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ESPECIAL Pavimentos e Revestimentos. Indústria aposta em acabamentos estéticos e eficientes

As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção. As infraestruturas de […]

Ana Catarina Monteiro
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ESPECIAL Pavimentos e Revestimentos. Indústria aposta em acabamentos estéticos e eficientes

As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção. As infraestruturas de […]

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Ana Catarina Monteiro
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As soluções de revestimento e pavimento para o retalho permitem uma cada vez maior versatilidade no ‘design’ do espaço, com sistemas de rápida aplicação e fácil manutenção.

As infraestruturas de retalho assim como as industriais necessitam de ser planeadas antecipadamente, consoante as especificidades de cada atividade, para que sejam aplicadas as soluções de pavimentos e revestimentos que melhor garantem as devidas condições do espaço no longo prazo.

Para o retalho, o tráfego e o ‘design’ do edifício são dois fatores a ter em conta, sendo que uma má aplicação poderá significar elevados custos e impedir o bom funcionamento da atividade. “Os espaços interiores de retalho exigem soluções funcionais com elevada flexibilidade, no sentido de permitir remodelações rápidas, com custos reduzidos. Por outro lado, o tráfego intenso que os caracteriza obriga à utilização de materiais com elevada resistência e durabilidade”, explica em entrevista ao HIPERSUPER fonte da Revigrés. Para responder às necessidades dos retalhistas, a empresa oferece o pavimento Revicomfort, uma solução sustentável e versátil, indicada para renovações e aplicações rápidas. “É um pavimento em grés porcelânico, amovível e reutilizável, rápido e simples de colocar, sendo quem não é necessário usar cimento cola, betume, equipamentos específicos ou mão-de-obra especializada, o que contribui para a redução de custos na sua aplicação. De fácil reutilização em vários locais, não danificando o pavimento preexistente, sem necessidade de prévia de demolição e consequente minimização dos resíduos de obra, a solução é ideal para remodelações em áreas comerciais, podendo ser imediatamente utilizadas após aplicação. Neste processo, o pavimento cerâmico é encapsulado num polímero, no tardoz (reverso) e nas arestas laterais, o que minimiza a rigidez dos pisos, criando uma perceção de conforto e de isolamento acústico e térmico”. Está disponível em várias coleções da empresa, “valorizando a diversidade estética e a liberdade de escolha do consumidor”.

Soluções permitem versatilidade estética

Os estabelecimentos comerciais exigem à indústria de pavimentos e revestimentos “produtos de elevado valor estético e, simultaneamente, com uma excelente qualidade técnica”. No que diz respeito ao ‘design’, os retalhistas optam por “coleções em grés porcelânico, material cuja elevada resistência ao desgaste e ao impacto, durabilidade e facilidade de limpeza e manutenção, as tornam a solução ideal para áreas com um muito tráfego”.

A este nível, a Revigrés, cujas soluções estão integradas em espaços como as lojas Fnac, Padaria Portuguesa, os shoppings Vasco da Gama, Allegro Alfragide e Setúbal, supermercados Lidl, Pingo Doce ou Continente, apresenta a coleção Cromática, “uma das coleções em grés porcelânico mais completas a nível mundial, com 40 cores, cinco acabamentos e dez formatos”. Além desta, as soluções como a coleção Flake, com efeito escamas, e a coleção Purestone, com três efeitos: efeito pedra, reflexos do azulejo tradicional e estrutura em três dimensões, permitem versatilidade na criação de pontos de venda esteticamente atrativos.

Pavimento tipo Terrazzo

Para os espaços comerciais o “pavimento tipo Terrazzo continua a apresentar-se como uma solução de elevado acabamento estético e bastante duradouro”, assegura João Correia, gestor de projetos da Caetano Coatings. “Embora o seu preço não seja o mais convidativo, pelo menos comparado com outras soluções de revestimento de pavimento, importa salientar que de um ponto de vista de ‘design’, o recurso a esta solução permite satisfazer as ideias mais elaboradas e ambiciosas de qualquer projetista”.

Também o diretor-geral da Sotecnisol Engenharia, Valdemar Lebre, aponta a solução como uma “excelente opção”. “Nos espaços interiores de retalho as soluções são diversas, orientando-se para soluções normalmente à base de resinas de epoxy, muito lisas de muito fácil limpeza, onde predomina a cor, que pode ser mono ou policromática. As soluções de resina de epoxy com adição de agregados selecionados e polimento à posteriori, vulgarmente chamadas de Terrazzo, dada a sua espessura e acabamento estético muito cuidado, são muito dispendiosas. No entanto, começam a ser muito utilizadas por quem se preocupa com a imagem que este tipo de acabamento proporciona, realmente excepcional. A elevada durabilidade deste tipo de sistema é também um factor tomado em conta”, sublinha.

