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ESPECIAL Pavimentos e Revestimentos. Indústria aposta em acabamentos estéticos e eficientes

As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção. As infraestruturas de […]

Ana Catarina Monteiro
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ESPECIAL Pavimentos e Revestimentos. Indústria aposta em acabamentos estéticos e eficientes

As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção. As infraestruturas de […]

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Retalho

As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção.

As infraestruturas de retalho assim como as industriais necessitam de ser planeadas antecipadamente, consoante as especificidades de cada atividade, para que sejam aplicadas as soluções de pavimentos e revestimentos que melhor garantem as devidas condições do espaço no longo prazo.

Para o retalho, o tráfego e o ‘design’ do edifício são dois fatores a ter em conta, sendo que uma má aplicação poderá significar elevados custos e impedir o bom funcionamento da atividade. “Os espaços interiores de retalho exigem soluções funcionais com elevada flexibilidade, no sentido de permitir remodelações rápidas, com custos reduzidos. Por outro lado, o tráfego intenso que os caracteriza obriga à utilização de materiais com elevada resistência e durabilidade”, explica em entrevista ao HIPERSUPER fonte da Revigrés. Para responder às necessidades dos retalhistas, a empresa oferece o pavimento Revicomfort, uma solução sustentável e versátil, indicada para renovações e aplicações rápidas. “É um pavimento em grés porcelânico, amovível e reutilizável, rápido e simples de colocar, sendo quem não é necessário usar cimento cola, betume, equipamentos específicos ou mão-de-obra especializada, o que contribui para a redução de custos na sua aplicação. De fácil reutilização em vários locais, não danificando o pavimento preexistente, sem necessidade de prévia de demolição e consequente minimização dos resíduos de obra, a solução é ideal para remodelações em áreas comerciais, podendo ser imediatamente utilizadas após aplicação. Neste processo, o pavimento cerâmico é encapsulado num polímero, no tardoz (reverso) e nas arestas laterais, o que minimiza a rigidez dos pisos, criando uma perceção de conforto e de isolamento acústico e térmico”. Está disponível em várias coleções da empresa, “valorizando a diversidade estética e a liberdade de escolha do consumidor”.

Soluções permitem versatilidade estética

Os estabelecimentos comerciais exigem à indústria de pavimentos e revestimentos “produtos de elevado valor estético e, simultaneamente, com uma excelente qualidade técnica”. No que diz respeito ao ‘design’, os retalhistas optam por “coleções em grés porcelânico, material cuja elevada resistência ao desgaste e ao impacto, durabilidade e facilidade de limpeza e manutenção, as tornam a solução ideal para áreas com um muito tráfego”.

A este nível, a Revigrés, cujas soluções estão integradas em espaços como as lojas Fnac, Padaria Portuguesa, os shoppings Vasco da Gama, Allegro Alfragide e Setúbal, supermercados Lidl, Pingo Doce ou Continente, apresenta a coleção Cromática, “uma das coleções em grés porcelânico mais completas a nível mundial, com 40 cores, cinco acabamentos e dez formatos”. Além desta, as soluções como a coleção Flake, com efeito escamas, e a coleção Purestone, com três efeitos: efeito pedra, reflexos do azulejo tradicional e estrutura em três dimensões, permitem versatilidade na criação de pontos de venda esteticamente atrativos.

Pavimento tipo Terrazzo

Para os espaços comerciais o “pavimento tipo Terrazzo continua a apresentar-se como uma solução de elevado acabamento estético e bastante duradouro”, assegura João Correia, gestor de projetos da Caetano Coatings. “Embora o seu preço não seja o mais convidativo, pelo menos comparado com outras soluções de revestimento de pavimento, importa salientar que de um ponto de vista de ‘design’, o recurso a esta solução permite satisfazer as ideias mais elaboradas e ambiciosas de qualquer projetista”.

Também o diretor-geral da Sotecnisol Engenharia, Valdemar Lebre, aponta a solução como uma “excelente opção”. “Nos espaços interiores de retalho as soluções são diversas, orientando-se para soluções normalmente à base de resinas de epoxy, muito lisas de muito fácil limpeza, onde predomina a cor, que pode ser mono ou policromática. As soluções de resina de epoxy com adição de agregados selecionados e polimento à posteriori, vulgarmente chamadas de Terrazzo, dada a sua espessura e acabamento estético muito cuidado, são muito dispendiosas. No entanto, começam a ser muito utilizadas por quem se preocupa com a imagem que este tipo de acabamento proporciona, realmente excepcional. A elevada durabilidade deste tipo de sistema é também um factor tomado em conta”, sublinha.

Pavimento em Vinil

Por sua vez, João Cabral, diretor comercial da Tarkett, destaca os pavimentos de interior de lojas das “gamas de LVT (Luxury Vinyl Tiles), as chamadas soluções modulares, autoportantes, coladas ou com sistema ‘click’, em mosaicos ou em réguas, com uma enorme variedade de cores, padrões e ‘designs’”. “Os investidores e donos de obra de uma forma geral procuram soluções inovadoras e que se consigam coordenar facilmente à medida que os conceitos e imagens de marca se vão atualizando. Os LVT são soluções que permitem uma renovação muito rápida e que fazem também com que o pavimento seja parte integrante da decoração dos espaços comerciais, tornando o ambiente mais atrativo, acolhedor e propício a relações comerciais mais regulares e duradouras”, explica o diretor-geral.  Além disso, a solução apresenta uma “rápida instalação e facilidade de manutenção”, que são outras das exigências atuais para os espaços de comércio.

