FMCG

Primeiro azeite com algas da costa portuguesa

A Nono Sentido lançou os primeiros azeites do Mundo enriquecidos com antioxidantes de origem marinha. Ricardo, CEO da Nono Sentido, conta como nasceu este projecto

Rita Gonçalves
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Primeiro azeite com algas da costa portuguesa

A Nono Sentido lançou os primeiros azeites do Mundo enriquecidos com antioxidantes de origem marinha. Ricardo, CEO da Nono Sentido, conta como nasceu este projecto

Rita Gonçalves
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O projecto de investigação para o desenvolvimento do novo produto custou cerca de 50 mil euros, revela em entrevista ao HIPERSUPER Ricardo, CEO da Nono Sentido, acrescentando que a amortização do investimento deverá ter lugar em 2015.

No final de 2010 criou a Nono Sentido para comercialiar azeites aromatizados produzidos em Vila Flor, Trás-os-Montes. Que balanço faz dos últimos três anos?

Sou um desempregado que resulta da chamada crise do ‘sub-prime’. Foi em 2008. Ao longo do meu percurso profissional sempre desempenhei funções de ‘corporate worker’ em empresas de grande dimensão.

Quando fiquei sem emprego, apercebi-me que havia chegado o momento de lançar um conjunto de projectos tendo por base os princípios que defendia nas grandes empresas.

E um dos projectos que criei – a Nono Sentido – é muito subordinado à minha convicção de que é possível agarrar num produto de qualidade português e adicionar-lhe valor. Retrabalhá-lo e colocá-lo no mercado internacional.

Portugal é um País de qualidade, quer do ponto de vista dos produtos quer das suas próprias caracteríticas.

Na verdade, criar o produto revelou-se mais fácil do que alcançar a minha verdadeira vontade, a de promover o País e atrair estrangeiros a Portugal para vender o melhor do nosso País: clima, cultura, gastronomia, as pessoas, entre outros.

Escolhi o azeite por ser um produto nobre e biblíco. Procurei alguns amigos em instituições de ensino e criámos um produto diferente: os primeiros azeites do Mundo enriquecidos com antioxidantes de origem marinha.

Não existe um produto semelhante no mercado nacional?

Não. Criámos uma disrupção. Este produto é inovador em duas abordagens: primeiro, porque vai usar um tipo de elemento estranho ao azeite, um produto que vem do mar, as algas. E depois, mesmo na concepção e apresentação do produto, no marketing mix, fizémos uma disrupção em relação ao mercado. Criámos um produto muito dirigido, vendido sobre o fim a que se destina e não sobre as suas qualidades técnicas. Isto é, criámos um azeite para peixe e um para saladas. Isto é uma disrupção face ao que existe no mercado do azeite. Conseguimos chamar sobre nós a atenção de muitos especialistas, nomeadamente ligados à gastronomia, que há muito mostravam vontade de ter nos seus restaurantes azeites dirigidos a fins específicos.

Há aqui dois tipos de inovação: uma de produto, de enriquecimento com antioxidantes, através de uma tecnologia que aprimoramos – a aromatização por infusão – que desenvolvemos em parceria com o Instituto Politécnico de Leiria e a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar. Foi um trabalho de um ano e meio.

Como se desenrolou no tempo?

A fase inicial consiste num trabalho com chefes de cozinha onde se exprimentam diferentes combinações de algas e ervas aromáticas. Depois, a fase dos painéis de provadores que, embora amadores, nos vão dirigido para os níveis aceitação do produto. De seguida, a parte de engenharia alimentar para estabilizar o produto para ser vendido com taxas de validade.

O processo de infusão das algas é semelhante ao do chá mas aqui a infusão é feita em quantidades gigantestas. Os mecanismos de vibração e agitação impendem a oxidação do azeite e são controlados através da injecção de azoto. A água e o oxigénio são dois inimigos do azeite no processo de tratamento que dá origem ao virgem-extra.

A alga no interior da garrafa é puramente decorativa. Todos os azeites aromatizados são feitos ‘in cuba’ e não ‘in vitro’. A aromatização na garrafa significa problemas no mercado gourmet por causa das alterações de sabor. É preciso embalar um produto estável ao longo do tempo.

Quando nasceu o primeiro azeite com algas?

No final de 2011 e entrámos no mercado comercial na Primavera de 2012. Estivemos mais de uma ano e meio em laboratório. Houve muitos caminhos interrompidos, muita aprendizagem. O processo de infusão foi muito estudado.

Qual o investimento?

Não está pago ainda. O projecto de investigação custou cerca de 50 mil euros.

Quando estima o break-even?

O investimento é o valor pago às universidades, uma parte apoiada pelo IAPMEI. O custo de I&D (Investigação&Desenvolvimento) só será amortizado em 2015, independentemente de termos vindo a dobrar facturações todos os anos. Durante mais de um ano, não vendemos nada, apenas discutiamos com os cozinheiros.

Só vendem azeites aromatizados?

Quando nasceu a empresa tinha apenas dois produtos. Depois, entendemos que era importante ter um azeite virgem-extra de qualidade. Há uns velhos do Restelo no mercado que defendem que quem aromatiza azeite é porque vende um produto de má qualidade e quer esconder os seus defeitos. Então, numa segunda fase, em parceria com o Instituto Superior de Agronomia, fomos aprender a lotear e fazer azeite virgem-extra de qualidade. Este produto, aliás, vai receber um diploma de uma organização francesa que premeia produtos de qualidade. É um diploma gourmet.