Pavimento em Vinil

Por sua vez, João Cabral, diretor comercial da Tarkett, destaca os pavimentos de interior de lojas das “gamas de LVT (Luxury Vinyl Tiles), as chamadas soluções modulares, autoportantes, coladas ou com sistema ‘click’, em mosaicos ou em réguas, com uma enorme variedade de cores, padrões e ‘designs’”. “Os investidores e donos de obra de uma forma geral procuram soluções inovadoras e que se consigam coordenar facilmente à medida que os conceitos e imagens de marca se vão atualizando. Os LVT são soluções que permitem uma renovação muito rápida e que fazem também com que o pavimento seja parte integrante da decoração dos espaços comerciais, tornando o ambiente mais atrativo, acolhedor e propício a relações comerciais mais regulares e duradouras”, explica o diretor-geral.  Além disso, a solução apresenta uma “rápida instalação e facilidade de manutenção”, que são outras das exigências atuais para os espaços de comércio.

Pavimentos Modelares

Neste sentido, na opinião de Ruy Vieira, managing diretor da Hidroreport, “os pavimentos que tiveram a maior evolução nos últimos tempos, pela sua novidade, grande resistência e facilidade de substituição de uma peça danificada ou de aplicação noutro local são os pavimentos modulares, que apresentam soluções sem obras e agora até design italianos são uma ótima solução”. O responsável destaca o “tipo Ecotile”, que permite em um “fim de semana substituir um pavimento sem que a atividade da empresa seja afetada”. “No aeroporto de Lisboa, por causa da urgência provocada pela Expo 98, instalamos 10 000 metros quadrados de Ecotile que ainda não careceram de substituição”. A empresa é especializada neste tipo de pavimentos, detento “todo o tipo de certificações” e aplicando soluções de raiz ou de reabilitação.

Entre os diversos tipos de materiais, as lojas de menor dimensão estão “mais suscetíveis a revestimentos resinosos, devido à sua versatilidade de cores e padrões e facilidade de aplicação. Além de que são fáceis de manter, muito resistentes e podem ser executados tanto em espaços novos como em remodelações, o que facilita a escolha do espaço, sem estar condicionado às condições existentes no local. Por outro lado, a grande distribuição “opta por revestimentos cimentícios”, como vemos nas lojas da “Bricodépôt, Makro, Décathlon”, exemplifica Adelino Ribeiro, diretor comercial da Asic Pavimentos.

A “emblemática indústria de cerâmica portuguesa”

“Em 2015, o setor cerâmico nacional registou um saldo positivo da balança comercial de cerca de 550 milhões de euros. Atualmente, é o setor com a quarta maior taxa de cobertura das importações pelas exportações em Portugal, em grande parte impulsionada pelo subsetor de revestimentos e pavimentos cerâmicos no qual, em 2015, o valor das exportações foi mais de sete vezes superior ao valor das importações”, explica em entrevista fonte da Revigrés.
A operadora do setor cerâmico tem contribuído para diversas obras emblemáticas, a nível mundial, como a Basílica La Sagrada Família, em Barcelona, o Harrod’s, em Inglaterra, várias “computerstores”, nos EUA e Canadá, aeroportos internacionais na Rússia e na Polónia; estações de metro em Espanha, na Arábia Saudita, Holanda e Inglaterra, hospitais no Kuwait e Inglaterra e centros comerciais na Eslováquia, Irlanda e Rússia, além de vários edifícios portugueses como estádios de futebol, hotéis, centros comerciais, hospitais, escolas, restaurantes e empreendimentos residenciais, em Portugal.

Novas construções exigem eficiência energética 

Para a Revigrés, que marca presença em mais de 50 países e opera sobretudo em obras de raiz de grande dimensão, uma das exigências da “arquitetura moderna são as soluções de construção que promovam a eficiência energética e a sustentabilidade dos edifícios, privilegiando, em simultâneo, o conforto e bem-estar dos seus utilizadores”. O que fez a empresa apresentar recentemente o sistema Revifeel – cerâmica com elevado conforto térmico, desenvolvido em parceria com o CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes. “Com duas funcionalidades distintas – ‘Warmup’ e ‘Colldown’ – este é um sistema inovador de cerâmica que suaviza as sensações de frio e de calor”.

O sistema de cerâmica ‘Warmup’, presente nas coleções ‘Suite’ e ‘Saloon’ da empresa, proporciona uma sensação termicamente similar ao da madeira, recorrendo à nanotecnologia para potenciar a concentração do calor, ao mesmo tempo que apresenta “maior resistência ao desgaste e maior durabilidade, quando sujeito às mesmas condições e tempo de utilização que a madeira”. Além disso, “promove a sustentabilidade ambiental e contribui para aumentar a eficiência energética dos edifícios, reduzindo a dissipação de calor e as oscilações de temperatura que os materiais causam sem o uso de aquecimento artificial. Por sua vez, o sistema de cerâmica ‘Cooldown’ “aquece os espaços menos do que outros materiais, quando sujeitos ao mesmo tempo de exposição ao sol”. Esta solução de pavimento, ideal para espaços exteriores, “recorre à incorporação de componentes que permitem aos materiais absorver menos radiação térmica, refletindo a radiação solar e evitando o sobreaquecimento”.