Pavimentos Modelares

Neste sentido, na opinião de Ruy Vieira, managing diretor da Hidroreport, “os pavimentos que tiveram a maior evolução nos últimos tempos, pela sua novidade, grande resistência e facilidade de substituição de uma peça danificada ou de aplicação noutro local são os pavimentos modulares, que apresentam soluções sem obras e agora até design italianos são uma ótima solução”. O responsável destaca o “tipo Ecotile”, que permite em um “fim de semana substituir um pavimento sem que a atividade da empresa seja afetada”. “No aeroporto de Lisboa, por causa da urgência provocada pela Expo 98, instalamos 10 000 metros quadrados de Ecotile que ainda não careceram de substituição”. A empresa é especializada neste tipo de pavimentos, detento “todo o tipo de certificações” e aplicando soluções de raiz ou de reabilitação.

Entre os diversos tipos de materiais, as lojas de menor dimensão estão “mais suscetíveis a revestimentos resinosos, devido à sua versatilidade de cores e padrões e facilidade de aplicação. Além de que são fáceis de manter, muito resistentes e podem ser executados tanto em espaços novos como em remodelações, o que facilita a escolha do espaço, sem estar condicionado às condições existentes no local. Por outro lado, a grande distribuição “opta por revestimentos cimentícios”, como vemos nas lojas da “Bricodépôt, Makro, Décathlon”, exemplifica Adelino Ribeiro, diretor comercial da Asic Pavimentos.

A “emblemática indústria de cerâmica portuguesa”

“Em 2015, o setor cerâmico nacional registou um saldo positivo da balança comercial de cerca de 550 milhões de euros. Atualmente, é o setor com a quarta maior taxa de cobertura das importações pelas exportações em Portugal, em grande parte impulsionada pelo subsetor de revestimentos e pavimentos cerâmicos no qual, em 2015, o valor das exportações foi mais de sete vezes superior ao valor das importações”, explica em entrevista fonte da Revigrés.
A operadora do setor cerâmico tem contribuído para diversas obras emblemáticas, a nível mundial, como a Basílica La Sagrada Família, em Barcelona, o Harrod’s, em Inglaterra, várias “computerstores”, nos EUA e Canadá, aeroportos internacionais na Rússia e na Polónia; estações de metro em Espanha, na Arábia Saudita, Holanda e Inglaterra, hospitais no Kuwait e Inglaterra e centros comerciais na Eslováquia, Irlanda e Rússia, além de vários edifícios portugueses como estádios de futebol, hotéis, centros comerciais, hospitais, escolas, restaurantes e empreendimentos residenciais, em Portugal.

Novas construções exigem eficiência energética 

Para a Revigrés, que marca presença em mais de 50 países e opera sobretudo em obras de raiz de grande dimensão, uma das exigências da “arquitetura moderna são as soluções de construção que promovam a eficiência energética e a sustentabilidade dos edifícios, privilegiando, em simultâneo, o conforto e bem-estar dos seus utilizadores”. O que fez a empresa apresentar recentemente o sistema Revifeel – cerâmica com elevado conforto térmico, desenvolvido em parceria com o CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes. “Com duas funcionalidades distintas – ‘Warmup’ e ‘Colldown’ – este é um sistema inovador de cerâmica que suaviza as sensações de frio e de calor”.

O sistema de cerâmica ‘Warmup’, presente nas coleções ‘Suite’ e ‘Saloon’ da empresa, proporciona uma sensação termicamente similar ao da madeira, recorrendo à nanotecnologia para potenciar a concentração do calor, ao mesmo tempo que apresenta “maior resistência ao desgaste e maior durabilidade, quando sujeito às mesmas condições e tempo de utilização que a madeira”. Além disso, “promove a sustentabilidade ambiental e contribui para aumentar a eficiência energética dos edifícios, reduzindo a dissipação de calor e as oscilações de temperatura que os materiais causam sem o uso de aquecimento artificial. Por sua vez, o sistema de cerâmica ‘Cooldown’ “aquece os espaços menos do que outros materiais, quando sujeitos ao mesmo tempo de exposição ao sol”. Esta solução de pavimento, ideal para espaços exteriores, “recorre à incorporação de componentes que permitem aos materiais absorver menos radiação térmica, refletindo a radiação solar e evitando o sobreaquecimento”.

De igual forma, a preocupação principal da Tarkett tem sido a questão do ambiente e da sustentabilidade, promovendo a economia circular e a redução do desperdício de matérias primas. “Já não é suficiente apresentar soluções tecnicamente avançadas a preços competitivos, mas sim tem de se conseguir melhorar de ano para ano a performance dos produtos a nível de sustentabilidade”, explica o diretor comercial.

Indústria alimentar requer materiais diferentes

Com exigências diferentes das lojas de comércio, para a indústria alimentar “as soluções mais avançadas em termos de revestimento de pavimentos são as híbridas à base de resinas de Poliuretano e Cimento e de Resinas Acrílicas e Cimento. As primeiras, à base de resinas de Poliuretano e Cimento, são muito recentes mas já comprovadas em toda a Europa. No entanto, são soluções muito dispendiosas ao nível do mercado Português, embora estejam a ser bastante bem consideradas pelos empresários do setor alimentar. As segundas, à base de Resinas Acrílicas e Cimento, são soluções muito mais comprovadas ao longo de décadas e que continuam a ser muito consideradas, embora e apenas na indústria alimentar em condições de utilização permanentemente molhada, muito orientadas para o setor industrial do mercado do peixe, carne e conservas. Estas são as soluções que optam por maior fiabilidade, compreendendo-se este facto por serem as que obtêm uma maior espessura e portanto maiores resistências ao nível mecânico, químico e térmico, não descurando as necessidades adicionais e de compromisso entre anti-derrapância e de limpeza. Estas soluções híbridas, são as que, de facto, aproveitam as melhores propriedades de cada uma das resinas envolvidas na sua formulação, com sucesso”, explica o diretor-geral da Sotecnisol, operadora com “grande experiência” nas indústrias de carne, peixe e conservas.