A pedido de algumas superfícies comerciais com as quais trabalhámos criámos no ano passado mais duas referências para o mercado gourmet: um azeite com cogumelos e outro com trufas brancas.

Comercializam outros produtos?

Sim, lançámos ainda uma gama de compotas, no Verão de 2012. Para ganhar espaço em linear. Ter mais formas de mostrar a marca. Grande parte do nascimento destes podutos decorre também de alguma abertura das superfícies comerciais com as quais trabalhamos, nomeadamente gourmets.

No ano seguinte, fizémos patés de azeitona com algas e uma compota de azeitona doce. As algas são gelificantes naturais e estabilizadores e fazem a ligação de elementos na própria textura da massa, o que resulta num paté muito mais aveludado e ligado, menos granulado e ácido.

Continua a existir uma lacuna em produtos ligados às azeitonas nas superficies gourmets, por isso lançámos azeitonas de Trás-os-Montes, recheadas com amendôa e pimento verde.

Qual é o produto estrela?

O Reserva Virgem-Extra e o Especial Saldas.

Onde compra a matéria-prima?

O azeite é produzido pela Cooperativa de Vila Flor. As as algas são apanhadas na costa portuguesa, a Sul de Caminha muitas vezes, mas são processadas na Galiza. Em Portugal, não há grandes empresas de processamente de algas, são todas experimentais, alguma com carácter científico. Mas não há história de indústria de processamento de algas em Portugal. Porque a costa portuguesa é mais arenosa do que a costa espanhola. A empresa galela com a qual trabalho é reconhecida para a produção de alimentos biológicos desde 1988. E não há ninguém em Portugal que faça isso. Os espanhóis são o maior produtor de algas na Europa.

O azeite aromatizado com algas trás benefícios para a saúde?

Nós acreditamos que sim, mas não estão provados e como temos uma base científica queremos ter alguma. O consumo de azeite traz benefícios para a saúde. Isso é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde, pela presença de vitamina E e polifenóis, um antioxidante.

Acontece que os mesmos elementos existem nas algas, em quantidades substânciais. As algas são ricas em minerais, polifenóis, vitamina E. Através do enriquecimento com os antioxidantes marinhos, sabemos que há transferência desses ingredientes para o azeite até porque os estudos que fizémos na universidade mostra algum retardamento do envelhecimento do azeite quando enriquecido com as algas.

 Retarda a oxidação?

Sim, isso foi constatado, ao longo do trabalho universitário. Existe transferências de aromas e anti-oxidantes das algas para o azeite e o próprio azeite o envelhecimento é retardado.

Aliás, há imensos trabalhos universitários que espelham a tentativa de utilização de elementos extraídos de macro-algas para aumentar o ‘shelf time’ de alguns alimentos, o tempo de vida de certos produtos na prateleira.

O azeite é também aromatizado na cooperativa?

O produto sai da cooperativa embalado, é lá processado mas a extracção dos aromas não. A cooperativa produz o azeite e faz a junção do concentrado de aromas extraído por nós de forma natural. São equivalentes aos óleos essenciais extraídos quimicamente. Mas, não usamos químicos, o produto é natural.

Quais são os canais de distribuição?

Não há um mercado tão grande em Portugal como nós gostariamos para os nossos produtos, pese embora, quando começámos a conceptualizar os nossos produtos, por detrás da necessidade de susbsistência, havia numa vontade de democratizar o conceito do gourmet. A internacionalização é, por isso, desde sempre um dos nossos objectivos. Até 2016, queremos o mercado internacional a valer 80% do volume de negócios.

Por onde começaram, em Portugal?

Pelo Club del Gourmet do El Corte Inglés, a área Gourmet da Auchan e os Supermercados Apolónia, no Algarve. Depois, avançamos para as pequenas lojas gourmet, mercearias finas, lojas da especialidade. Estas pequenas empresas têm clientelas muito fiéis, às vezes há cerca de 40 anos, e quando conseguimos entrar garantimos sempre alguma rotação de produto.

Para onde exportam, actualmente?

Macau, Suécia, Rússia, Angola e França, que vai começar agora. Estou há dois anos envolvido com o mercado japonês, mas é um mercado duro: tem padrões de qualidade elevadíssimos, a concorrência é brutal e a imagem de Portugal enquanto marca é muito fraca. Não há produtos portugueses nos ‘departmanent stores’ de luxo. Os azeites vendidos são na sua maioria italianos. Chegam a classificar os azeites consoante o sítio onde são produzidos em Itália. O axeite mais leve é do sul e o forte do norte. Exportar é uma coisa muita mais complicada do que nós pensamos. Às vezes, é mais fácil trabalhar o mercado português.

Quando começou?

Em 2013.

Quanto representam as exportações face ao volume de negócio?

5%.

Qual o volume de negócio?

70 mil euros.

Qual é o objectivo para o final de 2014?

O objectivo é dobrar a facturação e que as exportações atinjam cerca de 20% do volume de negócios. Não é impossível, basta que alguns dos mercados que temos estado a trabalhar dêem frutos: o Brasil, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Japão.

 

Sobre o autorRita Gonçalves

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Diogo Barbot: “A inovação é uma prática contínua que nos diferencia no mercado”

A Barbot nasce no Porto em 1920. Cerca de dois anos após o fim da I Guerra Mundial, Diogo Barbot abriu uma fábrica em Santo Ildefonso, no Porto. Cento e cinco anos depois, a pequena empresa de cariz familiar deu lugar a um grupo internacional com mais de 350 colaboradores a nível mundial, que investe mais de 2M€ por ano e detém uma faturação global de mais de 60M€. “Nos mais de 100 anos de história, de onde passamos de ser um ator local para um player multinacional, procuramos sempre uma abordagem local, pensando global”, sublinha ao Hipersuper, Diogo Barbot, strategy director no Grupo Barbot.