De igual forma, a preocupação principal da Tarkett tem sido a questão do ambiente e da sustentabilidade, promovendo a economia circular e a redução do desperdício de matérias primas. “Já não é suficiente apresentar soluções tecnicamente avançadas a preços competitivos, mas sim tem de se conseguir melhorar de ano para ano a performance dos produtos a nível de sustentabilidade”, explica o diretor comercial.

Indústria alimentar requer materiais diferentes

Com exigências diferentes das lojas de comércio, para a indústria alimentar “as soluções mais avançadas em termos de revestimento de pavimentos são as híbridas à base de resinas de Poliuretano e Cimento e de Resinas Acrílicas e Cimento. As primeiras, à base de resinas de Poliuretano e Cimento, são muito recentes mas já comprovadas em toda a Europa. No entanto, são soluções muito dispendiosas ao nível do mercado Português, embora estejam a ser bastante bem consideradas pelos empresários do setor alimentar. As segundas, à base de Resinas Acrílicas e Cimento, são soluções muito mais comprovadas ao longo de décadas e que continuam a ser muito consideradas, embora e apenas na indústria alimentar em condições de utilização permanentemente molhada, muito orientadas para o setor industrial do mercado do peixe, carne e conservas. Estas são as soluções que optam por maior fiabilidade, compreendendo-se este facto por serem as que obtêm uma maior espessura e portanto maiores resistências ao nível mecânico, químico e térmico, não descurando as necessidades adicionais e de compromisso entre anti-derrapância e de limpeza. Estas soluções híbridas, são as que, de facto, aproveitam as melhores propriedades de cada uma das resinas envolvidas na sua formulação, com sucesso”, explica o diretor-geral da Sotecnisol, operadora com “grande experiência” nas indústrias de carne, peixe e conservas.

A indústria agroalimentar tem as suas exigências próprias, porque são espaços de confecção de alimentos e necessitam de uma higienização cuidada. Os pavimentos necessitam de um acabamento “antiderrapante e contínuo e a execução de um rodapé em meia cana, de forma a permitir uma fácil lavagem do mesmo. Um sistema composto por resinas de base epoxy ou de metil metacrilato, com saturação de areias de quartzo calibrado colorido, com espessuras aproximadas de três a quatro milímetros, são soluções bastante recorrentes para a indústria alimentar. Para indústrias com outros tipos de exigências, nomeadamente matadouros e lotas de pescado, onde há consideráveis agressões químicas estando o pavimento continuamente molhado, soluções à base de poliuretano / cimento ou uma argamassa hidráulica modificada com polímeros são as soluções mais praticadas. A gama de sistema de revestimento “Monopur” apresenta espessuras que variam desde os dois milímetros a nove milímetros, tal como o revestimento “Monile” com dez milímetros de espessura”, explica o responsável da Caetano Coatings, líder no mercado nacional e com uma “forte aposta no mercado estrangeiro, sobretudo em França”.

Revestimentos Cimentícios

Na indústria não alimentar, e para as empresas que trabalham com equipamentos de manuseamento de cargas (porta-paletes, empilhadores), “os revestimentos cimentícios à base de agregados endurecedores funcionam muito bem e têm um custo inferior às resinas”, afirma o diretor comercial da Asic. “Estas indústrias trabalham em ambientes secos, por isso a impermeabilização do piso é secundária, o principal requisito para os clientes é ter um pavimento fácil de manter, muito resistente ao desgaste (que não faça pó), duradouro e com um aspecto estético aceitável”.

Quer para a indústria alimentar quer para a não alimentar, “os sistemas escolhidos devem ter em consideração, a agressividade química, o grau de rugosidade, a temperatura dos líquidos derramados, as cargas em circulação no revestimento como também o tipo de equipamentos de manuseamento de paletes e a frequência de passagem”, enumera o responsável.

Entre os fatores a ter em conta no planeamento de um pavimento e revestimento, “o problema mais frequente é o do cálculo e previsão da utilização em termos de cargas a suportar, tipos de empilhadores que o cliente pretende utilizar e qual a utilização que vai ser dada ao espaço: oficinas automóveis, laboratórios, equipamento de precisão, existência de electricidade estática, entre outras. A infiltração de humidades e a exigência que o piso esteja plano são preocupações a ter também. Para cada um destes tipos existe uma solução diferenciada. Pelo menos a Hidroreport dispõe de resposta para todas estas questões. Dispomos também de todo o tipo de tapetes imaginável para completar qualquer situação específica, dá conta o managing diretor da empresa, que até ao momento está a crescer 30% este ano. Em Portugal, o setor de pavimentos e revestimentos “está em recuperação”, depois de ter enfrentado a crise económica dos últimos anos. “É um setor muito variável e influenciado por grandes obras a ocorrerem ou a serem adiadas”.