A indústria agroalimentar tem as suas exigências próprias, porque são espaços de confecção de alimentos e necessitam de uma higienização cuidada. Os pavimentos necessitam de um acabamento “antiderrapante e contínuo e a execução de um rodapé em meia cana, de forma a permitir uma fácil lavagem do mesmo. Um sistema composto por resinas de base epoxy ou de metil metacrilato, com saturação de areias de quartzo calibrado colorido, com espessuras aproximadas de três a quatro milímetros, são soluções bastante recorrentes para a indústria alimentar. Para indústrias com outros tipos de exigências, nomeadamente matadouros e lotas de pescado, onde há consideráveis agressões químicas estando o pavimento continuamente molhado, soluções à base de poliuretano / cimento ou uma argamassa hidráulica modificada com polímeros são as soluções mais praticadas. A gama de sistema de revestimento “Monopur” apresenta espessuras que variam desde os dois milímetros a nove milímetros, tal como o revestimento “Monile” com dez milímetros de espessura”, explica o responsável da Caetano Coatings, líder no mercado nacional e com uma “forte aposta no mercado estrangeiro, sobretudo em França”.

Revestimentos Cimentícios

Na indústria não alimentar, e para as empresas que trabalham com equipamentos de manuseamento de cargas (porta-paletes, empilhadores), “os revestimentos cimentícios à base de agregados endurecedores funcionam muito bem e têm um custo inferior às resinas”, afirma o diretor comercial da Asic. “Estas indústrias trabalham em ambientes secos, por isso a impermeabilização do piso é secundária, o principal requisito para os clientes é ter um pavimento fácil de manter, muito resistente ao desgaste (que não faça pó), duradouro e com um aspecto estético aceitável”.

Quer para a indústria alimentar quer para a não alimentar, “os sistemas escolhidos devem ter em consideração, a agressividade química, o grau de rugosidade, a temperatura dos líquidos derramados, as cargas em circulação no revestimento como também o tipo de equipamentos de manuseamento de paletes e a frequência de passagem”, enumera o responsável.

Entre os fatores a ter em conta no planeamento de um pavimento e revestimento, “o problema mais frequente é o do cálculo e previsão da utilização em termos de cargas a suportar, tipos de empilhadores que o cliente pretende utilizar e qual a utilização que vai ser dada ao espaço: oficinas automóveis, laboratórios, equipamento de precisão, existência de electricidade estática, entre outras. A infiltração de humidades e a exigência que o piso esteja plano são preocupações a ter também. Para cada um destes tipos existe uma solução diferenciada. Pelo menos a Hidroreport dispõe de resposta para todas estas questões. Dispomos também de todo o tipo de tapetes imaginável para completar qualquer situação específica, dá conta o managing diretor da empresa, que até ao momento está a crescer 30% este ano. Em Portugal, o setor de pavimentos e revestimentos “está em recuperação”, depois de ter enfrentado a crise económica dos últimos anos. “É um setor muito variável e influenciado por grandes obras a ocorrerem ou a serem adiadas”.

 

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Vinhos de Portugal 2025 reúne 1300 referências na disputa pelo título de melhor do ano

Organizado pela ViniPortugal, este concurso anual distingue a qualidade e diversidade da produção vitivinícola nacional

Hipersuper

A 12ª edição do Concurso Vinhos de Portugal vai reunir perto de 1300 vinhos nacionais na disputa pelos títulos mais prestigiados do setor. Os Melhores do Ano serão revelados no jantar e cerimónia de entrega de prémios, que irá decorrer a 9 de maio, em Viseu.

Organizado pela ViniPortugal, este concurso anual distingue a qualidade e diversidade da produção vitivinícola nacional, contando com um painel de especialistas para avaliar os candidatos. A competição decorre em duas fases. A primeira terá lugar a 5, 6 e 7 de maio, no CNEMA, em Santarém, com um painel de 72 especialistas nacionais e internacionais, incluindo enólogos, sommeliers, jornalistas e wine educators, a avaliaram os vinhos candidatos em sessões técnicas de prova.

A decisiva 2ª fase decorrerá nos dias 8 e 9 de maio, em Viseu, onde o Grande Júri irá eleger os Grandes Ouros e os Melhores do Ano, que serão revelados na cerimónia de entrega de prémios.
“Mais do que um galardão, o Concurso Vinhos de Portugal é um selo de qualidade e uma plataforma de promoção internacional. Os vinhos distinguidos com as Medalhas Grande Ouro e Ouro garantem presença em prestigiados eventos internacionais, reforçando a visibilidade e credibilidade do vinho português nos mercados externos”, destaca a ViniPortugal.
Mais informações sobre o Concurso Vinhos de Portugal e a lista completa de jurados, aqui

A ViniPortugal é a Associação Interprofissional do Vinho. Tem como missão promover a imagem de Portugal enquanto produtor de vinhos por excelência, valorizando a marca ‘Vinhos de Portugal/Wines of Portugal’, contribuindo para um crescimento sustentado do volume e do preço médio dos vinhos portugueses.

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Clube de Ténis do Porto recebe Torneio CTP Torrié Coffee 2025

O Clube de Ténis do Porto recebe, entre os dias 2 e 6 de abril, o Torneio CTP Torrié Coffee 2025, uma iniciativa que alia a energia competitiva do ténis à experiência sensorial proporcionada pela marca de café portuguesa. 

Hipersuper

Com um prize money total de 7.500 euros, distribuído pelos escalões de +35, +45, +55 e +65 anos, esta edição assume particular relevância no panorama nacional. Trata-se do maior valor alguma vez atribuído pelo Clube de Ténis do Porto nesta categoria e o segundo mais elevado em Portugal, refletindo o reforço do compromisso da Torrié com o desporto sénior e com os valores de superação e qualidade.

Mais do que um torneio, o CTP Torrié Coffee 2025 é apresentado como  uma experiência imersiva, onde atletas, adeptos e apreciadores de café poderão descobrir diferentes variedades da marca, selecionadas para intensificar os momentos de pausa e de partilha.

