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Marketing

“Não basta ter um bom negócio para se ser uma Superbrand”

São várias as ferramentas que uma marca tem para se afirmar, seja local ou multinacional, com uma longa história ou acabada de nascer. Não há uma fórmula única para impactar o consumidor, mas a criatividade na construção da imagem pode transformar uma simples marca numa ‘Superbrand’. A cultura ‘pop’ do consumo em Portugal desenha-se com ícones que ficaram presentes na mente do público até hoje. Estes foram recuperados pela exposição “Covers – Uma Década de Design de Capas” para contar a história das marcas mais relevantes ao longo dos últimos 11 anos

Ana Catarina Monteiro
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“Não basta ter um bom negócio para se ser uma Superbrand”

São várias as ferramentas que uma marca tem para se afirmar, seja local ou multinacional, com uma longa história ou acabada de nascer. Não há uma fórmula única para impactar o consumidor, mas a criatividade na construção da imagem pode transformar uma simples marca numa ‘Superbrand’. A cultura ‘pop’ do consumo em Portugal desenha-se com ícones que ficaram presentes na mente do público até hoje. Estes foram recuperados pela exposição “Covers – Uma Década de Design de Capas” para contar a história das marcas mais relevantes ao longo dos últimos 11 anos

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Nogueiras Edit -103

Pedro Diogo Vaz, senior partner da Superbrands Portugal

São várias as ferramentas que uma marca tem para se afirmar, seja local ou multinacional, com uma longa história ou acabada de nascer. Não há uma fórmula única para impactar o consumidor, mas a criatividade na construção da imagem pode transformar uma simples marca numa ‘Superbrand’. A cultura ‘pop’ do consumo em Portugal desenha-se com ícones que ficaram presentes na mente do público até hoje. Estes foram recuperados pela exposição “Covers – Uma Década de Design de Capas” para contar a história das marcas mais relevantes ao longo dos últimos 11 anos.

A evolução da imagem das marcas no mercado nacional esteve exposta, entre os dias 19 de maio e 8 de junho, no Espaço Espelho d’Água, em Lisboa, que recebeu a coleção “Covers – Uma Década de Design de Capas”. Nas paredes e num painel digital consegue-se perceber a transformação ao nível do ‘design’ de cerca de 380 marcas, que foram premiadas nos últimos 11 anos pela Superbrands Portugal.

Nogueiras Edit -105A organização seleciona todos os anos as “marcas de excelência” em mais de 90 países. Em território luso, apresenta este ano a 12ª edição do estudo realizado junto dos consumidores e especialistas das áreas do marketing, media e consumo. No último ano, foram 23 as marcas classificas com o estatuto de “marcas de excelência”.

Além de poderem utilizar o selo distintivo nos seus produtos ou campanhas publicitárias, as marcas apuradas são todos os anos convidadas a participar num projeto editorial – um livro construído em conjunto com a organização do projeto, onde cada uma tem liberdade para destacar os aspetos que considera mais importantes na sua história. Depois, as mesmas podem personalizar a capa do livro para o poderem utilizar como objeto institucional.  “Algumas usam-no no sentido de promover a internacionalização, outras têm-no nas suas lojas, como é exemplo a Remax”, conta Pedro Diogo Vaz, senior partner da Superbrands Portugal, que conduziu o HIPERSUPER numa visita guiada pela exposição que reúne todas as capas criadas ao longo de mais de uma década.

Recordar marcas que desapareceram 

“No ano passado, olhámos para o património de 11 anos que temos ao nível das capas criativas e achámos que, apesar de ser um curto período de tempo numa prespetiva histórica, fazia sentido fazermos esta compilação porque de facto o mundo das marcas evoluiu com muita rapidez. Se olharmos para a Modelo_2005parede, vemos a capa do Modelo que tem nove anos e parece já uma capa muito antiga. Em termos de imagem, o design parece algo quase ‘kitsh’. Quando olhámos para este manancial, pensámos que seria também uma forma de contar a história desta última década da vida das marcas, como têm vindo a comunicar e a evoluir”.