 

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Vendas das marcas nos centros VIA Outlets crescem 7% em 2024

A VIA Outlets, detentora em Portugal dos centros Freeport Lisboa Fashion Outlet e Vila do Conde Porto Fashion Outlet, sublinha o aumento de 6,8% nas vendas das marcas em relação a 2023, chegando a um novo máximo recorde de 1,45 mil milhões de euros.

A VIA Outlets, detentora em Portugal dos centros Freeport Lisboa Fashion Outlet e Vila do Conde Porto Fashion Outlet,  acaba de divulgar os seus resultados anuais e sublinha o aumento de 6,8% nas vendas das marcas em relação a 2023, chegando a um novo máximo recorde de 1,45 mil milhões de euros. Os grandes projetos de remodelação e remerchandising geraram um crescimento de 5% no número de visitantes nos 11 centros da VIA Outlets em nove países europeus em 2024, com um total de visitas a atingir mais de 32 milhões de pessoas.

“O crescimento relevante da VIA Outlets nas vendas das marcas ao longo do ano passado demonstra a maior maturidade dos nossos centros outlet europeus como destinos de compras, assim como o sucesso da nossa estratégia dos 3-R, Remodelling, Remarketing e Remerchandising.” começa por explicar Otto Ambagtsheer, CEO da VIA Outlets.

“Embora continuemos a investir, como parte da nossa estratégia de crescimento orgânico, em grandes projetos de expansão e remodelação, como os da Suíça e de Portugal, também procuramos ativamente complementar o crescimento inorgânico da VIA Outlets com possíveis aquisições seletivas em mercados onde acreditamos que a nossa experiência pode acrescentar valor aos ativos.”, acrescenta.

“O ano de 2024 foi verdadeiramente excecional para os centros VIA Outlets em Portugal. Conseguimos bater novos recordes de vendas das marcas e convidados, o que reflete não apenas a qualidade da nossa oferta, mas também o impacto positivo das transformações que temos vindo a implementar”, afirma Jorge Pinto Fernandes, Business Director da VIA Outlets em Portugal. “Com a remodelação do Freeport Lisboa Fashion Outlet e a expansão do Vila do Conde Porto Fashion Outlet, estamos confiantes de que continuaremos a crescer e a consolidar a nossa posição como destinos de referência para as marcas e para quem nos visita.” Refira-se que o Vila do Conde Porto Fashion Outlet está a preparar uma expansão para os 10.000 m2, com inauguração prevista para o 4º trimestre de 2025.

 

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Retalho

Missão Continente salva mais de 8 milhões de refeições em 2024

A ajuda chegou a 1099 instituições de apoio social e de bem-estar animal, de todo o país, com o equivalente a mais de 30 milhões de euros em doações.

Na sequência do seu apoio às comunidades e aproximando-se do compromisso assumido pela MC em reduzir o desperdício alimentar em 50% até 2028 (base 2020), antecipando em 2 anos a meta legal imposta pela União Europeia para 2030, o Continente voltou a doar, os excedentes alimentares e não alimentares das suas 393 lojas, ao longo de 2024

Através da Missão Continente, a ajuda chegou a 1099 instituições de apoio social e de bem-estar animal, de todo o país, com o equivalente a mais de 30 milhões de euros em doações.

Só os bens alimentares doados, como frescos, mercearia, artigos de padaria entre muitos outros, que apresentavam perfeitas condições de consumo e que simultaneamente cumpriam os devidos requisitos legais, totalizaram mais de 28 milhões de euros, o equivalente a 8.800 toneladas de alimentos e a mais de 8 milhões de refeições salvas.

“Os resultados alcançados comprovam a eficácia da nossa política de doação de excedentes, que evitou o desperdício de milhares de toneladas de alimentos, mas também contribuiu para a segurança alimentar de várias comunidades vulneráveis. Além de reduzir impactos ambientais, promovendo a economia circular, essa iniciativa da Missão Continente fortalece a solidariedade social e incentiva a um consumo mais sustentável.”, sublinha Nádia Reis, diretora de brand responsibility do Continente.

 

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Hipersuper

Young parents and their small kids talking while having breakfast in dining room.

Alimentar

Nestlé Portugal lança série dedicada à literacia alimentar

A iniciativa ‘Alimentologia’ visa “contribuir para a literacia alimentar, saúde e bem-estar dos portugueses”, desmistificando mitos associados a alimentos e respetivos hábitos alimentares.