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Centromarca manifesta preocupação com tarifas e lembra: “Força e integridade do mercado único da UE nunca foram tão essenciais”

Centromarca manifesta preocupação com tarifas e pede medidas para proteger o mercado único. “Muitos dos setores potencialmente atingidos pelas tarifas são representativos de marcas acarinhadas por consumidores portugueses, europeus e globais”, sublinha Nuno Fernandes Thomaz, Presidente da Centromarca.

Hipersuper

A Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca manifesta a sua “profunda preocupação” perante o anúncio do Governo dos Estados Unidos da América de uma tarifa generalizada de 20% sobre todos os bens exportados da União Europeia para o território norte-americano. Em linha com a posição já assumida pela AIM – Associação Europeia de Marcas, a associação portuguesa alerta para as graves consequências económicas desta medida unilateral.

Em comunicado, a Centromarca considera que a decisão dos EUA “corre o risco de agravar as já frágeis relações comerciais a nível mundial” e sublinha que “não trará qualquer benefício para os consumidores de ambos os lados do Atlântico”. O setor dos bens de consumo representa um dos principais pilares da economia europeia, sendo que 39% da produção – avaliada em 175 mil milhões de euros – é destinada à exportação para fora da UE.

A associação chama ainda a atenção para o impacto que esta tarifa poderá ter na competitividade da indústria europeia, num contexto já marcado pela volatilidade nas cadeias de abastecimento. “As marcas representadas pela Centromarca e pela AIM enfrentam agora mais incerteza e perturbações”, refere a nota.

Com base nos dados mais recentes do Barómetro de Bens de Consumo da AIM, as empresas do setor estão a operar num ambiente de instabilidade crescente, agora agravado pela ameaça de uma guerra comercial internacional em 2025. Para a Centromarca, este cenário reforça a urgência de proteger e fortalecer o mercado único europeu, responsável pela circulação anual de 276 mil milhões de euros em mercadorias. A eliminação de obstáculos internos e a criação de um ambiente comercial justo são apontadas como prioridades críticas.

“Em linha com o que tem sido defendido pela AIM, a Centromarca insta o Governo e a Comissão Europeia a considerar as implicações profundas que o estabelecimento de tarifas retaliatórias possa ter no valor da indústria dos bens de consumo. Muitos dos setores potencialmente atingidos pelas tarifas são representativos de marcas acarinhadas por consumidores portugueses, europeus e globais. Espera-se que o nosso Governo e a Comissão Europeia possam dar prioridade à diplomacia e encontrem soluções benéficas que previnam danos maiores para os consumidores, as marcas e a competitividade do setor”, afirma Nuno Fernandes Thomaz, Presidente da Centromarca.

“Acima de tudo, os fabricantes de marcas europeias reafirmam o seu compromisso inabalável para com os consumidores europeus. Desde a pandemia de COVID-19 até à guerra na Ucrânia e ao aumento da inflação, a nossa indústria tem estado sempre ao lado dos consumidores durante as adversidades. Voltaremos a fazê-lo. Trabalhando de forma colaborativa em todas as nossas cadeias de valor, pretendemos minimizar as perturbações e manter o acesso a marcas apreciadas e de confiança,” refere Michelle Gibbons, diretora-geral da AIM.

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Não Alimentar

Expocosmética regressa este mês à Exponor

‘It´s just beauty’ é o tema deste ano da Expocosmética, um certame representativo de um setor que representa milhões de euros na atividade económica nacional.

Hipersuper

A 28ª edição da Expocosmética realiza-se na Exponor-Feira Internacional do Porto, de 5 a 7 de abril, e vai apresentar as novidades sobre beleza, dos novos produtos às novas técnicas de inteligência artificial. ‘It´s just beauty’ é o tema deste ano do fórum de beleza ibérico e pretende desafiar expositores e visitantes “a optarem por uma visão inclusiva e acessível do conceito de beleza, com os olhos postos na sustentabilidade económica e ambiental, esse caminho sem retorno em qualquer atividade económica”, refere a organização.

Materiais, coleções, técnicas inovadoras, nomes maiores da arte de cabeleireiro ou de blading estarão no recinto da feira, que este ano também dará uma atenção especial ao uso da inteligência artificial no mundo da beleza. Numa organização conjunta entre a Expocosmética e a Associação Nacional de Esteticismo Profissional (ANEP) terá lugar um congresso, no dia 7, para debater como a IA pode ser uma aliada do setor, melhorando a experiência do cliente, sem substituir o profissional.

As atividades do programa paralelo, incluem o International Hair Show com a apresentação da coleção Provoke, o Guilty Masters by Expocosmética, uma formação de maquilhagem profissional com cinco masterclasses e vários workshops, entre os quais um centrado nas técnicas de microblading adaptadas a pacientes oncológicos e com alopecia.

“Esta é uma das feiras profissionais de maior sucesso realizadas na Exponor e que toda a fileira identifica como o momento maior para as marcas mostrarem o que estão a fazer de novo, sendo uma montra facilitadora para negócios e parcerias que trazem proveitos para todos os stakeholders”, considera Diogo Barbosa, diretor-geral da Exponor – Feira Internacional do Porto.

As informações sobre a feira e a aquisição de bilhetes podem ser consultadasno site do certame. A Expocosmética está aberta das 10h às 20 (dia 5 de abril) e das 10h às 19h (dias 6 e 7).

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Alimentar

Inovação portuguesa cria o primeiro arroz 100% nacional

É a primeira variedade de Carolino 100% nacional. Todas as fases deste novo arroz, desde o desenvolvimento da semente, à produção, à industrialização e à comercialização decorrem em Portugal.

