Barómetro Negócios. Empresas portuguesas entre as mais optimistas para 2015
As empresas europeias de média dimensão estão muito optimistas sobre o actual estado dos negócios e têm planos de investimento para crescer nos próximos seis meses

Rita Gonçalves
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As empresas europeias de média dimensão estão muito optimistas sobre o actual estado dos negócios e têm planos de investimento para crescer nos próximos seis meses.
Contudo, este sentimento varia de acordo com a localização geográfica. Estas são as conclusões do primeiro EY’s European Mid-Market Barometer 2015, um estudo que ouviu mais de 6000 empresas europeias com facturação anual entre 10 a 500 milhões de euros.
Globalmente, as empresas europeias de média dimensão olham de forma positiva para as suas perspectivas actuais e futuras. 87% considera o actual estado do negócio bom ou muito bom, metade (50%) espera mesmo que o volume de negócios da empresa aumente em 2015, comparativamente a 2014, e 46% espera melhor desempenho nos próximos seis meses. Apenas 7% espera piores resultados nos negócios.
As empresas portuguesas estão entre as mais optimistas: o resultado central do estudo, que avalia a percepção das empresas quanto ao ambiente de negócios, coloca Portugal em 6º lugar entre 21 países, à frente da Espanha, da França e da Alemanha.
No entanto, esta imagem não é consensual por todo o continente. “As empresas europeias de média dimensão estão mais optimistas sobre as perspectivas de evolução da economia do seu próprio país (32%) do que da Europa como um todo (28%). Irlanda, Reino Unido e Espanha lideram o optimismo quanto à evolução do clima económico nos seus países e na Europa durante os próximos seis meses.
Uma das razões para o pessimismo parece estar na crise em curso na Ucrânia. “Um em cinco (31%) entrevistados indicam que o seu negócio sentiu os efeitos da tensão na área, com o sector industrial a ser o mais afectado”.
Em matéria de investimento, as conclusões gerais são de estabilidade, com 64% das empresas de média dimensão a planear manter o mesmo nível de investimento nos próximos seis meses.