Com uma dimensão global, o grupo empresarial português tem oito fábricas dispersas por cinco países em dois continentes – Portugal, Espanha, Angola, Moçambique e Cabo Verde – e comercializa para mais de 26 países. O investimento em I&D e as práticas de inovação estão patentes num catálogo de 30 mil cores, “o maior catálogo de cores em Portugal”, assegura Diogo Barbot ao Hipersuper, e nas mais de quatro mil fórmulas criadas. “Não há limite para a nossa imaginação e ambição”, assegura Diogo Barbot.

A Barbot é uma empresa centenária, de cariz familiar, implantada no Grande Porto, que cresceu e levou os seus produtos a diversas geografias e continentes, mas mantém-se na sua região. Esta ligação é também parte do seu percurso de sucesso?
Nos mais de 100 anos de história, de onde passamos de ser um ator local para um player multinacional, procuramos sempre uma abordagem local, pensando global. Existimos para oferecer produtos e serviços de revestimento para o nosso consumidor que o façam viver novas emoções. Só o conseguimos fazer se procurarmos constantemente entender as necessidades dos nossos clientes, com uma escuta ativa e um espírito empreendedor em querer inovar. É por isso que apesar de estarmos em processo de expansão e internacionalização, atuando já em mais de 26 países, iremos sempre garantir que nos mercados onde atuamos, a nossa presença é de relação muito próxima com os nossos parceiros, fomentando a partilha de conhecimento e adequação às necessidades locais. Cimentar onde estamos, procurando crescer para onde queremos ir. O foco em crescimento é também essencial para os mercados onde já estamos presentes pois métodos de trabalho, produtos e serviços de outras regiões, podem sempre servir de aprendizagem para mercados maduros. Apesar de existir cada vez mais uma globalização da oferta, ainda que com as ameaças recentes ao multilateralismo, o setor da construção é o setor com menor digitalização, pelo que a adoção de novas práticas é morosa. Na Barbot, temos claro que o nosso foco é simplificar a vida dos nossos clientes no mundo dos revestimentos, atuando com o digital no centro do processo.

Laboratório

2020, o ano em que a empresa comemorou o seu centenário, foi marcado por uma pandemia. Nesse ano lançaram a loja online, comunicando que nunca fez tanto sentido ‘mudar de casa sem sair de casa’. Foi o mote para a nova abordagem de proximidade ao cliente?
Como referido, estarmos em contato com o cliente e termos a digitalização no centro dos nossos processos são dois vetores definidores da nossa forma de atuação. Por isso, quando confrontados, em pleno confinamento, com toda a população fechada em casa, apercebemo-nos desde cedo que existia uma grande predisposição do mercado em intervencionar a sua habitação. Este facto culminou com a visão que temos na marca Barbot há mais de 20 anos – que a tinta tem a capacidade de mudar de casa sem sair de casa, mas onde havia uma grande resistência no mercado, quer por falta de disponibilidade de tempo como financeira. Para nós sempre foi muito natural entender a importância da tinta para a população em Portugal.

Depois da pandemia, surgiram os conflitos externos, como a guerra na Ucrânia, o conflito israelo-palestiniano e ainda os ataques no Mar Vermelho. Como estão a enfrentar e ultrapassar a questão do fornecimento?
Em cada desafio procuramos a oportunidade, e o repensar nos nossos fluxos de abastecimento, privilegiando fornecedores mais próximos é uma dessas situações. Ao invés de procurarmos alternativas diretas para a mesma matéria-prima, rescrevemos o problema apresentado, procurando adereçar a sustentabilidade do nosso setor, desenvolvendo produtos com as mesmas prestações, mas com matérias-primas distintas, mais sustentáveis, e de parceiros situados em países com uma situação político-social mais estável.
Adicionalmente, ao escolhermos parceiros mais próximos, estamos a diminuir a pegada ecológica da produção do produto devido ao transporte. Transformamos uma barreira numa oportunidade, que exige um foco de inovação que se traduza em benefício para o consumidor final.
Com isto, não queremos dizer que colocamos de parte fornecedores, mas certos contextos tornam a viabilidade de compra mais difícil. Dou o exemplo do dióxido de titânio, um dos principais componentes duma formulação de tinta. Mais de 60% da produção mundial deste componente é feita na China. Sem qualquer aviso prévio, em 2024 a UE decretou uma taxa aduaneira de anti-dumping em x%, fazendo escalar o preço de custo dos produtos de toda a indústria de tintas. Queremos trabalhar com todos os fornecedores que nos permitam desenvolver o melhor produto que responde às necessidades dos consumidores, mas há um limite de custo que conseguimos absorver sem impactar a cadeia de valor.