“Esta é uma parceria 100% portuguesa da qual nos orgulhamos muito e que assume particular importância uma vez que representa a nossa aposta na investigação e na sustentabilidade da produção nacional”, diz Ondina Afonso, presidente do Clube de Produtores Continente, em declarações ao Hipersuper. No âmbito da aposta na inovação e sustentabilidade da produção nacional, o Clube de Produtores Continente associou-se à produção do arroz Carolino Caravela, numa parceria com a Lusosem, detentora da patente da semente, e a Novarroz, responsável pela componente industrial e de processamento. A primeira variedade 100% portuguesa foi lançada no início deste ano em exclusivo nas lojas Continente.

Um “marco histórico”

Desenvolvida pelo INIAV (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária) e pelo COTArroz – Centro Operativo e Tecnológico do Arroz, no âmbito do Programa Nacional de Melhoramento Genético do Arroz, a variedade Carolino portuguesa foi obtida através do cruzamento de variedades da coleção portuguesa guardada no Banco Português de Germoplasma Vegetal em Braga, e passou por um processo de seleção e avaliação que durou cerca de 15 anos.

“Este longo e complexo processo envolveu várias etapas de seleção em campo e avaliação da qualidade e produção. A investigação conjunta do INIAV e COTArroz foi crucial para o desenvolvimento do arroz Carolino Caravela”, sublinha Filipa Setas, diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem, que participou neste processo desde a etapa do Programa Nacional de Melhoramento Genético.

O Caravela caracteriza-se pela sua produtividade, resistência a doenças e adaptação às condições do solo e climáticas portuguesas. Esta variedade de Carolino nasce do melhoramento genético nacional e, por isso, tem “uma elevada adaptação às nossas condições edafo-climáticas, excelente produtividade e resistência à piricularia, principal doença que afeta a cultura em Portugal”, explica a responsável que não tem dúvidas acerca da importância da sua criação: “O desenvolvimento da primeira variedade de arroz Carolino 100% nacional – o Caravela – é um marco histórico para o setor agroalimentar português”.

Carolina Pereira, diretora de I&D da Novarroz, recorda que o arroz Carolino teve sempre um papel importante na gastronomia portuguesa, nomeadamente em “pratos tradicionais e especialmente caldosos”, destacando-se “pela elevada qualidade e pela crescente notoriedade que vem construindo no setor”. E revela que a aposta da Novarroz numa semente 100% nacional permitiu à empresa “reforçar a independência do setor e garantir um arroz com uma identidade própria, adaptado às condições do nosso solo e clima”. E que oferece, por isso, vantagens tanto aos produtores como aos consumidores. Também Filipa Setas defende que a existência de uma variedade de arroz nacional estável, produtiva, com qualidade e autenticidade, “oferece vantagens competitivas versus as variedades estrangeiras presentes no mercado nacional”, tanto a produtores como a consumidores.

O arroz Carolino ‘Caravela’ é o resultado da primeira variedade de Carolino 100% nacional

Para a chegada ao mercado de consumidores, foi importante o apoio do Clube de Produtores Continente, ao assumir o compromisso de comercializar esta variedade em todas as lojas Continente. “O Clube de Produtores Continente permitiu implementar um projeto de fileira, de dimensão relevante, tendo como base a investigação aplicada”, refere Ondina Afonso, que acredita que esta nova variedade é um importante passo na valorização da agricultura nacional. “A nova variedade representa um passo significativo na valorização do arroz Carolino. Através desta colaboração, o Continente é o primeiro retalhista a comercializar um arroz 100% português e que está assente no modelo que o Clube de Produtores Continente promove há mais de 25 anos, isto é, na colaboração entre todos os elos da cadeia de valor. Estamos a aliar a tradição às tendências atuais de consumo, valorizando um ingrediente tradicional da culinária portuguesa e que simultaneamente responde às necessidades de muitos consumidores, enquanto fonte de proteína vegetal e sem glúten”, sublinha.

Ensaio feito em três zonas arrozeiras

A Lusosem, que atua no desenvolvimento de sementes certificadas, fitofarmacêuticos ou agroquímicos e nutrição vegetal, iniciou a multiplicação do arroz Carolino Caravela em 2022, tendo confirmado a adaptabilidade desta variedade nacional às condições das principais zonas de produção nacionais. Os campos de multiplicação e /ou ensaios, como explica Filipa Setas, foram cultivados nas zonas arrozeiras do Mondego, Tejo e Sado e, iniciada a fase de multiplicação de semente em 2022 e 2023, “foi possível confirmar a grande adaptabilidade desta variedade às condições das principais zonas de produção nacionais”, recorda.

Em 2023 foram plantados 20 hectares de Caravela para produção de semente, que deram origem a 200 toneladas de semente, das quais 150 toneladas destinadas para a produção de arroz em 2024, acrescenta a diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem. Em 2024, primeiro ano de produção, o Caravela ocupou cerca de 700 hectares para a produção do arroz que chegou este ano aos consumidores através do Continente.

A Lusosem tem acompanhado todo o processo no terreno e está envolvida em todas as etapas, desde a produção de sementes certificadas até a implementação de novas práticas e tecnologias para a sustentabilidade. Filipa Setas conta que, apesar da comercialização da variedade Caravela para os orizicultores portugueses ter-se em 2024, “desde 2022 a Lusosem produz e comercializa o arroz Carolino Caravela, destacando a importância de uma semente 100% portuguesa e o compromisso com a agricultura nacional”.

Mário Coelho, CEO da Novarroz (esq), Ondina Afonso, presidente do Clube de Produtores Continente e António Sevinate Pinto, administrador da Novarroz

Estreita colaboração com os produtores

Também a Novarroz participou no processo de criação da variedade portuguesa de Carolino, desde os primeiros testes até à sua introdução no mercado. “A Novarroz teve um papel fundamental no desenvolvimento do arroz Carolino Caravela”, assinala Carolina Pereira, diretora de I&D da empresa. Durante toda a produção agrícola, a Novarroz trabalhou “em estreita colaboração com os produtores e parceiros do projeto” para garantir que esta variedade “reunisse os mais elevados padrões de qualidade e rendimento agrícola”.

