Estudo duvida de embalagens PET para vinhos
Um recente estudo realizado pelo Institute of Vine and Wine Sciences concluiu que o bag-in-box e as embalagens PET não são as mais adequadas para acondicionar os vinhos.
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Victor Jorge
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Um recente estudo do Institute of Vine and Wine Sciences (ISVV) concluiu que as garrafas de plástico e bag-in-box podem não ser a melhor solução para embalar vinho, ao contrário do que foi avançado originalmente.
O estudo refere mesmo que no caso dos vinhos brancos, estes sofreram alterações profundas em apenas seis meses de bag-in-box, mono PET e multi PET, lançando, assim, dúvidas sobre alguns dos argumentos avançados por produtores e retalhistas de que o vinho nestas embalagens é preservado durante mais tempo.
“Depois de 12 meses, os vinhos brancos estão completamente oxidados”, conclui o estudo, adiantando que os mesmos vinhos acondicionados em garrafas de vidro “mantiveram as características originais com estabilidade”.
Já no caso dos vinhos tintos, o estudo concluiu que, após 12 meses, “os vinhos começaram a mostrar algumas alterações, mas não foi possível chegar a conclusões definitivas”.
A equipa do ISVV testou os vinhos em bag-in-box, PET e vidro com vinhos tintos e brancos da região de Bordéus, ficando os néctares acondicionados de forma correcta durante o período do teste para posteriormente serem provados na cor, sabor e níveis de gás, ou seja, oxigénio, dióxido de carbono e dióxido de enxofre.
Rémy Ghidossi, analista do ISVV, referiu ao decanter.com que “existe muita informação contraditória a circular nos últimos meses no que diz respeito às diferentes soluções de embalamento do vinho. Agora é necessário estabelecer parâmetros verdadeiros, com base em análises científicas e dados quantitativos, de modo a determinar a legitimidade de cada embalagem e da sua função principal para preservas o sabor e características do que contém”.