As políticas sustentáveis são transversais às várias áreas da empresa? Como têm adaptado a Barbot a uma produção e comercialização mais sustentável? A Barbot Nature é disso exemplo?
A sustentabilidade é um dos nossos seis valores no Grupo Barbot que vai para além da sustentabilidade ambiental. Por sermos uma empresa de capital 100% familiar e português, não sofremos a pressão de ter de entregar resultados em muito curto prazo que coloquem o nosso futuro em causa, pelo que procuramos ser céleres na ação, garantindo a sustentabilidade económica da empresa para os próximos 100 anos. Para além do pilar de sustentabilidade económica, preocupamo-nos com os outros dois pilares da sustentabilidade: social e ambiental.
Dum ponto de vista social, orgulhamo-nos de ter uma oferta variada de marcas que procuram responder aos desafios técnicos de diversos clientes, sempre tendo em consideração a sua capacidade financeira. A marca Barbot é um bom exemplo disso: é a única marca em Portugal, disponível em todos os canais de venda – revenda, lojas, mass market e online – e que oferece desde produtos acessíveis até os mais tecnologicamente avançados. Orgulhamo-nos de dizer que não deixamos nenhum cidadão do mundo de fora: todos têm possibilidade de comprar produtos com o nome, marca e selo de garantia Barbot. Afinal de contas, são mais de 1,7 milhões de portugueses que vivem em pobreza habitacional. Também eles merecem poder ter uma marca reconhecida nas suas paredes para que se sintam em casa.
Por fim, a sustentabilidade ambiental é transversal à nossa forma de atuar, quer dum ponto de vista de produto, tal como no lançamento da primeira tinta à base de produtos de biomassa, o Barbot Nature, mas também no processo produtivo onde procuramos soluções de reutilização dos derivados de produção.

Em que investimentos e/ou produtos de cariz sustentável estão a trabalhar? A colaboração com a Hygienic Pigging Systems vem neste sentido?
A fonte principal de investimento no caminho da sustentabilidade está relacionada com todos os esforços que colocamos na investigação e desenvolvimento de produtos e processos mais sustentáveis, como foco principal na circularidade de materiais e durabilidade dos nossos produtos, de modo a diminuirmos o consumo. Por vezes, ao desenvolvermos soluções mais inócuas para o ambienta, vemo-nos confrontados com a necessidade de alterar o nosso processo produtivo. A instalação da Hygienic Pigging System vem precisamente nesse sentido. Trata-se de um sistema de limpeza com ar comprimido e água da tubagem de circulação de matéria-prima e produto acabado em todo o circuito, que garante a higienização total do nosso sistema produtivo. Esta aposta vem no seguimento da utilização de biocidas mais amigos das pessoas e do ambiente, o que faz com que tenhamos de garantir um circuito esterilizado.

Pode dizer-se que a inovação é parte integrante do ADN da empresa? E pressupõe um grande investimento em I&D…
Sem dúvida, a inovação não é apenas um pilar da Barbot, mas uma prática contínua que nos diferencia no mercado. Um exemplo claro disso foi a nossa decisão de sermos os primeiros em Portugal a apostar nas tintas de base aquosa, num momento em que o setor ainda operava maioritariamente com tintas solventes.
Esta mudança de paradigma não foi fácil. Enfrentámos sozinhos uma curva de aprendizagem técnica muito exigente, investindo fortemente em I&D para desenvolver produtos que garantissem a mesma qualidade, resistência e acabamento das tintas tradicionais, mas com um impacto ambiental significativamente reduzido. Fizemo-lo porque tínhamos a convicção de que era o caminho certo, não só em termos de sustentabilidade, mas também de segurança e conforto para os nossos clientes e aplicadores.
Ao liderarmos esta transformação, abrimos caminho para o setor e servimos de referência para outros operadores do mercado, reforçando o nosso compromisso com a inovação responsável. Este é apenas um dos muitos exemplos que demonstram como a Barbot não só acompanha as tendências, mas muitas vezes as antecipa, procurando sempre desenvolver soluções que conciliam performance, sustentabilidade e inovação.

Na Concreta de 2024 apresentaram uma nova ferramenta de Inteligência Artificial. O que representa para a empresa?
A apresentação da nossa nova ferramenta de Inteligência Artificial na Concreta 2024 representa um marco na evolução da Barbot e reforça o nosso compromisso contínuo com a inovação. Esta solução tecnológica foi desenvolvida para apoiar clientes e profissionais na escolha das melhores soluções de pintura e revestimento, simplificando a sua experiência e capacitando-os com o nosso conhecimento.
A IA permite-nos ir além da oferta tradicional de tintas, proporcionando recomendações inteligentes com base nas condições específicas do espaço, preferências estéticas e até mesmo na previsão de consumos e orçamentos. Desta forma, conseguimos tornar o processo mais intuitivo, acessível e informado, permitindo que os nossos clientes façam escolhas com maior confiança e precisão.
Mais do que um avanço tecnológico, esta inovação reforça o posicionamento da Barbot como uma marca que alia tradição e modernidade, antecipando as necessidades do mercado e elevando os padrões de qualidade e serviço no setor. É mais um passo no caminho da digitalização e personalização, garantindo que cada cliente tenha acesso às melhores soluções de forma simples e eficaz.

A Barbot é a única empresa no mundo a disponibilizar decoradores de inteligência artificial? Como surgiu este projeto e de que forma a IA está a moldar os produtos da Barbot?
A Barbot encara a Inteligência Artificial como um instrumento estratégico para criar valor real e não apenas como uma tendência tecnológica. O nosso decorador de IA é um exemplo disso – uma ferramenta com uma arquitetura inovadora, desenvolvida para dar respostas concretas às necessidades dos nossos clientes, e não apenas para marcar presença no mundo digital.
Mas este é apenas o começo. Temos em pipeline um conjunto vasto de ferramentas desenvolvidas pela nossa oficina técnica, que iremos gradualmente introduzir no mercado. Estas soluções irão complementar a experiência dos nossos clientes, ajudando-os não só na escolha de cores e produtos, mas também na otimização dos processos de pintura e revestimento. A IA continuará a desempenhar um papel central na inovação da Barbot, permitindo-nos personalizar ainda mais as nossas soluções, prever tendências de consumo e melhorar a eficiência dos nossos produtos e serviços. O nosso compromisso é claro: desenvolver tecnologia que faça realmente a diferença na vida dos nossos clientes e profissionais do setor.