O envolvimento da empresa passou pela avaliação da viabilidade da semente, pelo apoio na definição das melhores práticas agrícolas e pela otimização dos processos industriais, “para garantir que o grão pudesse chegar ao consumidor com as características ideais”, explica. A Novarroz está a produzir o Carolino Caravela no Baixo Mondego, no Vale do Tejo e Sado em parceria com agricultores locais, com a primeira colheita (2024) a acontecer “após um longo período de ensaios e validação da adaptação da variedade às condições agrícolas nacionais pelo Cotarroz”, recorda a diretora de I&D da empresa.

Carolina Pereira destaca a importância, em todo o processo, da parceria com a Lusosem e o Clube de Produtores Continente. A responsável afirma que a já longa parceria com a Lusosem foi “essencial para o sucesso deste projeto em específico”, dado o papel da sua equipa no apoio aos agricultores e no incentivo ao desenvolvimento do projeto de variedades nacionais. Quanto à colaboração com o Clube de Produtores Continente, a diretora de I&D da Novarroz diz que “garantiu uma estrutura adicional de apoio aos agricultores, bem como um canal privilegiado de comercialização, permitindo que o arroz Carolino Caravela seja entregue diretamente aos consumidores portugueses através das lojas Continente”.

Quanto à possível expansão da atual área de produção, estará sempre dependente da adesão dos produtores ao projeto e da aceitação dos consumidores. “Este primeiro ano de produção permitiu uma avaliação das condições de desenvolvimento da cultura, em larga escala nas diversas regiões, o que tornará possível implementar estratégias, junto dos produtores que assegurem uma produção sustentável e de maior qualidade no futuro”, refere. O objetivo é o de garantir uma maior disponibilidade deste arroz Carolino 100% nacional, “fortalecendo o setor e consolidando o papel desta variedade como uma referência na alimentação portuguesa”, assegura Carolina Pereira.

Para Filipa Setas é também importante que o Carolino Caravela “tenha uma aceitação por parte do consumidor nacional”, sabendo que este é um produto de agricultura portuguesa “com qualidade, rastreabilidade, identidade, diferenciador e sustentável”. “Que promova um incremento do consumo do nosso arroz versus os diferentes tipos de arroz que se encontram no nosso mercado, muitos de outras origens diversas, nomeadamente fora do espaço europeu. E que o reforço da sua aceitação pelo consumidor nacional permita a criação de valor na fileira e até uma valorização do arroz português também no exterior”, defende a diretora de desenvolvimento técnico e inovação da Lusosem.

Ondina Afonso toca também neste ponto importante. “Todos os consumidores que comprarem o que é nacional, como é exemplo o arroz Carolino Caravela, estão a contribuir para ajudar os produtores portugueses e a nossa economia”.



Ondina Afonso, Clube de Produtores Continente
Esta aliança entre a investigação e produção, a indústria e a distribuição, via Clube de Produtores Continente, terá continuidade na criação de sementes de outras variedades nacionais?
O Clube de Produtores Continente assume-se como um acelerador de incorporação de conhecimento junto da produção nacional, através das parcerias que faz com entidades do sistema científico e tecnológico nacional e internacional.
Muitas têm sido as iniciativas desenvolvidas que abrangem várias áreas, tais como a aposta em programas de agricultura regenerativa e agroecologia, respondendo ao compromisso da MC Sonae com a sustentabilidade. Nesse sentido, o Clube de Produtores Continente continuará a ser fiel ao modelo de parceria conhecimento – produção agrícola – indústria – retalho para continuar a promover um sistema agrícola e agroindustrial mais inovador, sustentável e competitivo.

 

Filipa Setas, Lusosem
Que importância tem a parceria com o Clube de Produtores Continente e a Novarroz?
Esta parceria é crucial quanto a nós para o sucesso do projeto da primeira variedade de arroz carolino 100% nacional junto do consumidor final. Este projeto, com base na investigação e produção nacional, deverá ser a bandeira da promoção do Arroz Carolino Nacional.
Só com esta parceria é que teremos o sucesso e a dimensão necessária para implementar este projeto de Fileira com objetivos comuns e com parceiros de excelência nas suas diferentes áreas. Com a Lusosem a assegurar a parte da autenticidade, qualidade, identidade e sustentabilidade, económica e ambiental, da produção.
O Clube de Produtores Continente, como plataforma de valorização da produção agrícola nacional ligando e aproximando agricultores ao consumidor, com a missão de valorizar a produção nacional, a sustentabilidade, rastreabilidade e a segurança alimentar. E também, colocando as suas competências, recursos e dinâmica na promoção e divulgação do nosso arroz junto do consumidor final.
A componente industrial e de processamento, fundamental na garantia e na produção do arroz Caravela, será assegurada pela Novarroz, empresa com forte trabalho desenvolvido.

 

Carolina Pereira, Novarroz
Esta nova variedade é um passo importante na valorização da agricultura nacional. Em termos económicos, que mais valias trará à empresa?
Ao apostar num arroz 100% português, desde a semente até ao produto final, o projeto Caravela reforça a identidade do setor, aumenta a rastreabilidade e a sustentabilidade da produção, reduzindo a dependência de sementes de origem externa e promovendo a autonomia dos agricultores nacionais.
Além disso, este projeto gera um impacto económico positivo em toda a cadeia produtiva. Para os produtores, oferece maior previsibilidade e estabilidade, graças ao modelo de parceria a longo prazo, ao suporte técnico especializado por parte dos parceiros e à implementação de boas práticas agrícolas, que assegurem tanto a produtividade quanto a rentabilidade.
Para a Novarroz, esta aposta reforça o nosso compromisso com a qualidade e inovação, garantindo um produto diferenciado que atende às exigências do consumidor moderno. O Carolino Caravela não só fortalece a nossa posição no mercado nacional como projeta a identidade do arroz português além-fronteiras, aumentando a competitividade do setor.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Retalho

Sport Zone reinaugura segunda maior loja do país no CascaiShopping

A Sport Zone reforça a sua aposta na inovação e experiência do cliente com a remodelação total da sua loja no CascaiShopping.