Algumas das marcas representadas já desapareceram, outras mudaram radicalmente. Mas todas evidenciam-se quase como “ícones pop” para os consumidores. “Temos imensos exemplos nacionais e internacionais em que a iconografia da marca, o próprio trabalho de design que desenvolve e traz ao mercado acaba por transformar e se integrar na cultura pop e na vida quotidiana dos consumidores. Os exemplos mais evidentes são talvez a Nike ou a Apple”.

Na última edição das marcas de excelência em Portugal, a organização começou também a atribuir um prémio à capa mais criativa, tendo sido ganho pela marca de farinha Branca de Neve. Este ano, em outubro, serão conhecidas as novas “superbrands”, assim como a capa mais criativa.

Quem quer ser uma superbrand? 

O projeto Superbrands nasceu em 1994 num programa de rádio em Londres, Inglaterra, onde se falava das marcas, da sua comunicação e proposta de valor no mercado. “Mas rapidamente evoluiu também para o formato livro, que é a parte do projeto que mais se destaca. Daqui para a frente, o caminho natural é o digital”, revela. “Criamos há dois anos, a nível internacional, a Superbrands TV e fazemos já conteúdos audiovisuais sobre as marcas no País”.

Optimus_2006Mas afinal o que é preciso para ser uma “Superbrand”? “Quase todos os dias nos ligam marcas para nos perguntar o mesmo. A única coisa que podemos dizer é que trabalhem bem para serem reconhecidas pelo mercado. O que é preciso é que na fase em que os consumidores indicam as marcas que consideram ser de excelência, que aquela marca em particular consiga estar na cabeça deles, independentemente da razão pela qual acontece”, aponta o senior partner.

A metodologia do estudo é independente, não distingue setores nem motivos pela qual a marca é relevante para o público. Através de um trabalho de campo conduzido pela NetQuest, que participa neste projeto há três anos, são feitas cinco perguntas abertas a uma amostra de 1200 consumidores com mais de 16 anos. “As perguntas não são condicionadas. Pedimos que nos indiquem três marcas que conheçam, três que considerem únicas, três marcas que satisfazem as suas necessidades, três com que mais se identificam e as três em que mais confiam, independentemente do setor ou do motivo. Em simultâneo convidamos 15 especialistas das áreas criativas, que variam todos os anos, para fazerem a sua avaliação”.

Consumidor reconhece qualidade 

O resultado do estudo surge de uma ponderação equilibrada entre as duas partes e “acaba por espelhar aquilo que é o mercado e o consumidor. O retalho está sempre muito presente. É claro que as primeiras marcas que as pessoas se lembram são as marcas de grande consumo mas temos uma representatividade alargada. Temos o setor automóvel, a banca, marcas institucionais, telecomunicações, alimentar, bebidas espirituosas, energia, jogos, serviços, distribuição, farmacêutica e até clubes de futebol, que têm sido muito trabalhados como marca e não como clube”.

O estudo avalia também, todos os anos, o impacto do selo para o consumidor. “O que temos visto ano após ano é que o selo tem um impacto efetivo num momento de desequilíbrio”, realça Pedro Diogo Vaz. “Perguntamos à amostra se conhece o projeto e que percepção tem. Cerca de 98% dos indivíduos dá-nos referências positivas. Os que não conhecem, dizem-nos que quando veem o símbolo num produto ou comunicação associam a um produto melhor que os outros, com qualidade”, o que impacta as escolhas de compra.

Várias ferramentas de afirmação  

Continente_2005Ao longo das 11 edições, o Continente tem sido uma marca sempre presente no ‘top 10’, “quer das escolhas dos consumidores quer dos especialistas”. “Na área do retalho é realmente uma marca omnipresente. Apresenta-se com uma elevada gestão de media, está todos os dias a comunicar em diferentes canais, tem presença geográfica, relevância do ponto de vista de inovação, imensas marcas e tem feito um trabalho notável no ponto das marcas próprias”, diz o responsável.