Hipersuper

Sob o mote ‘Alimentologia: A ciência por detrás dos mitos’, os conteúdos desta iniciativa da Nestlé Portugal foram desenvolvidos por especialistas em nutrição, que explicam, de forma clara e acessível, os princípios científicos que sustentam ou refutam crenças alimentares comuns.

Segundo a Nestlé Portugal, os conteúdos abordam temas essenciais para uma alimentação equilibrada e sustentável, esclarecendo dúvidas, como o papel do açúcar num padrão alimentar saudável, o impacto do consumo de café na saúde, a inclusão dos hidratos de carbono e outros aspetos fundamentais da nutrição, como a leitura e compreensão dos rótulos dos alimentos, ajudando os portugueses a fazer escolhas informadas.

“Dados recentes do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção Geral da Saúde revelam que os hábitos alimentares inadequados são o segundo fator de risco para a mortalidade precoce em Portugal. Dessa forma, a Nestlé pretende ser um agente promotor de impacto positivo e a nossa missão é tornar a informação baseada na ciência acessível aos consumidores, permitindo-lhes tomar decisões alimentares mais conscientes e saudáveis. Com o projeto Alimentologia, pretendemos aumentar o conhecimento sobre alimentação, contribuir para escolhas mais informadas, identificar mitos e clarificar conceitos, e, assim, promover a saúde das gerações atuais e futuras, e do nosso planeta.”, destaca Ana Leonor Perdigão, responsável de Nutrition, Health & Wellness da Nestlé Portugal

A iniciativa já se encontra disponível na plataforma digital Alimentologia, onde os consumidores podem aceder a conteúdos educativos e esclarecedores sobre nutrição.

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Bebidas

Casa Relvas aumenta o portfólio com três novos monocastas

Casa Relvas – Vinha do Vale Chardonnay 2024, Casa Relvas – Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024 e Casa Relvas – Vinha de São Miguel Trincadeira 2023, são as novidades do produtor.

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Os novos Casa Relvas Chardonnay, Syrah Sem Cor e Trincadeira reforçam a oferta de vinhos monocastas, “destacando a diversidade e qualidade das vinhas da região, assim como a busca e novos terroirs”, apresenta a Casa Relvas. A gama de monovarietais do produtor alentejano passa a contar com 11 referências. Das colheitas de 2023 no vinho tinto, e 2024 nos brancos, estes novos vinhos vieram juntar-se às referências de monocastas apresentadas em 2022. Para além da própria casta, os rótulos destes vinhos têm também a indicação da vinha de onde são provenientes as uvas, bem como a sua localização.

“Nos últimos anos temos vindo a adquirir e plantar novas vinhas em diferentes terroirs que se têm vindo a provar de exceção, e por isso decidimos ir aumentando a nossa gama de monocastas com uvas provenientes de outros lugares, que achamos que têm resultados em vinhos muito interessantes”, explica Alexandre Relvas, CEO da Casa Relvas. “A produção de monovarietais é sempre um grande desafio, porque cada casta tem as suas especificidades, o seu tempo de maturação e diferentes níveis de adaptação aos solos, o que também é um estímulo para a equipa da Casa Relvas”, acrescenta.

O Casa Relvas – Vinha do Vale Chardonnay 2024 é produzido com uvas da Vinha do Vale, na Aldeia da Serra, num vale do sopé Sul da Serra d’Ossa. A Vinha do Vale está plantada em solos argilo-xistosos pouco profundos, que obrigam as plantas a lançarem as raízes na profundidade do xisto, o que origina vinhos com muita mineralidade e grande frescura. O Vinha do Vale Chardonnay 2024, com produção de dez mil garrafas, estagiou quatro meses em barricas de carvalho francês. “É um vinho amarelo citrino, de aroma fresco e vibrante, a maçã verde, melão, pêssego e aromas cítricos, em equilíbrio com notas de baunilha, muito discretas. Apresenta bom volume de boca e acidez muito equilibrada, a terminar num fim de boca longo”, apresenta o produtor.

Com uvas da Vinha do Ribeiro, plantada em 2015 em Orada, na região de Borba, o Casa Relvas – Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024 é um Blanc de Noirs, um vinho branco feito exclusivamente a partir de uvas tintas, neste caso da casta Syrah. “O principal objetivo de se produzir um Blanc de Noirs vai muito para além do aspeto comercial, pois é através desta técnica que se conseguem obter vinhos brancos com mais estrutura e complexidade”, explica o produtor. Depois de um estágio de quatro meses ‘sur lies’ (manter o vinho em contato com as borras finas, ou seja, as leveduras) o resultado é um vinho de cor amarela, com laivos dourados. Com aroma complexo de pêssego, damasco, maçã verde, pera e frutas cítricas, é possível também identificar algumas notas de flores brancas, como jasmim e flor de laranjeira. Foram produzidas 40 mil garrafas deste Vinha do Ribeiro Syrah Sem Cor 2024.

