Pedro Sobral sucede a Joaquin Vázquez na direção da Glovo Portugal
“Portugal é um mercado chave, o quarto maior entre os 25 onde a empresa está presente”, afirma Pedro Sobral que irá liderar uma equipa de 100 pessoas, divididos entre Lisboa e Porto. “O crescimento exponencial que temos tido é a prova de uma grande liderança, mas também que este é um mercado vibrante e cheio de oportunidades”

Rita Gonçalves
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Pedro Sobral sucedeu a Joaquin Vázquez na direção geral da Glovo Portugal. À frente do mercado português desde janeiro de 2022, o espanhol assumiu a liderança da plataforma de entregas em Itália.
“Portugal é um mercado chave, o quarto maior entre os 25 onde a empresa está presente”, afirma Pedro Sobral, que irá liderar uma equipa de 100 pessoas, dividida entre Lisboa e Porto. “O crescimento exponencial que temos tido é a prova de uma grande liderança, mas também que este é um mercado vibrante e cheio de oportunidades”, sublinha.
Pedro Sobral, 31 anos, tem um mestrado em Engenharia Mecânica, pelo Instituto Superior Técnico. Ainda na universidade fundou a startup Nextstop, entrando no acelerador The Founder Institute.
Antes de terminar o mestrado, no último ano, esteve a fazer investigação no Instituto Superior Técnico na área de gestão de produção e modelos de negócio sustentáveis, tendo entregado a tese e ingressado nos quadros da Jerónimo Martins, em Portugal. Aqui, desempenhou cargos nas operações do Recheio e na holding, e lançou o Pingo Doce na NOVA, com funções na parte operacional tecnológica.
Daí até à Polónia foi um salto, integrando a equipa da Biedronka para liderar o projeto da aplicação de loyalty e os canais de e-commerce. Foi aqui onde teve o primeiro contacto com a plataforma tecnológica sediada em Barcelona, através da parceria estratégica entre as duas empresas nesse país.
Há cerca de um ano, mudou-se para Barcelona e integrou a Glovo enquanto diretor de brands ads, divisão que se dedica à publicidade de grandes marcas dentro da aplicação. Sob a sua liderança, a equipa duplicou para 100 pessoas, distribuídas pelos 25 países onde a marca está presente.
Em Portugal, promete “trabalhar de perto com a equipa local para continuar a impulsionar o crescimento, a inovação e a satisfação dos utilizadores, estafetas e parceiros”.
“Tenho como grandes objetivos dar continuidade a este crescimento e ao desenvolvimento da equipa, promover uma cultura empresarial de inovação, bem como em fazer chegar as nossas valências ao maior número de portugueses: dar acesso a tudo e a todos a qualquer coisa, ao melhor preço e através dos melhores parceiros”, acrescenta.
A Glovo opera cinco escritórios em Itália, onde tem uma equipa de 300 pessoas.