Mas nem todas as “superbrands são grandes anunciantes do País”. Há vários motivos para as marcas estarem presentes na mente do consumidor. “Por exemplo, temos marcas como a Branca de Neve, que não evolui no ponto de vista gráfico há muitos anos, tem sido sempre muito tradicional, e provavelmente está na cabeça dos consumidores por questões históricas ou emocionais. Numa área diferente, a Lacoste é uma marca iconográfica, muito aspiracional. Conseguiu afirmar-se com aquele simples símbolo e hoje em dia não conseguimos pensar num crocodilo sem pensarmos nela”.

As marcas inseridas em multinacionais acabam por ter mais ferramentas para se afirmarem mas, por outro lado, as locais conhecem melhor o consumidor e são mais ágeis do que as de estruturas pesadas. Exemplo disso foi a recente marca de restauração Prego na Peixaria, a grande surpresa do portefólio das “marcas de excelência” da edição de 2015. “Podia ter surgido apenas como mais uma marca de restauração mas mostra desde o início uma grande preocupação no ponto de vista de imagem, posicionamento e comunicação. E este foi um retorno do mercado face ao investimento feito”, conta.

“Não basta ter um bom negócio” 

Por outro lado, as empresas mais antigas não podem relaxar e pensar que “a idade por si só é uma ferramenta de afirmação”. “Quando a Frize entrou no mercado, era um marca complemente elástica na comunicação e obrigou a concorrência a sair do registo. A Águas das Pedras é hoje uma marca completamente diferente, mais próxima do consumidor”, exemplifica o responsável.

Nogueiras Edit -106Um dos objetivos da Superbrands é mostrar aos profissionais que não basta ter bons negócios. “É preciso também ter a capacidade de afirmar a marca. Este continua a ser um desafio permanente na indústria. Algumas marcas deixaram, há cerca de sete anos, de investir neste aspeto e começaram a apostar em promoções, no fator preço, ou outras ferramentas mais agressivas. Não mantiveram este investimento ao nível da marca enquanto interface de experiência para o consumidor e nota-se uma clivagem muito maior. A aposta na promoção esgota-se e temos visto a indústria a perder valor”.

No entanto, o senior partner acredita que “há cada vez mais consciência de que não basta apenas ter um bom negócio, é preciso depois ter a capacidade de afirmar a marca. Têm surgido negócios, concretamente startups, com este ‘mindset’ – a aposta na relevância da marca, numa interface com os consumidores”.

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Casaleiro com nova imagem e novas referências

A Casaleiro amplia o portefólio com duas novas referências: Casaleiro Colheita Selecionada Rosé 2024 e Casaleiro Reserva IGP Tejo Tinto Syrah 2022.

Hipersuper

A marca Casaleiro, uma das mais antigas da região do Tejo, inicia um novo capítulo com uma identidade visual modernizada e uma oferta mais diversificada. A grande novidade é a elevação dos seus vinhos Reserva à Denominação de Origem Controlada (DOC) do Tejo, reforçando o compromisso com a qualidade e a autenticidade.

Mantendo a consistência e equilíbrio que a caracterizam, a marca continua a valorizar as castas tradicionais portuguesas. Os tintos destacam-se pelos aromas frutados e taninos sedosos, enquanto os brancos impressionam pela frescura e notas cítricas e tropicais, sublinha em comunicado.

A gama Casaleiro, da Enoport, é composta por três reservas – Casaleiro Reserva Tinto DOC Tejo, Casaleiro Reserva Branco DOC Tejo e Casaleiro Reserva IGP Tejo Tinto Syrah – e três colheitas selecionadas – Casaleiro Colheita Selecionada Tinto, Casaleiro Colheita Selecionada Branco e Casaleiro Colheita Selecionada Rosé. Agora, a marca amplia o portefólio com duas novas referências: Casaleiro Colheita Selecionada Rosé 2024 e Casaleiro Reserva IGP Tejo Tinto Syrah 2022.