Por último, o Casa Relvas – Vinha de São Miguel Trincadeira 2023 é feito com uvas da Herdade de São Miguel, Redondo, onde começou a a história da Casa e Família Relvas. A Vinha de São Miguel foi plantada em 2003, junto à barragem da Herdade de São Miguel, numa encosta virada a norte. Com uma estágio de 12 meses em tonel, “este é um vinho de cor rubi com reflexos violeta, que apresenta um aroma intrigante e sofisticado com delicadas notas de flores brancas, que lhe conferem um toque de leveza e frescura. “Revela também nuances de floresta molhada e, por fim, os aromas evoluem para subtis notas de tabaco, adicionando profundidade e elegância. Na boca sentem-se taninos sedosos e ligeiros com excelente persistência e mineralidade”, apresenta a Casa Relvas, que produziu 12.500 garrafas deste monovarietal.

 

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Alimentar

CONFAGRI diz ser “incompreensível” a redução do apoio à horticultura

A Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal considera “incompreensível” a exclusão das culturas em regime de sequeiro, dos apoios dados à horticultura.

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A CONFAGRI afirma ser “incompreensível” que, só após os agricultores assumirem os custos de produção das sementeiras realizadas, “o grupo de pagamento ‘Horticultura’ deixe de conter, através de uma Orientação Técnica, as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro”. Essa alteração que incluí, agora, apenas apoios para as culturas de regadio, “irá traduzir-se numa impactante redução de apoio aos agricultores nacionais e deve, por isso, ser alvo de alteração por parte da tutela”, defende a Confederação.

“De facto, a alteração do grupo de pagamento para as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro indicada no ponto 2.2.4 da OT AG PEPACC N.º 16/2025, traduzir-se-ia numa redução do apoio em cerca de seis vezes, no caso da intervenção C.1.1.8 – ‘Agricultura biológica (reconversão e manutenção)’, e em cerca de 12 vezes no caso da intervenção C.1.1.7 – ‘Produção integrada (PRODI) – Culturas agrícolas'”, sublinha a CONFAGRI.
Para a Confederação, esta alteração carece de discussão e justificação técnica, “devendo ser objeto de decisão em sede de reprogramação do PEPAC e não apenas apresentada aos agricultores após estes terem assumido os custos de produção das sementeiras já realizadas”.

“Medidas como esta não trazem a previsibilidade desejada e prometida aos agricultores”, alerta Nuno Serra. O secretário-geral da CONFAGRI defende ser “urgente” que o Ministério da Agricultura e Pescas altere a Orientação Técnica em causa, “repondo os apoios previstos para as culturas hortícolas conduzidas em regime de sequeiro conforme disposto na Portaria n.º 360/2024/1, de 30 de dezembro”.

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Alimentar

Snacking é uma forma de conexão segundo estudo de tendências da Mondelēz

O estudo ‘State of Snacking’, da Mondelēz International conclui que os consumidores veem este produto “como uma forma de conexão e partilha”.

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A multinacional alimentar divulgou as informações sobre o amor, a conexão e os snacks no seu sexto relatório anual ‘State of Snacking’, um estudo global de tendências de consumo que analisa como os consumidores tomam decisões em relação ao snacking. “Os resultados do estudo indicam que 71% dos consumidores a nível global concordam que partilhar um snack com outras pessoas é uma ‘love language’, uma forma de expressar amor”, avança a Mondelēz International. Este valor é ainda mais alto entre os inquiridos da geração Millennial e da geração Z.

Desenvolvido em parceria com The Harris Poll, o estudo de 2024 acompanha as atitudes e comportamentos em relação aos snacks entre milhares de consumidores em 12 países e conclui que os consumidores estão cada vez mais a usar as pausas para snacks “como uma forma de expressar amor pelos outros, bem como por si próprios”.
A pausa para um snack é também uma forma de conexão, refere o estudo, acrescentando que os consumidores estão cada vez mais focados na conexão que os snacks proporcionam, com 64% a praticar o snacking regularmente para se conectar com os outros e 93% concordam que conseguem sempre encontrar um snack adequado para partilhar.

