Porto e a ligação entre Lisboa e Madrid, que é urgente terminar a nova ligação entre Sines e a fronteira espanhola, avançar a nova fase de Sines e, acima de tudo, “que se tomem as decisões certas com uma visão estratégica em termos logísticos para o país e com uma rapidez bem superior ao passado”.
  • João Baluarte, sócio responsável pelos estudos financeiros na OnStrategy, evidencia a força crescente de algumas marcas nacionais que têm conseguido afirmar-se num mercado altamente competitivo, impulsionadas pela consolidação, internacionalização e um contexto económico mais favorável. E aponta em entrevista: “a existência de marcas verdadeiramente globais continua a ser um dos calcanhares de Aquiles do nosso crescimento económico. Com algumas exceções, continuamos a ter marcas, na sua grande maioria orientadas ao mercado nacional”.
  • O Hipersuper esteve na Fruit Attraction que encerrou a sua 16ª edição com números históricos em termos de participação. Segundo dados oficiais, a feira organizada pela IFEMA Madrid e pela FEPEX, registou a presença de 117.370 profissionais oriundos de 145 países, o que representa um aumento de 13% em relação ao ano anterior. Nesta feira, os prestigiados World Food Photography Awards, agora patrocinados pela Bimi Tenderstem Broccolini, reuniram um leque variado de fotografias galardoadas ao longo dos dez anos do concurso, que chamaram a atenção dos participantes da feira internacional, que foi ainda escolhida como local de apresentação da nova imagem dos WFPA.

Além disso, nesta edição pode ler os nossos especiais sobre alimentação saudável, pagamentos e logística. Também nesta edição os artigos de opinião de Sara Monte e Freitas, Emanuele Soncin, José Núncio, José Pedro Fernandes, David Lacasa, Manuel Pinheiro, Graça Mariano e a análise da Kantar sobre Higiene e Beleza.

Sobre o autorHipersuper

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Leia a edição 426 + Especial Fruit Attraction 2024

Já pode ler a edição de setembro do Hipersuper que conta com um trabalho especial sobre a presença portuguesa promovida pela Portugal Fresh na Fruit Attraction 2024.

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Em entrevista ao nosso jornal, Pedro Subtil, presidente do Grupo os Mosqueteiros em Portugal, comenta os resultados de 2023, destacando um crescimento sólido com um volume de negócios de 2,9 mil milhões de euros, um aumento de 7,8% face ao ano anterior. Pedro Subtil aborda também os desafios da estrutura de gestão descentralizada e os planos ambiciosos para 2024, incluindo a abertura de novas lojas e o reforço do comércio eletrónico.

Também em destaque nesta edição uma entrevista com Carlos Gonçalves, CEO e co-fundador da Casa Mendes Gonçalves que chegou ao mercado há 42 anos e logo com um produto que tanto teve de arriscado como de inovador: o vinagre de figo firmou-se e provou que vale a pena arriscar e diferenciar-se. E os dois fundadores, responsáveis pelo seu lançamento, mostraram que inovar e apoiar a produção nacional, vale ainda mais a pena. Uma entrevista que vale a pena ler.

Também fomos conversar com Jaime Piçarra que tem dedicado a sua vida às questões da segurança alimentar e da importância da gestão agroalimentar tanto na geopolítica nacional e mundial como na vida dos cidadãos. Foi recentemente nomeado perito nacional na Organização do Tratado do Atlântico Norte, na área da segurança do abastecimento e passa assim a integrar o Grupo de Planeamento de Agricultura e Alimentação da NATO. “Não podemos negar as situações climáticas, temos que tentar fazer tudo aquilo que é possível para mitigá-las, mas sem comprometer a função da agricultura, que é a produção de alimentos”, sublinha nesta entrevista ao Hipersuper.

Na rubrica Inovação pode conhecer a UvineSafe que quer estimular as defesas naturais e combater as pragas na vinha.

Não apenas em Portugal, mas a nível da União Europeia, é cada vez mais importante apostar numa política de armazenamento de água nos períodos de abundância, para que seja utilizada nos períodos de seca. É o que defende a Federação Nacional de Regantes de Portugal. “Temos de dar prioridade à resiliência hídrica, vital para o futuro da Europa, nomeadamente da segurança alimentar, da competitividade e da coesão social e territorial”, alerta José Núncio, presidente da FENAREG, nesta entrevista ao Hipersuper.

A cidade de Viseu recebe, em novembro, os World Cheese Awards 2024. Considerados os ‘Óscares do Queijo’, decorrem pela primeira vez em Portugal. Motivo para uma entrevista a Bruno Filipe Costa, o impulsionador da vinda do evento para Portugal.

Nesta edição fizemos a pergunta: será que ser distinguido com os prémios Cinco Estrelas, Escolha do Consumidor, Produto do Ano, Sabor do Ano ou Superbrands faz a diferença junto dos consumidores? Uma das conclusões é clara: “Os consumidores tendem a confiar mais em produtos que detenham distinções reconhecidas”. A ler nesta edição.

As frutas, legumes e flores produzidos no nosso país continuam a dar cartas nos mercados internacionais e a crescer. Este ano a Fruit Attraction vai contar com a maior representação portuguesa de sempre. Gonçalo Santos Andrade, presidente da Portugal Fresh, antecipa um momento histórico para o setor na Fruit Attraction, em Madrid: 54 participantes e um stand de 708m2, num trabalho especial onde os produtos portugueses estão em destaque.

São vários os especiais que completam a nossa edição de setembro. Falamos de vinho, queijo e charcutaria. Fomos perceber tendências, desafios e saber as novidades. Também fomos saber quais os grandes desafios da logística urbana que os players do setor estão a enfrentar.

A sustentabilidade é outro dos temas que marca esta edição onde pode conhecer a estratégia e alguns dos melhores exemplos do que se tem feito no nosso país.

Contamos ainda com a opinião de Sara Monte e Freitas, partner da Monte e Freitas | ERA Group, de Marta Ribeiro, consulta da Michael Page, do enólogo Tiago Macena, de Paulo Amorim, presidente da direção da Anceve, de Maria Ramos, fermented product formulation da Casa Mendes Gonçalves, de David Lacasa, partner da Lantern, e de Bernardo Samuel, Adecco Recruitment Director. Eduardo Serra, Client Manager na Kantar, escreve sobre ‘Higiene do lar’.

Sobre o autorHipersuper

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