Com esta renovação, Casaleiro reforça a sua presença no mercado com uma oferta ainda mais abrangente, aliando tradição e modernidade para conquistar consumidores exigentes e apreciadores de vinhos autênticos.

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ESG

Mars vai investir 27 milhões de dólares para reduzir emissões em explorações agrícolas

O ‘Farmer Forward’ é um programa de investimento a cinco anos, em parceria com o produtor global de laticínios Fonterra, e vai financiar ferramentas e tecnologias com foco em sustentabilidade a cerca de 2.000 agricultores.

Hipersuper

A Mars anuncia um investimento de 27 milhões de dólares e com uma duração de cinco anos, em parceria com a Fonterra, um dos maiores fornecedores de laticínios do mundo. O programa ‘Farmer Forward’ tem como objetivo capacitar produtores de laticínios a adotar práticas agrícolas ambientalmente eficientes, “em linha com os esforços da Mars de reduzir as suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 50% até 2030, em relação a 2015”, informa a multinacional de produtos alimentares, snacks, produtos de cuidados para animais e serviços veterinários.

De acordo com a empresa, aproximadamente metade do investimento será destinado ao financiamento de ferramentas e tecnologias nas explorações agrícolas de quase 2.000 produtores da Fonterra. Os restantes fundos serão atribuídos aos cerca de 165 agricultores que fizerem o maior progresso em relação aos objetivos de sustentabilidade definidos. Em média, cada agricultor poderá receber até 15 mil dólares por ano. O Programa ‘Farmer Forward’ vai abranger 26 mil hectares de terras agrícolas.

O ‘Farmer Forward’ vai abranger 26 mil hectares de terras agrícolas e chegar a cerca de quase 2.000 produtores

Através desta iniciativa com a Fonterra, a Mars pretende reduzir 150 mil toneladas métricas das suas emissões de Âmbito 3 provenientes da produção láctea até 2030, em relação aos valores de 2015. “Os agricultores estão na linha da frente do desenvolvimento de uma agricultura inteligente em termos climáticos, motivo pelo qual estamos a atribuir-lhes um papel prioritário através do lançamento do nosso programa ‘Farmer Forward’”, refere Amanda Davies, Chief R&D, Procurement and Sustainability Officer da Mars Snacking.

“A Fonterra e a Mars já colaboram há décadas, e a sustentabilidade tem vindo a assumir uma posição de destaque nos últimos anos. A Fonterra tem ambições bem definidas no que diz respeito ao clima e é através de parcerias como esta com a Mars que podemos apoiar os nossos agricultores a atingir os objetivos que definimos”, destaca Charlotte Rutherford, Diretora de Sustentabilidade da Fonterra.

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Hipersuper

cibersegurança

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I&D

Sophos e Pax8 anunciam parceria para simplificar a gestão da segurança

“A colaboração traz o portefólio mais abrangente de soluções de cibersegurança disponível, para a rede de mais de 40.000 fornecedores de serviços geridos (MSPs) da Pax8”, destaca a Sophos.

Hipersuper

A Sophos anuncia uma parceria estratégica com a Pax8, marketplace de cloud commerce. “A colaboração traz o portefólio mais abrangente de soluções de cibersegurança disponível, para a rede de mais de 40.000 fornecedores de serviços geridos (MSPs) da Pax8”, destaca a Sophos.
Os MSPs da rede Pax8 dispõem agora uma ‘one-stop shop’ completa com as melhores soluções de cibersegurança disponíveis por parte de um único fornecedor – incluindo o Sophos Managed Detection and Response (MDR), o Sophos Endpoint powered by Intercept X e a Sophos Firewall. Isto revoluciona as oportunidades para os parceiros de canal agilizarem as suas operações, simplificarem a faturação e reduzirem significativamente a complexidade da gestão da cibersegurança nos diferentes clientes.