Como está a ser trabalhada a expansão física da Barbot em Portugal, tanto em lojas como em unidades de produção?
A expansão física da Barbot em Portugal tem sido feita de forma estratégica e sustentada, tanto no reforço da rede de lojas como na modernização da capacidade produtiva. O nosso objetivo é aproximar-nos dos clientes, proporcionando-lhes um serviço cada vez mais especializado e experiências diferenciadoras.
Um exemplo claro desta abordagem é a nova loja em Loulé, inaugurada no final de 2024, que traz um conceito inovador. Mais do que um ponto de venda, esta loja representa um verdadeiro espaço de experiência e experimentação, onde os clientes podem explorar cores, texturas e soluções de revestimento com o apoio de especialistas. Destacamos ainda a zona de teste de produto, que permite aos profissionais e particulares experimentarem diretamente as nossas tintas e revestimentos antes da aplicação.

A nível internacional, que números representa a exportação e em quantos mercados já estão? No plano de internacionalização há novos mercados em vista ou o foco é crescer onde estão?
Relativamente ao volume de exportações, 2024 registou um volume 4,5M de euros. A Barbot tem vindo a consolidar a sua presença internacional, estando atualmente presente em diversos mercados europeus e africanos. A nossa estratégia de internacionalização levou-nos a estabelecer operações em países como Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Guiné, Angola, Cabo Verde e Moçambique e temos diversos parceiros em outros países africanos.
No que concerne ao nosso plano de internacionalização, a Barbot mantém uma postura dinâmica e atenta às oportunidades de crescimento. Estamos empenhados em fortalecer a nossa posição nos mercados onde já operamos, garantindo a oferta de produtos de qualidade e serviços diferenciados. Simultaneamente, avaliamos continuamente novos mercados que, de forma sinérgica, se alinhem com a nossa estratégia de crescimento sustentável.

Até onde podem levar a inovação e as tendências em 2025 e nos próximos anos? Em que estão a trabalhar?
A inovação na Barbot sempre se baseou na ideia de que as tintas têm de incorporar mais valor e desempenhar funções que vão além da simples pintura. O futuro das tintas passa por incorporação de materiais que possam gerar energia a partir da luz solar, ou tintas regenerativas, que podem reparar pequenas fissuras por si mesmas. Não há limite para a nossa imaginação e ambição.

A empresa completou o seu primeiro século no mercado. Como estão a trabalhá-la e à nova geração, para que contribuam para a sua existência no próximo século?
A Barbot completou o seu primeiro século no mercado graças a uma cultura de inovação, resiliência e compromisso com a qualidade. Mas a nossa visão não é apenas celebrar o passado, é garantir que continuamos a crescer e a evoluir para os próximos 100 anos. Como? Inovação contínua. A inovação sempre foi um pilar fundamental da Barbot e continuará a ser como já detalhamos.
Sustentabilidade e responsabilidade ambiental: A Barbot do futuro será mais sustentável. Estamos a trabalhar para reduzir a pegada ecológica dos nossos produtos e processos produtivos, com tintas de base aquosa, formulações com menor impacto ambiental e embalagens mais ecológicas. A sustentabilidade não é uma tendência, é uma responsabilidade que assumimos para as próximas gerações.
Formação e envolvimento da nova geração: o futuro da Barbot passa pelas pessoas. Estamos a apostar na formação contínua da nossa equipa, renovando e preparando uma nova geração para liderar a empresa com o mesmo espírito inovador que nos trouxe até aqui. Valorizamos o conhecimento interno e incentivamos a partilha de experiências entre gerações.
Transformação digital e proximidade com o cliente: Estamos a construir uma empresa cada vez mais digital, interativa e conectada com os clientes. Ferramentas como a Inteligência Artificial aplicada à escolha de tintas e a personalização da experiência do consumidor são apenas o início de uma nova era. Queremos estar onde os nossos clientes estão e dar-lhes mais autonomia e conhecimento na sua jornada com a Barbot.
Expansão e internacionalização estratégica: O crescimento sustentável passa por reforçar a nossa presença nos mercados onde já operamos e explorar novas oportunidades. A Barbot continuará a apostar na proximidade com os clientes, tanto a nível nacional como internacional, através de novas lojas e soluções inovadoras.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Fruit Attraction 2025 reforça crescimento e liderança com nova organização de setores e pavilhões

A Fruit Attraction 2025, considerada a principal feira internacional dedicada à comercialização de frutas e legumes frescos, regressa a Madrid entre 30 de setembro e 2 de outubro.

Na sua 17.ª edição, o certame organizado pela IFEMA MADRID e pela FEPEX reforça a sua liderança global com uma expansão estratégica e uma nova organização setorial, que pretende otimizar a experiência dos expositores e visitantes.

O evento, que este ano ocupará dez pavilhões do recinto da IFEMA – nomeadamente os pavilhões 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 12 e 14 – verá a sua área expositiva crescer para mais de 70 mil metros quadrados, resultado da incorporação dos pavilhões 12 e 14. Esta ampliação permitirá uma distribuição mais eficiente dos expositores por regiões geográficas, facilitando a identificação de produtores e fornecedores por país e promovendo novas oportunidades de negócio.