“A comida tem o poder de reunir as pessoas e fomentar uma sensação de conexão”, refere Melissa Davies, Senior Manager, Global Insights & Trendspotting da Mondelēz International. “À medida que os consumidores dão prioridade ao tempo para uma pequena indulgência, também fazem questão de partilhar essa experiência de prazer com os outros”, diz ainda

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Logística

HAVI implementa em Portugal um projeto-piloto de gestão de armazéns

Portugal foi o país escolhido pelo Grupo Havi para receber este projeto-piloto, pela dimensão adequada e qualificação das suas equipas

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A Havi, empresa global de soluções de cadeia de abastecimento para o setor da restauração, está a implementar o primeiro sistema de gestão de armazéns (WMS) da Infor, no seu centro de distribuição do Porto. “Este projeto-piloto implementado em Portugal representa um marco significativo na estratégia de transformação digital global da empresa”, destaca a multinacional, que refere ser este “um sistema avançado que ajuda na standadização”. “Utiliza ferramentas para melhorar a precisão do inventário, maximizar a utilização do espaço disponível, aumentar a eficiência do trabalho e melhorar a qualidade do serviço ao cliente. Para além disso, acompanha e controla o fluxo físico de mercadorias e o fluxo de informações à medida que os produtos circulam pelo armazém”, explica.

As características do centro de distribuição do Porto levaram a que fosse escolhido como instalação pioneira para testar este sistema, já que tem capacidade de servir como modelo para futuras implementações. Para a empresa, a implementação deste sistema no centro de distribuição do Porto “é um marco fundamental na jornada de transformação da Havi, e resulta da colaboração excecional, dedicação e trabalho árduo de todas as equipas envolvidas”, sublinha Luís Ferreira, Managing Director da Havi Portugal. “Este é um passo estratégico para reforçar a segurança das TI, simplificar operações e continuar a definir os padrões de referência do setor. Para além disso, com esta solução colocamos Portugal na vanguarda da mudança e tornamo-nos um exemplo a seguir por outros países”, conclui.

Fundada em 1974, a empresa serve mais de 300 clientes em mais de 100 países, com soluções na aquisição, no armazenamento ou na entrega de produtos.

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Retalho

Jerónimo Martins entre as 100 melhores empresas mundiais em diversidade e inclusão social

O Grupo Jerónimo Martins foi integrado no FTSE Diversity & Inclusion Index – Top 100, um índice de referência que lista as empresas cotadas em bolsa com melhor desempenho na promoção de locais de trabalho diversos e inclusivos.

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O FTSE Diversity & Inclusion Index analisa mais de 15.500 empresas cotadas em bolsa em todo o mundo e que integram índices como S&P 500, ASX300, MSCI World, MSCI Emerging Markets, FTSE100 ou Bovespa. A Jerónimo Martins ocupa a 46ª posição a nível mundial, sendo a única empresa portuguesa, bem como a única da indústria ‘supermercados e lojas de conveniência’, a figurar neste índice, informa o Grupo num comunicado.

A metodologia utilizada tem por base a recolha de 24 indicadores de entre os pilares Diversidade, Inclusão, Desenvolvimento de Pessoas e Controvérsias, recorrendo a informação pública e a uma equipa de mais de 700 analistas. “As 100 empresas mais bem classificadas são selecionadas para o índice, sendo organizadas de acordo com a pontuação global de Diversidade e Inclusão, numa escala de 0 a 100 pontos. O Grupo Jerónimo Martins conquistou uma avaliação de 74,25 pontos”, informa ainda.

A existência de serviços de apoio aos filhos dos colaboradores, como creches em Portugal, a existência de políticas que contribuem para o equilíbrio da vida pessoal e profissional, a percentagem de mulheres em cargos de gestão e a percentagem de colaboradores com deficiência e/ou incapacidade são alguns dos indicadores analisados.

As políticas de inclusão do Grupo Jerónimo Martins têm merecido distinções nacionais e internacionais de referência. Desde 2021 que a holding tem a distinção ‘Marca Entidade Empregadora Inclusiva’ atribuída pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), tendo subido ao nível de Excelência em 2023. Também o Recheio Cash & Carry é ‘Marca Entidade Empregadora Inclusiva’ desde 2021 e o Pingo Doce tem esta distinção desde 2023.

O Grupo viu também o seu Programa Incluir ser premiado na primeira edição dos European Commerce Awards, do EuroCommerce, como a melhor prática na categoria ‘Qualificação e Inclusão’. Mais recentemente, foi o Fórum Económico Mundial também a distinguir o Programa Incluir como um de oito case-studies em destaque no ‘Diversity, Equity and Inclusion Lighthouses 2025 Insight Report’, que revela iniciativas empresariais de grande impacto social desenvolvidas em todo o mundo.

 

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Bebidas

Essência do Vinho regressa ao Porto com 4.000 vinhos de 400 produtores

De 20 a 23 de fevereiro, no Palácio da Bolsa, a Essência do Vinho – Porto vai ainda acolher um concurso e várias provas comentadas.

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De acordo com a organização, durante os quatro dias, vão ser dados a provar cerca de 4.000 vinhos de 400 produtores representados. Do programa, destaca-se a ‘Revista de Vinhos – TOP 10 Vinhos Portugueses by Cork Supply’, prova com júri internacional que agrega um grupo de provadores formado por jornalistas, críticos, sommeliers e elegerá a dezena de vinhos mais entusiasmantes do país, tendo por base uma pré-seleção realizada pela publicação ao longo do último ano.