“A Sophos e a Pax8 estão solidamente alinhadas na missão de capacitar os MSPs com os melhores serviços e produtos de segurança de ponta a ponta, simplificando a gestão do ciclo de vida destas soluções e reduzindo as despesas operacionais. Os MSPs querem alinhar-se com fornecedores com os quais é fácil trabalhar, e este acordo tornará ainda mais fácil trabalharem com a Sophos, algo em que há muito estamos empenhados,” disse Joe Levy, CEO da Sophos.

A geração de novas oportunidades de receita para parceiros, a redução dos custos gerais, a capacitação dos parceiros através de iniciativas coordenadas de capacitação, suporte e formação em vendas para MSP e a segurança compatível e abrangente 24/7 para os clientes Microsoft Defender dos MSPs, com o serviço Sophos MDR para ambientes Microsoft, são as vantagens desta parceria, enumeradas pelas duas empresas.A oferta da Sophos estará disponível no marketplace da Pax8 a partir de 28 de fevereiro de 2025.

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Retalho

Wells abre nova loja em Aveiro

A Wells inaugurou esta quinta-feira, dia 20 de fevereiro, em Aveiro, a 27ª Wells com o conceito Beauty, que reúne num único espaço perfumaria, makeup e cosmética, além da oferta de saúde e bem-estar e serviços especializados de ótica, audiologia e um hair studio.

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tagsWell's

Localizada na Avenida Lourenço Peixinho, esta abertura reforça o plano de expansão da Wells para 2025, a loja funcionará de domingo a quinta-feira, entre as 9 e as 20 horas, e às sextas e sábados das 9 às 21 horas.

Entretanto, no dia 18 de fevereiro, a Wells inaugurou a sua primeira loja no Almada Fórum com um espaço totalmente dedicado à ótica e à contactologia. Localizada no piso 0, a loja oferece consultas gratuitas de optometria e contactologia, além de um portfólio com 50 marcas e mais de 700 modelos de óculos.

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Logística

Panattoni Iberia constrói parque logístico em Santarém

A conclusão do projeto, que possui uma área total de 34.340 m², está prevista para o terceiro trimestre de 2025.

Hipersuper

A Panattoni, empresa europeia de desenvolvimento imobiliário logístico-industrial, inaugurou oficialmente as obras do seu projeto Panattoni Park Santarém. “Apesar de a nossa chegada à Península Ibérica ter demorado, estamos a consolidar-nos rapidamente como um dos principais promotores de armazéns logísticos e industriais em Espanha e Portugal”, afirma Gustavo Cardozo, Diretor-Geral e sócio da Panattoni Iberia.

Com acesso direto à A1 e às autoestradas A15, A23 e A2, tem uma área bruta locável de 34.344 m². A plataforma logística, “que já tem 50% do seu espaço pré-arrendado, deixa disponíveis 17.500 m² para um segundo inquilino”, refere a empresa. O Panattoni Park Santarém está a ser construído num terreno de 100.000 m² e contará com um armazém de 33.000 m², além de uma área total de escritórios de 1.344 m² com mezzanine. A instalação incluirá 48 cais de carga e descarga, uma placa de manobra de 35 metros e uma altura livre de 10,6 metros.

O projeto visa obter a certificação BREEAM ‘Excellent’, incorporando características como painéis fotovoltaicos para autoconsumo e iluminação LED, refere ainda a Panattoni Ibéria, acrescentando que a conclusão do projeto deverá ocorrer no terceiro trimestre de 2025.
Este desenvolvimento segue os projetos Panattoni Park Porto Valongo, com 76.000 m² e próximo da sua conclusão, e Panattoni Park Lisbon-City com 85.000m2, em Santa Iria de Azóia, que acaba de iniciar o seu processo de construção.

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ESG

Corticeira Amorim promove novo programa de recolha seletiva e de reciclagem de rolhas de cortiça em Nova Iorque

As rolhas recolhidas em restaurantes e hotéis de Manhattan e Brooklyn serão recicladas e a cortiça aproveitada para novos usos, inclusive desenvolvimento de recursos para valorizar espaços públicos.