Hipersuper

Com uma área de 1.760 m², a Sport Zone reabre a sua loja no CascaiShopping, a segunda maior loja da marca em Portugal, com um novo conceito: sob o mote “Sport For Life”, o espaço foi desenhado para ultrapassar a tradicional lógica de venda de artigos desportivos, afirmando-se como um verdadeiro aliado dos clientes na prática e no estilo de vida ativo.

A nova loja mantém a diversidade de oferta para Mulher, Homem e Criança, com propostas para modalidades como Running, Outdoor, Fitness, Futebol, Natação e Desportos de Raquete (com destaque para ténis e padel). A oferta estende-se ainda ao ciclismo e às máquinas de ginásio, mantendo o ADN multidesportivo que caracteriza a insígnia.

Com um design moderno e intuitivo, o espaço aposta numa experiência de compra mais interativa e personalizada. Entre as principais inovações, avançadas em comunicado, destacam-se as projeções no solo para orientação dos clientes, uma zona de personalização de t-shirts de futebol, o serviço Click & Collect e várias experiências exclusivas. Neste campo, sobressaem iniciativas como o saltómetro – que mede a altura do salto dos participantes – e o pull-up challenge, que desafia os clientes a testar a sua resistência física. Ambas as atividades oferecem prémios e vantagens em loja.

A renovação da loja implicou também um reforço da equipa com 28 novas contratações .

“A reinauguração da nossa loja no CascaiShopping representa um passo estratégico na nossa missão de estar cada vez mais próximos dos clientes e proporcionar-lhes experiências inovadoras e envolventes. Queremos ser mais do que um ponto de venda de artigos desportivos; queremos ser um verdadeiro friendly coach para todos os que vivem o desporto. Esta nova loja traduz esse compromisso, combinando tecnologia, conveniência e um atendimento especializado para oferecer uma experiência diferenciadora a quem nos visita”, afirma Rosa Catalão, Communications Specialist da Sport Zone.

Sobre o autorHipersuper

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Alimentar

Salutem volta a apoiar a Corrida Sempre Mulher

A corrida, que decorre a 6 de abril, promove o bem-estar e apoia a luta contra o cancro da mama. Enquanto patrocinadora oficial, a Salutem marcará presença na Corrida Sempre Mulher de diversas formas.

Hipersuper

A Salutem, marca com foco na alimentação equilibrada e num estilo de vida saudável, volta a apoiar a Corrida Sempre Mulher como patrocinadora oficial. “Esta parceria reforça o compromisso contínuo da marca com o bem-estar e a qualidade de vida, unindo-se a um evento solidário que apoia a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama”, destaca um comunicado da marca.

Enquanto patrocinadora oficial, a Salutem marcará presença na Corrida Sempre Mulher de diversas formas. Para além de oferecer produtos que vão estar disponíveis nos kits da corrida, durante o evento a marca terá ainda um stand interativo onde os participantes vão poder girar uma roda de prémios e todos vão sair vencedores ao receber amostras Salutem. Com esta dinâmica, a marca vai promover a experimentação de produtos como granolas, barritas e bolas energéticas.

 

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Hipersuper

Equipa InPost (esq. para dir) - Fátima Espinar, Chain Acquisition manager,Vasilis Valaris, Iberia Corporate Chain manager, Mariana Costan, Brand Image specialist e Javier Gallego, International Account manager
Logística

Entregas não domiciliárias da InPost premiadas como ‘Melhor Serviço do Ano’

A escolha foi feita pelos consumidores espanhóis, através do voto num amplo inquérito, que distinguiram os pontos pack e os lockers da empresa.

Hipersuper

A InPost, empresa de tecnologia e logística especializada em entregas não domiciliárias, recebeu a distinção de ‘Melhor Serviço do Ano’ na categoria de correio e encomendas pelos consumidores espanhóis, num amplo inquérito que avalia todos os anos empresas, marcas e retalhistas.

“É uma honra e um orgulho receber o prémio de Melhor Serviço do Ano, porque resulta do voto direto dos consumidores e dos utilizadores, pelo que se trata de uma escolha consciente, livre e voluntária, que premeia o nosso trabalho no setor da logística”, afirmou Marc Vicente, CEO em Espanha e Portugal do Grupo InPost.

Todos os anos a organização Comercio del Año organiza um inquérito aos consumidores baseado no método Consumer Voice Ecosystem, de forma a elegerem as melhores empresas em três categorias: melhor retalhista do ano, melhor retalhista online do ano e melhor serviço do ano. O objetivo é premiar a excelência e reafirmar a confiança dos consumidores nas suas marcas e retalhistas preferidos, atribuindo um selo que representa a opinião de quem interage diariamente com estas empresas.

O prémio de ‘Melhor Serviço do Ano’, entregue a 2 de abril e cujo selo estará presente no site e nos materiais de comunicação da InPost, “servirá para reforçar a aposta da empresa no seu próprio crescimento”, destaca a empresa. A InPost possui uma rede de quase 10 mil pontos pack e lockers em Espanha. Até ao início de março deste ano, a InPost contabilizava 141 lockers ativos em Portugal Continental, num total de 7.414 compartimentos disponíveis ao público, de Norte a Sul do país.

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Andre Boto - 'Montanha-de Farinha' - Selecionado na categoria MPBAward for Innovation World Food Photography Awards
Alimentar

Quatro portugueses são finalistas dos World Food Photography Awards

A organização dos World Food Photography Awards anunciou a shortlist da edição de 2025, que tem a marca Bimi como principal patrocinador.