A 20 de fevereiro, o palco das provas comentadas terá referências nacionais e internacionais. ‘A nova Borgonha, para lá dos clássicos’, ‘Susana Esteban: Vertical Sidecar’, ‘Gaja, sonhar em Itália’ ou ‘A Sogrape também é ímpar’ são algumas das provas do dia.

Já no segundo dia de evento, as salas do Palácio da Bolsa vão dos Açores ao Douro, passando ainda pelos Vinhos Verdes e pelos vinhos do Brasil com as provas ‘Czar: o vinho do Pico que parece impossível’, ‘Os terroirs da Quinta do Vale Meão’, ‘Alvarinhos, de A a S: estilos de vinificações, tempos de estágio e diversidade de perfis’, ‘Symington: The Library Release Porto Vintage Collection’ e ‘Vinhos de Minas Gerais’.

O terceiro e penúltimo dia da Essência do Vinho – Porto, ‘Paulo Nunes: 20 anos de vindimas’, ‘Mosel, Alemanha: Weingut Max Ferd. Richet’, ‘Cachaça de Minas Gerais’, ‘Quinta de Lemos: 20 anos’ e ‘Tapada de Coelheiros Garrafeira’ são algumas das provas que a acontecer paralelamente às provas abertas que, ao longo dos  quatro dias, vão congregar 4.000 vinhos dos 400 produtores representados no Palácio da Bolsa, ao longo dos quatro dias de evento.

‘Dão revelado: o desafio dos sentidos’, ‘Brancos de guarda da região dos Vinhos Verdes’, ‘Maison Boizel: o pináculo do champanhe artesanal’, ‘Biondi-Santi: de Brunello di Montalcino, um Sangiovese singular’ são as provas agendadas para domingo, dia 23 de fevereiro.

A par da programação e das provas livres, destaque de novo para o ‘RV Room Experience’, um espaço exclusivo que apresenta grandes famílias do vinho.  Paralelamente, o projeto ‘Gosto do Porto / Taste of Porto’ volta a incidir sobre mais de 80 restaurantes, lojas, garrafeiras e wine bares da cidade, para um roteiro de experiências complementares.

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Exportação

Indústria alimentar e das bebidas exportou 8.190 M€ em 2024

O mercado espanhol continua a ser o mais relevante para as exportações portuguesas da indústria alimentar e das bebidas, representando quase 39%. Os países que mais contribuíram para o aumento foram Itália, Espanha, Países Baixos e Polónia.

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“Ao ultrapassar a barreira dos 8 mil milhões de euros, a indústria alimentar e das bebidas não só alcançou o objetivo previsto para 2024, como praticamente duplicou as exportações em valor na última década”, destaca o presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), em comunicado. Jorge Tomás Henriques afirma-se otimista para os resultados em 2025, apesar da situação na economia global em função das guerras comerciais e pacotes tarifários de alguns países e blocos económicos.

A União Europeia representou 5.593M€ nas exportações da indústria alimentar e das bebidas nacional, com os dados do Instituto Nacional de Estatística a indicarem que nos 12 meses de 2024, e por comparação a igual período de 2023, houve uma variação de 12,6% ao nível das exportações para os 27 Estados-membros.

O mercado espanhol continua a ser o mais relevante para as exportações portuguesas da indústria alimentar e das bebidas nacional, representando quase 39%. Os países que mais contribuíram para o aumento foram Itália, Espanha, Países Baixos e Polónia.

Já para fora do bloco comunitário as exportações alimentares e de bebidas alcançaram 2.596M€, o que representou um crescimento de 1,21% face a 2023. Brasil e Estados Unidos da América, com 13,9% e 4,2%, respetivamente, foram os países que mais contribuíram.

Ainda por comparação a 2023, o défice da balança comercial da indústria alimentar e das bebidas decresceu e situa-se agora em 5,44%.

“Os dados oficiais permitem perceber que a indústria alimentar e das bebidas tem sabido adaptar-se, antecipar-se e responder às exigências do consumidor, ao mesmo tempo que se afirma em mercados cada vez mais exigentes e contribuiu para mudar o perfil da economia portuguesa”, destaca a FIPA num comunicado.

A indústria alimentar e das bebidas é responsável por mais de 113 mil postos de trabalho diretos e cerca de 500 mil indiretos e “assume, simultaneamente, uma grande importância no desenvolvimento do tecido empresarial, nomeadamente nas zonas do interior, onde o setor situa as suas unidades industriais, e na afirmação do potencial de evolução da autossuficiência alimentar do país”, sublinha a Federação.

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