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A Corticeira Amorim está a unir forças com alguns parceiros nos EUA para lançar Cork Collective, um novo programa de recolha seletiva e de reciclagem de rolhas de cortiça.

O Cork Collective envolve parceiros de renome como Rockwell Group, BlueWell e Southern Glazer’s Wine & Spirits, distribuidora líder mundial de bebidas alcoólicas, e está a ser desenvolvido em Nova Iorque, abrangendo a recolha de rolhas em restaurantes e hotéis icónicos de Manhattan e Brooklyn. As rolhas de cortiça usadas serão recolhidas, recicladas e reaproveitadas para novos usos, criando recursos para a valorização de espaços públicos na cidade de Nova Ioque.

“Os EUA são um mercado crucial tanto para vinhos, como para bebidas espirituosas, por isso não podíamos estar mais satisfeitos por sermos um dos membros fundadores do Cork Collective, que possibilita a verdadeira implementação de uma economia circular na cadeia de abastecimento. Como líder mundial da transformação da cortiça, fornecendo cerca de seis mil milhões de rolhas por ano, temos colaborado com diversas organizações em todo o mundo para dar uma segunda vida à cortiça, reciclando as rolhas para dar origem a diversas aplicações.”, sublinha António Rios de Amorim, presidente e CEO da Corticeira Amorim, em comunicado.

“Estou extremamente orgulhoso por ser um membro fundador do Cork Collective, que representa muito do que inspira e impulsiona o Rockwell Group todos os dias: a oportunidade de retribuir à nossa comunidade e fazer a diferença, de aplicar a nossa visão de hotelaria, associando um design fantástico e colaborações inesperadas para responder a este novo desafio. Temos vindo a experimentar a cortiça há algum tempo — a sua adaptabilidade e as suas poderosas qualidades sustentáveis fazem dela um material do futuro.”, acrescenta David Rockwell, fundador e presidente do Rockwell Group.

Lee Schrager, Chief Communications Officer da Southern Glazer’s Wine & Spirits, reforça: “A missão do Cork Collective está alinhada com a nossa própria visão de sustentabilidade ambiental — aproveitar a paixão das nossas equipas, parceiros comerciais e comunidades para implementar ações ambientais mensuráveis e contribuir para um planeta sustentável e acolhedor para as futuras gerações. Como o principal distribuidor de bebidas alcoólicas, estamos numa posição perfeita para conectar produtores de vinhos e bebidas espirituosas em prol da sustentabilidade, envolvendo-os, como valiosos parceiros fornecedores, nesta importante iniciativa. Estamos confiantes de que terá um impacto significativo em toda a nossa grande indústria da hotelaria e restauração.”

Além dos benefícios diretos da reutilização de um material de economia circular, o programa Cork Collective também colabora com instituições não-governamentais e agências governamentais para melhorar espaços públicos, demonstrando o potencial da cortiça como um material versátil e amigo do ambiente, apoiando projetos de design sustentável em diversas comunidades.

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Hipersuper

MO em Abrantes

Retalho

MO reabre lojas em Esposende e Abrantes

Situadas nas galerias comerciais dos respetivos Modelos Continente, as duas lojas reforçam a presença da marca nos distritos de Braga e Santarém.

Hipersuper
tagsMO

A MO, marca de moda portuguesa do grupo Sonae reabriu a 20 de fevereiro as suas lojas em Esposende e Abrantes, com espaços completamente renovados.
A loja de Esposende (Zona Industrial da Gandra), com 485 m² de área de vendas, e a loja de Abrantes (Rua da Esperança), com 518 m², apresentam a mais recente coleção da MO. Situadas nas galerias comerciais dos respetivos Modelos Continente, estas lojas MO exibem agora um design mais moderno, reforçando a presença da marca nos distritos de Braga e Santarém.
A loja de Esposende funciona diariamente das 8h30 às 21h, enquanto a loja de Abrantes está aberta todos os dias das 9h às 21h.