A nova setorização prevê uma divisão clara entre mercados e segmentos. Os pavilhões ímpares acolherão as novidades das empresas nacionais, com destaque para o espaço Innova&Tech no pavilhão 5. Já os pavilhões pares reúnem empresas europeias (4, 6 e 8), operadores globais (8 e 10), companhias das Américas (12), e players oriundos de África e da Ásia (14). O setor da logística alimentar fresca ficará concentrado no pavilhão 4. A maioria dos pavilhões integrará também uma zona dedicada à Indústria Auxiliar, garantindo a presença de toda a cadeia de valor.

A organização espera mais de 2.200 empresas participantes, que irão apresentar novos produtos, soluções logísticas, variedades, formatos, tendências e inovações, reforçando o papel da Fruit Attraction como plataforma de referência para o setor hortofrutícola mundial.

O evento decorrerá das 9:30 às 19 horas, nos dias 30 de setembro e 1 de outubro, e até às 16 horas no dia 2 de outubro.

Sobre o autorHipersuper

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IKEA lança em Portugal plataforma de compra e venda em segunda mão

Depois de projetos-piloto, que o IKEA sublinha serem bem-sucedidos, na Noruega e em Espanha, é agora a vez de Portugal integrar esta iniciativa inovadora.

A IKEA acaba de lançar em Portugal a IKEA preowned, o seu primeiro marketplace dedicado à compra e venda de produtos da marca em segunda mão. Esta nova plataforma, disponível de forma gratuita para membros IKEA Family, visa responder a uma tendência crescente no setor do mobiliário e reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a acessibilidade.

Depois de projetos-piloto bem-sucedidos na Noruega e em Espanha, é agora a vez de Portugal integrar esta iniciativa inovadora. De acordo com o estudo Second Hand Furnishing Market Size (Statista+), cerca de 10% do mercado global de mobiliário já é transacionado em segunda mão e 52% dos consumidores admitem comprar este tipo de artigos com frequência, quer para poupar, quer para prolongar a vida útil dos produtos.

“Os números em Portugal são claros, mais de 10% do mobiliário vendido e comprado em segunda mão em Portugal já é IKEA. Com a IKEA preowned, estamos a proporcionar aos nossos clientes uma plataforma ágil, intuitiva e segura, que Inter IKEA Systems B.V. 2023 permite não só aceder aos nossos produtos a um preço ainda mais acessível, como prolongar o seu ciclo de vida” comenta Maria João Franco, Digital Portfolio & Deployment Leader da IKEA Portugal, e uma das líderes do processo de implementação da plataforma no país.

“Fizemos um lançamento interno com os nossos colaboradores, e desafiámo-los a colocarem os seus próprios produtos para venda na plataforma, de forma a testarmos todas as funcionalidades e todos os processos. O feedback foi muito positivo, e estamos muito entusiasmados para perceber nas próximas semanas como vai responder o resto do país”, concluiu.

Para a IKEA, a aposta neste novo serviço representa também uma adaptação à evolução do comportamento dos consumidores, que procuram soluções mais económicas, práticas e sustentáveis.

Mercedes Gutierrez, New Business & Innovation Area Manager da IKEA a nível global, destaca que “o crescente interesse por mobiliário em segunda mão e a crescente procura por soluções de habitação acessíveis refletem uma mudança significativa na forma como as pessoas mobilam as suas casas. Na IKEA, vemos isto como uma oportunidade. Entramos em Portugal com muito otimismo, e pretendemos tornar as compras de segunda mão mais acessíveis, fluídas e integradas na nossa experiência do cliente. Embora já existam players fortes neste setor, a IKEA traz uma vantagem única através dos seus pontos de contacto globais, do seu profundo conhecimento de produto e do seu compromisso de longa data com a acessibilidade e a durabilidade do design.”.

A IKEA preowned inclui funcionalidades pensadas para facilitar a experiência do utilizador, como recomendações automáticas de preço (que podem ser ajustadas pelo vendedor), fotografias profissionais, medidas exatas, guias de montagem e instruções de manutenção.

Adicionalmente, os utilizadores que optarem por receber o pagamento em cartão reembolso IKEA beneficiam de um bónus de 15% adicional sobre o valor da venda, incentivando a reutilização dentro do ecossistema da marca.

Sobre o autorHipersuper

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Arena Shopping cria um jardim da Páscoa com várias atividades

O objetivo é criar momentos de entretenimento com várias atividades para o público infantil.

Entre os dias 5 e 20 de abril, o Arena Shopping, em Torres Vedras, vai transformar o piso 2 num Jardim da Páscoa, com a promessa de “um cenário encantador dedicado à efeméride, onde coelhos, ovos e entretenimento se juntam para proporcionar momentos inesquecíveis aos mais pequenos”.

O espaço recriará uma casinha e um jardim com um pequeno lago e, até ao dia 20, vão ser dinamizados desafios e jogos. As atividades incluem um jogo de bowling com cenouras no lugar dos pinos e uma bola em forma de ovo, um jogo da pesca com canas magnéticas para apanhar ovos coloridos num lago decorativo e o tradicional jogo das argolas, com o objetivo de acertar nas cenouras. Existirá também um cantinho artístico onde cada criança poderá decorar um ovo de esferovite com marcadores, brilhantes e outros materiais, e levá-lo para casa como recordação.