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Maria João Gala, André Boto, Ana Misskind e Jerónimo Heitor Coelho são os fotógrafos portugueses selecionados para a short list dos World Food Photography Awards 2025.

Na edição deste ano foram submetidas milhares de candidaturas de mais de 70 países, naquela que é considerada a maior celebração mundial de fotografia gastronómica. Desde o cultivo, produção e colheita até à confeção, consumo, celebração e sobrevivência, “as imagens oferecem uma perspetiva única sobre a vida das pessoas em todo o mundo, através da comida”, destaca a organização.

Maria Joao Gala – ‘Acores, onde as vacas circulam livremente’ – Selecionada na categoria Food in the Field / World Food Photography Awards

Os quatro fotógrafos portugueses vão competir pelo prémio principal. Os vencedores serão revelados na terça-feira, 20 de maio, em Londres, durante a cerimónia Champagne Taittinger Awards Evening, apresentada pelo chef, empresário e escritor gastronómico Yotam Ottolenghi. O grande vencedor do concurso levará para casa um prémio de cinco mil libras.
O painel global de jurados deste ano, presidido pelo conceitudo fotógrafo gastronómico David Loftus inclui  Henrique Sá Pessoa, chef Michelin, Claire Reichenbach, CEO da James Beard Foundation, Tom Athron, CEO da Fortnum & Mason, e Rein Skullerud, fotógrafo sénior e editor de fotografia do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas.

Jeronimo Heitor Coelho – ‘Barris em Chamas’ -Selecionado na categoria Errazuriz Wine Photographer of the Year People / World Food Photography Awards

Uma exposição com todas as imagens terá a sua estreia nas Mall Galleries, em Londres, de quarta-feira, 21 de maio, a domingo, 25 de maio (entrada gratuita). Uma seleção de imagens será também exibida na Fortnum & Mason a partir de 2 de junho, assim como no Museum of the Home, em Londres de 3 de junho a 7 de setembro. Veja aqui a galeria com todas as imagens da shortlist.

Ana Misskind – ‘Happy Hour’ – Selecionada na categoria Production Paradise Previously Published / World Food Photography Awards

Marca do grupo Sakata, o Bimi é o pricipal patrocinador desta edição dos World Food Photography Awards. Os brócolos Bimi são uma variedade única de brócolos de caule longo.  Outros patrocinadores e parceiros são Action Against Hunger, Aho & Soldan Foundation, Bite Back 2030, Champagne Taittinger, Errazuriz Wines, Fortnum & Mason, Hotel Art Group, International Salon Culinaire, Marks & Spencer, MPB.com, Production Paradise, Tiptree, The Oxford Cultural Collective, The Royal Photographic Society, unearthed eWorld Food Programme das Nações Unidas. Os World Food Photography Awards são propriedade da The Food Awards Company.

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Retalho

Loja Continente GaiaShopping transformada para uma experiência de compra “cada vez mais positiva e inclusiva”

Projeto tem como referência o Continente Modelo de Leça do Balio, a primeira loja da insígnia adaptada para clientes com necessidades especiais, inaugurada há um ano como piloto da estratégia da MC.

Hipersuper

A loja Continente localizada no GaiaShopping, em Vila Nova de Gaia, assinalou o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo com a implementação de um conjunto de medidas que visam transformar o espaço comercial num ambiente inclusivo, especialmente preparado para acolher pessoas com incapacidade ou deficiência, nomeadamente no espectro do autismo.

Entre os novos serviços disponibilizados, destacam-se uma sala de bem-estar para clientes e colaboradores, uma planta sensorial à entrada da loja — que assinala zonas com maior probabilidade de sobrecarga sensorial —, abafadores de som para adultos e crianças, carrinhos de compras adaptados e apoio personalizado durante as compras. Estas medidas visam proporcionar uma experiência mais tranquila, autónoma e ajustada às necessidades específicas de cada cliente.

Os colaboradores da loja receberam formação especializada para melhor compreenderem a neurodiversidade e os desafios associados ao autismo, tendo também sido sensibilizados para práticas inclusivas e iniciados na aprendizagem da Língua Gestual Portuguesa. Esta formação contou com a colaboração da Federação Portuguesa das Associações de Surdos e insere-se na estratégia de Diversidade, Equidade e Inclusão da MC, sob o programa “Poder Ser”.

Este projeto tem como referência o Continente Modelo de Leça do Balio, a primeira loja da insígnia adaptada para clientes com necessidades especiais, inaugurada há um ano como piloto da estratégia da MC.

“Acreditamos que o retalho deve ser um espaço de inclusão, onde todos, independentemente das suas capacidades, possam realizar as suas compras com conforto e dignidade”, sublinha a marca em comunicado.

Para além das medidas inclusivas, a loja apresenta ainda um conjunto de renovações ao nível da experiência de compra, com destaque para o novo conceito de padaria “A Padaria de Toda a Gente”, que inclui casulos de self-service, uma nova zona de leitão na Cozinha Continente e áreas de beleza e cuidado animal reconfiguradas. Os apreciadores de vinho podem ainda explorar uma nova área dedicada, com uma seleção cuidada de vinhos nacionais e internacionais.

“Estamos comprometidos em promover uma cultura inclusiva, oferecendo espaços adaptados às necessidades sensoriais e cognitivas de todas as pessoas. Através deste projeto, garantimos a autonomia, o conforto e uma experiência de compra cada vez mais positiva e inclusiva. Temos como objetivo alargar o projeto a mais lojas, em estreita colaboração com as associações do setor que apoiam pessoas com deficiência, nomeadamente no espectro autista e as suas famílias”, sublinha Carlos Silva, diretor de insígnia Continente, em comunicado.
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