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Logística

Abertas as candidaturas ao PEL – Prémio de Excelência Logística 2025

A APLOG – Associação Portuguesa de Logística volta a promover o Prémio de Excelência Logística, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da logística em Portugal, prestando reconhecimento público aos projetos, profissionais e organizações que contribuem para o seu progresso, distinguindo em cada ano civil projetos na área da logística.

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tagsAplog

As inscrições estão abertas até 2 de maio para três categorias a concurso:

PEL Empresas: Cujo objetivo é premiar empresas na área da logística pela importância e excelência com que contribuem para promover o conhecimento, ajudando a alcançar elevados níveis de desempenho nos processos ou serviços através da implementação de projetos e ou soluções que possam ser utilizados como exemplo e estímulo na procura de novos modelos de competitividade.

PEL Start-Up: Para distinguir projetos com um produto viável, uma componente de inovação elevada aplicada à atividade logística e que demonstrem um significativo potencial de crescimento.

PEL Academia: Com o objetivo de distinguir trabalhos académicos, cursos, mestrados ou escolas que desenvolvam e promovam o conhecimento e inovação em projetos do sector logístico, com aplicabilidade no domínio dos negócios/empresas/sector e com magnitude ou relevância para a Investigação, assim como com um grau de inovação associado.

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Fotografia de arquivo

Retalho

Novo Mercadona em Santa Iria de Azóia abre no dia 20 de março

É primeira das 10 aberturas previstas para este ano de 2025, bem como a chegada a um novo concelho, Loures.

Hipersuper

A abertura da nova loja da Mercadona em Santa Iria de Azóia, Loures, tem data marcada para o dia 20 de março, pelas 9 horas, na Rua D. Afonso Albuquerque, 100.

Este novo supermercado, que vai gerar cerca de 90 novos postos de trabalho, terá uma área de vendas de cerca de 1.900 m2, com corredores amplos, que permitem fazer compras de forma confortável, divididos entre as secções de charcutaria, peixaria, pastelaria e padaria, perfumaria, talho, frutas e legumes e pronto a comer.

A abertura deste novo supermercado, que será o primeiro da Mercadona a abrir em Loures, estando previsto ainda em 2025 um segundo no concelho, em Frielas, reflete a continuidade do plano de expansão da empresa a nível nacional.

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Missão Continente salva mais de 8 milhões de refeições em 2024

A ajuda chegou a 1099 instituições de apoio social e de bem-estar animal, de todo o país, com o equivalente a mais de 30 milhões de euros em doações.

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Na sequência do seu apoio às comunidades e aproximando-se do compromisso assumido pela MC em reduzir o desperdício alimentar em 50% até 2028 (base 2020), antecipando em 2 anos a meta legal imposta pela União Europeia para 2030, o Continente voltou a doar, os excedentes alimentares e não alimentares das suas 393 lojas, ao longo de 2024

Através da Missão Continente, a ajuda chegou a 1099 instituições de apoio social e de bem-estar animal, de todo o país, com o equivalente a mais de 30 milhões de euros em doações.

Só os bens alimentares doados, como frescos, mercearia, artigos de padaria entre muitos outros, que apresentavam perfeitas condições de consumo e que simultaneamente cumpriam os devidos requisitos legais, totalizaram mais de 28 milhões de euros, o equivalente a 8.800 toneladas de alimentos e a mais de 8 milhões de refeições salvas.

“Os resultados alcançados comprovam a eficácia da nossa política de doação de excedentes, que evitou o desperdício de milhares de toneladas de alimentos, mas também contribuiu para a segurança alimentar de várias comunidades vulneráveis. Além de reduzir impactos ambientais, promovendo a economia circular, essa iniciativa da Missão Continente fortalece a solidariedade social e incentiva a um consumo mais sustentável.”, sublinha Nádia Reis, diretora de brand responsibility do Continente.

 

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