Este jardim temático poderá ser visitado por todos gratuitamente e as atividades decorrerão das 14h30 às 18h30, durante a semana, e das 11h às 13h e das 14h30 às 19h30, aos fins de semana e no feriado.

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Bebidas

Nestlé Lindahls Protein lança “Good Move” para inspirar estilo de vida mais ativo

No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, que se celebra a 6 de abril, a Nestlé Lindahls Protein apresenta o seu novo posicionamento de marca: “Good Move”.

Mais do que uma campanha, esta é uma promessa da marca de inspirar e apoiar os portugueses na adoção de um estilo de vida mais ativo, equilibrado e saboroso.

Através da assinatura “Good Move”, a Nestlé Lindahls Protein pretende destacar a importância das pequenas escolhas diárias que, ao serem repetidas com consistência, contribuem para uma melhoria significativa da saúde e bem-estar. A marca sublinha que todos podem superar os seus desafios pessoais, independentemente do ponto de partida, bastando para isso dar o primeiro passo.

Entre os exemplos de “moves” sugeridos estão ações simples como usar as escadas em vez do elevador, fazer caminhadas ao ar livre, substituir lanches processados por opções nutritivas ou trocar horas no sofá por atividade física regular.

“Numa altura em que o ritmo do dia a dia nos impõe decisões imediatas e, por vezes, pouco pensadas, a Nestlé Lindahls Protein acredita ter um papel fundamental em relembrar os portugueses sobre a importância de fazer escolhas que promovam o bem-estar”, menciona Mariana Frazão, Group Brand Manager. “O nosso convite é simples: que todos possam optar por um “Good Move”, sendo este uma celebração das conquistas diárias dos portugueses e a prova de que uma boa decisão nunca vem só. E, sem dúvida, que, como marca que se posiciona no segmento de um estilo de vida equilibrada, temos um papel fundamental em alertar para a importância de pensar em nós”, conclui.

A Nestlé Lindahls Protein assume-se como um parceiro nesta jornada, colocando à disposição dos consumidores uma gama de produtos com alto teor de proteína, 0% de gordura e sem açúcares adicionados, reforçando que é possível fazer escolhas saudáveis sem abdicar do sabor.

Com esta nova abordagem, a marca reforça o seu compromisso com a promoção de hábitos mais saudáveis, incentivando uma atitude positiva e proativa, onde cada pequena decisão conta para alcançar um estilo de vida mais ativo e equilibrado.

A Nestlé Lindahls Protein deixa o convite para que os consumidores se movimentem, através de uma campanha disponível em diversos suportes, como televisão, Youtube, muppies e redes sociais, com imagens e um spot que revelam a energia e a paixão que impulsionaram a criação de “Good Move”.

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Foto: Facebook Cerveja Sagres
Bebidas

Cerveja Sagres reforça presença em eventos de música em Portugal

A Sagres é a cerveja oficial dos Prémios Play, Sol da Caparica, Festival F e Mar me Quer.

A Cerveja Sagres reforça a aposta no território da música e marca presença em diversos eventos nacionais, como os Prémios Play, o Sol da Caparica (Costa da Caparica), Festival F (Faro) e Mar me Quer (Portimão). Catarina Ferraz, responsável de marketing da Cerveja Sagres, afirma que “o apoio à cultura portuguesa é uma prioridade para a Cerveja Sagres”. “Acreditamos que os eventos de música são uma celebração do que de melhor se faz em Portugal e sinónimo de convívio e união, valores que nos definem enquanto marca.”´, complementa.

Ainda em parceria com os Prémios Play, a marca volta a promover a ativação ‘Segredo bem guardado’. A primeira edição decorreu no ano passado e revelou o talento do artista Sérgio Onze e a Cerveja Sagres regressa este ano para dar a conhecer novos artistas emergentes. “Ana Moura, Iolanda e Buba Espinho, intérpretes nomeados aos Prémos Play 2025, foram desafiados a contar um ‘segredo’ e a partilhar com o público o nome de um artista que admirem e considerem merecedor de outro destaque no universo musical”, informa a marca.

Os ‘Segredos bem guardados’, que irão a votos no dia 10 de Abril, serão conhecidos através de vídeos e reels publicados no Instagram da Cerveja Sagres. Após 24 horas de votações, será anunciado o vencedor, premiado com uma subida a palco no Festival Sol da Caparica.
“É com orgulho que voltamos a marcar presença nos Prémios Play, entrando em palco e brindando ao talento e à carreira dos artistas portugueses e lusófonos”, destaca Catarina Ferraz.

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Bebidas

CVRTM dá a provar vinhos de Trás-os-Montes em Vilamoura

Este sábado, dia 5, há mais de 100 vinhos de 17 produtores da região de Trás-os-Montes, para provar em Vilamoura

Vilamoura foi o palco escolhido pela Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM) para a estreia do Trás-os-Montes em Prova no Algarve. Neste sábado, dia 5, 17 produtores transmontanos dão a conhecer e a provar mais de 100 referências de vinho, no hotel Tivoli Marina Vilamoura, das 15h às 20h. Os bilhetes são vendidos exclusivamente no local do evento e custam 10 euros.

O evento, aberto a profissionais e ao público em geral, visa promover os vinhos de Trás-os-Montes no sul do país, “um mercado ainda pouco explorado, até à data, e que tanto os produtores como a Comissão acreditam ter um enorme potencial”, destaca a organização.

Casa do Joa, Casa José Pedro, Encostas de Sonim, Flandório, Ninho da Pita, Palmeirim D’Inglaterra, Parapente, Quinta das Corriças, Quinta de Arcossó e Quinta do Salvante, Quinta Recomeço, Quinta Serra d’Oura, Quinta Vale dos Montes, Terras de Mogadouro, Villela Seca, Vinho dos Mortos e Vinhos Mont’alegre, são os produtores presentes.

“O grande objetivo do Trás-os-Montes em Prova no Algarve é levar até esta região do país os melhores vinhos produzidos nas terras transmontadas, certos de que vão surpreender muitos dos visitantes, pela qualidade e personalidade que os vinhos de Trás-os-Montes apresentam. Aqui fica o convite para que todos os algarvios apareçam, para saberem um pouco mais sobre esta região que tem tanto para revelar.”, afirma Ana Alves, presidente da CVRTM.

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Logística

Parceria Spring GDS e MailAmericas visa e-commerce entre Europa e América Latina

A aliança visa facilitar o acesso das empresas europeias de e-commerce à América Latina, com soluções logísticas otimizadas.

A Spring GDS, fornecedor de logística de última milha especializado em e-commerce, e a MailAmericas, emrpesa de serviços postais e de e-commerce na América Latina, assinaram um acordo estratégico para otimizar o comércio eletrónico entre a Europa e a América Latina.

A MailAmericas, que atualmente entrega entre 4 e 5 milhões de encomendas por mês nas regiões LATAM e África, identificou uma grande oportunidade na América Latina, onde os serviços postais tradicionais são acessíveis, mas apresentam desafios de rastreabilidade e controlo. “Estamos muito contentes por anunciar esta colaboração com a MailAmericas, líder no mercado latino-americano, e que nos vai ajudar a oferecer aos nossos clientes europeus uma solução de e-commerce robusta e eficiente para ganharem acesso aos mercados daquela região,” comentou Emiliano Vidal, Managing director Southern Europe (Portugal, Espanha, França) da Spring GDS.

A Spring GDS é um fornecedor de soluções logísticas especializado no transporte marítimo internacional de e-commerce, possuindo 20 centros de operações em três continentes. Colabora com mais de 230 parceiros logísticos internacionais, proporcionando entregas em 190 destinos em todo o mundo. A parceria vai permitir á empresa o acesso a mercados-chave como Brasil, Argentina e México, que são alguns dos destinos com maior volume de envios na região, destaca.

A MailAmericas conta com armazéns próprios na Argentina, México, Colômbia, Peru, Chile e República Dominicana, entre outras localizações, e está presente em todos os países da região LATAM. “A experiência e liderança da MailAmericas na transformação dos serviços postais e comerciais vai permitir-nos oferecer um serviço logístico mais robusto e eficiente a todos os clientes europeus que desejem expandir-se para a América Latina,” remata Guillermo López, diretor de Operações da Spring GDS.

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Bebidas

Hipersuper promove debate sobre inovação no packaging do vinho na Empack e Logistics & Automation Porto

O debate decorre às 16 horas, na Sala Panattoni, e integra a programação oficial da feira. A Empack e Logistics & Automation Porto arranca dia 9 e é ponto de encontro de embalagem e logística em Portugal.

O Hipersuper vai promover, no próximo dia 9 de abril, uma mesa redonda dedicada ao tema “Tendências e inovação no packaging do vinho: sustentabilidade, design e funcionalidade”, no âmbito da Empack e Logistics & Automation Porto. A sessão decorre às 16 horas, na Sala Panattoni, e integra a programação oficial da feira.

Sob o mote “Jornada do Vinho”, o debate reúne profissionais do setor vitivinícola para discutir os desafios e oportunidades na evolução das embalagens de vinho. Sustentabilidade, design e funcionalidade serão os principais eixos da conversa, numa altura em que as marcas procuram diferenciar-se e responder a consumidores mais conscientes e exigentes.

A mesa redonda contará com a participação de Ana Sampaio, diretora de marketing da Aveleda, Joana Santiago, produtora de vinhos na Quinta de Santiago e presidente da Associação de Produtores de Monção e Melgaço e Fernando Félix, CEO da Webcomum, sendo moderada por Ana Rita Almeida, jornalista e diretora editorial do Hipersuper.

A iniciativa pretende lançar um olhar técnico e estratégico sobre as soluções de packaging que estão a transformar o posicionamento das marcas e o comportamento dos consumidores, num setor altamente competitivo e em constante inovação.

A participação é gratuita, mediante inscrição.

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Retalho

UBBO Shopping Resort dinamiza atividades de Páscoa

Até ao dia 20 de abril, o UBBO está a dinamizar atividades alusivas á Páscoa, para quem visitar aquele centro comercial. O fim de semana de 5 e 6 de […]

Até ao dia 20 de abril, o UBBO está a dinamizar atividades alusivas á Páscoa, para quem visitar aquele centro comercial.

O fim de semana de 5 e 6 de abril , comemora o início desta época festiva com uma parada no dia 5, às 15h, na Praça Central, num evento com música, animação, pinturas faciais e ovos de chocolate para dar as boas vindas ao coelho da Páscoa.

Já o labirinto da Páscoa regressa ao átrio do piso 0, até 20 de Abril, “onde os mais novos vão poder brincar e gastar toda a energia das férias”, informa a administração do UBBO. A 6, 11, 12, 13, 18 e 19, no mesmo local, haverá caças aos ovos, destinadas a crianças dos 3 aos 12 anos, com prémios garantidos pelos lojistas parceiros do evento.
As atividades são gratuitas, sendo apenas necessário inscrição na app UBBO para as caças aos ovos.

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